quinta-feira - 06/07/2023 - 18:20h
Infraestrutura

Ministro vai entregar outro trecho da Reta Tabajara dia 28

Henrique Alves esteve em Brasília, quando se reuniu com Santoro e equipe (Foto: redes sociais)

Henrique Alves esteve em Brasília, quando se reuniu com Santoro e equipe (Foto: redes sociais)

Em reunião nesta quinta-feira (6) em Brasília, no Ministério dos Transportes, com o secretário executivo dessa pasta, George Santoro, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (PSB) foi informado sobre visita do ministro Renan Filho (MDB-AL) ao RN. Ele entregará outro trecho da duplicação da Reta-Tabajara na Grande Natal.

“Dia 28, o ministro dos transportes, Renan Filho, virá ao RN entregar ao povo potiguar 4,5 km que incluem viaduto da rotatória, na BR-226 com a BR-304, e um novo trecho que interliga o município de Macaíba ao Aeroporto Internacional Aluízo Alves”, publicou. É mais um

“Os 3 km restantes serão licitados no segundo semestre deste ano. A Reta Tabajara custará, com acréscimos, 180 milhões de Reais”, disse.

Nota do BCS – No início do ano, a promessa anunciada pelo Governo Federal e governadora Fátima Bezerra (PT), foi de que no fim do ano de 2024 teremos início da duplicação da BR-304 (Natal-Mossoró). Um estirão de cerca de 270 quilômetros.

A Reta Tabajara começou em 2014, portanto há nove anos, com percurso de 16,4 quilômetros e ainda não teve conclusão. Quase dez anos. Garantia do Governo Federal é de entregá-la prontinha no segundo semestre do próximo ano.

Como exclamaria um velho amigo…”é luta medonha.”

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quarta-feira - 05/07/2023 - 15:16h
Brasília

Allyson Bezerra agora é prefeito do União Brasil

Prefeito assinou ficha de filiação prestigiado pela cúpula nacional do UB (Foto: cedida)

Prefeito assinou ficha de filiação prestigiado pela cúpula nacional do UB (Foto: cedida)

Allyson Bezerra é agora União Brasil. O prefeito de Mossoró deixa o Solidariedade, onde estava desde 2017, para se filiar à legenda presidida pelo deputado federal pernambucano Luciano Bivar. O evento ocorreu agora à tarde, em Brasília.

Presentes à inscrição partidária, integrantes da Executiva Nacional do partido:

Ronaldo Caiado- Governador do Goiás

Luciano Bivar – Presidente Nacional

ACM Neto – Presidente da Fundação do União

José Agripino – Presidente União no RN

Juscelino Filho – Ministro das Comunicações

Efrain Filho – Senador da Paraíba

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terça-feira - 04/07/2023 - 07:50h
Zenaide Maia destaca

Lei da Igualdade Salarial entre homens e mulheres é sancionada

Assinatura de lei em Brasília, nessa segunda-feira (Foto: Ricardo Stuckert)

Assinatura de lei em Brasília, nessa segunda-feira (Foto: Ricardo Stuckert)

“Momento histórico na luta por equidade!” Foi como a senadora Zenaide Maia (PSD – RN) definiu a sanção da Lei da Igualdade Salarial entre homens e mulheres, em cerimônia com o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), a ministra das mulheres, Cida Gonçalves, entre outras autoridades do Executivo e do Legislativo, nesta segunda-feira (3), em Brasília.

“O presidente enviou o projeto da igualdade salarial no dia 8 de março e hoje, 3 de julho, temos a lei sancionada! Lula demonstra, mais uma vez, sensibilidade com as lutas sociais e, neste caso, com uma pauta histórica das mulheres! A lei é uma vitória para o Brasil e foi uma honra para mim ter sido relatora dessa proposta na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Foi uma alegria ter dado minha contribuição para esta conquista!”, declarou Zenaide.

A nova lei endurece as punições para quem praticar discriminação nos critérios remuneratórios: a multa será equivalente à diferença salarial devida mais dez vezes o novo salário e, em caso de reincidência, o valor dobra. Além disso, a empregada terá direito a indenização por danos morais.

Empresas com mais de cem funcionários deverão publicar relatórios semestrais sobre o cumprimento das normas, que também incluem disponibilização de canais de denúncia e programas de capacitação e inclusão de trabalhadoras.

No evento desta segunda, também foram sancionadas duas outras leis: a que inclui o assédio moral, o assédio sexual e a discriminação na lista de infrações ético-disciplinares da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); e a que garante o recebimento do Bolsa Atleta para esportistas gestantes e puérperas.

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quinta-feira - 29/06/2023 - 19:36h
Economia

RN será sede da primeira fábrica da Shein no Brasil

Lula, Fátima e empresários posam comemorando entendimento (Foto: Ricardo Stuckert)

Lula, Fátima e empresários posam comemorando entendimento (Foto: Ricardo Stuckert)

O Rio Grande do Norte será o primeiro estado no Brasil a fabricar as roupas da varejista de moda Shein. A parceria com a Companhia de Tecidos Norte de Minas (COTEMINAS) foi firmada nesta quinta-feira (29), no Palácio do Planalto.

A escolha da primeira fábrica foi anunciada após reunião da governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra (PT), com o presidente Luís Inácio Lula da Silva, o principal executivo da Coteminas, Josué Alencar, e com o presidente do Conselho para a América Latina da Shein, Marcelo Claire.

O projeto-piloto, que selará as parcerias comerciais com dois mil fabricantes brasileiros e prevê gerar 100 mil novos empregos nos próximos três anos, começa na unidade da Conteminas, em Macaíba, município da região metropolitana de Natal, e se estende com as oficinas de costura para o interior do estado. Os principais municípios que vão atuar nesse projeto piloto estão localizados na região do semiárido nordestino, especialmente o Seridó.

“Importante destacar o aspecto da interiorização do emprego. Significa mais cidadania e mais oportunidades de emprego para as diversas regiões do estado. E é assim que está desenhado nosso programa de incentivos fiscais. Quanto mais o emprego vai para o interior, maior o incentivo que ele vai receber”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

Ao demonstrar confiança no sucesso da parceria da Shein com Coteminas, a chefe do Executivo estadual apontou a expertise que o Rio Grande do Norte tem nessa área. “Esse programa de interiorização de emprego no setor da indústria têxtil vai completar 10 anos e se realiza através das oficinas de costura”, afirmou a governadora.

A Shein promete investir R$ 750 milhões para aumentar a competitividade da indústria têxtil no Brasil. “O primeiro estado que estamos fazendo parceria no Brasil é o Rio Grande do Norte”, afirmou o presidente da varejista na América Latina, Marcelo Claire.

Algodão

Entre os principais produtos a serem produzidos estão o jeans e malhas de algodão. O Brasil é um dos maiores produtores de algodão do mundo. Hoje o Brasil exporta algodão para China e importar.

