terça-feira - 17/10/2017 - 09:20h
Saúde e propaganda

Após ‘alerta’ do Blog, prefeitura assina contrato para cirurgias

Após postagem do Blog Carlos Santos às 7h32 dessa segunda-feira (16), assegurando que não começariam as cirurgias eletivas em Mossoró, conforme noticiado pela gestão Rosalba Ciarlini (PP) no último dia 11, o governo municipal se apressou em agir. Convocou representantes de hospitais e clínicas que farão os procedimentos, para finalmente assinarem contratos à tarde de ontem.

Até então, existia apenas um “protocolo de intenções”, o que não dava qualquer garantia legal para a contratação dos serviços. A propaganda oficial, apesar disso, imprimia outra dimensão aos acontecimentos, longe da realidade.

Contrato só foi assinado à tarde de ontem, após Blog alertar que notícia da PMM era inverídica e não havia contrato algum

O secretário da Saúde do município, enfermeiro Benjamin Bento, assinou no início da tarde os contratos com o Hospital Wilson Rosado (HWR), Casa de Saúde Santa Luzia (CSSL), pertencente à Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC); Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), ligado à Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), Clínica de Olhos Dr. Vasconcelos Neto, Clínica de Otorrinolaringologia de Mossoró e Hospital Geral de Oftalmologia.

Sem data para começar

Segundo o secretário, “a meta é que no máximo em três meses o município consiga reduzir significativamente a fila das cirurgias”, destacou Benjamin, que frisou também a necessidade do paciente passar por uma triagem.

“É preciso que o paciente passe pela triagem para que a cirurgia seja realizada. A expectativa é de que sejam realizadas 400 cirurgias ao mês”, disse.

Mas não informou quando, de verdade, efetivamente, na prática, materialmente, começarão as cirurgias. Ontem, não começou – como chegou a anunciar com alarde. Nem será hoje ou amanhã. Eis a questão.

Leia também: Prefeitura vai dizer por que não começou cirurgias eletivas AQUI;

Leia também: Prefeitura anuncia para hoje um serviço que não realizará AQUI.

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terça-feira - 17/10/2017 - 08:32h
Na Justiça

Prefeitura vai dizer por que não começou cirurgias eletivas

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró, Pedro Cordeiro Junior, promove audiência hoje às 9 horas com representantes da Prefeitura de Mossoró (Procuradoria, Secretaria da Saúde etc.).

Em pauta, a não-realização de cirurgias eletivas no município, em que há fila enorme de pacientes à espera de procedimento, número que chegaria a 1,2 mil pessoas, como a própria prefeitura estaria admitindo.

Portal da PMM deu notícia de inicio de cirurgia e, após 'alerta', deu outra atestando que seriam apenas 'contatos com pacientes'

No último dia 11, o portal da Prefeitura Municipal de Mossoró chegou a ponto de anunciar que as cirurgias começariam na segunda-feira (16), ontem (veja AQUI). O governismo sabia que isso não aconteceria, mas noticiou.

O Blog Carlos Santos atestou em postagem no dia passado, que ao contrário do que tinha sido informado pela prefeitura, não haveria qualquer cirurgia. Acertamos na “mosca”, provando que ocorrera divulgação inverídica por parte do governo municipal, ludibriando a boa-fé da população e até mesmo a Justiça.

Prefeitura desmente a si mesma

No curso do dia passado (segunda-feira, 16), o portal da municipalidade voltou a noticiar o assunto – mas noutro tom mais realista. Em vez de cirurgias, começariam “contatos com pacientes”. Veja: “Central de regulação inicia contatos com pacientes para realização da cirurgia eletiva“. O ‘ajuste’ à realidade aconteceu após ‘alerta’ de postagem do Blog Carlos Santos.

Na prática, o governo desmentiu a própria notícia que tinha dado, após flagrado no deslize.

Nossa página avisou que estaria ocorrendo um embuste. O “enrolation” visaria apenas enganar a população ou ao Judiciário também? Eis a questão.

A verdade dos fatos

Oficialmente, a prefeitura sequer tinha formalizado contratos com os hospitais à realização das cirurgias, mas apenas um “protocolo de intenções”. Não mentimos nem exageramos. Os fatos outra vez deram razão ao que foi publicado aqui.

O Conselho Estadual de Saúde aprovou em reunião realizada dia 15 de setembro, um Termo de Cooperação entre Entes públicos (TCEP) entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e o Governo do Estado, para realização das cirurgias eletivas. Seu valor chega a R$ 18 milhões. Do total, a prefeitura entra com contrapartida de R$ 7 milhões.

