segunda-feira - 11/03/2024 - 19:24h
Poder central

Oposição discute em Natal chapas majoritárias de Mossoró

Foto ilustrativa de cocares (Revista Artesanato)

Foto ilustrativa de cocares (Revista Artesanato)

Boa parte das conversas da oposição em Mossoró foi transferida para Natal no fim de semana.

Por lá, discussões sobre montagem de chapas majoritárias, alianças e mudanças partidárias.

Claro, lógico, obviamente, tudo com um olhar mais avançado: as disputas em 2026 no âmbito estadual – que terão lideranças da capital como candidatas ao governo do RN.

Mossoró é estratégica e é preciso marcar posição, com referências no segundo maior colégio eleitoral do estado.

Momento de caciques e curumins afinarem diálogo.

Ouvido ao chão como bom índio Sioux, Apache, Comanche, Cherokee, Navajo ou Cheyenne.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 10/05/2017 - 16:50h
Vá entender!

Cultura se reforça com multidão de ‘caciques’

A nomeação de 50 pessoas para cargos comissionados à recém-criada Secretaria Municipal da Cultura de Mossoró revela o alto grau de distorção no serviço público local. Enfim, no país – com raras exceções.

Por lá só haverá “cacique”.

Índio é o contribuinte.

Tudo ocorre num período em que paradoxalmente se fala em “crise”, contenção de gastos e luta desenfreada para atualizar a folha de pagamento que segue em atraso.

De lambuja, ainda tem o lançamento do escorchante Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Vá entender!

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  • Repet
terça-feira - 26/07/2016 - 19:34h
Novos tempos

Nem tudo segue o que sempre foi normal em Natal e Mossoró

Política em Natal e Mossoró retrata os novos tempos a que me refiro há muito.

Líderes fragilizados, tudo vira uma barafunda.

Os velhos caciques estão zonzos, sem pulso para repetir o que sempre fizeram.

Isso é ótimo.

Antes, os “donos do poder” resolviam tudo sem qualquer contestação.

Definiam quem seriam os candidatos, montavam as chapas proporcionais, acertavam que comandaria “de araque” os pequenos partidos, listavam chapas com “esteiras” e praticamente combinavam com o povo quem seria eleito.

Vai ficar melhor ainda.

Aguardemos, pois.

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Categoria(s): Política
sábado - 25/10/2014 - 06:22h
Extinção ou reaptação

O futuro que sairá das urnas de 2014

Eleições de 2014, no Rio Grande do Norte, podem redesenhar o mapa e a configuração do poder político no estado, a partir de Mossoró.

Anote.

“Caciques” que Wilma de Faria  (PSB) disse que iria banir, durante a campanha ao Governo do Estado em 2002, agora tratados por Robinson Faria (PSD) como “coronéis”, estão no cadafalso.

Urnas e futuro à frente darão atestado de morte ou de exumação de certos figurões e seus esquemas políticos.

Alguns podem ficar sem mandato e sombra de prefeitura, Estado ou União – situação absolutamente inédita.

Urnas, conjuntura e ação dos eleitos dirão se é caso de extinção ou readaptação.

Vamos acompanhar os acontecimentos.

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sexta-feira - 24/01/2014 - 08:24h
Complicou

Afastamento da “Rosa” não estava nos planos

Não estava no enredo dos grandes caciques da política do Rio Grande do Norte, o afastamento de Rosalba Ciarlini (DEM) do poder.

Não lhes interessa uma candidatura da “Rosa” à reeleição.

Pelo “script”, basta que conclua esse sofrível mandato.

Mas aí, me aparece o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e mexe com o planejado.

A princípio, eles querem resolver à parte, quem deve ser candidato a governador, senador e as respectivas chapas a estadual e federal.

Com essa situação inesperada, mais trabalho pros caciques.

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Categoria(s): Política
sábado - 23/06/2012 - 12:55h
Opinião

De caciques e oligarquias numa mistura de óleo e água

Do Blog do Barbosa

Se fala tanto no Rio Grande do Norte sobre os poderes dos caciques e das oligarquias políticas papa-jerimum, que me vejo na obrigação de perguntar por que será que um membro de uma oligarquia – Carlos Eduardo Alves, no caso -, vem liderando as pesquisas de intenção de voto à sucessão municipal na capital potiguar com uma larga margem de diferença sobre os demais candidatos? Por que é que uma manda-chuva da política local – no caso a ex-governadora Wilma de Faria – constava em segundo lugar quando seu nome estava posto como pré-candidata a prefeita de Natal?

Eu mesmo respondo: A grande massa, que é quem elege, está alheia a isso. Esse é o problema. O povo está se lixando pra quem é “cacique” ou oligarca. Aliás, não sabe nem o sentido destas duas palavras. Essa é a verdade! Para o povo tanto faz ser Maia, Alves, Faria ou Rosado. Tudo é japonês, ou seja, igual. Daí a mistura de óleo com água no Rio Grande do Norte fazer tanto sucesso.

Veja, caro leitor: A fórmula da eleição de 2000 será repetida agora. Ou seja, 12 anos depois em que Carlos Eduardo Alves – então no PMDB – foi eleito vice-prefeito de Wilma de Faria para administrar Natal, a chapa apenas é invertida. Desta vez com Carlos Eduardo Alves na cabeça e Wilma de Faria sendo sua vice. E Wilma vai usar Carlos como trampolim para tentar chegar ao Poder novamente. Caso, óbvio, ele seja eleito novamente prefeito de Natal.

Diz-se que seu projeto político já não é mais o Senado, e sim retornar ao governo do estado com a ajuda do seu grande cabo eleitoral que hoje é a governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Aliás, o mesmo está fazendo Carlos Eduardo Alves, que tem na prefeita Micarla de Sousa (PV) um grande cabo eleitoral. Os caciques e oligarquias do Rio Grande do Norte costumam queimar a foto de quem não faz parte desse meio para tirar proveito disso.

Wilma de Faria, por exemplo: Hoje ela critica Micarla de Sousa, que teve o apoio do senador José Agripino Maia para se eleger prefeita de Natal. Mas esquece que em eleições passadas apoiou um seu auxiliar – Aldo Tinôco – para sair candidato a prefeito da capital potiguar que acabou se elegendo. Tal qual Micarla de Sousa, Aldo Tinôco também foi um desastre como prefeito. Mas a massa eleitora esquece disso. Esse é o problema!

Portanto, devo dizer que a eleição para prefeito de Natal este ano tem dois representantes da fina flor das oligarquias e dos caciques da política potiguar que são Carlos Eduardo Alves, que evita usar o sobrenome para não atrapalhar a sua carreira “solo”, e Wilma de Faria, nascida politicamente no berço do malufismo e que cresceu a custa dos apoios dos Maia e dos Alves.

Depois não reclamem que as oligarquias e os caciques continuam a mandar na política local. A fórmula para voltar ao poder só foi invertida. É como se a bula fosse lida de cabeça pra baixo. E os alquimistas cuidam dessa fórmula com todo cuidado e carinho para fazer chegar ao povo o mundo das ilusões. Que as cabeças pensantes, pelo menos, estejam atentas a isso. A conferir!

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Categoria(s): Opinião / Política
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