Como eu não sei rezar, apego-me à fé.
Dela eu sei.
Neste e em todos os dias.
Amém!
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Jornalismo com Opinião
Como eu não sei rezar, apego-me à fé.
Dela eu sei.
Neste e em todos os dias.
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Do Blog da Chris
O quadro “6eis Perguntas” continua. Hoje, conversamos com o jornalista e blogueiro Carlos Santos, do Blog Carlos Santos.
Carlos, na entrevista fala sobre a administração Rosalba Ciarlini (PP): “O quadro atual é incomum, mas a prefeita adota um modelo de governo baseado numa época distante, de muitas facilidades, insistindo em medidas cosméticas, propaganda e ações previsíveis”; da relação imprensa com a administração municipal:” Nada muda porque a própria imprensa em sua maioria não cuida de sua imagem”; e futuro da família Rosado: “A prioridade em 2018 é sobrevivência, ou sobrevida. Isso é normal”.
Veja abaixo um pequeno trecho desse bate-papo:
Blog da Chris – Em Mossoró, como o senhor vislumbra o futuro político da família Rosado e esses nomes “novos” que começaram a surgir?
Carlos Santos – A junção de Rosado-Rosado em 2016 foi um sinalizador de esgotamento da fórmula. Isso se desenha há tempos, até porque a família praticamente não tem mais peças de reposição com forte apelo popular, engenhosidade política e poder de articulação. Parece ter chegado ao seu limite, mas não ao seu fim político, que fique claro. A prioridade em 2018 é sobrevivência, ou sobrevida. Isso é normal. As oligarquias são por natureza um atraso, como o próprio Platão as definia há mais de 2 mil e 400 anos em Atenas, em “A República”. É um poder para poucos e de poucos. Mas a simples substituição de um Rosado por um Oliveira, Santos, Silveira, Couto, Moreira, Freire, Dias etc., não significa que mudaremos de conceito na política e na gestão da urbe. Nas eleições municipais de Mossoró em 2016, a maioria dos eleitores não votou nos Rosado. Rosalba foi eleita pela minoria, mas ninguém na oposição pode se sentir dono desse capital não-Rosado. Política, costumo afirmar, é uma atividade de inteligência e transpiração.
Leia a íntegra da entrevista clicando AQUI.
Nota do Blog Carlos Santos – Obrigado, Chris. É de enorme generosidade a abertura de seu espaço virtual para nós do Blog Carlos Santos, o “Nosso Blog”.
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Convite feito, convite aceito.
Dia 23 próximo estarei em Caicó, integrado à Festa de Sant’Ana depois de um tempão sem aportar por lá. Tempo a perder de vista, mas nunca distante do afeto de sua boa gente.
Participarei em especial da “9ª Feirinha do Bar de Ferreirinha” no Bar e Restaurante Pingo D’água, a partir do meio-dia.
O Bar de Ferreirinha é uma instituição multidecenal do seridoense, nascida no distante ano de 1959.
É templo da boemia, do bom papo, de gente que tem um monte de coisa para não fazer; da cultura popular, das boas amizades.
Participarei de “Ritual de Aceitação” e “Posse”, com infusões etílicas e oportunidade de confraternização com gente dos mais diversos matizes.
Até lá!
Veja também: Novo Bar do Ferreirinha (AQUI).
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A convite do apresentador Caby da Costa Lima, participo hoje à noite (segunda-feira, 5), do programa “Azougue Esportivo”, na TV Metropolitano.
O programa começará às 19h30.
Na pauta, futebol mossoroense, estadual e nacional.
Conversa descontraída ao lado do próprio Caby, Dantas Júnior e Sérgio Oliveira.
Caby garante que tudo parecerá sério.
Então, tá!
* A TV Metropolitano é acessada no Canal 30 Cabo Telecom (Natal/Parnamirim) e no Canal 25 (TV Aberta) em Mossoró.
