sexta-feira - 20/02/2026 - 22:50h
Economia

Juros elevados dificultam acesso ao crédito para 83% da indústria do RN

Foto ilustrativa

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As elevadas taxas de juros são hoje um dos principais entraves para o financiamento da indústria no Rio Grande do Norte. É o que revela a Sondagem Especial – Condições de acesso ao crédito na indústria potiguar, elaborada pela Unidade de Economia da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nessa quinta-feira (19).   

O levantamento aponta que 83% das empresas industriais enfrentam dificuldades para contratar crédito de curto ou médio prazo por causa do custo financeiro. No crédito de longo prazo, a barreira é unânime: 100% das empresas indicaram os juros como principal obstáculo, é o que destaca o economista, João Lucas Dias.  

Além do custo, a burocracia também pesa. As exigências de garantias reais foram citadas por 33% das indústrias nas operações de curto e médio prazo e por 50% no financiamento de longo prazo, que também exige elaboração de projetos de investimento. Diante desse cenário, muitas empresas preferem não recorrer a empréstimos: 63% não procuraram crédito de curto ou médio prazo e 77% não buscaram financiamento de longo prazo, aponta o documento.  

“Quando o crédito é contratado, ele é direcionado majoritariamente à modernização produtiva”, disse Dias. De acordo com ele, metade das empresas utilizou recursos de curto e médio prazo para aquisição de máquinas e equipamentos, enquanto 33% destinaram ao pagamento de obrigações tributárias e previdenciárias e 17% ao capital de giro. Já no longo prazo, todas as operações tiveram como finalidade investir em máquinas e equipamentos.   

Já os bancos de desenvolvimento aparecem entre as principais fontes de financiamento. Eles foram utilizados por 50% das empresas no curto e médio prazo e por 100% das indústrias no longo prazo, sendo complementados por bancos comerciais em metade dos casos.   

Em relação à aprovação, 66% das empresas obtiveram exatamente o valor solicitado nas operações de curto e médio prazo e 17% receberam valor superior, enquanto apenas metade conseguiu o montante necessário no crédito de longo prazo.  

A sondagem também mostra impacto direto dos custos tributários na decisão de contratar financiamento. Para 50% das empresas, a redução de encargos administrativos, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), seria a principal medida para melhorar o acesso ao crédito, enquanto 33% defendem ampliação de linhas públicas e simplificação das exigências bancárias. O aumento do IOF já influenciou negativamente 33% das indústrias: 18% desistiram da contratação e 15% reduziram o valor solicitado.  

O levantamento mostra também que cerca de 30% das empresas consideram estar no limite desejável e 22% afirmam estar acima do adequado. Ao mesmo tempo, modalidades alternativas ainda têm pouca adesão: apenas 11% utilizaram operações de risco sacado nos últimos 12 meses e 67% não pretendem utilizar. 

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terça-feira - 28/10/2025 - 08:28h
Pesquisa

Imposto de importação inibe compras em sites internacionais

Setor industrial entende que taxação precisa ser ampliada (Foto ilustrativa: Iano Andrade/CNI)

Setor industrial entende que taxação precisa ser ampliada (Foto ilustrativa: Iano Andrade/CNI)

Aumentou de 13% para 38% o total de consumidores que desistiram de comprar em sites internacionais por causa do custo com o Imposto de Importação. É o que destaca a pesquisa Retratos do Brasil, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) à Nexus, e divulgada nesta segunda-feira (27). O levantamento compara dados sobre hábitos de consumo da população em maio de 2024 com outubro de 2025.

Segundo o superintendente de Economia da CNI, Marcio Guerra, o impacto da taxação das importações de até US$ 50 é positivo para a indústria brasileira, que está sujeita a condições desiguais de competição com outros países.

“A implementação do Imposto de Importação é o início de um processo que busca trazer mais justiça e competitividade para a indústria nacional. No entanto, o imposto ainda está em um patamar muito aquém do necessário para chegarmos a esse equilíbrio, pois a carga tributária de outros países é muito menor que a nossa”, avalia.

Veja dados da pesquisa abaixo.

A desistência por causa do imposto chegou a:

51% entre as pessoas com ensino superior;

46% entre aqueles com 16 e 24 anos ou 25 a 40 anos;

45% entre os que ganham mais de cinco salários mínimos;

42% entre os vivem na região Nordeste.