“Os cálculos iniciais de custos que fizemos apontam que os produtos serão muito competitivos. Acreditamos também na qualidade, graças à mão de obra qualificada que temos no Rio Grande do Norte”, avaliou  Josué Alencar.

Também participaram da audiência os deputados federais Natália Bonavides e Fernando Mineiro.

Nota do BCS – Excelente notícia, governadora. Que outras tantas assim cheguem e cheguem logo. Estamos precisando.

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quinta-feira - 25/05/2023 - 17:10h
Audiência pública

Professor da Uern defende, na Câmara Federal, recursos para extensão

A Comissão de Educação da Câmara Federal realizou na manhã desta quinta-feira (25) audiência pública para tratar do tema: “Financiamento da Extensão Universitária”. Foi uma proposição da deputada Lidice da Mata (PT-BA).

Marchezan apontou urgência no apoio à extensão universitária (Foto: divulgação)

Marchezan apontou urgência no apoio à extensão universitária (Foto: divulgação)

O professor Esdras Marchezan, pró-reitor de Extensão da Universidade do Estado do RN (UERN) e coordenador da regional Nordeste do Fórum de Pró-Reitores de Extensão (FORPROEX), participou da audiência. O evento reuniu pró-reitores de extensão de todo o Brasil.

Instado a se pronunciar, o professor destacou a necessidade urgente de que a extensão universitária esteja contemplada, de forma consistente, nos orçamentos das instituições e nos orçamentos dos governos estaduais e governo federal.

“Passamos a ter a obrigatoriedade da inclusão da extensão nos currículos dos cursos de graduação em todas as instituições brasileiras e, para atender a esta demanda, é preciso garantir as condições para que as universidades possam cumprir as práticas extensionistas em todos os cursos. Precisamos que a extensão esteja na pauta política dos poderes”, disse.

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sexta-feira - 21/04/2023 - 09:46h
Bancada e ministérios

Agenda de Allyson em Brasília é destacada por Lawrence

A garantia da retomada de obras federais em Mossoró, obtida em Brasília (DF) pelo prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), repercutiu na Câmara Municipal. O presidente da Casa, Lawrence Amorim (Solidariedade), elogiou o prefeito pela busca de recursos na capital federal para Mossoró.

Presidente da Câmara reforçou importância do contato com parlamentares e em ministérios (Foto: Edilberto Barros)

Presidente da Câmara reforçou importância do contato com parlamentares e em ministérios (Foto: Edilberto Barros)

Em audiência na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), terça-feira (18), Allyson Bezerra assegurou liberação de recursos para continuidade das obras de pavimentação intertravada nos bairros Alameda dos Cajueiros e Parque Universitário (veja AQUI).

Lawrence elogiou a agenda positiva do prefeito, que, segundo o vereador, está visitando parlamentares da bancada federal e buscando os ministérios, onde se resolve a parte técnica, para destravar projetos e convênios de interesses de Mossoró.

Segundo o presidente, os deputados federais e senadores, eleitos com votos de Mossoró, precisam estar de portas abertas para receber o representante maior do município, que é o prefeito, com seus secretários e seus projetos para a população.

Emendas

Ele defendeu visita à bancada federal também no final do ano, para solicitar emenda de bancada, cujos recursos o município não recebeu nos últimos anos.

Vereador em primeiro mandato em Mossoró, Amorim fala com conhecimento de causa. Antes da atividade parlamentar, foi prefeito de Almino Afonso por dois mandatos.

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terça-feira - 18/04/2023 - 11:22h
Brasília

Prefeito Allyson trata de vários projetos e retomada de obras

O prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) começa nesta terça-feira (18) um périplo por ministérios e gabinetes da bancada federal do RN, em Brasília.

Prefeito terá diversas audiências (Foto ilustrativa)

Prefeito terá diversas audiências (Foto ilustrativa)

Em Brasília, Allyson tratará de projetos e obras para Mossoró. Vai solicitar a liberação de recursos para obras federais que estão paralisadas, como a pavimentação intertravada na Alameda dos Cajueiros e Parque Universitário, obra semelhante que já aconteceu no bairro Sumaré. As obras foram paralisadas no início de janeiro deste ano.

Allyson também tratará da liberação de recursos para obras de pavimentação do Conjunto Novo, Sumaré, Aeroporto e Bela Vista que foram paralisadas por falta de repasses.

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quinta-feira - 16/03/2023 - 09:20h
2024

Jorge do Rosário cuida de eleições com dirigente nacional do Avante

O empresário, ex-candidato a deputado estadual ano passado e presidente estadual do Avante, Jorge do Rosário, aportou em Brasília.

Jorge e Tibé, em Brasília, segundo postagem em suas redes sociais (Reprodução)

Jorge e Tibé, em Brasília, segundo postagem em suas redes sociais (Reprodução)

Nas redes sociais próprias, informa que trata de questões relacionadas ao partido.

Sinaliza que tem ainda muito chão pela frente.

Em foto, aparece ao lado do presidente nacional da legenda, deputado federal Luís Tibé (MG).

“Em Brasília, ao lado do presidente nacional do Avante, deputado federal Luís Tibé, reiteramos o nosso compromisso na presidência estadual do partido. Em pauta, o fortalecimento dos diretórios municipais para as eleições 2024. Avante, RN!”, escreveu.

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terça-feira - 14/02/2023 - 21:36h
Brasília

Fátima cobra ao Governo Lula compensação às perdas do ICMS

Costura política e pressão passam pelo Congresso Nacional ao lado de outros governantes

Integrante de uma comissão do Fórum Nacional de Governadores, formada por chefes de executivos de cinco estados e do Distrito Federal, a governadora Fátima Bezerra (PT) participou nesta terça-feira (14), em Brasília, de reuniões com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Na pauta, busca de medidas destinadas à recomposição fiscal dos Estados que foram prejudicados com redução que as Leis Complementares 192/2022 e 194/2022 provocaram no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transportes públicos.

Arthur Lira recebeu Fátima e outros governantes na Câmara dos Deputados (Foto: Daniel Cabral)

Arthur Lira recebeu Fátima e outros governantes na Câmara dos Deputados (Foto: Daniel Cabral)

A decisão remonta ao Governo Jair Bolsonaro (PL), tomada no semestre passado.

A redução no ICMS provoca no Rio Grande do Norte perdas mensais em torno de R$ 80 milhões, garante a governadora. No período entre agosto a dezembro do ano passado, essas perdas do RN foram de R$ 340 milhões, em valores nominais, mas em torno de R$ 450 milhões em valores atualizados.

Ao final da reunião, Fátima Bezerra disse que “se faz necessário que possamos resolver a situação que os estados vivem hoje com a perda de receitas que foi brutal com a decisão do governo anterior. Precisamos de medidas que possam mitigar os impactos que os estados vêm tendo”.