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Por Gutemberg Dias
Nos últimos anos Mossoró se destacou no quesito contratação de servidores terceirizados através de várias empresas. Esses profissionais têm um papel importante no serviço público, haja vista que suprem a falta de servidores efetivos em várias áreas. Mas tenho a convicção que o quantitativo de vagas está além do necessário no âmbito da Prefeitura de Mossoró.

Terceirizados fazem manifestação em frente ao Teatro Dix-huit Rosado, uma rotina nos últimos anos (Foto: arquivo)
Na última terça-feira (16/05) lendo o Blog do Carlos Santos me deparei com uma matéria onde a Prefeitura de Mossoró detalha o pagamento às empresas terceirizadas (veja AQUI).
No post a PMM expõe que já pagou no ano de 2017 mais de R$ 16,5 milhões e informa que 51% desse montante são referentes a débitos anteriores. Logo, em relação a esse ano, já são mais de R$ 8,2 milhões pagos para quitar os serviços prestados pelas empresas, ou seja, algo próximo de R$ 2 milhões mensais.
Fazendo um comparativo com o ano anterior observa-se que não existe muita diferença dos valores pagos pela gestão anterior em relação à atual. Com isso quero dizer que a nova gestão não fez nenhuma ação efetiva no que tange a redimensionar os contratos com as empresas que administram os terceirizados.
Seguindo a lógica de desembolso apresentada pela gestão municipal no ano de 2017, o gasto com servidores terceirizados será da ordem de R$ 32,8 milhões. Vale salientar que, ainda, resta o pagamentos dos meses em atraso e dos acordos feitos na justiça.
Alguns caminhos precisam ser impostos pela gestão para ter um maior controle desses contratos, bem como, as bases de contratação precisam ser repactuadas de forma a garantir melhores resultados para o município.
Primeiro, essas vagas em via de regra são preenchidas por indicações políticas e não estão, muita das vezes, relacionadas à necessidade dos setores que contratam. Sendo assim, é imprescindível um senso em relação aos servidores terceirizados.
Segundo, a gestão precisa ajustar o quadro de lotação de terceiros por órgão e, nesse mesmo diapasão, fazer a relocação dos terceiros conforme os salários pagos. Nesse caso, uma análise criteriosa dos valores pagos precisa ser confrontada com as funções que essas pessoas estão exercendo.
Terceiro, pagar apenas por serviço efetivamente prestado. Nesse caso a prefeitura não contraria o servidor terceirizado e sim a função a ser exercida no âmbito da administração. Com isso, as possíveis faltas de servidores não acarretaria dispêndio aos cofres públicos, pois o pagamento só seria realizado mediante substituição do profissional.
Quarto, efetivamente fazer o controle dos servidores terceirizados que estejam de férias. Isso se faz necessário pois não havendo esse controle, obviamente que dependerá da má fé da empresa, o erário poderia pagar dobrado por determinado servidor. Infelizmente isso é possível e o controle pode inibir atos ilícitos.
Quinto, controlar os terceirizados demitidos. Essa ação segue a lógica de evitar pagamento por terceirizado que já não faz mais parte do contrato.
Por fim, todas as empresas que fornecem mão-de-obra devem ter seus funcionários controlados por ponto eletrônico, os quais serão auditados pela gestão municipal mensalmente para o efetivo pagamento das horas trabalhadas em cada função contratada.
Se a gestão municipal utilizar essa receita de bolo, tenho plena convicção que poderá, ao final do ano, contabilizar uma redução de até 15% com gastos com terceirizados.
Destaco que o exposto nesse artigo nada mais é que fazer gestão focada em indicadores e números para se racionalizar o uso do dinheiro público. Sem esse tipo de controle e análise sistêmica os recursos financeiros podem escorrer pelo ralo sem muita cerimônia.
Tenho certeza que o cidadão mossoroense agradecerá e muito esse tipo de controle, pois assim poderá sobrar recursos para se investir em áreas prioritárias como saúde e educação.
