sexta-feira - 15/08/2014 - 17:22h
Mossoró

Prefeitura acerta com médicos da Dix-sept Rosado

Do Blog de Magnos Alves

Desde a semana passada, a Prefeitura de Mossoró negociou os débitos em atraso com os obstetras que atendem na Casa de Saúde Dix-sept Rosado, como contrapartida da Prefeitura para o funcionamento da casa. Esta ação é realizada como complemento, visto que esta unidade não pertence e não é gerenciada pelo Município.

O débito de R$ 700 mil de retroativo foi negociado em oito parcelas, sendo que a primeira já foi paga. A Prefeitura explica que os pagamentos estavam em dia, faltando acertar apenas este valor referente há três meses que foram se acumulando ao longo do ano.

Nesta sexta-feira, 15, a Prefeitura efetuou o pagamento de R$ 436.810,47 aos anestesiologistas da Casa de Saúde, negociando também uma dívida que estava se acumulando.

Esses profissionais que fazem parte do Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) estão em nova negociação com a Prefeitura para discutir se mantêm, ou não o serviço, uma vez que o contrato existente entre as partes se venceu no dia 31 de julho.

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sexta-feira - 08/08/2014 - 08:04h
Saúde em frangalhos

Obstetras acusam prefeitura de não honrar compromissos

Obstetras e ginecologistas de Mossoró, que fazem parte do “Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO)”, emitem “Nota de Esclarecimento” à população. Dão sua versão sobre paralisação de serviços de obstetrícia na Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR).

Acusam a Prefeitura de Mossoró pelo problema, por quebrar compromissos com os profissionais.

Veja abaixo:

Sobre a suspensão do serviço de obstetrícia na Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), o Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO) vem a público esclarecer alguns pontos:

No último dia 1º de agosto encerrou-se o contrato firmado entre médicos e Prefeitura de Mossoró, o qual garantia a prestação de serviços obstétricos na CSDR. O contrato, por enquanto, não foi renovado, tampouco foi feito qualquer aditivo referente à dispensa de licitação.

Outra questão que precisa ser negociada é quanto ao pagamento de salários que estão em atraso há quatro meses, bem como o pagamento referente à produção de procedimentos.

No dia 31 de julho, representantes do NGO estiveram reunidos com a Secretaria Municipal de Saúde, Ministério Público, Direção da CSDR e a Direção do Hospital da Mulher, e na ocasião ficou acordado que os médicos obstetras manteriam o plantão na Casa de Saúde até a segunda-feira (04), mesmo sem contrato, aguardando que lhes fosse apresentado um cronograma de pagamento referente aos salários atrasados. Os médicos cumpriram com o acordo. Porém, a Secretaria Municipal de Saúde não apresentou datas para o pagamento de todos os débitos com a categoria, e por isso os obstetras tiveram que suspender os serviços na maternidade.

É importante destacar, ainda, a necessidade de melhores estruturas e condições de trabalho na CSDR, sem as quais fica inviável a prestação de um serviço de qualidade, visto que, atualmente, chegam a faltar medicamentos aos pacientes e materiais básicos para procedimentos médicos na unidade.

O NGO esclarece que tem interesse em renovar o contrato com a Prefeitura de Mossoró, já tendo inclusive, feito o comunicado à Secretaria Municipal de Saúde, por meio de ofício enviado no dia 22 de julho de 2014. No entanto, é preciso que haja definições de datas para pagamento aos profissionais, e também a garantia de mais investimentos na CSDR, a fim de permitir melhores condições de trabalho na unidade.

Somente após a apresentação de um cronograma de pagamento e de uma definição sobre o que será feito para melhorar a estrutura da CSDR é que os médicos obstetras poderão aceitar a renovação do contrato com a Prefeitura de Mossoró, retomando assim os serviços de obstetrícia na maternidade.

Mossoró, 07 de agosto de 2014

Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO)

Assessoria de Imprensa

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quarta-feira - 06/08/2014 - 06:41h
Mossoró

Explosão causa pânico e Hospital da Mulher é evacuado

A noite dessa terça-feira (5) foi marcada pelo pânico no Hospital da Mulher, em Mossoró. A explosão de um transformador de energia causou alvoroço.

Samu é usado para garantir evacuação (Foto: Cézar Alves)

O imprevisto foi agravado, porque tubulação de oxigênio da UTI Neonatal acabou atingida.

A ação imediata de sua direção e equipe funcional, ao lado do apoio do Hospital Wilson Rosado e Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), além do Samu, ensejou rápida reação.

Mães e bebês foram levados do local.

Segundo informações de fonte do Samu, em menos de duas horas todos os pacientes e servidores estavam fora do local.

VÍDEO MOSTRA OPERAÇÃO:

“Três bebês e suas respectivas mães foram levados para o Wilson Rosado e 9 para a CSDR. Ninguém se feriu na operação”, informou o jornalista Cézar Alves em seu Twitter, às 22h50. Clique no boxe acima e veja imagens.

