domingo - 24/04/2022 - 08:26h
Revista

“Mossoroando” mostra a cultura efervescente em Mossoró

Está no ar a revista Mossoroando. O neologismo parte do seu editor, o chargista, artista plástico e caricaturista Túlio Ratto. O trabalho é uma obra de arte no passeio pelo conhecimento e compreensão sobre arte, cultura, história, a partir de Mossoró.

Veja o que ele diz no seu editorial da publicação que tem 34 páginas:

Mossoroando é uma revista documental feita com muito zelo por seus autores (Reprodução Canal BCS)

Mossoroando é uma revista documental feita com muito zelo por seus autores (Reprodução Canal BCS)

Enaltecer a nossa cultura e quem a produz. Esse é o nosso objetivo. Para mostrar um pouco do que Mossoró tem a oferecer, a revista Mossoroando, com o patrocínio da Lei Aldir Blanc e Prefeitura de Mossoró, conversou com artistas e jornalistas sobre a produção cultural da terra de Santa Luzia.

Como a princípio gostaríamos também de mostrar como o natalense percebe a cultura local, fomos surpreendidos com a recusa de muita gente em se pronunciar sobre o assunto. A desculpa mais utilizada foi o desconhecimento. Algumas pessoas de Mossoró também se negaram a emitir opinião sobre o assunto para não ferir suscetibilidades ou ainda por reconhecer que só consumia os grandes eventos da cidade.

O isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19 nos dois últimos anos é um fator importante nesse “esquecimento” ou afastamento de eventos culturais e de lazer. Mesmo assim, e até por isso, a Mossoroando está aqui e tenta trazer até o leitor a opinião de algumas pessoas que produzem e consomem cultura.

Trazemos também uma panorâmica sobre Mossoró, seus eventos históricos transformados em espetáculos, uma mostra dos mossoroenses no panteão dos imortais da Academia Norte-riograndense de Letras e destacamos o que é destaque por onde passa: o poeta Antônio Francisco e seu orgulho em ser de Mossoró. Um orgulho que dividimos.

Veja na íntegra a Mossoroando clicando AQUI. Um primor, que também traz textos e fotografias da jornalista Ana Cadengue, filha do meu saudoso amigo jornalista Rogério Cadengue, ícone da imprensa potiguar.

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Categoria(s): Cultura
terça-feira - 11/04/2017 - 15:58h
"Cultura"

Antigo “Catetinho” será galeria comercial até junho

Até junho próximo, o imóvel onde durante décadas viveu a numerosa família do casal empresário Dix-neuf Rosado-Odete, Praça Bento Praxedes, número 98, centro de Mossoró, será inaugurado como uma galeria comercial.

As obras estão em sua fase final.

Imóvel era assim, antes de começar a ser desfigurado por herdeiros (Foto: Blog Carlos Santos)

O casarão era conhecido historicamente como “Catetinho”, alusão ao Palácio do Catete no Rio de Janeiro, sede do governo federal durante muitos anos.

Abrigou visitante ilustre, o então presidente Getúlio Vargas, em visita que fez a Mossoró em 13 de setembro de 1933.

Foi construído pelo banqueiro Sebastião Gurgel em 1918 e vendido em 1929 ao industrial Miguel Faustino do Monte. Em 1945, o industrial Dix-neuf Rosado comprou-o.

Corredor Cultural

O Catetinho original, no Rio de Janeiro, sediou o governo federal de 1897 a 1960.

O Catetinho mossoroense, apesar de listado como histórico e componente do “Corredor Cultural” do município, foi vendido em abril de 2014 pela família da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB), filha de  Dix-neuf e Odete. Não foi ao chão por inteiro, devido intervenção judicial (veja AQUI), que ensejou pelo menos a preservação de parte de sua estrutura física original.

Uma ironia triste desse enredo, é que durante sua gestão, Fafá pleiteou que Mossoró tivesse reconhecimento como “Capital da Cultura”, em concurso nacional.

Pronto, agora pode rir, webleitor.

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Categoria(s): Cultura / Política
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