segunda-feira - 08/08/2011 - 23:00h
Livro

Agnelo reúne imprensa antes do “Carta ao humano”

Na próxima quarta-feira (10), a partir de meio-dia, no restaurante Trattoria (Mossoró), um almoço será oferecido pelo deputado estadual Agnelo Alves (PDT), a convidados da imprensa local.

Às 20h, desse mesmo dia, ele lançará o livro “Carta ao humano”, na Estação das Artes Elizeu Ventania, dentro da Feira do Livro de Mossoró.

Agnelo, um pouco antes, às 11h, visitará a prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), para convidá-la ao lançamento do seu livro.

Carta ao humano foi lançado mês passado em Natal. É uma coletânea de crônicas escritas por Agnelo entre 1974 e 1982, com publicação no jornal Tribuna do Norte.

Nota do Blog – Participei do lançamento em Natal. E, o livro, já o consumi. É um material documental interessante, que me ajuda a conhecer o período descrito, com a boa prosa do autor.

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quinta-feira - 28/07/2011 - 16:42h
Novo livro

Agnelo Alves lança “Carta ao humano” hoje em Natal

É hoje às 19h30 na Livraria Siciliano do Midway Mall, o lançamento do livro “Carta ao humano”, do jornalista e deputado estadual Agnelo Alves (PDT).

A publicação reune crônicas assinadas por ele entre 1974 e 1982, mas usando um pseudônimo, devido pressões política, haja vista que fora cassado em 1969, sendo impedido do simples exercício profissional do jornalismo.

Os textos, originalmente, foram veiculados através do jornal Tribuna do Norte.

A expectativa é de que tenhamos um público recorde e diversificado, prestigiando Agnelo.

P. S – Estou batendo minhas canelas de talo de coentro por Natal há alguns dias. E, na agenda, desde o princípio, firmado o compromisso de prestigiar “Neco”, para obter seu autógrafo.

Portanto, mais tarde esbarro por lá.

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domingo - 24/07/2011 - 01:10h
Conversando com... Agnelo Alves

Micarla é vista como caso patológico de “total falta de juízo”

Aos 78 anos, jornalista e deputado estadual, Agnelo Alves é uma das cabeças mais efervescentes da política potiguar, além de ter uma incansável e longa carreira jornalística. Integrante do PDT, ex-prefeito de Natal (quando foi cassado pelo regime militar em 1969), ex-senador da República (assumiu em 1999, com saída do titular Fernando Bezerra para o Ministério de Fernando Henrique Cardoso), duas vezes prefeito de Parnamirim (2000 e 2004), ele está no primeiro ano de mandato na Assembleia Legislativa. Neste bate-papo, fala sobre a atividade parlamentar, Governo Rosalba Ciarlini (DEM), sucessão natalense e outras questões correlatas.

Agnelo acha normal deputados voltarem a ter reeleição para presidente

Blog do Carlos Santos – Houve quem dissesse num passado não muito longínquo, que o Senado “é o céu”. Por lá o senhor já esteve, mas agora vive uma experiência política na Assembleia Legislativa. A AL do RN é “uma ilha”, em condições político-financeiras diferenciadas e imune à própria crise do atual Governo do Estado?

Agnelo Alves – Não conheço o céu e quero demorar, ainda, muito tempo para conhecê-lo. Não tenho, pois, como fazer a comparação. Mas não tive dúvida em renunciar para me candidatar e me eleger Prefeito de Parnamirim e, agora na Assembleia Legislativa, tenho um dever para cumprir. E o dever como compromisso público é meu prazer. Meu céu.

BCS – Um dos primados da democracia é a alternância no poder. Faz sentido a AL, depois de extinguir a reeleição à sua presidência, em dezembro passado, sustentando esse arrazoado, pavimentar mudanças em seu regimento para garantir de novo esse instituto?

Agnelo Alves – A política é arte da pluralidade. Daí os políticos estarem sempre mudando de opinião. O ruim e condenável seria mudar para pior. Se até a data da eleição o presidente Ricardo Motta, em quem confio, fizer um bom mandato será ótimo para a Assembleia a reeleição.

BCS – Que avaliação o senhor faz dessa propalada “crise financeira” do Governo Rosalba Ciarlini (DEM)? É de fato uma crise financeira ou de mentalidade e método de gestão?

Agnelo Alves – Não tive nenhuma surpresa quando foi anunciada a crise. A minha curiosidade, quase uma ansiedade, é quanto ao que a governadora vai fazer. Qual o seu plano de Governo? Ninguém sabe. Quando começa? Ora, se ninguém sabe qual é o plano de Governo para o futuro, também a estas alturas não interessa mais se saber do passado.

BCS – Em seguidas pesquisas, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), seu filho, aparece com considerável aceitação para retornar à prefeitura. Ao mesmo tempo, sua sucessora Micarla de Sousa (PV) confirma a maior repulsa popular de Natal a um governante. Carlos teria essa intenção de votos se não existisse a catastrófica Micarla como “cabo eleitoral” dele?

Agnelo Alves – A preferência pelo ex-prefeito Carlos Eduardo para uma reeleição é o reconhecimento da Administração competente e realizadora. Quanto à rejeição da atual Prefeita se explica naturalmente pela incompetência, pela pequenez e também pela total falta de juízo, parecendo mais um caso patológico.

BCS – Com a morte do seu irmão, o líder populista Aluízio Alves, acentuou-se o fracionamento da família Alves, do ponto de vista político. O senhor e Carlos numa direção; o deputado federal Henrique Alves (PMDB) e o primo senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB) divergindo frontalmente no peemedebismo. A sucessão natalense pode uni-los de novo?

Agnelo Alves – O fato de estarmos em partidos diferentes não significa desunião da família. Somos – os Alves – uma família unida. Mesmo com Aluízio ainda vivo, tivemos o caso de dois irmãos disputando a prefeitura de Natal. No caso, Henrique Eduardo e Ana Catarina. Nem por isso a família se desuniu. Apenas, os partidos sugerem espaços diferentes, mas união nos objetivos finais.

BCS – A liderança da família Alves virou uma tarefa a quatro, seis, oito mãos, após a morte de Aluízio. É o que vejo. A conjuntura atual e perspectivas de anos que se aproximam, projetam um substituto único nesse papel que hoje parece coletivo?

Agnelo Alves – A liderança não se impõe pela força, como sugere o uso das mãos. A liderança se conquista pelas idéias. E todos nós, Alves, somos unidos para o bem comum.

Agnelo aguarda Governo Rosalba

BCS – O senhor dia 28, em Natal, e dia 13 de agosto, em Mossoró, durante a Feira do Livro, lança “Carta ao humano”, uma coletânea de crônicas publicadas de 1974 e 1982, no Tribuna do Norte. Faz-me recordar do ótimo “O que não esqueci” de Aluízio Alves. Esse livro tem esse sentido documental-biográfico?

Agnelo Alves – “Cartas ao Humano” foi uma maneira que encontrei para com pseudônimo nos tempos da ditadura – os anos de chumbo – escrever já que como cassado, sem direito político ou mesmo de simples cidadão brasileiro estava proibido de exercer a minha profissão de jornalista. Reuni algumas dessas crônicas e estou republicando-as num livro que lançarei, inicialmente aqui em Natal, e em Agosto em Mossoró, na Feira do Livro. Espero contar com a presença dos amigos e de quantos tenham a curiosidade de saber dos tempos da ditadura, nos seus anos de chumbo. (Fotos: Luiz Eduardo Andrade).

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