O Corpo de Bombeiros também foi acionado. Garantiu que não havia risco de novas explosões.

Hoje, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) deverá emitir comunicado explicando o caso e detalhando medidas.

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segunda-feira - 08/04/2013 - 11:38h
Cidade rica

Parto no Hospital da Mulher sai por R$ 55 mil

O Hospital Materno-Infantil Parteira Maria Correia (Hospital da Mulher), durante o mês de março, atendeu somente 50 gestantes e, sábado (6), apenas uma.

Mas o contrato com a terceirizada assegura, apesar do lengalenga do paga-não paga, R$2.750.000,00/mês.

Por esses números é possível se fazer uma conta rápida e de resultado espantoso: cada parto saiu por cerca de R$ 55 mil.

Nem em Dubai (Emirados Árabes) e Nova Iorque encontraremos tamanhos números, próprios da realeza luxuriante.

Nota do Blog – Boa parte dos problema da saúde pública em Mossoró, que é municipalizada, portanto sob controle da prefeitura, continua sendo de gestão.

Durante oito anos o Governo Fafá Rosado (DEM) priorizou interesse particular/familiar em detrimento da saúde dos mais carentes.

A nova prefeita Cláudia Regina (DEM) precisa, por bom senso, zelo à sua biografia e respeito à vida, mudar essa história.

O caso das UTI pediátricas é emblemático. A extinta Uniped tinha seis leitos que foram fechados por falta de apoio público.

O Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) dispõe de todo equipamento comprado há cerca de três anos e pode colocar vários leitos de UTI pediátrica em funcionamento, desde que receba pelo o serviço, os mesmos recursos que são facilitados para esquema de saúde ligado à prefeitura.

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segunda-feira - 01/04/2013 - 21:52h
Mossoró

Médico descreve drama e cobra reação da sociedade

Prezado Carlos Santos:

Lamentavelmente o que está acontecendo em Mossoró em relação à falta de leitos nas UTI pediátricas é de cortar coração.

Temos 6 leitos na Casa de Saúde Dix-Sept Rosado (CSDR) todos ocupados e mais 6 crianças internadas em leitos improvisados na UTI Neonatal. É uma sobrecarga para um plantonista e o risco de uma infecção iminente.

Temos a UTI do Hospital da Mulher (denomino de Ilha da Fantasia ), e segundo alguns médicos que frequentam lá, há vagas. E pasme, transferem para a Dix-sept Rosado.

Por qu?

O mesmo acontece com as parturientes que também são transferidas por “falta de vaga” e foi várias vezes foi comprovado que há vagas para as parturientes.

A imprensa “chapa branca” sabe de tudo isso, mas não divulga.

Quem quiser tirar alguma dúvida é só fazer uma visitinha-surpresa nestes hospitais.

Precisamos reagir.

Valmiro Silveira – é médico

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Categoria(s): Saúde
sábado - 23/03/2013 - 09:22h
Patrimônio nosso!

Dix-sept Rosado e Hospital da Mulher são fundamentais

Em sete dias deste mês de março, a Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) realizou 102 partos.

Seus números, antes da existência do Hospital Materno-Infantil Parteira Maria Correia (Hospital da Mulher), impressionavam.

Garantia regularmente mais de 600 partos/mês.

Hoje, os números oscilam entre 450 e mais de 500/mês. Ou seja, continuam impressionando.

Esta semana, uma médica obstetra chegou a participar de 11 partos num único dia.

No Hospital da Mulher, a média de partos/mês fica em torno de 120 – em estrutura nova e com equipamentos de ponta, mas custo superdimensionado – conforme as informações coletadas por auditoria do próprio Governo do Estado e apurações do Ministério Público.

Nota do Blog – O Hospital da Mulher e a CSDR precisam de investimentos equilibrados, vigilância quanto à aplicação de seus recursos e nosso zelo como cidadãos.

Toda e qualquer campanha para fechá-los parte de mentes insanas, da estupidez humana e do desatino politiqueiro.

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  • Repet
sábado - 01/09/2012 - 10:41h
Tudo "laranja"

Justiça flagra hospital em uso eleitoreiro em Mossoró

O juiz eleitoral de Mossoró, responsável pela propaganda, José Herval Sampaio Júnior, ladeado pela promotora eleitoral Karine Crispim, fez uma blitz – surpresa – no Hospital Wilson Rosado.

Herval: rigor contra abuso

A iniciativa das duas autoridades flagrou procedimento abusivo da direção do hospital, impondo constrangimento a seus empregados. O episódio foi ao final da tarde dessa sexta-feira (31).