Segundo a pesquisa, a desistência por causa da “taxa das blusinhas” fez subir de 22% para 32% o número de pessoas que foram atrás de um produto similar com entrega nacional. O percentual de consumidores que procuraram um item parecido em loja física passou de 13% para 14%, enquanto a quantidade de pessoas que buscaram item similar em outro site ou aplicativo internacional cresceu cinco pontos percentuais, de 6% para 11%. A desistência definitiva caiu de 58% para 42%.

ICMS também é barreira

Também aumentou, de 32% para 36%, o total de consumidores que deixaram de importar por causa do custo com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O percentual de desistência cresce entre as pessoas com ensino superior (48%); os mais jovens (45%); aqueles que ganham mais de cinco salários mínimos (41%); e os que vivem no Nordeste (41%).

Entre os consumidores que abandonaram uma compra internacional por causa do custo do ICMS:

Aumentou de 26% para 34% o percentual daqueles que procuraram um similar com entrega nacional;

Caiu de 17% para 14% o total dos que buscaram um similar em loja física;

Cresceu de 5% para 9% o percentual dos que procuraram comprar um similar de outro site ou aplicativo de varejo internacional;

Caiu de 51% para 41% o percentual dos que desistiram definitivamente do item.

Frete caro e prazo de entrega demorado

O preço do frete internacional e o prazo de entrega demorado também foram motivos para que boa parte dos consumidores desistisse de fazer compras internacionais no último ano. 45% dos compradores abandonaram pedidos ao saberem do custo do frete, um aumento de cinco pontos percentuais em relação à pesquisa realizada em maio do ano passado.

“Isso pode sinalizar um avanço na racionalidade do consumidor brasileiro na hora da compra, ou seja, a ‘taxa da blusinha’ trouxe reflexões que antes desapareciam por conta do tamanho da diferença dos preços”, afirma Marcio Guerra.

Outros 32% desistiram de comprar em plataformas internacionais ao descobrirem o prazo de entrega do produto. Em maio de 2024, o percentual era de 34%. A desistência sobe para 43% entre os consumidores com ensino superior; 40% entre as pessoas de 25 a 40 anos; 39% entre os que ganham mais de cinco salários mínimos; e 36% entre os moradores da região Sul.

Uso pessoal foi principal motivo para importação

A pesquisa também quis saber qual a finalidade das importações. Três em cada quatro (75%) dos entrevistados disseram que todos os produtos foram para uso pessoal. O número sobe para:

90% entre os cidadãos com mais de 60 anos;

84% entre os moradores do Norte/Centro-Oeste;

82% entre os que ganham de um a dois salários mínimos;

81% entre as mulheres e aqueles com ensino fundamental completo.

Por outro lado, apenas 10% dos entrevistados compraram todos os itens para uso no trabalho, percentual maior entre os moradores da região Sul (19%); pessoas que ganham mais de cinco salários mínimos ou que têm entre 25 e 40 anos (15%); homens (14%) e cidadãos com ensino superior (12%).

Apenas 2% dos consumidores importaram produtos pensando em revenda.

Sobre a pesquisa 

A Nexus entrevistou 2.008 pessoas com idade a partir de 16 anos, no Distrito Federal e nos 26 estados do país, entre 10 e 15 de outubro de 2025. A margem de erro da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A amostra é controlada a partir de quotas de sexo, idade, PEA (População Economicamente Ativa), região e condição do município.

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segunda-feira - 01/09/2025 - 22:28h
Tarifaço

CNI lidera missão empresarial aos EUA; Fiern leva pauta do RN

Arte ilustrativa de balança comercial

Arte ilustrativa de balança comercial

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lidera, nos dias 3 e 4 de setembro, uma missão empresarial a Washington (EUA) com o objetivo de abrir canais de diálogo para reverter ou reduzir as taxas adicionais de importação sobre produtos brasileiros impostas pelo governo dos Estados Unidos. Cerca de 130 empresários e representantes de associações de setores industriais participam da missão.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), Roberto Serquiz, e o presidente do Sindicato da Indústria da Pesca do Rio Grande do Norte (SINDIPESCA/RN), Arimar França, integram a comitiva.

