quinta-feira - 03/11/2022 - 10:32h
Apelo

Bolsonaro pede para que parem protestos ilegais

Em vídeo nesta quarta-feira (2), veiculado em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro (PL) apela para que manifestações ilegais cheguem ao fim.

Faz referência principalmente à obstrução de estradas por todo o país, provocada por caminhoneiros e outros apoiadores.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 01/11/2022 - 17:18h
Anote, por favor

Rodovias fechadas podem ser sinalizador do bolsonarismo na oposição

Da Rádio Rural de Mossoró

O jornalista Carlos Santos, editor do Canal BCS (Blog Carlos Santos), comentou atos antidemocráticos de bloqueio de vias por manifestantes que não aceitam o resultado soberano das urnas.

Na ótica dele, “é um movimento nitidamente bolsonarista, de aliados do presidente”. E pode ser um sinal de como será a oposição ao governo do presidente eleito Lula (PT). “Os valores democráticos estão acima dos governos,” assinalou.

Ele foi o entrevistado desta terça-feira (01) do Jornal da Tarde.

O programa vai ao ar todos os dias, às 12h10, na Rádio Rural de Mossoró (AM 990).

É apresentado pelo jornalista Saulo Vale.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
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terça-feira - 01/11/2022 - 15:50h
Crime

Bloqueio de caminhoneiros tem “gente grande por trás”

Presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (ABRAVA), Wallace Landim, conhecido como ‘Chorão’, disse que a extrema direita está usando o nome dos caminhoneiros para agir contra a democracia.

Chorão pediu para o presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestar sobre o assunto e acalmar o país.

“Minha visão é que o presidente tem que pregar o que ele prega: Deus, pátria e família. Deus prega paz. Ele tem que pacificar, como nos discursos do Arthur Lira e do Rodrigo Pacheco”.

Segundo ele, a pauta da categoria desde 2018, é econômica. “Estão usando nome dos caminhoneiros contra a democracia”, disse ao portal UOL.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 31/10/2022 - 22:26h
Lei e ordem

Ministro determina desobstrução de rodovias

Caminhoneiros bolsonaristas ocuparam trechos de rodovias em protesto contra a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) na eleição de domingo (30).

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), intimou autoridades, como o ministro da Justiça, Anderson Torres, a punir eventuais omissões.

Quer a lei e a ordem prevalecendo.

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Categoria(s): Eleições 2022 / Política
  • Repet
sexta-feira - 27/03/2020 - 06:58h
Economia

Vereador propõe abertura de oficinas e lojas de peças

Oficinas fazem parte da cadeia automotiva (Foto ilustrativa)

O vereador João Gentil (Rede) reivindica à Prefeitura de Mossoró liberação, com as devidas recomendações sanitárias, dos serviços de oficina mecânica e lojas de peças e serviços para caminhoneiros e outros transportadores, responsáveis por abastecer Mossoró de produtos essenciais, como alimentos, água e remédios.

No ofício 08/2020-GVJG/CMM, o parlamentar solicita alteração no inciso II do Art. 2° do Decreto Municipal nº 5.631, de 23 de março de 2020, que declara situação de calamidade pública em Mossoró devido à pandemia do coronavírus (covid-19).

“Temos recebido mensagens de transportadores, preocupados com alguns termos do decreto, porque oficinas mecânicas e lojas de peças e serviços que atendem aos caminhoneiros estão fechadas. Isso precisa ser revisto”, defende.

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Categoria(s): Economia
quarta-feira - 06/06/2018 - 17:44h
Medida Provisória

Beto Rosado tenta mudar política de fretes prejudicial ao sal

O deputado federal Beto Rosado (Progressistas) apresentou esta semana, duas emendas à Medida Provisória 832/2018, que institui a Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, publicada pelo governo federal, baseada na resolução Nº 5.820 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Setor salineiro está asfixiado (Foto: Anderson Barbosa)

A Medida fixou uma tabela de preços para o valor do frete, com base na quilometragem percorrida e no porte do veículo, prejudicando o setor produtivo, principalmente o salineiro. Segundo ele, “60% do transporte de sal do RN é por via terrestre”.

O parlamentar apresentou as emendas nº 44 e 45, que possibilitam a livre negociação entre contratante e contratado, visto que o transporte do sal marinho é utilizado como frete de retorno.

“Os salineiros estão parados”

“Os caminhoneiros encontram no setor salineiro um atrativo financeiro, pois para realizarem o transporte de mercadorias do Centro-Sul do país, para o nordeste, garantem o frete retorno, e assim, um incremento em suas atividades”, explicou Beto.

