segunda-feira - 26/08/2024 - 21:46h
Economia

Porto de Natal é referência para exportação de frutas

Governadora falou sobre parceria e investimentos (Foto: Codern)

Governadora falou sobre parceria e investimentos (Foto: Codern)

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), ao lado das empresas Agrícola Famosa (produtora), da Cool Carriers (armador), do Governo do Estado e de trabalhadores portuários, apresentou à imprensa na manhã desta segunda-feira (26), a nova safra de frutas que será exportada pelo Porto de Natal. Será um navio por semana, abastecido por 200 carretas, 4.500 pallets, 50 contêineres e 6.000 toneladas de frutas.

Essa operação vai até fevereiro de 2025, com a estimativa de superar a safra anterior em 36%.

Resultado de uma Parceria Público Privada (PPP) firmada com a Companhia Docas do RN (CODERN), a empresa Agrícola Famosa investiu R$ 500 mil na construção de um cross docking (equipamento destinado à ovação de contêineres), que será para uso público do Porto de Natal. Outros R$ 30 milhões foram investidos pelas Agrícola Famosa em carretas refrigeradas para as demandas de transportes rodoviários. Também foram investidos pela empresa outros R$ 10 milhões em empilhadeiras e transpaleteiras elétricas.

O diretor-presidente da Codern, Nino Ubarana, ao lado dos diretores, Paulo Henrique e Márcio Machado, ressaltou os investimentos feitos em parceria do público com o privado.

A governadora Fátima Bezerra (PT) enfatizou os investimentos que estão sendo feitos pelo Governo Federal no Porto de Natal. “O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, me reafirmou na última sexta-feira por telefone os investimentos que serão feitos pelo Governo Federal para a gente fazer o Porto de Natal maior, pujante e cada vez melhor. Serão R$ 60 milhões em dragagem, R$ 10 milhões para a substituição das defensas do cais e outros R$ 8,5 milhões para a reforma de armazéns e galpões”, disse a chefe do executivo estadual.

Representando a Agrícola Famosa, Ítalo Helbert destacou as facilidades de fazer a exportação pelo Porto de Natal. “Ele conta com um ambiente favorável para a exportação de frutas, com a expertise dos trabalhadores, as águas tranquilas do Rio Potengi e a proximidade com a Europa”, disse.

Também acompanharam o evento, o secretário de Agricultura do RN, Guilherme Saldanha; a deputada estadual Divaneide Basílio (PT); o diretor da Cool Carries, Ricardo Barckhahn e trabalhadores portuários.

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sábado - 03/06/2023 - 09:42h
Infraestrutura

Dragagem para o Porto de Natal é discutida entre Codern e Dnit

O diretor-presidente da Companhia Docas do RN (CODERN), Nino Ubarana, esteve em Brasília com Erick Moura de Medeiros, recém-nomeado para o cargo de diretor de Infraestrutura Aquaviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Na pauta, questões delicadas relativa ao Porto de Natal.

Nino Ubarana e Erick Moura reuniram-se em Brasília Foto: divulgação)

Nino Ubarana e Erick Moura reuniram-se em Brasília (Foto: divulgação)

Em pauta, a necessidade de realização da dragagem do canal de acesso e bacia de evolução do Porto de Natal, que teve seu último aprofundamento realizado em 2012 e tem atualmente uma necessidade de aumentar seu calado para 12m de profundidade, o que vai proporcionar novas operações portuárias.

A Codern, DNIT e o Ministério de Portos e Aeroportos atuarão em conjunto no esforço por essa importante obra, que também foi solicitada pelo diretor-presidente da Companhia para ser incluída no novo PAC que será lançado pelo Governo Federal.

O encontro ocorreu na quinta-feira (1º).

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quarta-feira - 24/03/2021 - 22:14h
Denúncia x defesa

Perto de ser arrendado, Porto-ilha confronta Codern e portuários

O Sindicato dos Portuários do RN (SINPORN) aponta que o Porto-Ilha em Areia Branca, oficialmente denominado de Terminal Salineiro de Areia Branca – Luís Fausto de Medeiros (TERSAB), passa por processo de deterioração física, mas também nas relações trabalhista. A entidade, através do seu presidente Pablo Vinícius de Barros, considera que “a atual administração da Companhia Docas do RN (CODERN), gestora do porto, formada por 3 militares, não entende as relações regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”.

Em sua opinião, “introduzem a Lei Marcial ao nosso ambiente de trabalho” e deixam os trabalhadores em condições precárias à atuação, além de alheios a processo de arrendamento à iniciativa privada.

