Sitiados por muitos embaraços e o próprio peso da pecha oligarca, o clã Alves ainda não se entendeu quanto à montagem de sua “nominata” à campanha estadual do próximo ano.
Mas há algo esquadrinhado para o tabuleiro político de 2018.
A princípio, o atual prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) será o nome da família ao Governo do RN. A princípio.
Em tese, o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) tentará novo mandato ao Senado. Em tese.
É pretensão do ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) luta com avidez para retornar à Câmara Federal. É o que ele pretende.
Walter Alves (PMDB), deputado federal, é nome certo para projeto de reeleição. Tudo indica.
Mas há algumas conjecturas em fermentação, que podem mudar essa configuração até as convenções.
Carlos Eduardo Alves pode não ser candidato, mantendo-se na Prefeitura. Assim, abriria espaço para um não-Alves, que possa arejar a cabeça de chapa em tempos de desgaste do grupo, da política e dos nomes tradicionais da política.
Garibaldi Alves Filho deixaria a disputa da reeleição e refluiria para corrida à Assembleia Legislativa, onde começou sua vida pública no início dos anos 70. Seria uma forma de potencializar eleição de uma nominata partidária maior à AL e cuidar mais de sua saúde, que anda claudicando.
Henrique manteria sua postulação à Câmara Federal. Precisa desesperadamente desse mandato de volta.
Walter Alves, filho de Garibaldi, seria lançado ao Senado. É um nome leve, de carisma e maior desenvoltura na atualidade.
Mas, claro, que tudo tem relação direta com o que possa ocorrer até lá, em face desse turbilhão político produzido em Brasilia. Forma-se um redemoinho capaz de mudar muitos planos tidos como inquebrantáveis e irremovíveis.
Mais do que crescer, o grupo projeta manter espaços e evitar maiores perdas. Sobreviver é a missão basilar.
Aguardemos, pois.
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