Tenho procurado oferecer ideias, contribuição, sugestões, questionamentos e amplo estudo técnico – com conhecimento de causa – à gestão municipal, no sentido de colaborar para que ela funcione. O espaço cedido a convite do editor desta página, jornalista Carlos Santos, foi aberto com uma ponderação muito clara:
– “Gutemberg, vamos oferecer elementos ao bom debate, à discussão elevada, longe desse cabo-de-guerra cretino entre quem é contra e quem é a favor da ‘Rosa’, coisa que não leva a nada. Só alimenta nosso atraso político“.
É isso que temos feito. Voltaremos a esse e outros temas serão focalizados.
Gutemberg Dias é graduado em geografia, mestre pela UERN e empresário
Por Gutemberg Dias
À semana que se encerrou ontem, um dos temas que ocupou o noticiário político de Mossoró, mesmo que tenha sido em sua grande parte na imprensa livre (internet), foi a questão que a Prefeitura Municipal de Mossoró atropelou decreto editado por ela mesma quanto à ocupação dos cargos em comissão. São os chamados “cargos comissionados”, como tratados popularmente.
Pelas contas de Erasmo Firmino, Blog do Tio Colorau (veja AQUI), já são 524 nomeações para ocupar cargos em comissão. Como a lei complementar n. 122/2016 estabelece um total de 702 cargos a serem nomeados pelo prefeito da hora e desse total, 186 são funções gratificadas que devem ser ocupadas por servidores públicos municipais de carreira, restariam apenas 516 cargos a serem nomeados sem que houvesse vínculo algum com o quadro de servidores da municipalidade.
Partindo-se da premissa de que 524 cargos foram ocupados por pessoas que não tem vínculo com a prefeitura, conforme dados colhidos do Jornal Oficial do Município (JOM), a prefeita Rosalba Ciarlini (JOM) desobedece o próprio decreto que assinou e que estabelecia que só preencheria no máximo 50% dos cargos definidos em lei.
Oficialmente, a prefeita já nomeou 173 pessoas além do que seu primeiro decreto prescrevia, como o Blog Carlos Santos apontou em matéria especial (veja AQUI).
A lei complementar n. 122/2016 – que rege a contratação/nomeação dos comissionados – tem um anexo que explicita todos os cargos e funções gratificadas que o gestor tem o direito legal de preencher. O anexo II é composto por uma sequencia de tabelas que especificam os cargos/funções, símbolo, quantitativo e valores unitários.
Muitos perguntam quanto é que a prefeitura gasta com cargos comissionados. Segundo a lei complementar n. 122/2016 a municipalidade pode ter um desembolso mensal de R$ 1.754.375,00 se todos os cargos/funções estiverem ocupados. Porém, vale destacar que esse montante de recursos não está acrescido dos encargos sociais e trabalhistas, que com base no Tribunal de Contas da União (TCU) chega a 69%. Dessa forma, o valor mensal sobe para R$ 2.964.893, 75.
Fazendo uma análise anual dos valores para remunerar os cargos comissionados e as funções gratificadas, a Prefeitura Municipal de Mossoró poderá desembolsar R$ 35.578.725,00 durante um ano fiscal. Se comparado com o montante da receita realizada no ano de 2016 que consta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2018 (R$ 483.834.199,00), os cargos em comissão nesse ano corresponderam a 7,35% da receita primária do município. Atualmente, a folha de pessoal estaria em torno de R$ 25 milhões, comprometendo bastante a capacidade de investimento do Executivo.
Já para a perspectiva de arrecadação para 2017 esse mesmo percentual cai para 5,27%, número que não acredito que seja alcançado em função da frustração recorrente de receita.
Ainda com base no anexo II da lei complementar n. 122/2016 os cargos com maior quantitativo de vagas para nomeação são as funções gratificas (FG I a IV) que somam 186, Diretores de Unidade (DU) com 140 vagas e, na sequência, os Chefes de Divisão (CD) com 100 vagas para livre nomeação do gestor.
O total desses cargos somam 426 (60%) e representam 31,28% de todo custo com os cargos em comissão.