Durante o discurso em plenário, o parlamentar ainda falou sobre a inviabilidade da atividade salineira, caso a Medida Provisória não seja alterada.

“Os salineiros estão parados, sem poder transportar o sal produzido. Com a tabela fixa de preços para frete, o valor para transportar a mercadoria subiu, tornando inviável para os empresários”, ressaltou o parlamentar.

Com informações da Assessoria de Beto Rosado.

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Categoria(s): Economia / Política
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domingo - 03/06/2018 - 12:20h

Além do razoável: “…ou dá ou desce”

Por Paulo Linhares

O movimento das empresas de transportes rodoviários de cargas e dos caminhoneiros autônomos, que jamais pode ser denominado como “greve” – que é típico instrumento de autodefesa de trabalhadores assalariados -, foi deflagrado a partir de justos motivos, sobretudo, o olímpico desdém que vinha patenteando as relações dessa categoria econômica com o Estado brasileiro, em especial com o Governo Federal, até a questão mais recente do abrupto aumento do preço dos combustíveis, a cargo da Petrobras, que  implicou oneração de custos operacionais difíceis de suportar.

Em pouco tempo, um movimento bem articulado em escala nacional impôs a paralisação do Brasil e o colapso de todos os setores e atividades da sociedade brasileira, algo sem precedente na história recente deste país. O governo, por pura incompetência, perdeu completamente o controle desse processo e, à beira do caos, resolveu negociar com as entidades representantes da categoria dos caminhoneiros (compostas de empresas de transporte e caminhoneiros autônomos, repita-se).

Como resumo da ópera, para evitar um colapso total e completo das atividades econômicas, com desastrosos reflexos sociais e políticos, o governo Temer findou cedendo e atendeu satisfatoriamente todas as reivindicações do movimento. Claro que não deixou de ser  alvo de enormes críticas por ter literalmente “aberto as pernas” para os caminhoneiros.  Não havia alternativa razoável, no estágio que as coisas ficaram.

Levantamentos bem conservadores chegam à conclusão de que esse movimento, nos últimos oito dias, já impôs perdas econômicas que atingem a astronômica cifra de 75 bilhões de reais, além de outros reflexos na economia, em especial, no incremento da inflação. Para se ter uma ideia disto, somente as economias de São Paulo e Rio de Janeiro, juntas,  perdem cerca de 2,5 bilhões/dia, o que representa momento cerca de vinte bilhões de reais nos mesmo período.

Engraçado é que essa enorme demonstração de força do segmento de transportes rodoviários de cargas trouxe à mente um dos maiores e intencionais erros dos governos militares, logo quando se iniciou o ciclo que duraria 21 ano (1964-1985), que foi destroçar dois importantes modais de transportes: a navegação de cabotagem e a drástica redução da malha ferroviária do Brasil. Tudo para atender a interesses da grande indústria norte-americana de caminhões pesados. Reflexamente, os militares tiveram a intenção política de desarticular dois dos mais importantes, tradicionais e combativos segmentos do movimento sindical brasileiro de então: marítimos e ferroviários.

Nas décadas seguintes, a navegação de cabotagem se tornou incipiente e os trens praticamente desapareceram das paisagens brasileiras, sobretudo, nas regiões Norte e Nordeste. Para um país de dimensões continentais, como é o Brasil, uma forte presença destes modais seria imprescindível ao desenvolvimento nacional.

O transporte rodoviário de cargas tem, do ponto de vista logístico, apenas uma função intermodal: a de cobrir pequenas e médias distâncias e ligando o modal marítimo ao ferroviário e vice-versa. Sai caríssimo, em qualquer lugar do mundo, transportar mercadorias em ‘lombo’ de caminhão por longas distâncias. Mais grave, ainda, é quando não há alternativa ao transporte rodoviário de carga, como ocorre aqui neste país. Por isto, o governo e a sociedade brasileira ficaram à mercê dos caminhoneiros nesse movimento que ainda está em curso.

A consequência lógica desse ‘monopólio’ foi o empoderamento do setor que congrega empresas transportadoras de cargas e caminhoneiros autônomos. Agora, literalmente estão umas e outros a “botar boneco”, em especial para colocar uma navalha no pescoço do governo e ter a sociedade brasileira toda como assustada refém. No mais, tudo parece com aquela velha e muito conhecida piada da caminhoneiro em que a estrela é um enxerido papagaio que assedia sexualmente indefesas galinhas, na base do “ou dá, ou desce…”

A despeito dessa ‘capitulação’ do governo Temer, para o qual restaram poucas ou nenhuma saída honrosa para essa crise, os caminhoneiros resolveram manter os piquetes em muitas das importantes rodovias do país, ao argumento de que não se sentem representados pelas entidades que negociaram com o Palácio do Planalto o fim do movimento.