Porto-Ilha foi inaugurado em 1974 e tem administração da Codern até o momento (Foto: arquivo)

Porto-Ilha foi inaugurado em 1974 e tem administração da Codern até o momento (Foto: arquivo)

E enumera problemas corriqueiros no Porto-Ilha: “Denúncias de assédio surgem semanalmente. De gritos e ameaças até jornadas de trabalho muito além das 12h previstas em nossa legislação. O simples lazer dos trabalhadores, que era a pescaria, foi proibido”.

Acrescenta que, “a Codern adquiriu, em 2019 uma nova pá mecânica e um trator de esteiras. Os dois estão abandonados até hoje nas instalações terrestres da empresa, em Areia Branca. Enquanto isso, os trabalhadores são obrigados a trabalharem em equipamentos totalmente sucateados e inseguros, bem como, proibidos de serem utilizados por Termo de Ajuste de Conduta assinado junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT). O cais de barcaças, onde os trabalhadores precisam ir para atracar as embarcações menores que chegam ao porto, está com boa parte de sua estrutura destruída, em mais uma situação de grave risco à vida dos trabalhadores”.

Adiante, Pablo Vinícius afirma que “a atual administração vem reduzindo, cotidianamente, a quantidade e qualidade da alimentação servida aos trabalhadores. Em episódio recente, os trabalhadores da equipe de mecânica precisaram concluir um serviço, além do horário habitual, e só encontraram um pouco de arroz e feijão para dividirem”.

Também relata que “em novembro de 2020, a administração da Codern estabeleceu um novo Normativo de Horário de Trabalho que determinou, ilegalmente, a jornada diária das 06h às 20h, para os trabalhadores da manutenção. E que ainda seriam obrigados a ficarem de sobreaviso nas outras 10 horas do dia. O Sindicato tentou negociar a revogação da norma, sem sucesso, e entrou com dissídio coletivo. Para piorar ainda mais a situação, e como já é de conhecimento público, o Terminal Salineiro está em processo de arrendamento”.

“A previsão é que o arrendatário assuma as operações do porto até o final do ano em curso e a administração da empresa se recusa a apresentar qualquer proposta sobre a situação dos atuais trabalhadores, que não fazem ideia do que ocorrerá após o arrendamento”, reforça.

O presidente do Sinporn relembra que em setembro de 2020, em reunião com a empresa, foi apresentada uma proposta de aditivo ao acordo coletivo de trabalho com uma gama de opções aos trabalhadores após o arrendamento: o silêncio foi nossa resposta.  Sem qualquer possibilidade de avançar nas negociações, o Sindicato convocou uma greve por tempo indeterminado. Infelizmente, o movimento foi suspenso pela justiça. Em 24 de março, a greve foi julgada em 1ª instância e a favor dos trabalhadores, tentamos uma nova reunião com a administração e mais uma vez não houve qualquer proposta.

No início dessa semana, havia sinalizador de novo movimento grevista, mas abortado por ordem judicial.

O outro lado

O Blog Carlos Santos procurou a Codern para se pronunciar sobre postagem que publicamos nessa terça-feira (23) – veja AQUI, além de denúncias do Sinporn que apresentamos acima. Recebemos uma nota que publicamos na íntegra abaixo:

Em atenção à nota que está sendo repassada pelo Sindicato dos Portuários do RN (SINPORN) e visando que a aderência aos fatos e que a verdade prevaleça, a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) sente-se no dever de esclarecer que:

O processo de arrendamento do Terminal Salineiro de Areia Branca iniciou-se no final de 2019 e essa decisão foi tomada pela grande demanda de investimentos para a manutenção e modernização da planta ali existente, como uma forma de incluir a iniciativa privada em face da escassez de recursos existentes no âmbito da CODERN.

Desde esses momentos iniciais, a Companhia buscou manter o diálogo e a conversação com o Sindicato, compreendendo a incerteza com o futuro, que era gerada em face da decisão a ser implementada. Infelizmente o SINPORN frustrou essas tentativas, seja buscando compromissos inexequíveis ou impondo condições fora do alcance da CODERN.

Essa atitude mostrou uma falta de foco quanto à questão maior que se avizinha, qual seja, buscar uma solução para a inevitável redução do quadro de funcionários, uma vez que deixará de atuar como operador portuário. Nesse ponto, é importante que relembremos, que o mal estado das instalações do Terminal Salineiro já é conhecido desde há alguns anos, sendo que os investimentos necessários para a sua correção atingem uma cifra que gira em torno de 150 milhões de reais e que será coberta pelo arrendatário e pela União.