Os números são incontestes e mostram que a previsão do impacto desse tipo de contratação pela municipalidade tem variação de 5 a 8% sobre o montante da receita primária do município. Não resta dúvida que pode ser melhor trabalhado e reduzido uma parcela desse universo que foi levantado.
Ainda, numa perspectiva de redução do impacto dos comissionados sobre a receita, poderia se pensar no aumento das funções gratificadas que são destinadas aos servidores efetivos. Sem sombra de dúvida é uma sugestão para a reforma administrativa que se avizinha, ou pelo menos foi prometida e que quase cinco meses depois só apareceu de verdade na criação de mais uma secretaria, a da Cultura, com pelo menos outros 50 cargos comissionados.
Pelo visto, o governo da prefeita Rosalba não tinha de verdade um projeto de gestão e com a administração correndo, tenta paralelamente esboçar algo para apresentar à Câmara Municipal.
Outra sugestão é a criação de um mecanismo para controle efetivo das nomeações para que a lei não seja ferida e não descambe para uma sanção ao gestor quanto a uma improbidade administrativa.
Fica a indagação ao webleitor em relação à real necessidade de tantos cargos em comissão e, também, dos servidores terceirizados: será que não são exagerados? Provavelmente, sim. Ainda mais em tempos de crise, com necessidade de redução drástica de custos.
Outro segmento que tem um impacto muito grande sobre a receita são os servidores terceirizados. Acredito que o desembolso mensal da prefeitura nesse segmento deva ser superior em mais de 25% dos valores pagos aos comissionados. A contratação dessas pessoas muitas vezes seguem indicação meramente política, onerando gastos da prefeitura, mas aliviando a pressão politica de grupos e vereadores.
Será objeto de outra análise no futuro.
Gutemberg Dias é geógrafo, mestre pela UERN e empresário
O Centro Brasileiro de Cursos (CEBRAC), em Mossoró, realiza mensalmente palestra com profissionais das mais diversas áreas – tendo como público alvo os seus alunos.
Hoje (sexta-feira, 5), o editor do Blog Carlos Santos é o convidado.
O evento será às 15 horas, à Rua Dr. Francisco Ramalho, 115, Centro (ao lado da Capela de São Vicente), sede local do Cebrac.
A profissão de jornalista no contexto atual e à luz da Liberdade de Expressão é o foco temático a ser abordado para o público adolescente.
Até lá!
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Às 18h40 de hoje estaremos no estúdio do programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM) – Canal 10.
Conversa com os jornalistas Vonúbio Praxedes e Carol Ribeiro
Até lá!
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Ele, como eu, não é dado a salamaleques na vida e principalmente em certas datas. Em aniversário, então…
Mas hoje não é o caso.
Meu registro é uma declaração pública de afeto que, bem sabes, não é da boca para fora. É do fundo d’alma.
Somos irmãos! Somos também um pouco Viramundo de Sabino – que teima em transformar o mundo do seu jeito: parando o trem, colocando ordem no hospício, pegando o touro à mão ou jogando um gambá na tuba.
De verdade, a gente nunca saiu do entorno da Capela de São Vicente, que é um pouco de nós mesmos, ou guia do caminho que percorremos até hoje – sem atalhos.
Somos nozes que o cupim não rói. No fim, sairemos mais vivos do que nunca dessa história que teve longo hiato até ser o que é, porque tinha que ser assim.
Aldeíza e “seu” Chico sabem bem do que falo.
Parabéns!
* Para Honório de Medeiros, meu IRMÂO!
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Flagrantes do talentoso Fotógrafo Ricardo Lopes, em 2011, de uma noite inesquecível e de vitória para mim, família e amigos
Por Carlos Santos
Em 2011, eu lancei meu segundo livro na TV Cabo Mossoró (TCM) – o “Só Rindo 2 – A política do bom humor do palanque aos bastidores”.
Uma noite inesquecível!
Sofria perseguição feroz dos inquilinos da prefeitura, que chegaram a ponto de tentar sabotar de todas as formas o evento.