O presidente Lula, aliado da governadora, já tinha tratado do tema ano passado, em campanha. Fátima leva a cobrança ao Planalto, ao lado dos demais governantes.

Governadores

Além de Fátima, participaram das reuniões o governador Rafael Fonteles (PT-PI), a governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP); Wilson Lima (União Brasil-AM), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e o e o vice-governador do Tocantins, Laurez Moreira (PDT).

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quinta-feira - 09/02/2023 - 21:04h
Brasília

Influenciador do RN recebe missão à Campanha Nacional de Vacinação

O influencer potiguar Ivan Baron está com uma nova missão em sua vida. O Ministério da Saúde anunciou ele nesta quarta-feira (08), como um dos embaixadores da Campanha Nacional de Vacinação deste ano.

Ivan e Ethel: causa importante à saúde Foto: Walterson Rosa)

Ivan e Ethel: causa importante à saúde Foto: Walterson Rosa)

Baron é ativista pela causa das pessoas com deficiência e ganhou notoriedade ainda maior, no plano nacional, quando foi um dos escolhidos para representar o povo brasileiro na subida da rampa do presidente eleito e empossado Lula da Silva (PT), dia 1º de janeiro último, em Brasília.

A escolha dele foi anunciada pela secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel.

Nota do Canal BCS – Acompanho há uma pá de tempo as páginas de Ivan Baron. Figura diferenciada, motivadora, intensa, que luta com fibra por causas muito legítimas. Meu aplauso, cara.

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segunda-feira - 30/01/2023 - 09:50h
Atos antidemocráticos

Alexandre de Moraes mantém posse de deputados bolsonaristas

Do Canal Meio e outras fontes

Câmara Federal tem oito vagas para representantes do povo do RN (Foto: arquivo)

Câmara Federal tem 513 ocupantes e começará uma nova legislatura (Foto: arquivo)

Alexandre de Moraes rejeitou neste domingo um pedido feito pelos advogados do Grupo Prerrogativas e manteve a posse, na próxima quarta-feira, de deputados bolsonaristas acusados pelo grupo de envolvimento com os atos golpistas de 8 de janeiro.

O ministro do Supremo atendeu à recomendação da Procuradoria-Geral da República defendendo o arquivamento da ação contra os 11 parlamentares — nove do PL, um do PP e um do PRTB. Segundo a PGR, até o momento não há provas concretas de que os deputados tenham participado ou mesmo incitado os ataques. (g1)

Relatório

O relatório apresentado pelo interventor federal na segurança do DF aponta mais um indício de, pelo menos, negligência das autoridades.

Segundo Ricardo Cappelli, o comando da PMDF entregou a tarefa de montar a barreira que deveria conter os golpistas a policiais que ainda estavam no curso de formação, enquanto os agentes com experiência estavam “de prontidão em casa”. (UOL)

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quarta-feira - 25/01/2023 - 12:48h
Governo Federal

Aeroporto de São Gonçalo deve ter nova licitação concluída até maio

A governadora Fátima Bezerra (PT) se reuniu na manhã desta quarta-feira, 25, em Brasília, com o ministro dos Portos e Aeroportos, Márcio França. Tratou de investimentos e melhorias na infraestrutura aeroportuária do Rio Grande do Norte.

Governadora levou vários auxiliares para reunião com ministro (Foto: Fábio Duarte)

Governadora levou vários auxiliares para reunião com ministro (Foto: Fábio Duarte)

O ministro confirmou a realização de road show para informar aos investidores as vantagens de operação do Aeroporto Internacional Aluízio Alves (São Gonçalo do Amarante) nos próximos dez dias e até maio concluir o processo licitatório.

Fátima Bezerra disse que “recebemos com muito otimismo a decisão do ministro Márcio França e do Governo Federal que, em apenas 25 dias, tomou a decisão de relicitar o nosso aeroporto. Vínhamos lutando desde março de 2020, quando o grupo Inframerica anunciou sua desistência de operação,” lembrou.

Outros aeroportos

Ao ministro, a governadora também solicitou a requalificação e ampliação da capacidade dos aeroportos de Natal e Mossoró, e requalificação dos aeródromos de Caicó, Pau dos Ferros, Assu e Currais Novos. A requalificação é uma intervenção estrutural para reparos e melhorias à ampliação de uso do equipamento.

Acompanharam a governadora: Walter Alves, vice-governador, Virgínia Ferreira, secretária de Gestão de Projetos e Metas Especiais, secretário de Infraestrutura, Gustavo Coelho, secretaria de Turismo, Ana Maria Costa, secretário do Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, coordenador de Energias da Sedec, Hugo Fonseca, Guia Dantas, assessora de Governo, Bruno Reis, diretor da Emprotur e Danúbia Régia, coordenadora do escritório de representação do Estado em Brasília.

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terça-feira - 10/01/2023 - 22:54h
Oposição violenta

As respostas do dia 8 de Janeiro de 2023

Vandalismo sem similar, contra poderes, revela perigo à democracia (Foto: Adriano Machado/Reuters)

Vandalismo sem similar, contra poderes, revela perigo à democracia (Foto: Adriano Machado/Reuters)

No dia 14 de dezembro de 2022, há quase um mês, às 18h24, publiquei matéria sob o título Que líder de oposição Lula vai enfrentar?

Leia seu conteúdo abaixo.

Jair Bolsonaro (PL) será o líder de oposição ao presidente diplomado Lula (PT)?

Se for, que líder a oposição terá?

Um ressentido, incendiário e inconsequente?

Diplomático, propositivo, questionador?

Faça suas apostas.

Talvez as respostas às minhas dúvidas tenham sido respondidas preliminarmente no domingo (8 de Janeiro de 2023), com o ataque bolsonarista aos três poderes da República (veja AQUI):

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terça-feira - 10/01/2023 - 18:20h
Atos antidemocráticos

Girão e Styvenson são contra Intervenção Federal na Segurança Pública

Do Blog do Barreto

Girão e Styvenson são militares da reserva que tiveram posição igual (Fotomontagem do Blog do Barreto)

Girão e Styvenson são militares da reserva que tiveram posição igual (Fotomontagem do Blog do Barreto)

Após os atos golpistas que depredaram as sedes dos poderes legislativo, executivo e judiciário no domingo o presidente Lula (PT) assinou decreto de intervenção federal na área da segurança do Distrito Federal.

A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e Senado por meio de votação simbólica, que é quando por meio de acordo entre as bancadas não é necessário registrar votos.

Mas os parlamentares podem se manifestar contra a proposta. Assim o deputado federal General Girão (PL) foi o único do Rio Grande do Norte a votar contra.