O pior é que apareceram novas ‘reivindicações’ no movimento, em especial uma que entorta de vez o pouco de razoável que resta nessa balbúrdia e faz aflorar graves conotações políticas: os caminhoneiros agora querem o fim do governo Temer a partir de uma intervenção militar, ou seja, pregam abertamente uma subversão da ordem, com gravíssimas agressões à Constituição e às leis que preservam a incolumidade das instituições democráticas e republicanas.

Aliás, uma denúncia neste sentido foi feita por um dos representantes da categoria, em cadeia nacional, o que seria suficiente para acionar os mecanismos de defesa do Estado e das instituições democráticas, da ordem pública e da população brasileira, no elenco que está disposto no artigo 136 e seguintes, da Constituição, e que mais se adeque a este momento de sobressaltos  vivenciado pela comunidade nacional.

O governo Temer inequivocamente padece de um enorme déficit de legitimidade, mas, se conforma nos marcos da legalidade posta. Michel Temer pode até ter sido um dos artífices do golpe branco que apeou a ex-presidente Dilma Rousseff da presidência, todavia, assumiu o governo na condição de vice-presidente constitucionalmente investido. A sua retirada, neste momento, somente seria possível nos termos da Constituição da República. Fora disso é mais uma inaceitável aberração.

E a atitude de quem agride, por ações concretas, intimidatórias e violentas, pondo em risco a segurança do Estado brasileiro, das instituições democráticas e ameaça à paz social, é típica do crime de terrorismo e como tal deve ser punido. Outro não deve ser o destino dos que se infiltraram no movimento dos caminhoneiros visando objetivo eminentemente político e contrário à ordem constitucional vigente, que é a derrubada do governo. Lugar de terrorista é na cadeia. Simples assim.

Paulo Linhares é professor e advogado

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domingo - 03/06/2018 - 04:00h

Dinheiro internacional à disposição do Rio Grande do Norte

Por Josivan Barbosa

O Rio Grande do Norte Sem Sorte não dá sinais de que deseja captar recursos do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o conhecido banco dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia e China). Não se tem notícia de que alguma empresa do Estado procurou apoio governamental para captar empréstimo junto ao NBD.

O banco dos Brics começou a financiar diretamente empresas no Brasil sem garantia soberana. O montante total de crédito para o país poderá alcançar US$ 1 bilhão neste ano.

O Rio Grande do Norte Sem Sorte, a exemplo do Brasil, está atrasado no recebimento de financiamento do banco dos Brics.

Em quase três anos de funcionamento da instituição, foram aprovados quatro projetos para o país, num total de US$ 621 milhões: US$ 300 milhões para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); US$ 50 milhões para o Pará (desenvolvimento urbano); US$ 71 milhões para o Maranhão (logística e rodovia); e os US$ 200 milhões para a Petrobras.

Parques tecnológicos

Enquanto o Rio Grande do Norte mostra total ineficiência na captação de recursos junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação para instalar o seu primeiro parque tecnológico, no Rio Grande do Sul esses equipamentos têm sido vitais para incentivar os negócios conectados. No Estado há 21 parques tecnológicos e 30 incubadoras.

Os três parques ligados a universidades – Tecnopuc, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), Tecnosinos, da Unisinos, e Techpark, da Feevale – reúnem 250 empresas e nos últimos anos geraram 15 mil empregos. As instituições chegaram a disputar investimentos, mas há dois anos firmaram acordo de cooperação para intercâmbio de startups e atuação conjunta em missões internacionais, quando se apresentam como ambiente único de inovação.

O capital humano oferecido pelas universidades no entorno dos parques faz toda a diferença na atração de investidores.

No Rio Grande do Norte o primeiro parque tecnológico poderia ser instalado na área de energia renovável e seria fundamental um sinergismo entre as universidades públicas, IFRN e universidades privadas.

Costa Branca

As praias da Costa Branca estavam desertas no feriadão de Corpus Christi. Tibau é o exemplo mais emblemático. Depois de perder o turista regional nos feriados prolongados, Semana Santa e nas férias do meio do ano, a tendência é de um veraneio que se resuma aos quatros finais de semana de janeiro.