Tive de Milton Marques – dirigente desse complexo de comunicação – muito mais do que um lugar à noite de autógrafos.
Inesquecível “Milton”, como sempre o tratava, pelo prenome, sem pompas.
Obrigado.
Descanse em paz!
Veja AQUI como foi o lançamento do livro no dia 21 de junho de 2011;
Veja AQUI crônica que escrevi à época sobre a sensação de lançar novo livro.
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À semana passada (quinta-feira, 13), fui entrevistado pelos jornalistas Carol Ribeiro e Bruno Barreto, dentro do programa “Meio-dia Mossoró”, da Fm 95,7.
Conversamos sobre política nacional e a paroquial.
Desse bate-papo saiu uma edição do programa “Plenário TCM”, da TV Cabo Mossoró (TCM).
A entrevista está nesta postagem em dois vídeos.
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Depois que o mossoroense João Almino chegou à Academia Brasileira de Letras (ABL) – veja AQUI, eu e Caby da Costa Lima disputamos outra vaga.
Temos livros da série “Besta se Ler”, quase “Best-sellers”.
Vamos à luta, “camaradinha”!
Mas na condição de um escritor “mundialmente desconhecido” levo certa desvantagem, admito.
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Gilson, o editor desta página e o jornalista Gilberto de Sousa (Rede News 360) em encontro informal segunda-feira (6)
A FM 105 de Mossoró acertou a contratação de um nome de peso da comunicação do RN.
Gilson Cardoso, ex-FM 93, vai desembarcar na emissora com o “Programa Gilson Cardoso”, de 9 às 12h, de segunda a sábado.
A estreia acontecerá na próxima segunda-feira (13).
Cardoso esteve por mais de 15 anos na 93, sendo líder absoluto do horário.
Levará para o novo prefixo uma grife pessoal, em programa de variedades.
Nota do Blog – Estou particularmente muito feliz pela notícia que colhi.
Os ouvintes e anunciantes, até então órfãos, agradecem.
Sucesso, meu caro.
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Por Carlos Santos
“O nepotismo começou cedo, quando Deus nomeou Seu filho para a Santíssima Trindade.” Frase atribuída a Agamenon Magalhães, 1893-1952, político pernambucano, ministro do Trabalho e da Justiça de Getúlio Vargas.
O que é nepotismo? Num rápido passeiO pelo dicionário colhemos duas definições bem objetivas. Uma, que remonta à origem do próprio vocábulo, ou seja, seu aspecto etimológico/semântico. Outra, atualiza-no sobre sua prática nos dias contemporâneos.
Vamos lá.
Nepotismo é um substantivo masculino. Trata-se da “autoridade exercida pelos sobrinhos ou demais parentes do papa na administração eclesiástica”.
Nepotismo hoje em dia é identificado como “favoritismo para com parentes, especialmente pelo poder público.”
Nossos caríssimos legisladores no Congresso Nacional (Senado e Câmara Federal) vão adaptando a lei aos seus interesses, na proteção da parentela. Içam a justificativa de que nomear parentes para cargos no poder institucional não é nepotismo, mas procedimento baseado na qualificação e confiança no filhote, irmão, mulher, ‘quenga’ etc.
Pura balela.
O fato dos congressistas mudarem a lei aqui e ali, legalizando o que é nitidamente imoral, pode torná-la legal por estar positivada, mas não deixará de ser algo abjeto. Continuará sendo imoral. É nepotismo!
Nem tudo que é legal, é decente. Nepotismo é, em essência, indecente. Legalizado ou não.
Chegará um dia em que eles, os congressistas, vão definir em projeto de lei a ser convertido em lei: “Configurar-se-á nepotismo apenas os casos de nomeação de mais de cinco parentes diretos à administração pública. Revogada as disposições em contrário”. Ponto final.
Assim, ficará claro para os cretinos e beneficiados que bancar filho, patinho de borracha, criado-mudo, pinguim da geladeira ou qualquer outro ‘ser vivo’ de sua casa, a expensas do erário, não será – por lei, nepotismo.