Nas redes sociais ele justificou a posição. “Não é dado à União Federal o poder de interferir em assuntos de competência dos Estados, ferindo assim o pacto federativo e seus respectivos princípios. É nítida, mais uma vez, a intromissão do Poder Judiciário nos demais Poderes ferindo o disposto na nossa Carta Magna”, escreveu. “Além do que, como já foi colocado fim aos ditos “atos antidemocráticos”, inclusive com a desmontagem dos acampamentos, e não há mais nenhum movimento subversivo ocorrendo, já tendo sido todos os prédios desocupados, não há fundamento constitucional para a manutenção da intervenção federal. Por isso, ao meu modo de ver, a intervenção federal não deve ser aprovada pelo Congresso Nacional”, complementou.

Styvenson

Já o senador Styvenson Valentim (Podemos) foi um dos oito senadores que votaram contra a proposta aprovada na Alta Câmara.

O parlamentar gravou vídeo dizendo que votava contra porque existem estados que precisam mais da intervenção. “Tem Estado em situação pior de desordem pública como o nosso Rio Grande do Norte que merecia uma atenção maior do Governo Federal”, frisou.

Outro argumento usado por Styvenson é que o Conselho da República deveria ter sido consultado antes. Ele reforçou que é contra a baderna e chamou os golpistas de marginais.

A intervenção na segurança do DF é válida até 31 de janeiro.

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domingo - 08/01/2023 - 23:50h
Violência

Acompanhe detalhes de ataque bolsonarista a poderes do país

Acompanhe em nosso endereço no Twitter (clique AQUI) sobre ataques de extremistas bolsonaristas ao Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto, neste domingo (08).

Depois atualizaremos fatos nesta página.

*Vídeo mostra depredação do Palácio do Planalto, sede do Governo Federal.

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segunda-feira - 02/01/2023 - 10:22h
História

Veja íntegra do discurso de Lula no parlatório do Planalto

Após tomar posse (veja AQUI) no Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu a rampa do Palácio do Planalto ao lado da sua mulher, Rosangela Silva, a Janja, a cadela Resistência e representantes da sociedade civil, que passaram a faixa ao presidente neste domingo (1º).

O pronunciamento no parlatório teve duração de 27 minutos e 14 segundos. Fez um balanço de realizações em seus governos anteriores, mas também lançou luz para o futuro, prometendo maiores investimentos em educação, saúde, e no resgate de multidões da pobreza.

“Em meus quatro anos de mandato, vamos trabalhar todos os dias para o Brasil vencer o atraso de mais de 350 anos de escravidão. Para recuperar o tempo e as oportunidades perdidas nesses últimos anos. Para reconquistar seu lugar de destaque no mundo. E para que cada brasileiro e cada brasileira tenham o direito de voltar a sonhar, e as oportunidades para realizar aquilo que sonha”, afirmou.

Veja íntegra por escrito e em vídeo:

Quero começar fazendo uma saudação especial a cada um e a cada uma de vocês. Uma forma de lembrar e retribuir o carinho e a força que recebia todos os dias do povo brasileiro –representado pela Vigília Lula Livre–, num dos momentos mais difíceis da minha vida. “Hoje, neste que é um dos dias mais felizes da minha vida, a saudação que eu faço a vocês não poderia ser outra, tão singela e ao mesmo tempo tão cheia de significado: “Boa tarde, povo brasileiro!

Minha gratidão a vocês, que enfrentaram a violência política antes, durante e depois da campanha eleitoral. Que ocuparam as redes sociais, e que tomaram as ruas, debaixo de sol e chuva, nem que fosse para conquistar um único e precioso voto.

Que tiveram a coragem de vestir a nossa camisa e, ao mesmo tempo, agitar a bandeira do Brasil – quando uma minoria violenta e antidemocrática tentava censurar nossas cores e se apropriar do verde- amarelo, que pertence a todo o povo brasileiro.

A vocês, que vieram de todos os cantos deste país – de perto ou de muito longe, de avião, de ônibus, de carro ou na boleia de caminhão. De moto, bicicleta e até mesmo a pé, numa verdadeira caravana da esperança, para esta festa da democracia.

Mas quero me dirigir também aos que optaram por outros candidatos. Vou governar para os 215 milhões de brasileiros e brasileiras, e não apenas para quem votou em mim. “Vou governar para todas e todos, olhando para o nosso luminoso futuro em comum, e não pelo retrovisor de um passado de divisão e intolerância.

A ninguém interessa um país em permanente pé de guerra, ou uma família vivendo em desarmonia. É hora de reatarmos os laços com amigos e familiares, rompidos pelo discurso de ódio e pela disseminação de tantas mentiras.

O povo brasileiro rejeita a violência de uma pequena minoria radicalizada que se recusa a viver num regime democrático. Chega de ódio, fake news, armas e bombas. Nosso povo quer paz para trabalhar, estudar, cuidar da família e ser feliz.

A disputa eleitoral acabou. Repito o que disse no meu pronunciamento após a vitória em 30 de outubro, sobre a necessidade de unir o nosso país.

Não existem dois brasis. Somos um único país, um único povo, uma grande nação. Somos todos brasileiros e brasileiras, e compartilhamos uma mesma virtude: nós não desistimos nunca. “Ainda que nos arranquem todas as flores, uma por uma, pétala por pétala, nós sabemos que é sempre tempo de replantio, e que a primavera há de chegar. E a primavera chegou.

Hoje, a alegria toma posse do Brasil, de braços dados com a esperança.

Minhas queridas amigas e meus amigos, recentemente, reli o discurso da minha primeira posse na Presidência, em 2003. E o que li tornou ainda mais evidente o quanto o Brasil andou para trás.

Naquele 1º de janeiro de 2003, aqui nesta mesma praça, eu e meu querido vice José Alencar assumimos o compromisso de recuperar a dignidade e a autoestima do povo brasileiro – e recuperamos. De investir para melhorar as condições de vida de quem mais necessita – e investimos. De cuidar com muito carinho da saúde e da educação – e cuidamos.

Mas o principal compromisso que assumimos em 2003 foi o de lutar contra a desigualdade e a extrema pobreza, e garantir a cada pessoa deste país o direito de tomar café da manhã, almoçar e jantar todo santo dia – e nós cumprimos esse compromisso: acabamos com a fome e a miséria, e reduzimos fortemente a desigualdade. “Infelizmente hoje, 20 anos depois, voltamos a um passado que julgávamos enterrado. Muito do que fizemos foi desfeito de forma irresponsável e criminosa.

A desigualdade e a extrema pobreza voltaram a crescer. A fome está de volta – e não por força do destino, não por obra da natureza, nem por vontade divina. “A volta da fome é um crime, o mais grave de todos, cometido contra o povo brasileiro.

A fome é filha da desigualdade, que é mãe dos grandes males que atrasam o desenvolvimento do Brasil. A desigualdade apequena este nosso país de dimensões continentais, ao dividi-lo em partes que não se reconhecem.

De um lado, uma pequena parcela da população que tudo tem. Do outro lado, uma multidão a quem tudo falta, e uma classe média que vem empobrecendo ano após ano.

Juntos, somos fortes. Divididos, seremos sempre o país do futuro que nunca chega, e que vive em dívida permanente com o seu povo.