Os empregados eram obrigados ao uso de camisas em tom “laranja”, associando seus serviços a um dos símbolos da candidata a prefeito pelo sistema governista, vereadora Cláudia Regina (DEM).

Um representante da direção do hospital contra-argumentou, que se tratava de algo normal , numa “empresa privada”. Juiz e promotor redarguiram.

Salientaram o óbvio: parte considerável da receita do Wilson Rosado deriva de rubrica pública.

Herval Júnior foi mais incisivo. Ponderou que não tomaria medida imediata a retirada do fardamento de propósito politiqueiro, em respeito à maioria dos funcionário, formada por mulheres.

Mas mesmo assim estabeleceu prazo curto de horas à alteração. A manutenção do abuso – disse – implicaria em sanção contra os directores, aliados do esquema governista.

Fartura

O Hospital Wilson Rosado não pode se queixar do sistema público de saúde nos últimos anos em Mossoró. Enquanto outros hospitais fecharam e quem sobrou vive em estado de insolvência, ele se agiganta.

Os privilégios são muitos, em face do alinhamento político com o esquema da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Quer um exemplo escabroso?

O Wilson Rosado possui 20 leitos de UTI, mas 16 são reservados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Por uso ou não da totalidade dos 16 leitos, o hospital empalmou R$ 4 milhões e 430 mil no ano passado.

O SUS assegura repasse de R$ 473 ,72 por diária-SUS e a Prefeitura de Mossoró ainda dá um enxerto de mais R$ 291,22, totalizando R$ 770,00.

Nada demais. Nada mal, heim!?

O absurdo é que igual tratamento não ocorre, por exemplo, com a Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), administrada por familiares adversários do esquema da prefeita Fafá.

Acompanhe o Blog também pelo Twitter clicando AQUI.

Para lá, o sistema de saúde plena gerenciado pelo munícipio é mão fechada. Os repasses relativos aos 6 leitos de UTI da CSDR são apenas no valor repassado pelo Sus. E precisam ser ocupados, lógico. Paga R$ 473,72. Nada de adicional.

Há outro agravante entre outros: como Mossoró não tem uma Central de Regulação de Leito UTI, o próprio Wilson Rosado decide quem espicha ou não em suas 16 vagas. Vida e morte nas mãos de poucos.

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Categoria(s): Eleições 2012
sexta-feira - 13/04/2012 - 16:17h
Casa de Saúde Dix-sept Rosado

Governo Fafá libera verba que ‘segurava’ há meses

Finalmente, a Prefeitura de Mossoró fez o repasse de parte do montante de R$ 560.780,09 que estava retendo desde julho de 2011, inexplicavelmente. O procedimento irregular podia resultar em sanção administrativa e, judicial, contra a ordenadora de despesas do município, prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

O Blog do Carlos Santos alertou ontem sobre essa situação delicada, às 19h21, com a matéria “Prefeita pode responder criminalmente por retenção de verba” (veja AQUI). Na verdade, a postagem foi uma prestação de serviço bilateral: em favor da prefeita e em nome do interesse coletivo.

Hoje, o corre-corre na prefeitura resultou na determinação de crédito de R$ 400 mil. Foi formalizado eletronicamente ainda pela manhã, em favor da Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) – que vinha sendo prejudicada. O restante, R$ 160.780,09, poderá ser pago à próxima semana. Um informante incrustado no Gabinete da prefeita adiantou esse detalhe ao Blog.

Conforme uma fonte oficial do Ministério da Saúde (MS), era injustificável o não-pagamento à CSDR do “Incentivo à Contratualização”, rubrica que ampara o desembolso. O Blog também obteve documentos do próprio MS que atestam a liberação dos recursos, o que era camuflado e negado por porta-vozes da prefeitura há vários meses.

Nota do Blog – Os bastidores desse caso são repugnantes.

Vidas humanas estão sendo colocadas em jogo, gente morreu e a UTI adulto da CSDR chegou a ser fechada devido falta desses recursos etc.

Lamentável.

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Categoria(s): Administração Pública / Política / Saúde
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quinta-feira - 12/04/2012 - 19:21h
Recursos para a Saúde

Prefeita pode responder criminalmente por retenção de verba

Este Blog, colaborador contumaz da administração municipal de Mossoró, sempre apresentando críticas, sugestões e intermediando apelos da sociedade, outra vez vem a público ajudá-la.

Uma fonte credenciadíssima, baseada em Brasília, adianta informação de que a prefeita de direito de Mossoró, enfermeira Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, pode sofrer demanda judicial no campo criminal, por “retenção indevida de recursos federais,” carimbados, para a Saúde.

Um volume considerável de verba federal estaria sendo ‘amarrado’ inexplicavelmente, quando na verdade deveria ter sido repassado há meses à Casa de Saúde Dix-sept Rosado.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Pelo menos por enquanto.

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Categoria(s): Administração Pública / Política / Saúde
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