NEPOTISMO vem da palavra em latim nepos, que significa neto ou descendente, e define relações onde temos o favorecimento de parentes de determinada pessoa em diversas situações em detrimento de outras pessoas mais capacitadas, para nomeação ou elevação de cargos.
Seu uso original ocorria no âmbito da Igreja Católica, onde os papas por não possuírem filhos herdeiros, nomeavam os seus sobrinhos ou parentes próximos para cargos dentro da Igreja como cardeais ou conselheiros. (Fonte: Jusdireito)
Apesar disso, insisto: continuará sendo nepotismo por fundo semântico, etimológico e principalmente de ordem ética. Mais do que uma hipotética transgressão jurídica, é um crime moral – que fere os costumes.
A grande maioria dos políticos brasileiros, por formação e por sua cultura de esperteza, não consegue entender isso e não aceita que a coisa pública seja realmente pública, do povo, pelo povo e para o povo.
Daí, particularmente, me revelo cada dia mais descrente com a política e com o político do meu país.
Ainda bem que temos valiosas exceções, que precisam ser aplaudidas, exaltadas e incentivadas. Mas são exceções.
Carlos Santos é editor e fundador do Blog Carlos Santos
Hoje, outra vez, o editor desta página estará no programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM) – Canal 10, às 18h40.
Convite dos jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, seus âncoras.
Vamos conversar sobre política, claro. Do nosso rincão a Trump, se for o caso.
Interagir com o telespectador, trocar ideias, fomentar o bom debate.
Até lá.
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Passei algumas horas hoje no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró.
Tempo para muitas observações, conversas, questionamentos. Perguntas, perguntas, perguntas. Planilhas, números. Sobe e desce de escadas; entra e sai em salas, alas, corredores. Elevador para cima, para baixo.
Em seus escaninhos…novos, reformados, antigos, bem antigos, a tranquilidade que contrasta com o que eu vira no passado.
Ouvi, escutei: dirigentes, servidores, mães…
Captei o choro de bebês, vozes balbuciando palavras ininteligíveis.
Vai e vem de gente.
Em boa parcela desse tempo, optei por conhecer sua UTI Neonatal.
Sabia que ia me emocionar. Assim foi.
Fez-me bem.
Testemunhei bebês minúsculos, frágeis, brigando pela vida.
Nenhuma daquelas crianças era minha, nem devo conhecer seus pais; talvez nunca as veja – engatinhando, andando ou correndo por aí.
Mas é impossível não imaginá-las engatinhando, andando, correndo por aí.
Torço por cada uma, como se minha fosse.
Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…
Amém!
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Por Marcos Pinto
“Precisamos resolver nossos monstros secretos,
nossas feridas clandestinas,
nossa insanidade oculta.” (Michel Foucault)
O estudo aprofundado da evolução cultural do homem, em seus diversos e multifacetados estágios, revela nas suas entrelinhas um liame do acaso com um puro ocaso. Nesse quadro, surgem de forma inflexível, os dois tipos de dores do mundo: A dor que machuca e a dor que muda.
Entre um “por acaso” e um “puro ocaso” permeia a sentença conclusiva de que “viver é enfrentar desafios”. Alinhavamos nossas idéias com o matiz resultante da sensação ou da reflexão.
Vinculamos nomes e episódios a vidas comuns. Há toda uma reconversão à vida, através da representação de mistérios profanos.
Coisas passadas, mas de que vive e se formou o presente. Almas decaídas e almas nobres povoam episódios de pessoas simples, alguma com a sua auréola de “santo”.
Esses “santos de casa”, que se não fazem milagres, parecem mais espontaneamente santos, mais docemente amigos, mais misericordiosos e beatos do que os outros. É daí que surge o por acaso, fixando a certeza de que esse “santo de casa” evolará em odor de santidade, emoldurado em puro ocaso.
Restará uma auréola de santo sempre que se mencionar o Modus Vivendi de quem nunca se imagina gesto, postura ou descuido de gente como outra qualquer. Só eles – os tais e coitados “santos de casa”, com o seu crucificante estigma de que não faz milagres. Mas são capazes de se fazerem amar de puro amor.