Leia também: Prefeitura anuncia para hoje um serviço que não realizará AQUI.

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segunda-feira - 16/10/2017 - 07:32h
Cirurgias eletivas

Prefeitura anuncia para hoje um serviço que não realizará

A Prefeitura de Mossoró, em convênio com o Governo do Estado, pretende fazer cerca de 400 cirurgias eletivas por mês.

O secretário municipal da Saúde, Benjamin Bento, diz que existe uma fila de cerca de 1,2 mil pessoas.

Em entrevista ao “Bom Dia RN” (InterTV Cabugi) desta segunda-fera (16), ele informou que houve acerto com hospitais conveniados através de “Termo de Cooperação”, para esse fim.

A Central de Regulação deverá fazer essa triagem dos pacientes, que também terão pré e pós-operatório – garantiu o secretário.

A Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (Apamim), Hospital Wilson Rosado (HWR) e Casa de Saúde Santa Luzia (CSSL), pertencente à Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), estão credenciados.

O investimento é da ordem de R$18 milhões, com R$ 11 milhões do Governo do Estado e contrapartida de R$ 7 milhões do município.

Nota do Blog – A Prefeitura Municipal de Mossoró anunciou, erroneamente, à semana passada (Cirurgias eletivas iniciam na próxima segunda-feira), que nesta segunda-feira começariam as cirurgias. Equívoco ou má-fé para ludibriar opinião pública e Judiciário?

Aguardamos resposta.

Na verdade, os hospitais não assinaram contrato para esse fim. Subscreveram um “protocolo de intenções”. Nenhuma cirurgia deverá ser feita hoje, como assegurado. Ou amanhã, depois de amanhã etc. Falta o contrato.

O que houve entre prefeitura e os hospitais foi um acerto genérico que pode preceder o convênio/contrato definitivo ou instrumento específico. Qual hospital/cooperativa médica fará uma única cirurgia sem contrato específico?

O Conselho Estadual de Saúde aprovou em reunião realizada dia 15 de agosto, um Termo de Cooperação entre Entes públicos (TCEP) entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e o Governo do Estado.

A gestão municipal sabe que pode enfrentar novo bloqueio de contas para cumprir seus compromissos com a Saúde e os prestadores de serviços da área no município.

À semana passada sofreu bloqueio judicial, sendo obrigada a pagar Apamim, cooperativas e empresas médicas que estavam sem receber pagamentos.

Francamente.

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quarta-feira - 16/08/2017 - 16:55h
Mossoró

Cirurgias eletivas devem ter início no próximo mês

O processo de efetivação do Termo de Cooperação Entre Entes públicos (TCEEP) entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e o Governo do Estado vai tramitar na Procuradoria-Geral do Estado (PGE). “A gente espera que as cirurgias eletivas e demais procedimentos sejam iniciados nos primeiros dias de setembro”, declarou o secretário de Saúde do município de Mossoró, Benjamin Bento.

A Prefeitura de Mossoró espera realizar 250 cirurgias eletivas por mês a partir de setembro para acabar com a fila de espera. Essa fila é numerosíssima, passando de 1,5 mil pessoas, alguns já com sequeles irreversíveis.

Diferença

Além das cirurgias eletivas, o Termo de Cooperação Técnica e Financeira vai garantir cobertura para complementação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cujo valor da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) saltará de R$ 478,00 para R$ 1.500,00, com a diferença sendo paga 60% pelo Estado e 40% pelo Município.

Também será beneficiado o serviço de cateterismo cardíaco, que terá o valor alinhando. Hoje, o SUS passa R$ 670,00 por procedimento. Esse valor será elevado para R$ 1.000,00, com a diferença sendo paga 100% pelo Governo do Estado.

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró e Blog Carlos Santos.

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quarta-feira - 16/08/2017 - 06:42h
Aprovação

Termo de Cooperação permitirá cirurgias e maior diária de UTI

Uma ótima notícia para a saúde pública de Mossoró.

O Conselho Estadual de Saúde aprovou, em reunião realizada nessa terça-feira (15), a efetivação do Termo de Cooperação entre Entes públicos (TCEP) entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e o Governo do Estado.

Com isso, o Estado terá que repassar R$ 18 milhões para a saúde pública de Mossoró.

Os recursos serão utilizados no custeio de cirurgias eletivas e na ampliação em 100% do valor da tabela para diárias de UTI, que serão pagas com 60% de recursos do Estado e 40% do Município.