Visto isto, passemos às declarações do Sindicato:

* Quanto à jornada de trabalho a CODERN enfatiza que segue o Acordo Coletivo de Trabalho, assinado com o Sindicato. Ressalta-se que TODOS os colaboradores que trabalham no Terminal Salineiro de Areia Branca (TERSAB) recebem 40% adicional para trabalharem além das 12h, quando estritamente necessário (aí computado o chamado sobreaviso). Não se pode esquecer que estamos falando de uma plataforma situada a 14 Km do litoral, o que implica em uma certa autonomia nas suas necessidades, em especial no que tange à manutenção. Deve ser realçado que em reunião com a Direção do SINPORN, na manhã de segunda-feira (22), o assunto foi discutido e encontrava-se em negociação entre a CODERN e o Sindicato, pois não há consenso nesse ponto. Como consta do ACT, os órgãos fiscalizadores poderão interpelar e determinar a suspensão de pagamento para TODOS os colaboradores do Porto Ilha.

* Não é verdade que “os trabalhadores são obrigados a trabalharem em equipamentos totalmente sucateados e inseguros, bem como, proibidos de serem utilizados por Termo de Ajuste de Conduta assinado junto ao Ministério Público do Trabalho”, o Termo de Ajustamento de Conduta, mencionado, não proibiu a utilização das máquinas e sim determinou adequações. As máquinas existentes, embora com mal aspecto (o ambiente em face da grande quantidade de sal é altamente propício à corrosão) só são guarnecidas quando em condições satisfatórias de operação.

* Mesmo assim, visando mitigar a situação, novos equipamentos de alta capacidade e custo (pá mecânica e um trator de esteiras), foram adquiridos no final de 2019 e entregues no início de 2020. Estão guardados, com segurança, no pátio da Gerência do TERSAB e aguardavam recursos na ordem de aproximadamente R$ 1 milhão para que ocorresse a transferência adequada e segura ao Terminal, que já está contratada e acontecerá no mês de abril. O atraso nesse embarque, foi causado por eventos ocorridos no setor marítimo e pela situação de pandemia, que reduziram drasticamente a disponibilidades de cábreas, uma vez que os guindastes existentes no Terminal não possuem a capacidade necessária para realizar a manobra com a segurança necessária.

* A recuperação do cais de barcaças, faz parte do leque de investimentos que cabem à União no processo de arrendamento e, para tanto, a CODERN recebeu recursos do Governo Federal para realizar diversas obras no Terminal Salineiro antes do arrendamento, previsto, ainda, para 2021. Dentre essas obras, encontram-se a recuperação do cais de barcaças e dos “dolfins” de atracação dos navios graneleiros. No dia de hoje (24/03), a Comissão de Licitação desta Companhia Docas abriu as propostas das empresas interessadas em realizar essa recuperação do cais e dolfins, portanto, as ações estão em andamento para sanar tal situação.

* As refeições dos funcionários no atual momento seguem determinações da ANVISA em virtude da pandemia. São oferecidas seis refeições diárias, atendendo a todas as normas de segurança alimentar e com acompanhamento de nutricionista.

* No tocante à situação dos funcionários do TERSAB, em função do arrendamento, o Sindicato está ciente do esforço que está sendo feito para realocá-los para os Portos de Natal e Maceió, além de oferecer a opção do Plano de Demissão Voluntária (PDV), o qual deverá ter sua primeira versão pronta em abril. E no que tange à cessão de funcionários para outros órgãos públicos, o tema deverá ser conversado, especialmente com o Ministério da Economia (SEST), dentro de um marco de um possível período de transição. Portanto, será disponibilizado um leque de opções a ser discutido individualmente com cada colaborador.

* Com relação a judicialização da greve realizada em setembro de 2020, cabe salientar que a sentença (referida decisão de 1ª Instância do Processo nº 0000475-39.2020.5.21.0003) foi contrária a duas decisões do TRT da 21ª Região (Mandado de Segurança nº 0000401- 91.2020.5.21.0000), sendo uma em sede de liminar, que determinou a suspensão imediata da greve, declarando-a ilegal, e outra, de forma colegiada, que não deu provimento ao agravo regimental do SINPORN, que tentava reverter essa decisão. Nesse passo, a sentença em favor do Sindicato foi objeto de recurso da CODERN, que também requereu efeito suspensivo a esse recurso, o que foi concedido por nova decisão do TRT da 21ª Região (Processo nº 0000081- 07.2021.5.21.0000), que inclusive ressaltou que ainda estaria em vigor a suspensão da greve, diante da sua ilegalidade, objeto da mencionada liminar no processo do Mandado de Segurança (Processo nº 0000401-91.2020.5.21.0000).