Os acasos, tanto podem ser frutos da imaginação, da intuição ou mesmo personificação de situações mais agudas. O grande filósofo André Malraux consolidou a assertiva de que “nenhuma Estenógrafa fixa uma conversação”.
O insigne amigo Carlos Santos, em sua aguda e acentuada visão sobre as coisas do espírito, fixa um perfil incisivo de que “Nem tudo se ajoelha à mediocridade”.
As construções de nossas idéias serão sempre feitas de repentes da alma, onde o fantástico e o natural são tratados como o natural das coisas e de todos os dias. Construímos razões e concepções pungentemente dilacerantes no confronto às inquietações do cotidiano, com os seus elementos de “visão” e até de medo.
O ontem se tornou, agora, tão precioso quanto foi. Nada de mediocridade, desfaçatez e vaidades assoladoras. Na verticalidade determinante do tempo, muitas vezes surge um feliz acaso, atingindo o apogeu com o poder de mando. Tanto pode ser agente desencadeador de empatia quanto de acre antipatia.
Paira uma dúvida atroz, a se estender para o horizonte profundo das interjeições metafóricas dos sonhos. Evidencia-se um tom displicente de motivo pessoal, imediato, rotineiro em seus achados e achaques.
De nada valerá o ressentimento de fidalgo esfomeado das palavras cruéis e verdadeiras. Nada de temer o ocaso. Nada de angústia e ansiedade diante a certeza concreta de que um dia verá o seu último Sol se por. De nada adiantará banalizar o momento seguinte, abraçando-se aos estertores da volúpia em chamas.
De que vale uma biografia dartagnesca, forjada nos melindres da pusilanimidade?. Impõe-se o afastamento do talento agitado, desatinado na maneira sôfrega de viver o cotidiano, de precipitar-se no mundo dos devaneios e do ceticismo.
Ordena-se o ajustamento desambicioso às grandezas e às honrarias., sem a temeridade do capricho dos fatos insondáveis. Há urgência do contato direto, psicológico, empático, íntimo, com a amplitude espiritual do DNA divino.
Para viver um esfuziante acaso afastado de deprimente ocaso, impõe-se que nunca se revele como uma espécie de predestinação de sucesso vivido antecipadamente. Tutela intenso cunho filosófico a instigante interrogação do escritor e historiador Honório de Medeiros: “…Ao fragmentar a tessitura da realidade, o que acontecerá quando tudo for compreendido ?”.
Inté.
Marcos Pinto é escritor e advogado
Às 7 horas da manhã dessa terça-feira (1º de Novembro), o editor deste Blog desembarca no estúdio principal da Rádio Difusora de Mossoró (1.170khz).
Bate-papo sobre política com Carlos Cavalcante, apresentador do programa “Cidade em Debate”.
Confirmado.
Sintonize o programa ao vivo pela Web, clicando AQUI.
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Por Marcos Pinto
Na escola da vida não dou espaço para nenhum tipo de pretensiosismo. Daí, que faço minhas a sapiente reflexão do nobre amigo Jornalista de escol Carlos Santos, diante ataques e achaques de alguns sacripantas:
– “…Prefiro exercitar a tolerância e a compaixão. Ajudam-me a aplacar os efeitos da má-fé alheia e reconhecer também meus limites”.
É nesse processo de estabelecer limites às minhas pretensões provincianas, que assalta-me a assertiva de que nosso conhecimento e fortalecimento nada mais são do que a soma de toda experiência vivida no decorrer de nossa vida.
Entendo que começamos a nos convencer de que estamos realmente envelhecendo a partir do momento em que, durante o decorrer de uma animada conversa, enfocando fatos há muito tempo decorridos, frisamos a frase: “No meu tempo…”.