Com informações da Prefeitura de Mossoró.

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domingo - 16/07/2017 - 11:21h

A realidade cruel que mutila e mata gente sofrida e indefesa

Por Ronaldo Fixina

Merece elogio a atuação da Diretoria do Hospital Regional Tarcisio de Vasconcelos Maia (HRTM), em Mossoró. Faz o possível. Todos os brasileiros e brasileiras, desde o nascimento, têm direito aos serviços de saúde gratuitos.

O Sistema Único de Saúde (SUS) é um direito de todos: é integral, garante equidade e é descentralizado. A população deve exigir seus direitos constitucionais.

A classe médica por um dever de consciência tem a obrigação de denunciar a omissão dos gestores da Saúde Pública. Estes, por uma questão de justiça, deveriam ser punidos pessoalmente com altas multas e prisão.

Centenas de pacientes de Mossoró são penalizados pela atual administração, em virtude da inexistência de cirurgias eletivas. Uma fratura, uma colecistite, um mioma uterino pode motivar a morte de pacientes em Mossoró pela impossibilidade de realizar uma simples cirurgia eletiva.

A Saúde Pública de Mossoró jamais foi levada a sério ou considerada prioridade nesta cidade. Prefeitas enfermeira (fracasso total – horrível ), médicas e até mesmo um almofadinha, nunca estabeleceram metas de prioridades nesta área, talvez por considerarem investimentos em saúde como gastos ou despesas desnecessárias.

Os vereadores, têm grande responsabilidade sobre diferentes aspectos no tocante às políticas de saúde, todavia permanecem silentes. Ao invés de solicitação de recapeamento asfáltico em rua de eleitor barato ou desentupimento de bueiro, legislassem no que coubesse sobre a saúde no que tange à prestação de serviço envolvendo políticas públicas de Saúde.

Omissão total.

O Decreto que estabeleceu a Calamidade Pública na rede Hospitalar do Estado por analogia é um atestado de incapacidade administrativa. E em Mossoró a situação é critica, muito crítica.

Uma “rede” de bajuladores é orientada para propagar que não existem recursos. Dinheiro tem e muito.

Por mais estranho que pareça nos deparamos em horário nobre da TV Globo,  com uma feérica propaganda do São João que diz a verdade: o São de Mossoró é “É muito mais do que você imagina”. Uma verdade.

Realmente a Saúde de Mossoró “É pior do que você pode imaginar”.

Aqui você se depara com o sofrimento de dezenas de pacientes mendigando uma cirurgia. Enquanto isso, escutamos um festival de dislates: reabrir o eternamente inútil Hospital da Policia, a Universidade do Estado do RN (UERN) vai construir um grande hospital escola (sem leitos), retomar as obras do Hospital Duarte Filho. A Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), certamente também vai construir um fenomenal hospital universitário baseado em evidências.

Apenas exemplificando a inversão de prioridades: no dia do derramamento de “cultura” de Michel Teló em Mossoró, na Estação das Artes Elizeu Ventania, um paciente aqui, sentindo intensas dores não era submetido a uma cirurgia (amputação de uma perna) por falta de uma serra de Gigli (instrumento medieval) que custa a bagatela de R$ 50,00 reais. É uma desumanidade.

Ridículo e cômico se o paciente não estivesse sentindo tanta dor

É uma estupidez uma paciente de Mossoró ser encaminhado para cirurgia em Alexandria! E mudou? Outrora as pacientes de Mossoró eram encaminhadas pela Secretaria Municipal da Doença e da Incompetência para Russas (CE).

Uma matula de jurássicos invadiu os corredores da Secretaria Municipal de Saúde. Quem é responsável pela inexistência das cirurgias eletivas dos usuários dos SUS em Mossoró? A quem interessa a judicialização de filas de pacientes? Quanto vale uma vida de um usuário do SUS para alguns gestores da saúde?

A realização de uma cirurgia eletiva aqui em Mossoró implica em percorrer um caminho extremamente difícil. Uma peregrinação dolorosa para crianças e idosos. Um massacre. Nenhum documento elucida possíveis acordos entre os hospitais privados e os gestores da saúde.

Por uma questão jurídica e, de obediência aos critérios para contratualização com o SUS, nenhum hospital em Mossoró poderia ser contratado pois eles não tem funcionários médicos.

Como realizar cirurgias sem anestesiologista, cirurgião, ortopedista, etc. etc. Sem um contrato de prestação de serviços entre especialistas e os gestores da saúde, não há nenhuma obrigação de atendimento.