* No tocante à pescaria, foi proibida por questões de segurança. O Terminal é uma área operacional, restando poucos lugares livres da operação de equipamentos, que não apresentam segurança para pessoas praticarem atividade de pesca amadora, especialmente no período noturno e, relembrando que, embora amadora, necessita ser autorizada e licenciada pelo IBAMA.

* Por fim, não há ilegalidade sobre o Presidente do Sindicato ter que embarcar ao Terminal somente com autorização. Por se tratar de área alfandegada, necessita de autorização prévia para acesso, seguindo normas impostas pelos órgãos fiscalizadores, principalmente nesse momento de pandemia da covid 19. Na maioria das vezes, foi dada devida autorização a fim do dirigente sindical conduzir algum tipo de assembleia ou realizar reuniões ou trabalhos.

* Sobre a acusação de assédio, a Diretoria, ao tomar conhecimento, tomou todas as medidas necessárias para se verificar a veracidade dos fatos, mesmo cabendo ao acusador apresentar o ônus da prova. Assim, continuamos comprometidos em apurar as denúncias, mediante provas concretas.

A CODERN é uma empresa que prima pelas relações republicanas respeitáveis, portanto, continuamos inteiramente comprometidos com o diálogo com seus colaboradores e Sindicato.

Nota do Blog – O leilão deverá acontecer por volta de setembro próximo, com a empresa/grupo vencedor ficando na gestão desse equipamento por 25 anos.

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sexta-feira - 13/03/2020 - 11:10h
Porto de Natal

MPF cobra da União e Codern escâner de contêiner

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com Ação Civil Pública (ACP) em desfavor da União e da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN). Quer que a Justiça Federal determine a aquisição, instalação e operacionalização de escâner de contêiner no Porto de Natal.

O MPF requer concessão de tutela provisória de urgência, para que as providências sejam imediatas, devido aos prejuízos econômicos e vulnerabilidade ao tráfico internacional de drogas a partir do estado.

Em 2019 as apreensões no porto bateram recorde revelando nova rota do tráfico (Foto: cedida)

Apenas nos últimos 18 meses, de acordo com a imprensa, o tráfico internacional de drogas teria movimentado mais de 15 toneladas de cocaína no Rio Grande do Norte (isso apenas em apreensões), valendo-se especialmente das falhas estruturais e de segurança do Porto de Natal.

O procurador da República Renan Paes Félix afirma destaca que a ausência do escâner facilita “o fortalecimento de organizações criminosas, aumenta a insegurança e permite o recrudescimento de diversos outros crimes, como roubos e homicídios vinculados a disputas de pontos de drogas por facções criminosas.”

Economia

Além de questões de segurança, a falha estrutural no Porto de Natal causa prejuízos à economia potiguar, que tem grande volume de exportação de produtos agrícolas, sobretudo para a Europa. Conforme dados do Ministério da Economia, desde de 2016 o RN é o maior exportador de melão do país. Foram 163 mil toneladas da fruta em 2017.

A ACP relata que o Porto de Natal vem sofrendo um decréscimo nas suas atividades portuárias e a carga, advinda de produtos do próprio estado, tem migrado para os portos dos estados vizinhos, ocasionando perdas para o RN em empregos e divisas.”

Em ofício, a governadora Fátima Bezerra reiterou a gravidade da situação: “devo ressaltar que a inexistência de escâner na estrutura portuária já trouxe diversas consequências negativas à economia potiguar (…) é inaceitável que o Estado do Rio Grande do Norte deixe de contar com esse importante equipamento n Porto de Natal”, afirmou.

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Categoria(s): Economia / Justiça/Direito/Ministério Público / Segurança Pública/Polícia
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quarta-feira - 15/01/2020 - 21:24h
Gestão

Codern comemora freio em déficit mensal de décadas

Porto de Natal é administrado pela Codern (Foto: divulgação)

A diretoria da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) tem o que comemorar. Inclusive, em texto oficial congratula-se com todos os funcionários, pois, pela primeira vez nas últimas quatro décadas inicia um ano com o resultado operacional do exercício financeiro positivo.