Essa evolução cognitiva e intelectiva, no somatório do tempo e na contagem dos dias vividos deve ser precedida por uma espécie de alumbramento cotidiano das virtudes cristãs, evitando, assim, um vir-a-ser pleno de obstáculos e dificuldades. Nesse desiderato da longa estrada percorrida reside a certeza inexpugnável de que a vida é uma escola em que, às vezes, o Professor Senhor Tempo bate com tanta força que ameaça romper os liames da resistência.
É dentro dos princípios da razoabilidade e do bom senso que devemos romper os grilhões que nos amarram à estreita mentalidade do nosso tempo passado. Devemos ficar atentos para não esquecermos, também, de nos vigiarmos, para nos impormos limites aos nossos pretensiosismos e devaneios sentimentais.
Quando alcançamos o patamar de meio século de vida bem vivida, geralmente chegamos à conclusão de que a felicidade total e plena não existe. Há sempre uma lacuna no contexto de que ser feliz é ter tudo que se quer ao mesmo tempo – à tempo e à hora.
Aos nossos passos devemos imprimir as marcas do nosso ego, em que as virtudes superem os nossos defeitos em larga escala. Sintetizemos os caminhos a serem percorridos, através das paralelas das diligentes e imperiosas discrição, modéstia e fé.
Nesse mister, a honradez e a dignidade constituirão o estandarte a ser conduzido bem alto, para ser triunfalmente fixado no umbral do Templo do Senhor Tempo. Nos anais hão de constar a fiel descrição do caráter virtuoso, norteador indispensável para o enfrentamento e resolução dos desafios do cotidiano, onde o antagonista sempre traz na boca o gosto do sangue e o bote certeiro da traição.
Há uma grande virtude, que respalda a modalidade conservadora no pensar e no agir – a conduta retilínea no cumprimento e exigência da verdade como fator indutivo de confiabilidade pessoal e profissional. Os nossos pais e avós há muito já diziam que quem mente rouba é capaz de praticar todo tipo de vilania, perfídia e leviandades, magináveis e imagináveis.
Assombra-me o fato de que o mentiroso sempre acha que ninguém checará a história divorciada da realidade.
Patologia? Desespero? Desfaçatez?
Geralmente, se for confrontado, tentará alguma manobra diversionista do tipo “Me entenderam mal”. Típico de pessoa bipolar, de temperamento instável, colecionadora de atitudes questionáveis e nada recomendáveis.
Longe de mim o querer imputar-me como cultor do puritanismo. Na ruidosa agitação do dia-a-dia, prefiro fazer valer a máxima do grande Machado de Assis:
– De médico, poeta e louco, todos nós temos um pouco.
Inté mais ver.
Marcos Pinto é advogado e escritor
O programa “Plenário TCM” da TV Cabo Mossoró (TCM) apresentou em sua edição desse domingo (21), um resumo das entrevistas da semana anterior do programa “Meio-Dia Mossoró”, da FM 95.
Entre esses resumos, bate-papo do editor deste Blog com os apresentadores e jornalistas Bruno Barreto e Carol Ribeiro.
Nesse trecho prospectado pela produção do programa, falamos sobre sucessão mossoroense, disputa à Câmara Municipal, momento das lideranças políticas de Mossoró.
Click no boxe acima para ter acesso à entrevista.
Acompanhe nosso Twitter AQUI. Notas e comentários mais ágeis.
Na próxima quarta-feira (13) estaremos ao vivo – em estúdio – no “Jornal das Cinco” da FM 105 de Mossoró.
Vamos fazer balanço da política mossoroense e do Rio Grande do Norte, com rabiscos sobre a crise nacional.
Bate-papo com o âncora do noticioso, o jornalista Tárcio Araújo.
Temos participação com notícias e comentários diariamente no Jornal das Cinco (das 17 às 18h).
Até lá!
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Hoje, a gente vai estar ao vivo no Jornal das Cinco da FM Santa Clara – 105,1.
Será a partir das 17 horas.
Bate-papo com seu apresentador, o jornalista Tárcio Araújo.
Vamos conversar sobre política nacional, estadual e municipal.
Sintonize.