Da mesma forma que o calote institucional torna o trabalho sem satisfação e sem determinados compromissos por parte do trabalhador médico. E o médico encontra-se amparado no direito irrefutável de receber seus honorários justos e possíveis. E por que médico honesto não pode ser bem remunerado??

O cidadão (contribuinte) já não suporta mais ver seus direitos constitucionais serem usurpados. As autoridades constituídas deveriam obedecer os princípios constitucionais da eficácia, eficiência e efetividade, etc. etc. etc.

Ronaldo Fixina é médico anestesiologista, delegado sindicato do Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed/RN) e dirigente Cooperativa dos Anestesiologistas de Mossoró (CAM)

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quarta-feira - 22/02/2017 - 23:04h
Estado

Fila de espera para cirurgias preocupa deputado Getúlio Rego

Rego demonstra preocupação (Foto: Eduardo Maia)

As cirurgias eletivas suspensas pelo governo estadual, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), foram tema de discurso do deputado Getúlio Rego (DEM) em sessão de hoje na Assembleia Legislativa. Segundo ele, os procedimentos cirúrgicos de trauma e neurocirurgia estão paralisados.

“São mais de 1.500 pessoas nas filas de cirurgias de traumas emergenciais amargando em filas de espera. Quando se fala em neurocirurgia, a situação se repete”, avisou.

Sequelas

“Está tendo frustrado o direito ao atendimento, além do evidente agravamento das sequelas. Vamos somar esforços para devolver ao povo o sagrado direito à sobrevivência”, concluiu.

Em aparte, o deputado Nélter Queiroz (PMDB) relatou a sugestão que fez ao governador Robinson Faria (PSD) para reverter a situação.

“Sugeri a ele que firmasse contratos emergenciais com clínicas particulares, a custos compatíveis com o SUS, para promover um mutirão de cirurgias noturnas e resolver esse passivo”, explicou Nélter atribuindo a ideia ao Prefeito de São Paulo, João Dória Júnior (PSDB).

Com informações da AL.

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quinta-feira - 09/02/2017 - 07:24h
Mossoró

Cortes na ortopedia se transformam em problema delicado

A Prefeitura Municipal de Mossoró não oferece mais serviços de ortopedia que eram realizados diariamente na Unidade de Pronto-Atendimento do Belo Horizonte (UPA).

Mês de fevereiro tem uma primeira semana bastante complicada em face da alta demanda ortopédica no município.

Eram feitos cerca de 60 atendimentos por dia e 1.800 ao mês nos plantões da UPA.

Agora, zero.

As cirurgias ortopédicas eletivas (que são marcadas previamente) também sofrem cortes, como o Blog já destacou há poucos dias (veja AQUI).

Há atraso de quatro meses no pagamento a médicos.

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Categoria(s): Saúde
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sexta-feira - 03/02/2017 - 07:52h
Política e Saúde

Cirurgias eletivas começam pelo Alto Oeste

A fila de cirurgias eletivas no Rio Grande do Norte, principalmente no interior, vai começar a andar pelo Alto Oeste – em Pau dos Ferros.

Pedido feito, pedido atendido pelo governador Robinson Faria (PSD).

Pleito apresentado pelo deputado estadual Galeno Torquato (PSD).

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Categoria(s): Política / Saúde
quarta-feira - 01/02/2017 - 23:42h
Saúde

Ortopedia para plantão e cirurgias eletivas têm longa espera

A Saúde é área nevrálgica na administração Rosalba Ciarlini (PP). O médico ortopedista Manoel Fernandes atesta isso, em depoimento ao Blog Carlos Santos.

Faz relato da realidade de hoje no setor, em Mossoró, início do segundo mês da administração da prefeita e médica Rosalba:

O Governo Rosalba pega a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) do bairro Belo Horizonte sem Plantão da ortopedia em fevereiro!

Há quatro meses de atraso. Os médicos pararam hoje!

No PAM do Bom Jardim (Centro Clinico Professor Vingt-un Rosado) também não há atendimentos nessa especialidade! As cirurgias eletivas têm uma lista de espera de mais de 300 pacientes (já sequelados, ou aleijados!).

O Secretário de Saúde, enfermeiro Benjamim Bento, tomou conhecimento desses fatos! Mas, ele diz que não há recursos para dar continuidade a esses serviços!

Segue a fábrica de sequelados “made in Mossoró”, onde por dia ocorre cerca de 30 acidentes envolvendo motocicletas!

No Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) há internados 30 pacientes! Desses, dez idosos com fraturas de fêmur. Aguardam cirurgias há 40 dias!

Uns pedem para aguardar em casa! Mas os que ficam, estão entregues…

Pedir a Deus uma luz! É o que nos resta!

Manoel Fernandes – Ortopedista.

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segunda-feira - 21/11/2016 - 14:42h
Importância

Plus deverá beneficiar também Saúde em Mossoró

O Governo do Estado faz estudos para estender a Mossoró o pagamento de plus sobre a tabela SUS, em cirurgias eletivas. Até início de 2017 deverá cumprir essa meta.

O Plus em Mossoró é uma antiga reivindicação ao Governo do Estado, que na gestões estaduais anteriores não foi atendida.

No âmbito de Natal, chega a 154% sobre a tabela do SUS em serviços cirurgia s eletivas como vesícula, hérnia, cirurgias do trauma etc.

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quinta-feira - 04/02/2016 - 07:44h
Natal

Médicos fazem protesto paralisando atividades

O Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed/RN) informa que os anestesiologistas da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), lotados no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) em Natal, cruzam os braços nesta quinta-feira (04).

A paralisação de 24h irá inviabilizar cerca de 50 cirurgias eletivas e só atenderá aos procedimentos de urgência e emergência.

A medida é uma resposta a uma série de problemas, dentre eles: descontos ilegais dos adicionais de insalubridade, noturno e de periculosidade nos contracheques; ocorrências de assédio moral por parte da chefia local da empresa, como também, falta de condições e materiais de trabalho.

Para chamar atenção da Ebserh e da população para estas e outras reivindicações, os profissionais e o sindicato realizarão uma mobilização na frente HUOL, a partir das 8h.

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sábado - 19/09/2015 - 08:07h
Almeida Castro

Hospital realiza quase 500 cirurgias em menos de 6 meses

Depois que foi aberto no mês de abril de 2015 aos dias atuais, o Centro Cirúrgico do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), administrado pela Associação de Assistência e Proteção Materno e Infância de Mossoró (APAMIM), já realizou 460 cirurgias em mossoroenses.

O trabalho é continuo e tende a aumentar o volume de cirurgias nos próximos dias com a abertura da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta, reduzindo assim uma demanda que está reprimida há anos por não existir o serviço em Mossoró.

O Centro Cirúrgico do Hospital Maternidade Almeida Castro tem quatro salas de cirurgia equipadas com seis leitos de apoio pós cirúrgicos, além de 34 leitos de clinica cirúrgica, onde os pacientes ficam internados aguardando a cirurgia e para se recuperar após a cirurgia.

Cirurgias

Ginecológica – 149

Buco-maxilo – 61

Ortopédica – 187

Cirurgia geral – 63

As cirurgias são marcadas exclusivamente através da Central de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde, seguindo protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, dando prioridade para crianças, idosos e pessoas que estão hospitalizadas.

Antes, as cirurgias ortopédicas eram feitas em hospitais de Russas, no Ceará, e ou de Natal. A fila por cirurgia chegava a demorar até seis meses ou mais para ser realizadas as mais complexas, como cirurgia de fêmur ou de coluna.

Gestão

O Hospital Maternidade Almeida Castro é administrado pela APAMIM, que por sua vez está sob intervenção da Justiça Federal desde setembro de 2014 a pedido do Ministério Público Estadual, Federal e do Trabalho. Está sendo gerido com recursos do Sistema Único de Saúde e da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Com informações da

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sexta-feira - 20/02/2015 - 05:52h
Mossoró

Contrato vai garantir cirurgias eletivas

A Prefeitura de Mossoró assina contrato com cooperativa de anestesiologistas de Mossoró às 9h de hoje. Será na sede desse poder.

O prefeito Francisco José Júnior (PSD) e anestesiologistas passam a garantir a retomada das cirurgias eletivas no município.

Esse serviço está paralisado há meses.

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terça-feira - 10/02/2015 - 10:18h
Saúde

Cirurgias eletivas serão retomadas em Mossoró

O problema das cirurgias eletivas em Mossoró será saneado em março. Promessa do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

A informação é passada pelo jornalista Bruno Barreto, em coluna que leva seu nome no jornal O Mossoroense.

“O chefe do Executivo municipal me garantiu que em março tudo estaria regularizado. O ideal é que nada disso estivesse acontecendo. Mas, pelo menos é uma esperança para quem espera há tanto tempo pela chance de voltar a ter saúde,” registra Barreto.

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