terça-feira - 18/08/2015 - 21:41h
Direitos Humanos

OAB vai apurar mortes em Saúde de Mossoró

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, irá acompanhar os procedimentos instaurados para apurar duas mortes ocorridas em unidades hospitalares da cidade, visando garantir a lisura das investigações e assegurar às famílias das vítimas toda a assistência necessária.

O trabalho será acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos da OAB/Mossoró. Uma das mortes ocorreu no Hospital Regional Tarcísio Maia, no dia 12 deste mês, e a outra na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte (Zona Leste), no dia 15.

Segundo o advogado Gilvam Lira Pereira, atual presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Mossoró, a instituição irá acompanhar os procedimentos que foram instaurados para apurar as circunstâncias das duas mortes.

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quarta-feira - 12/06/2013 - 21:54h
Mossoró

Morte de criança terá acompanhamento da OAB

A OAB Subseção de Mossoró, através da Comissão de Direitos Humanos, vai acompanhar o caso da criança de 2 anos que veio a óbito, após atendimento e liberação do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em decorrência de uma bala perdida durante um tiroteio no bairro Santo Antonio.

O contato com a família já havia sido feito dias após o incidente, porém o encontro só foi possível agora, em razão do abalo emocional da mãe, que estava fora da cidade tentando se recuperar. Atendendo ao pedido da Comissão de Direitos Humanos, a mãe da criança, Simone Félix de Sousa, voltou para a cidade.

Na manhã desta quarta-feira (12) Simone esteve com sua mãe, dona Rita Félix, na sede da OAB Mossoró, onde se reuniu com o presidente da Comissão, Osivaldo de Sá Leitão, e assinou uma procuração autorizando que a OAB Mossoró possa acompanhar o inquérito policial e ter acesso ao prontuário da criança no HRTM.

“Eu acho que minha filha deveria ter passado por mais exames, ter ficado em observação, mas quando chegou lá no hospital o médico disse que o tiro tinha sido só de raspão e que ela podia ir pra casa. Ela estava vomitando muito, mesmo lá no hospital, e quando chegou em casa continuou passando mal e não resistiu. Se ela estivesse ficado em observação talvez alguém conseguisse fazer alguma coisa por ela” comentou Simone, inconformada.

O presidente da Comissão, após conversar com familiares da vítima, assegurou a assistência em todas as fases do processo.

“Vamos acompanhar desde a fase inquisitorial, até a fase processual. Faremos o que for possível para ajudar, pois o que podemos ver é que todos ainda estão muito abalados. A mãe e a avó da criança se emocionam facilmente ao falar sobre o assunto, a gente fica bastante comovido. O que a gente vai fazer é procurar uma forma de amenizar o sofrimento dessa família” declarou.

Com informações da OAB de Mossoró.

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terça-feira - 24/01/2012 - 23:00h
Mossoró

Detenção provisória de mulheres é um inferno na terra

Representantes da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Subseccional de Mossoró – estiveram hoje pela manhã no Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF), em Mossoró. Funciona na 2ª Delegacia de Polícia (Nova Betânia).

Foram testemunhar “in loco” o ambiente fétido, insalubre, desumano e sádico a que estão submetidas 47 mulheres.

A terminologia “Detenção Provisória” é um disfarce, uma piada de mau gosto. Tem mulher que espera remoção para outra unidade prisional – ou liberdade – há mais de nove meses.

Diversas detentas estão com doenças de pele, com sintomas de infecção urinária e outras moléstias que amplificam a asfixiante situação, em que 14 pessoas ocupam cubículo de 9 metros quadrados. Muitas não têm sequer advogado à própria defesa.

– Nós teremos um encontro com o promotor Ìtalo Moreira e com o juiz das Execuções Penais, doutor Vagnus Kelly, na próxima sexta-feira – afirma o advogado Sérgio Coelho.

Sua narrativa, sobre o que viu e aspirou no lugar, parece enredo de filme de terror ou porão nazifascista.

 

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