Se queremos construir hoje o nosso futuro, se queremos viver num país plenamente desenvolvido para todos e todas, não pode haver lugar para tanta desigualdade.

O Brasil é grande, mas a real grandeza de um país reside na felicidade de seu povo. E ninguém é feliz de fato em meio a tanta desigualdade.

“Minhas amigas e meus amigos, quando digo ‘governar’, eu quero dizer ‘cuidar’. Mais do que governar, vou cuidar com muito carinho deste país e do povo brasileiro.”

Nestes últimos anos, o Brasil voltou a ser um dos países mais desiguais do mundo. Há muito tempo não víamos tamanho abandono e desalento nas ruas.

Mães garimpando lixo, em busca do alimento para seus filhos. Famílias inteiras dormindo ao relento, enfrentando o frio, a chuva e o medo.

Crianças vendendo bala ou pedindo esmola, quando deveriam estar na escola, vivendo plenamente a infância a que têm direito.

Trabalhadoras e trabalhadores desempregados exibindo, nos semáforos, cartazes de papelão com a frase que nos envergonha a todos: “Por favor, me ajuda”.

Fila na porta dos açougues, em busca de ossos para aliviar a fome. E, ao mesmo tempo, filas de espera para a compra de automóveis importados e jatinhos particulares.

Tamanho abismo social é um obstáculo à construção de uma sociedade verdadeiramente justa e democrática, e de uma economia próspera e moderna.

Por isso, eu e meu vice Geraldo Alckmin assumimos hoje, diante de vocês e de todo o povo brasileiro, o compromisso de combater dia e noite todas as formas de desigualdade.

Desigualdade de renda, de gênero e de raça. Desigualdade no mercado de trabalho, na representação política, nas carreiras do Estado. Desigualdade no acesso a saúde, educação e demais serviços públicos.

Desigualdade entre a criança que frequenta a melhor escola particular, e a criança que engraxa sapato na rodoviária, sem escola e sem futuro. Entre a criança feliz com o brinquedo que acabou de ganhar de presente, e a criança que chora de fome na noite de Natal.

Desigualdade entre quem joga comida fora, e quem só se alimenta das sobras.

É inadmissível que os 5% mais ricos deste país detenham a mesma fatia de renda que os demais 95%. Que seis bilionários brasileiros tenham uma riqueza equivalente ao patrimônio dos 100 milhões mais pobres do país.

Que um trabalhador ou trabalhadora que ganha um salário mínimo mensal leve 19 anos para receber o equivalente ao que um super rico recebe em um único mês.

E não adianta subir o vidro do automóvel de luxo, para não ver nossos irmãos que se amontoam debaixo dos viadutos, carentes de tudo – a realidade salta aos olhos em cada esquina.

Minhas amigas e meus amigos, é inaceitável que continuemos a conviver com o preconceito, a discriminação e o racismo. Somos um povo de muitas cores, e todas devem ter os mesmos direitos e oportunidades.

Ninguém será cidadão ou cidadã de segunda classe, ninguém terá mais ou menos amparo do Estado, ninguém será obrigado a enfrentar mais ou menos obstáculos apenas pela cor de sua pele.

Por isso estamos recriando o Ministério da Igualdade Racial, para enterrar a trágica herança do nosso passado escravista.

Os povos indígenas precisam ter suas terras demarcadas e livres das ameaças das atividades econômicas ilegais e predatórias. Precisam ter sua cultura preservada, sua dignidade respeitada e sua sustentabilidade garantida.

Eles não são obstáculos ao desenvolvimento – são guardiões de nossos rios e florestas, e parte fundamental da nossa grandeza enquanto nação. Por isso estamos criando o Ministério dos Povos Indígenas, para combater 500 anos de desigualdade.

Não podemos continuar a conviver com a odiosa opressão imposta às mulheres, submetidas diariamente à violência nas ruas e dentro de suas próprias casas.

É inadmissível que continuem a receber salários inferiores ao dos homens, quando no exercício de uma mesma função. Elas precisam conquistar cada vez mais espaço nas instâncias decisórias deste país – na política, na economia, em todas as áreas estratégicas.

As mulheres devem ser o que elas quiserem ser, devem estar onde quiserem estar. Por isso, estamos trazendo de volta o Ministério das Mulheres.

Foi para combater a desigualdade e suas sequelas que nós vencemos a eleição. E esta será a grande marca do nosso governo.

Dessa luta fundamental surgirá um país transformado. Um país grande, próspero, forte e justo. Um país de todos, por todos e para todos. Um país generoso e solidário, que não deixará ninguém para trás.

Minhas queridas companheiras e meus queridos companheiros, reassumo o compromisso de cuidar de todos os brasileiros e brasileiras, sobretudo daqueles que mais necessitam. De acabar outra vez com a fome neste país. De tirar o pobre da fila do osso para colocá-lo novamente no Orçamento.

Temos um imenso legado, ainda vivo na memória de cada brasileiro e cada brasileira, beneficiário ou não das políticas públicas que fizeram uma revolução neste país.

Mas não nos interessa viver do passado. Por isso, longe de qualquer saudosismo, nosso legado será sempre o espelho do futuro que vamos construir para este país. Em nossos governos, o Brasil conciliou crescimento econômico recorde com a maior inclusão social da história. E se tornou a sexta maior economia do mundo, ao mesmo tempo em que 36 milhões de brasileiras e brasileiros saíram da extrema pobreza.

Geramos mais de 20 milhões de empregos com carteira assinada e todos os direitos assegurados. Reajustamos o salário mínimo sempre acima de inflação.

Batemos recorde de investimentos em educação –da creche à universidade–, para fazer do Brasil um exportador também de inteligência e conhecimento, e não apenas de commodities e matéria-prima.

Nós mais que dobramos o número de estudantes no ensino superior, e abrimos as portas das universidades para a juventude pobre deste país. Jovens brancos, negros e indígenas, para quem o diploma universitário era um sonho inalcançável, tornaram-se doutores.

Combatemos um dos grandes focos de desigualdade – o acesso à saúde. Porque o direito à vida não pode ser refém da quantidade de dinheiro que se tem no banco.

Fizemos o Farmácia Popular, que forneceu medicamentos a quem mais precisava, e o Mais Médicos, que levou atendimento a cerca de 60 milhões de brasileiros e brasileiras, nas periferias das grandes cidades e nos pontos mais remotos do Brasil.

Criamos o Brasil Sorridente, para cuidar da saúde bucal de todos os brasileiros e brasileiras.

Fortalecemos o nosso Sistema Único de Saúde. E quero aproveitar para fazer um agradecimento especial aos profissionais do SUS, pela grandiosidade do trabalho durante a pandemia. Enfrentaram bravamente, ao mesmo tempo, um vírus letal e um governo irresponsável e desumano.