Tal marco foi alcançado através de um profundo choque de gestão e governança em todos os setores da Companhia, o que permitiu reverter um resultado negativo mensal em torno de R$ 500.000, justifica.

“Assim, as perspectivas para 2020, mantido o mesmo nível de profissionalismo e eficiência que se vem buscando, é de transformar esse equilíbrio em significativo superávit, de forma a poder equacionar e solucionar o passivo existente e, com isso, liberar mais recursos próprios para investimentos”, reforça a Codern.

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quinta-feira - 05/12/2019 - 20:36h
Economia

Porto-Ilha deverá passar à gestão privada em breve

É apenas uma questão de tempo para o Terminal Salineiro de Areia Branca – Luís Fausto de Medeiros (TERSAB), mais conhecido por Porto-Ilha, passar à gestão privada.

Porto-Ilha foi inaugurado em 1974 e tem administração da Codern até o momento (Foto: arquivo)

O Governo Federal trata da questão sem maiores alardes.

Localizado a 14 milhas náuticas (aproximadamente 26 km) da costa de Areia Branca, a 330 km de Natal, o Porto-Ilha é administrado pela Companhia Docas do RN (CODERN) e teve sua inauguração em 2 de setembro de 1974, com capacidade preliminar para estocar 100 mil toneladas de sal.

Por ele passa cerca de 40% do sal potiguar, para consumo interno e exportação.

A empresa norte-americana Soros Associates Consulting Engineers foi responsável pelo projeto que formatou uma ilha artificial em pleno Oceano Atlântico, que passou a permitir à época o transporte de boa parte da produção de sal do RN, em especial pro mercado interno.

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Categoria(s): Economia
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quinta-feira - 21/02/2019 - 20:40h
CMA CGM

Empresa garante que continuará transporte de frutas

Em nota divulgada no final da tarde desta quarta-feira (21), a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) disse ter recebido “comunicado da CMA CGM, empresa de logística marítima, reafirmando sua disposição em continuar sendo um ator de destaque no Porto de Natal e continuar sua contribuição com o desenvolvimento do Nordeste, atendendo aos clientes locais, exportadores de frutas”.

Empresa de origem francesa informa que continuará atuando no Porto de Natal, diz Codern (Foto: Web)

Desde que operação conjunta da Receita Federal e Polícia Federal descobriu mais de 3,2 toneladas de cocaína em contêineres no Porto de Natal, na semana passada (veja AQUIAQUI), que começou essa celeuma. A droga foi descoberta sob camuflagem de frutas advindas de Pernambuco.

O Comitê Executivo de Fruticultura do RN (COEX) chegou a se pronunciar. A Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN) e outras entidades também demonstração preocupação com a possível saída da CMA-CGM, desmentida agora.

CMA CGM S.A. é uma empresa francesa de transporte marítimo e conteinerização sediada em Marselha. Ela foi fundada em 1996 a partir da fusão da Compagnie Maritime d’Affrètement com a Compagnie Générale Maritime.

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Categoria(s): Economia
terça-feira - 19/02/2019 - 07:16h
Elis Treidler Öberg,

Almirante comandará Codern, diz deputado

O deputado federal General Girão Monteiro (PSL) anunciou nesta segunda-feira, 18, em entrevista à Agora FM (97,9), que o novo presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), que administra terminais portuários do Estado, deverá ser o almirante-de-esquadra Elis Treidler Öberg, hoje na reserva.

Falou-se, noticiou-se, que o ex-deputado estadual Gustavo Fernandes (PSDB) estava na iminência de ser ungido ao cargo da estatal.

Os tempos são outros.

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quinta-feira - 01/11/2018 - 18:10h
Economia

Porto de Natal faz escoamento de sal para os Estados Unidos

Em meio a grande movimentação de contêineres pela safra de frutas, está em operação também no Porto de Natal um total de 13.800 toneladas de sal que serão transportadas para os Estados Unidos pelo navio Narew. Ele atracou na quarta-feira, 31 de outubro, e a previsão de desatracação é para o sábado, 03 de novembro, segundo a Gerência de Operações.

Transporte do produto não é situação nova no Porto de Natal, diz Codern (Foto: Canindé Soares)

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) ressalta que não é primeira vez que ocorre movimentação de sal pelo Porto de Natal, para se atender a demanda das salinas localizadas mais próximas da capital do Rio Grande do Norte, sem interferir na movimentação do Terminal Salineiro de Areia Branca, que segue em seu ritmo normal de atividades.