O principal atrativo da cidade-praia mais próxima de Mossoró, Vale do Jaguaribe e Paraíba sempre foi a praia das Emanuelas, entretanto, a sua orla continua com a infraestrutura dos anos 90.

Infelizmente o município não tem desenvolvido a competência para atrair o turista da vizinha Canoa Quebrada e nem o turista que se desloca de Natal para Fortaleza e vice-versa.

Frutas e frete

A transportadora marítima Maersk, líder no Brasil após comprar a concorrente Hamburg Süd e que detém hoje quase 35% dos tráfegos de longo curso que envolvem o país, aumentou em   US$ 90 dólares o custo do frete marítimo de longo curso do contêineres refrigerados de 20 pés (o chamado Teu). Este aumento tem impacto direto no lucro dos produtores de frutas.

A tendência é de redução das margens de lucro, já que a Europa não tem essa cultura de inflação e o consumidor não aceita que o aumento do custo do frete marítimo seja repassado para o produto. Assim, o produtor de fruta que sofreu seis anos com a seca, agora corre o risco de sofrer com o aumento do preço do petróleo no mercado internacional o que impacta no preço do frete.

O preço do barril do petróleo baliza o do combustível marítimo, o chamado “bunker”. Na Maersk, a cada US$ 100 a mais por tonelada do “bunker” há um custo adicional de US$ 400 milhões.

Kit gás natural

O serviço leva um dia e custa, em média, R$ 3.990. O preço é referente ao kit Geração 5, considerado o mais moderno. A economia com uso do GNV em comparação à gasolina varia entre 43% e 58% (de acordo com o preço na bomba) e de 44% a 66% em comparação ao etanol.

O custo médio do quilômetro rodado com GNV é de R$ 0,17, enquanto com gasolina pode chegar a R$ 0,36 e com etanol, R$ 0,39. Significa que, com R$ 30, o motorista roda 177 km com gás natural veicular, 84 km com gasolina e 77 km com etanol.

Ainda há perda de potência nos carros com o GNV, mas com os avanços tecnológicos do kit Geração 5, disponíveis desde 2010, a perda de potência foi reduzida em torno de 10% (considerando o equipamento anterior, Geração 3), ou seja, hoje a potência fica 3% menor.

Convulsão

A convulsão brasileira que ferveu em 2013 e prosseguiu como avalanche derrubou certezas, arrastou uma nuvem de fúria popular indignada com o sistema político, com a baixa qualidade dos serviços públicos, com a batalha diária para se locomover e viver nas grandes cidades, em especial com a corrupção escrachada da classe política brasileira.

O Brasil viveu, depois do que muitos chamaram de Jornadas de 2013, uma eleição presidencial repleta de ódio em 2014, o impeachment de uma presidente em 2016, a instalação do mais impopular governo desde a redemocratização e que está hoje no poder, a queda de políticos como peças de dominó a partir do surgimento da Lava-Jato em 2014 e, no calor do momento, uma crise de abastecimento com a greve dos caminhoneiros.

Caminhonaço

Nesse movimento dos caminhoneiros pode-se ver que na disseminação do espontaneísmo político no Brasil a política agoniza, sacrificada tanto pelos próprios políticos quanto pelo povo partidarizado e sectarizado, mas despolitizado.

Nas manifestações destes dias, o apelo explícito à intervenção militar no governo mostra que a militância tosca e ingênua concebe a política como instrumento do retrocesso ao passado, e não como progresso e superação de problemas e de atrasos.

O caminhonaço é o indício de que, na falta de governo, qualquer grupo pode se apossar do país, impor a todos as suas conveniências e impedir o livre e justo exercício dos direitos de cada qual. Nossa democracia unidimensional anseia por autoritarismo.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido

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sexta-feira - 01/06/2018 - 11:46h
Decisão

Pedro Parente pede exoneração da Petrobras

Pedro: saída (Foto: José Cruz)

Do G1

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º) em caráter “irrevogável e irretratável”.

Parente ficou exatamente dois anos no comando da Petrobras, já que tomou posse no dia 1º de junho de 2016.

De acordo com comunicado da estatal, enviado ao mercado, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo Conselho de Administração.

Ainda de acordo com o comunicado, a diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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segunda-feira - 09/11/2015 - 06:10h
Obstrução

Caminhoneiros fazem protesto na BR-304 nesta manhã

Protesto na BR-304, trecho Mossoró a Assu, no início desta manhã.

Caminhoneiros bloqueiam pista de rolamento com seus veículos e com queima de pneus e outros artefatos.

Fazem parte de uma paralisação nacional contra o Governo Dilma Rousseff (PT).

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