Nos nossos governos, investimos na agricultura familiar e nos pequenos e médios agricultores, responsáveis por 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa. E fizemos isso sem descuidar do agronegócio, que obteve investimentos e safras recordes, ano após ano.

Tomamos medidas concretas para conter as mudanças climáticas, e reduzimos o desmatamento da Amazônia em mais de 80%.

O Brasil consolidou-se como referência mundial no combate à desigualdade e à fome, e passou a ser internacionalmente respeitado, pela sua política externa ativa e altiva.

Fomos capazes de realizar tudo isso cuidando com total responsabilidade das finanças do país. Nunca fomos irresponsáveis com o dinheiro público.

Fizemos superávit fiscal todos os anos, eliminamos a dívida externa, acumulamos reservas de cerca de 370 bilhões de dólares e reduzimos a dívida interna a quase metade do que era anteriormente.

Nos nossos governos, nunca houve nem haverá gastança alguma. Sempre investimos, e voltaremos a investir, em nosso bem mais precioso: o povo brasileiro.

“Infelizmente, muito do que construímos em 13 anos foi destruído em menos da metade desse tempo. Primeiro, pelo golpe de 2016 contra a presidenta Dilma. E na sequência, pelos quatro anos de um governo de destruição nacional cujo legado a História jamais perdoará:”

700 mil brasileiros e brasileiras mortos pela Covid. 125 milhões sofrendo algum grau de insegurança alimentar, de moderada a muito grave. 33 milhões passando fome.

Estes são apenas alguns números. Que na verdade não são apenas números, estatísticas, indicadores –são pessoas. Homens, mulheres e crianças, vítimas de um desgoverno afinal derrotado pelo povo, no histórico 30 de outubro de 2022.

Os Grupos Técnicos do Gabinete de Transição, que por dois meses mergulharam nas entranhas do governo anterior, trouxeram à público a real dimensão da tragédia.

O que o povo brasileiro sofreu nestes últimos anos foi a lenta e progressiva construção de um genocídio.

Quero citar, a título de exemplo, um pequeno trecho das 100 páginas desse verdadeiro relatório do caos produzido pelo Gabinete de Transição. Diz o relatório:

O Brasil bateu recordes de feminicídios, as políticas de igualdade racial sofreram severos retrocessos, produziu-se um desmonte das políticas de juventude, e os direitos indígenas nunca foram tão ultrajados na história recente do país.

Os livros didáticos que deverão ser usados no ano letivo de 2023 ainda não começaram a ser editados; faltam remédios no Farmácia Popular; não há estoques de vacinas para o enfrentamento das novas variantes da COVID-19.

Faltam recursos para a compra de merenda escolar; as universidades corriam o risco de não concluir o ano letivo; não existem recursos para a Defesa Civil e a prevenção de acidentes e desastres. Quem está pagando a conta deste apagão é o povo brasileiro.

Meus amigos e minhas amigas, nesses últimos anos, vivemos, sem dúvida, um dos piores períodos da nossa história. Uma era de sombras, de incertezas e de muito sofrimento. Mas esse pesadelo chegou ao fim, pelo voto soberano, na eleição mais importante desde a redemocratização do país.

Uma eleição que demonstrou o compromisso do povo brasileiro com a democracia e suas instituições.

Essa extraordinária vitória da democracia nos obriga a olhar para a frente e a esquecer nossas diferenças, que são muito menores que aquilo que nos une para sempre: o amor pelo Brasil e a fé inquebrantável em nosso povo.

Agora, é hora de reacendermos a chama da esperança, da solidariedade e do amor ao próximo.

Agora é hora de voltar a cuidar do Brasil e do povo brasileiro. Gerar empregos, reajustar o salário mínimo acima da inflação, baratear o preço dos alimentos.

Criar ainda mais vagas nas universidades, investir fortemente na saúde, na educação, na ciência e na cultura.

Retomar as obras de infraestrutura e do Minha Casa Minha Vida, abandonadas pelo descaso do governo que se foi.

É hora de trazer investimentos e reindustrializar o Brasil. Combater outra vez as mudanças climáticas e acabar de uma vez por todas com a devastação de nossos biomas, sobretudo a Amazônia.

Romper com o isolamento internacional e voltar a se relacionar com todos os países do mundo.

Não é hora para ressentimentos estéreis. Agora é hora de o Brasil olhar para a frente e voltar a sorrir.

Vamos virar essa página e escrever, em conjunto, um novo e decisivo capítulo da nossa história. “Nosso desafio comum é o da criação de um país justo, inclusivo, sustentável, criativo, democrático e soberano, para todos os brasileiros e brasileiras.

Fiz questão de dizer ao longo de toda a campanha: o Brasil tem jeito. E volto a dizer com toda convicção, mesmo diante do quadro de destruição revelado pelo Gabinete de Transição: o Brasil tem jeito. Depende de nós, de todos nós.

Em meus quatro anos de mandato, vamos trabalhar todos os dias para o Brasil vencer o atraso de mais de 350 anos de escravidão. Para recuperar o tempo e as oportunidades perdidas nesses últimos anos. Para reconquistar seu lugar de destaque no mundo. E para que cada brasileiro e cada brasileira tenha o direito de voltar a sonhar, e as oportunidades para realizar aquilo que sonha.

“Precisamos, todos juntos, reconstruir e transformar o Brasil. Mas só reconstruiremos e transformaremos de fato este país se lutarmos com todas as forças contra tudo aquilo que o torna tão desigual. Essa tarefa não pode ser de apenas um presidente ou mesmo de um governo.”

É urgente e necessária a formação de uma frente ampla contra a desigualdade, que envolva a sociedade como um todo: trabalhadores, empresários, artistas, intelectuais, governadores, prefeitos, deputados, senadores, sindicatos, movimentos sociais, associações de classe, servidores públicos, profissionais liberais, líderes religiosos, cidadãos e cidadãs comuns.

É tempo de união e reconstrução. “Por isso, faço este chamamento a todos os brasileiros e brasileiras que desejam um Brasil mais justo, solidário e democrático: juntem-se a nós num grande mutirão contra a desigualdade.

Quero terminar pedindo a cada um e a cada uma de vocês: que a alegria de hoje seja a matéria-prima da luta de amanhã e de todos os dias que virão. Que a esperança de hoje fermente o pão que há de ser repartido entre todos.

E que estejamos sempre prontos a reagir, em paz e em ordem, a quaisquer ataques de extremistas que queiram sabotar e destruir a nossa democracia.

Na luta pelo bem do Brasil, usaremos as armas que nossos adversários mais temem: a verdade, que se sobrepôs à mentira; a esperança, que venceu o medo; e o amor, que derrotou o ódio.

Viva o Brasil. E viva o povo brasileiro.