O setor salineiro como um todo emprega mais de 70 mil pessoas de forma direta e indireta e é parte significativa da economia do Estado. O clima, sol forte, muito vento e pouca chuva fizeram do RN o o maior produtor de sal do país.

Com informações da Codern.

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quinta-feira - 19/07/2018 - 15:44h
Economia

Ibama libera Porto-ilha, informa Codern

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) foi comunicada no início da tarde desta quinta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que o Terminal Salineiro de Areia Branca, o Porto-Ilha, foi desembargado.

Pode retornar às atividades normais imediatamente.

O embargo se deu no dia 12 de julho. Em dezembro de 2017 já acontecera por outras razões.

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  • Repet
quinta-feira - 12/07/2018 - 17:31h
Sal

Porto-ilha é interditado e compromete economia do RN

Do Blog Saulo Vale

O Terminal Salineiro de Areia Branca, o Porto-ilha, voltou a ser interditado na manhã desta quinta-feira (12). Equipes doInstituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis (Ibama), vindas de Brasília, encontraram irregularidades na estrutura. O Porto-ilha é administrado pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern).

 

Porto-ilha: nova interdição (Foto: arquivo)

O prejuízo à economia potiguar é incalculável. Só para se ter uma ideia, o Rio Grande do Norte transporta por ano seis milhões de toneladas de sal, dos quais 2,4 milhões são pelo Porto-ilha.

Com a interdição da estrutura, o transporte fica inviável e o principal concorrente do estado, o Chile, ganha força. Além disso, o RN é responsável pela produção de 97% de todo o sal do país.

Nota

Vale lembrar que o mesmo Porto-ilha já havia sido interditado em dezembro do ano passado pelo Ministério do Trabalho Emprego (MTE), após constatação de irregularidades.

Foram 15 dias de interdição, com graves consequências na economia.

Leia na íntegra, abaixo, nota da Codern sobre a interdição:

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) está concentrando todos os esforços no objetivo de atender as exigências do IBAMA relacionadas ao Terminal Salineiro de Areia Branca.

O Diretor-Presidente, Fernando Dinoá Medeiros Filho, está se encaminhando à Brasília para reuniões junto ao Ministério do Meio Ambiente e IBAMA, além da disponibilidade para assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), tendo em vista já dispor de um Plano de Ação elaborado e pronto para ser executado.

Nota do Blog Carlos Santos – Já existe retração no transporte rodoviário, devido impasse relativo a frete, desde a recente paralisação nacional dos caminhoneiros. O setor precisa de um sistema multimodal ágil e confiável, para escoar a produção, garantindo mais de 15 mil empregos diretos no estado do RN.

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segunda-feira - 04/12/2017 - 11:44h
Areia Branca

Porto-Ilha tem interdição, mas Codern dá explicações em nota

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) emitiu nota agora pela manhã, tratando sobre interdição do Porto-Ilha em Areia Branca, oficialmente tratado como “Terminal Salineiro de Areia Branca – Luiz Fausto de Medeiros”.

O transporte de sal, por via marítima, está suspenso desde sexta-feira (1º)

A notícia sobre a interdição foi dada pelo Blog do BG. Veja a nota oficial abaixo:

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) está envidando todos os esforços no objetivo de ver solucionadas todas as pendências listadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego relacionadas ao Terminal Salineiro de Areia Branca, esclarecendo que não envolvem aspectos estruturais, dizem respeito em sua maior parte à questões documentais, que já estavam em pleno encaminhamento de solução e estão em fase conclusiva.

Natal – RN – 04 de dezembro de 2017

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quinta-feira - 16/11/2017 - 06:06h
Areia Branca

Funcionários do Porto-ilha fazem paralisação de advertência

Trabalhadores do Porto-ilha no litoral de Areia Branca paralisaram suas atividades.

É uma parada de advertência por 36 horas, devido constantes atrasos salariais.

Ficam atuando apenas quantidade mínima de trabalhadores, para funcionamento básico dessa estrutura por onde é feito o escoamento de cerca de 40% da produção de sal do estado.

Eles são vinculados à Companhia Docas do RN (CODERN), empresa estatal potiguar.

O Terminal Salineiro de Areia Branca Luiz Fausto de Medeiros, o Porto-ilha, Fica localizado a 14 milhas náuticas (aproximadamente 26 km) da costa desse município e a 330 km de Natal.

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