domingo - 29/03/2020 - 12:20h

Momento de união

Por Odemirton Filho

Creio que poucos esperavam viver o que estamos enfrentando. O cenário atual que estamos atravessando no mundo somente era possível na literatura e em filmes que lembram a distopia.

Quem pode, está se impondo um isolamento social. Precaução mais do que necessária para minimizar a disseminação do coronavírus, conforme especialistas, muito embora o presidente da República venha defendendo um isolamento vertical.

A pandemia alterou, de forma abrupta, o nosso dia a dia. Alguns, é claro, seja por não acreditar no que é divulgado pela imprensa, seja pelo trabalho que exige a sua presença, ou mesmo para manter a subsistência, estão se expondo.O contato interpessoal quase não existe. Um simples aperto de mão ou abraço tornaram-se atitudes proibidas.

O que será daqui para frente? Quantos dias passaremos isolados?

Conforme os técnicos do Ministério da Saúde teremos dois ou três meses de pico e, depois, a curva começa a decrescer.

Os profissionais da saúde estão enfrentando uma luta hercúlea, na linha de frente no combate à doença.

E mais, como ficarão as pessoas que precisam sair às ruas para ganhar o pão de cada dia? Como as empresas manterão os empregos de seus colaboradores? E os moradores de rua?

A cadeia produtiva foi quebrada em um país que ainda se encontra em grave crise social e econômica.

O Governo Federal vem anunciando medidas para diminuir o impacto financeiro nos Estados, municípios e empresas, bem como uma ajuda aos mais vulneráveis economicamente, mas não sabemos se serão suficientes.

Preservar a saúde e a vida das pessoas e, ao mesmo tempo, manter a sustentabilidade do emprego e da renda, é uma equação difícil de resolver.

Dessa forma, somente um conjunto articulado de ações por parte dos entes federativos e da sociedade, deixando de lado os interesses político-eleitoral, talvez seja o melhor caminho.

É momento de união.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

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Categoria(s): Artigo
quinta-feira - 04/09/2014 - 16:28h
Hoje

Robinson debate com setor da agropecuária do estado

A Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (FAERN) recebeu o candidato Robinson Faria (PSD) nesta quinta-feira (4) para debater sobre os desafios da agropecuária no Estado. Ao lado do candidato a vice-governador, Fábio Dantas (PCdoB) e de produtores rurais, Robinson destacou o planejamento para o setor nos próximos quatro anos.

Robinson, de costas falou da cadeia produtiva (Foto: divulgação)

“O agronegócio será um parceiro do nosso Governo. O papel do Estado é de fomentar as atividades produtivas e a agricultura e a pecuária serão beneficiadas com projetos e cumprimento do papel do Governo”, destacou Robinson.

A questão do semiárido e a seca, conhecida como ‘Viver bem com a seca’ foram destacadas por Robinson como importante para o setor rural e produtivo. “É preciso planejamento para o setor. No nosso governo vamos garantir condições para que os produtores rurais não tenham que suspender as atividades durante meses, prejudicando o setor e a economia”, frisa.

Os atrasos dos licenciamentos ambientais e a segurança rural também foram tema da exposição do candidato ao Governo que disse que irá equacionar esses desafios. “Não podemos permitir que ocorra um êxodo rural nas cidades do RN por insegurança”, destacou.  Sobre os licenciamentos, Robinson disse que no seu governo o Idema terá que explicar o motivo dos atrasos e dar solução imediata para as licenças atrasadas.

O Programa do Leite, a questão das dívidas rurais e do crédito rural também foram levantadas por Robinson. “O nosso governo terá a marca do diálogo. Vamos sentar com as associações e sindicatos para saber como ajudar para que o agronegócio prospere no nosso Estado. Vamos dar eficiência ao Estado para que ele cumpra o papel de fomentador, garantindo apoio financeiro ao homem do campo que precisa da mão amiga do Governo”, garantiu.

Cadeias produtivas

Na última década a agropecuária potiguar perdeu participação na economia caindo de 8% para 3%. “Não podemos permitir que uma das cadeias produtivas que mais emprega e gera renda no Estado seja esquecida”, justificou o candidato.

Robinson falou ainda sobre os desafios nas questões da infraestrutura, transporte, rodovias e a construção de um porto para ampliar a capacidade logística de escoamento da produção.

Sobre o desabastecimento e a escassez de água no RN, Robinson reafirmou que é preciso investir na ampliação da rede de distribuição de água, na construção de cisternas, reservatórios, açudes e barragens. “É preciso construir adutoras, perfurar e instalar poços em comunidades rurais e repensar o sistema de distribuição. A crise no sistema de abastecimento não tem causa somente nos efeitos climáticos e pode ser administrada com planejamento”, destaca.

Robinson entregou ao presidente da Faern, José Vieira o Plano de Governo da Coligação Liderados pelo Povo e recebeu o documento do que os produtores esperam do próximo Governo.

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Categoria(s): Política
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