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segunda-feira - 02/01/2023 - 08:30h
Brasília

Lula sobe a rampa como presidente do Brasil pela terceira vez

Ele prega uma "democracia para sempre", mas avisa que não aliviará com excessos do antecessor

Do Poder 360 e outras fontes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) tomaram posse no domingo (1º). A chapa foi eleita em 2º turno com 50,9% dos votos válidos (60.345.999 votos), derrotando a chapa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 49,10% (58.206.354 votos).

O Poder360 acompanhou presencialmente as solenidades da posse de Lula na Esplanada dos Ministérios, no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto, no coquetel no Itamaraty e também no Festival do Futuro.

Lula acena para povo no parlatório do Planalto, em Brasília (Foto oficial)

Lula acena para povo no parlatório do Planalto, em Brasília (Foto oficial)

Veja passo a passo como foi a posse:

Desfile no Rolls-Royce – com atraso de 29 minutos, Lula e Alckmin iniciaram o desfile no Rolls-Royce presidencial às 14h29. Havia uma dúvida se ambos iriam no automóvel ou em um veículo blindado por razões de segurança. O carro saiu da Esplanada dos Ministérios, na altura da Catedral de Brasília;

Figurino da posse – Lula vestia um terno azul e gravata da mesma cor; a primeira-dama, Janja, usava um terninho dourado com bordados. Já Alckmin estava de terno azul e gravata vermelha, e sua mulher, Lu Alckmin, com um vestido branco;

Presidente e vice desfilam em carro aberto (Foto: Tomaz Silvla/Agência Brasil)

Presidente e vice desfilam em carro aberto (Foto: Tomaz Silvla/Agência Brasil)

Congresso – Lula e Alckmin chegaram ao Congresso às 14h45, onde foram recebidos por Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado.

Começa a sessão solene no Congresso – Pacheco dá início à sessão que irá empossar Lula e Alckmin; antes, pede 1 minuto de silêncio em homenagem a Pelé (1940-2022) e o papa emérito Bento 16 (1927-2022);

Caneta de 1989 – antes de assinar o termo da posse, Lula relatou que assinaria o documento com uma caneta que, segundo ele, foi dada por um apoiador durante a campanha presidencial de 1989. Disse também ter usado o objeto em 2003 e em 2007;

Juramento da posse – Lula e Alckmin fizeram o juramento constitucional às 15h04. O presidente falou 1º, na sequência, foi a vez do vice;

Discurso de Lula no Congresso – depois de tomar posse, o presidente discursou por 30 minutos e disse ser necessário reconstruir o país. Quis transmitir uma mensagem de esperança e falou em “democracia para sempre”;

Discurso de Lula no Congresso 2 – o petista também indicou punição a Bolsonaro pelo o que chamou de “genocídio” na pandemia, chamou o teto de gastos de estupidez e anunciou que iria revogar os decretos de armas do governo anterior;

O que disse Arthur Lira – o presidente da Câmara afirmou que é hora de torcer pelo futuro do Brasil e dos brasileiros;

O que disse Rodrigo Pacheco – o presidente do Senado afirmou que a nova âncora fiscal será prioridade do Congresso.

Rumo ao Planalto – depois de deixar o Congresso, Lula passou as tropas em revista e seguiu, ao lado de Alckmin, ao Planalto; presidente e vice-presidente foram no Rolls-Royce presidencial;

Representantes de segmentos da sociedade e etnias subiram rampa com Lula (Foto: Web)

Representantes de segmentos da sociedade e etnias subiram rampa com Lula (Foto: Web)

Sobe a rampa do Planalto – Lula e Alckmin subiram a rampa às 16h54 ao lado de um grupo de brasileiros e Resistência, a cadelinha do petista e de Janja;

Representantes de segmentos da sociedade e etnias subiram rampa com Lula (Foto: Sérgio Lima/Poder 360)

Perfilado diante do público, Lula recebeu faixa presidencial das mãos de uma catadora (Foto: Sérgio Lima/Poder 360)

Quem passa a faixa? – um dos mistérios da posse de Lula era quem passaria a faixa ao presidente. No final, 8 pessoas ficaram responsáveis pelo gesto simbólico. Aline Sousa, uma mulher, de 33 anos, catadora desde os 14, passou-lhe a faixa presidencial. Conheça uma a uma as oitos pessoas de origem simples que subiram a rampa com o presidente (AQUI): uma criança negra, um líder indígena, uma catadora, uma cozinheira, um professor, um artesão, um operário e uma pessoa com deficiência.

Discurso no parlatório do Planalto – às 17h05, o presidente iniciou seu discurso de 27 minutos; falou em união e fez um apelo aos bolsonaristas, dizendo que governará para todos os brasileiros;

Grande público na Esplanada dos Ministérios participou da programação (Foto: Lúcia Izquierdo)

Grande público na Esplanada dos Ministérios participou da programação (Foto: Lúcia Izquierdo)

Paz e união, pero no mucho – embora tenha pregado a pacificação do país, Lula indicou um cerco ao bolsonarismo ao dizer que possíveis crimes cometidos na pandemia serão apurados e punidos;

Choro no discurso – ao falar de crianças fora da escola e pessoas pedindo ajuda nos semáforos, Lula chorou e ficou com a voz embargada;

Primeiras medidas – já no 1º dia, Lula assinou às 19h04 atos que viabilizam o Auxílio Brasil de R$ 600, prorrogam a isenção de impostos sobre combustíveis e revogam decretos que facilitavam o acesso a armas de fogo e munições;

Ministros empossados – às 19h19, o presidente deu início à cerimônia de posse dos seus 37 ministros;

Lula e Alckmin posam ao lado dos 37 ministros (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)

Lula e Alckmin posam ao lado dos 37 ministros (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)

Lula & autoridades – depois de empossar seus ministros, Lula, Janja, Alckmin e Lu Alckmin receberam e cumprimentaram autoridades.

Coquetel no Itamaraty – encerrada a cerimônia no Planalto, presidente e vice foram para o Itamaraty, onde foi realizado um coquetel para cerca de 2.000 convidados;

Figurino do coquetel – Lula e Janja chegaram ao Itamaraty no início da noite (algumas delegações já haviam ido embora) de roupa trocada. O presidente vestia terno preto e gravata vermelha, enquanto Janja foi ao evento com um vestido roxo;

Cardápio do coquetel – bolinho de feijoada, acarajé, pastel de carne seca, salada de bacalhau etc.

Discurso no palco – Lula foi ao Festival do Futuro por volta de 23h. Discursou por 8 minutos, falou em consertar o país e encerrou sua fala com um beijo em Janja – ele ainda convidou o vice, Geraldo Alckmin, a fazer o mesmo com Lu, o que ele fez.

Alckmin, Lu, Janja e Lula foram ao palco do Festival do Futuro e ele discursou novamente (Foto: Reprodução)

Alckmin, Lu, Janja e Lula foram ao palco do Festival do Futuro e ele discursou novamente (Foto: Reprodução)

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segunda-feira - 26/12/2022 - 03:34h
Brasil

Escalada da violência política é pensada e calculada

Desde o fim das eleições em segundo turno no Brasil, dia 30 de outubro, testemunhamos romarias de bolsonaristas à porta de quartéis, implorando por um golpe militar e liberdade (pasme!). Insatisfeitos com a derrota do “mito” Jair Bolsonaro (PL) nas urnas, acreditam que tudo será resolvido pelo poder verde-oliva. Na marra.

