sexta-feira - 04/12/2020 - 06:12h
Fórum

Vice-presidente promete mudança no semiárido com Bolsonaro

Do Blog Diário Político

Até a chuva marcou presença na abertura do Fórum de Desenvolvimento do Semiárido 2020, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado, à tarde dessa quinta-feira (3). Pouco antes da chegada da comitiva da Vice-Presidência da República à Mossoró (RN), a terra ficou molhada, renovando as esperanças do povo da região. Foi com esse clima diferente que a cidade recebeu autoridades para a abertura do Fórum do Semiárido.

Hamilton Mourão, vice-presidente da República, deu entrevista a Vonúvio Praxedes da TCM-Telecom (Foto: Cássio Moreira)

Além do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, a presença de várias autoridades, dentre elas, o deputado federal, General Girão, presidente da Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido – idealizadora do evento. Também participaram da abertura, ministros, parlamentares e outras autoridades.

Mourão frisou que “essa é a hora do Semiárido. A grande tarefa do governo Bolsonaro é criar as facilidades e as condições para que tudo aquilo que foi discutido aqui seja implementado. A água, com bons projetos, vai transformar o semiárido em um grande celeiro”. Segundo Mourão, o Fórum é o ambiente ideal para a produção de convergências e fomentos. “Podemos definir um amplo programa com objetivo de aproveitamento das potencialidades de região”, finalizou.

Para o deputado federal e presidente da Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido, General Girão (PSL), “o que vemos aqui hoje é a reunião de um leque de conhecimento agregado na nova fronteira de desenvolvimento sustentável. Nosso objetivo é aprimorar o plano e transformá-lo em lei federal, assegurando sua continuidade”, disse.

Transformação

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), disse que “o plano é uma redenção para o povo e uma oportunidade de geração de empregos e renda”. O vice-governador do Rio Grande do Norte, Antenor Roberto (PCdoB), ressaltou que “a parceria com a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (CODEVASF) e o Ministério do Desenvolvimento Regional pode mudar todo esse cenário e trazer novas divisas”.

“É possível transformar deserto, em lavouras e pomares produtivos”, emendou o ministro da Educação, Milton Ribeiro. O coordenador de Projetos Especiais da Codevasf, Luiz Curado, destacou que o desenvolvimento do semiárido foi esquecido ao longo dos últimos 20 anos. “Agora é preciso restaurar o plano e escrever uma nova história”.

A a deputada federal e presidente da Frente Parlamentar Mista do Agronegócio e Agricultura Familiar, Bia Kicis (PSL-DF), ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (sem partido), prefeito eleito de Mossoró Allyson Bezerra (Solidariedade) e o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) também estiveram presentes no evento e demonstraram apoio ao Plano de Desenvolvimento do Semiárido.

Programação

Nessa sexta-feira (4), os debates estarão acontecendo na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), onde todos os segmentos -agentes públicos, empresas e representantes da sociedade – estarão debruçados debatendo os 13 eixos temáticos propostos, tais como: a água e seu aproveitamento no semiárido, educação, segurança jurídica e fundiária, turismo, meio ambiente, recursos minerais, resíduos sólidos, tecnologia e inovação, transporte e logística, entre outros (veja AQUI).

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 24/07/2020 - 11:52h
Política

Bolsonaro se afasta do olavismo para evitar novas derrotas

Olavo, o 'guru' escanteado (Foto: arquivo)

Do Canal Meio

Preocupado com as eleições que se aproximam, o presidente Jair Bolsonaro está ampliando sua relação com o Centrão e, no mesmo movimento, se afastando também no Congresso Nacional dos aliados de primeira ordem.

Os radicais se mostraram ineficazes para conter a aprovação do Fundeb, esta semana, como era desejo do Planalto. E duas votações consideradas estratégicas se aproximam. Uma, a de renovação do fundo emergencial, que vem segurando a popularidade do presidente na casa dos 30%. Outra, a reforma tributária, cujos termos o governo deseja ditar.

A primeira afastada foi a vice-líder Bia Kicis, ligada ao movimento Escola sem Partido. No Palácio, são três os nomes que Bolsonaro vem ouvindo mais: os ministros Paulo Guedes, da Economia, Fernando Azevedo, da Defesa, e Fábio Faria das Comunicações. (Folha)

Outro nome

Outro nome que deve ser trocado é o Major Vitor Hugo, substituído por Ricardo Barros, ex-ministro de Michel Temer, que pertence ao PP. Bolsonaro, porém, procura para seu atual líder na Câmara um cargo que lhe conceda algum prestígio. Vitor Hugo não se entende com o secretário de Governo Eduardo Ramos.

A substituição de Bia Kicis foi mais fácil. Quando percebeu que perderia a briga, o Planalto havia tentado vender a derrota no Fundeb como vitória. Ao manter o posicionamento dos sete deputados mais ligados ao governo pelo não, ela deixou clara a goleada que o Palácio tomou. (Estadão)

Aliás… Um dos que trabalha para evitar a substituição de Vitor Hugo é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O atual líder é inepto, Barros é excelente articulador. A troca, calcula Maia, fortaleceria o Planalto. (Antagonista)

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