A agenda inclui reuniões com empresários e parlamentares norte-americanos, encontros bilaterais com instituições parceiras e uma plenária com representantes do setor público e privado dos dois países para fortalecer o diálogo e avaliar os impactos comerciais e estratégias para aprofundar a parceria econômica entre os dois países.

Também está prevista reunião com a embaixadora do Brasil nos EUA, Maria Luiza Ribeiro Viotti.

O presidente da Fiern informa que levará aos EUA a pauta dos setores mais impactados pelas tarifas do RN.

“Integramos a comitiva da CNI em Washington, junto com o presidente do Sindipesca, Arimar França, levando a pauta dos setores que estão sofrendo maior impacto, em especial o pescado e o sal. Teremos reuniões com empresas que importam esses produtos, em busca de soluções que assegurem a competitividade da produção potiguar no mercado internacional”, destaca Roberto Serquiz.

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quinta-feira - 14/12/2023 - 10:00h
Natal

Fiern realiza evento para entrega de medalhas de Mérito Industrial

Serquiz receberá maior honraria da Fiern (Foto: Moraes Neto)

Serquiz receberá maior honraria da Fiern (Foto: Moraes Neto)

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) realizará a solenidade de entrega da Medalha do Mérito Industrial Walter Byron Dore, principal homenagem concedida pela entidade, a industriais e apoiadores da indústria do RN. Acontecerá nesta quinta-feira (14), no Versailles Recepções, às 20h.

A homenagem será entregue como reconhecimento a personalidades que se destacam pelo empreendedorismo, trabalho para o desenvolvimento da indústria e em defesa da livre iniciativa.

Neste ano, a Medalha será concedida aos empresários Zauleide de Queiroz Leite, Amaro Sales de Araújo, Marinho Herculano de Carvalho, Maria de Fátima Dantas, Sandro Jorge Peixoto de Lima, Edésio Teixeira Lima, Roberto Zitelmann de Oliva e José Hamilton Mandarino de Mello.

Também haverá entrega da Medalha da Ordem do Mérito Industrial, mais alta comenda outorgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O agraciado é o atual presidente da Fiern, Roberto Serquiz.

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sexta-feira - 23/07/2021 - 18:30h
Governo Federal

Presidente da Fiern rebate críticas de secretário de Política Econômica

Amaro classificou de "desinformado" o representante do Governo Federal (Foto: Fiern)

Amaro classificou de “desinformado” o representante do Governo Federal (Foto: Fiern)

O presidente do Sistema FIERN (Federação das Indústrias do Estado do RN), Amaro Sales de Araújo, endossou a manifestação pública feita pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, que lamentou as declarações do secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, ao Jornal Valor Econômico, nesta quinta-feira (23).  

Para o presidente Amaro Sales, a fala do secretário ao insinuar que deveria haver cortes no orçamento do Sistema S, demonstra total falta de conhecimento sobre o papel e a atuação das entidades que integram o Sistema S – como o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) – importantes aliadas do Brasil na promoção de educação básica e profissional, inovação, tecnologia, saúde e segurança no trabalho.  

Desinformação

“O senhor Adolfo não conhece o Sistema Indústria. Um desinformado querendo aparecer, já que o trabalho que o SESI e o SENAI entregam à sociedade industrial é, sem sombra de dúvidas, incomparável”, afirmou.  

Ele lembra que esta não é a primeira vez que tal ameaça é feita e que o Sistema vem sofrendo reduções no orçamento, de forma sistemática, nos últimos anos. E explica que os recursos do Sistema S são de natureza privada, previsto constitucionalmente, de que serão arrecadados para financiamento da qualificação profissional e formação e defesa dos interesses do trabalhador, da mão de obra.   

“Na longa caminhada do Sistema, sempre sofremos estes ataques. O dinheiro é privado. Precisamos acabar com esta sanha, em busca de um recurso que não é do governo. E R$ 6 bilhões no caixa do governo, só serviria para tapar o sol com a peneira. É inadmissível. Vamos enfrentá-los. No Congresso ou na Justiça”, garantiu o presidente da FIERN.

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sexta-feira - 14/08/2020 - 18:38h
Julho

Construção civil demonstra confiança, apesar de pandemia

Apesar da crise econômica causada pela pandemia, houve melhora na confiança dos empresários da construção em julho. A Sondagem da Indústria da Construção, divulgada nesta sexta-feira (14) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que os índices de expectativa estão mais próximos da linha dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo.