Desfile Militar em Brasília no dia 10 de Agosto de 2021, com tanque caquético vomitando fumaça (Foto: arquivo)

Desfile Militar em Brasília no dia 10 de Agosto de 2021, com tanque caquético vomitando fumaça (Foto: arquivo)

Como escrevemos há muitos meses, bem antes desse surto pós-eleitoral, a chance de uma intervenção militar é zero e continuará sendo zero, por mais que criem a cada 72 horas um sinal de que “agora vai”. Não vai.

No fim de semana, por pouco um caminhão-tanque com combustível para aeronaves não era explodido por empresário bolsonarista (que certamente não agiu sozinho) – veja AQUI.

Antes, já assistimos caminhoneiros atirando pedras e balas em policiais rodoviários (veja AQUI) que tentavam desobstruir estrada fechada por eles.

Há poucos dias, manifestantes atearam fogo em veículos privados e públicos em Brasília, além de avançarem à invasão, frustrada, da sede da Polícia Federal (veja AQUI).

Apesar dessa onda contra a democracia, provocações à ordem pública e violência explícita, o presidente Bolsonaro adota o silêncio como postura, inaceitável para um chefe de governo e Estado. Não é inércia. É cumplicidade mesmo.

Dos inofensivos tiozinhos e tiozinhas (usando os dois gêneros, segundo o manual do politicamente correto) que se ajoelham, cantam hinos cívicos, choram e marcham cobertos de verde e amarelo, aos criminosos das rodovias e de ataques em Brasília, a distância não é quilométrica. Trata-se de uma escalada, com método. Tudo pensado e calculado, mesmo que a maioria delirante não tenha ciência disso.

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quarta-feira - 21/12/2022 - 08:24h
Política

Fábio Faria deixa Ministério das Comunicações

Ministro em entrevista à Rádio Rural de Mossoró nessa terça-feira (Foto: cedida)

Fábio assumiu ministério em 2020 e participou de coordenação de campanha de Bolsonaro (Foto: arquivo)

O deputado federal licenciado Fábio Faria (PP) deixou o comando do Ministério das Comunicações. A exoneração “a pedido” foi publicada nesta quarta-feira (21) no Diário Oficial da União (DOU).

O chefe do Executivo não nomeou um substituto.

Fábio Faria assumiu o recém-criado Ministério das Comunicações em junho de 2020 e foi um dos coordenadores da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele não anunciou ainda se retomará o mandato, ocupado pela suplente Carla Dickson (União Brasil), que não conseguiu se eleger no pleito deste ano.

A legislatura em vigor vai até o último dia de janeiro de 2023. Dia 1ª de fevereiro serão empossados os eleitos dia 2 de outubro último.

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sábado - 17/12/2022 - 23:00h
Brasília

Muitos potiguares vão à posse de Lula

Brasília vai ser ‘tomada’ por muitos potiguares que vão prestigiar a posse do presidente eleito e diplomado Lula (PT).

De Natal a Mossoró, a lista é numerosa e com muita gente conhecida, do meio político à empresarial, além da própria imprensa.

Acontecimento promete ser histórico.

A solenidade vai acontecer dia 1ª de janeiro.

Com ou sem Jair Bolsonaro (PL) para passar a faixa presidencial.

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domingo - 11/12/2022 - 20:48h
Segunda-feira, 12

Lula e Alckmin serão diplomados presidente e vice do Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nessa segunda-feira (12), às 14h, a 12ª cerimônia de diplomação presidencial do país. Na sessão solene, o presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva(PT), e o vice, Geraldo Alckmin (PSB), receberão das mãos do presidente do Tribunal, ministro Alexandre de Moraes, os respectivos diplomas eleitorais.Diplomaçao de Lula e Alckmin - 12-12-2022

Com os documentos, eles estarão habilitados a tomar posse no dia 1º de janeiro, podendo exercer os mandatos conferidos pelo voto popular no segundo turno das Eleições Gerais de 2022. Os diplomas são assinados pelo presidente do TSE.

O diploma tem como fundo o brasão da República do Brasil e traz os seguintes dizeres: “Pela vontade do povo brasileiro expressa nas urnas em 30 de outubro de 2022, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente da República Federativa do Brasil. Em testemunho desse fato, a Justiça Eleitoral expediu o presente diploma, que o habilita à investidura no cargo perante o Congresso Nacional em 1º de janeiro de 2023, nos termos da Constituição”.

Cerca de mil pessoas foram convidadas a assistir à solenidade de diplomação. Elas serão divididas entre o Plenário, local onde ocorrerá o ato solene, os auditórios e o salão nobre da Corte, com telão para exibir a transmissão ao vivo da cerimônia. A diplomação também será transmitida em tempo real pela TV Justiça e no canal do TSE no YouTube.

Saiba mais clicando AQUI.

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Categoria(s): Eleições 2022 / Justiça/Direito/Ministério Público / Política
terça-feira - 06/12/2022 - 23:22h
Protesto contra Lula

Bolsonarista que convocou atiradores é preso em Brasília

Do Extra e outras fontes

A Polícia Federal prendeu na noite desta terça-feira (6) um empresário que participava de manifestação antidemocrática em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. A ordem partiu do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

 Milton Baldin foi preso à noite desta terça-feira (Reprodução de Twitter)

Milton Baldin foi preso à noite desta terça-feira (Reprodução de Twitter)

Em um vídeo divulgado nas redes sociais no dia 26 de novembro, o empresário Milton Baldin aparece ao microfone, em um palco instalado em frente ao QG do Exército, convocando atiradores para participar de uma manifestação contra o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

— Gostaria de pedir ao agronegócio, aos empresários, que deem férias aos caminhoneiros e mandem os caminhoneiros para Brasília. São só 15 dias, não vai fazer diferença. Também pedir aos CACs, atiradores que têm armas legais — disse o homem aos manifestantes concentrados em frente ao QG do Exército. Ele se identifica como sendo de Juruena (MT).

Em outro momento do vídeo, ele complementa:

— Essa bandeira (do Brasil) pode até ser vermelha, mas com meu próprio sangue.

Baldin foi preso pela PF nas proximidades do acampamento, em um momento no qual se afastou do local.

Atos antidemocráticos

Desde a derrota de Bolsonaro, seus apoiadores têm feito bloqueios de rodovias e se reunido em frente a quartéis pedindo que militares impeçam a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em afronta à Constituição. O STF e o Ministério Público investigam quem está por trás desses novos atos, que, segundo especialistas, podem vir a ser enquadrados como crime contra o estado democrático de direito.

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