Setor mostra fôlego em plena pandemia no país, momento extremamente delicado para a economia (Foto ilustrativa)

Isso sinaliza que os empresários esperam estabilidade do nível de atividade (50,1 pontos) e queda menos acentuada no emprego (49,4 pontos), em compras de matérias-primas (49,5 pontos) e em novos empreendimentos e serviços (48 pontos) nos próximos seis meses, já que os índices estão pouco abaixo dos 50 pontos.

A melhora das expectativas em relação a junho, segundo a CNI, deve-se à queda menos intensa e disseminada da atividade no setor. Esse indicador cresceu de 37,1 pontos no mês passado para 44,3 pontos em julho.

O Índice de evolução do emprego foi de 37,5 pontos para 43,4 pontos no período. Já utilização da capacidade de operação subiu para 55% neste mês frente a 53% em julho. A intenção de investimento aumentou 3,8 pontos frente ao mês passado, registrando 34,8 pontos.

Veja AQUI a pesquisa completa.

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terça-feira - 11/06/2019 - 11:24h
BQMIL

Empresa de Mossoró ganha Prêmio Nacional de Inovação

Indústria mossoroense fica entre as três melhores dentre 1.746 inscritas à disputa de todo o país

A indústria potiguar de argamassa BQMIL (Grupo A Construtora), originária de Mossoró, ficou entre as três finalistas do Prêmio Nacional de Inovação. A solenidade aconteceu na noite desta segunda-feira (10), em São Paulo, durante o 8º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria. A empresa concorreu na categoria “Inovação de Processos”, na modalidade “Médias Empresas”.

Marcelo (foto três) resumiu êxito como resultado de muita dedicação e resiliência (Foto: divulgação)

A inovação em produtos e processos, com foco na sustentabilidade e conceito de economia circular, a partir de um projeto de Gestão Integrada foi o que levou a BQMIL a ficar entre as três melhores dentre 1746 empresas inscritas. Desde 2013, a empresa recebe consultoria em diversas áreas; e nos últimos três anos o IEL, SESI e o SENAI tem atuado de forma integrada e sincronizada.

O CEO (diretor executivo) da BQMIL, Marcelo Rosado, agradeceu aos parceiros e a equipe de colaboradores e clientes:

Marcelo Rosado – “É o resultado de esforço disciplinado, contínuo e resiliente nos últimos dez anos. Compartilhamos esse momento de vitória ao sermos classificado entre os três primeiros do país”, disse durante a cerimônia.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), Amaro Sales, parabenizou a empresa potiguar pelo resultado e convocou: “Não atrapalhem, deixem o povo pensar e inovar. Inovação é a palavra de ordem. O Brasil precisa incentivar as empresas a inovar!”.

O primeiro lugar foi para a BMD Têxteis, da Bahia. Prêmio é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional da Indústria (SENAI), e conta com o apoio de 14 instituições, entre elas o Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

O Prêmio Nacional de Inovação busca incentivar e reconhecer os esforços bem-sucedidos de empresas em prol da agenda da inovação e gestão da inovação.

Com informações do Sistema Fiern.

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quinta-feira - 23/05/2019 - 19:06h
Pesquisa

Confiança do empresariado tem quinta queda consecutiva

As previsões de que a economia brasileira crescerá em 2019, em ritmo muito aquém das estimativas iniciais, tiveram novo impacto sobre a confiança do setor da construção. Em maio, o Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção (ICEI-Construção) apresentou a quinta queda consecutiva, com redução de 0,6 ponto em relação ao mês anterior.

Com isso, o indicador marcou 55,8 pontos, se aproximando da linha divisória de 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo. É o que mostra a Sondagem Indústria da Construção, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quinta-feira (23). A redução da confiança no setor se deve, principalmente, à percepção de que o ambiente para os negócios piorou. Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Condições Atuais denotou maior pessimismo dos empresários da construção quanto ao presente, caindo de 46,5 pontos para 45,0 pontos.

Incertezas

Segundo a pesquisa, o indicador foi puxado para baixo pelo índice de condições da economia brasileira, que caiu 2,8 pontos na comparação mensal.

Diante das incertezas com a economia, as expectativas do setor da construção permaneceram “congeladas”, segunda a Sondagem.

A pesquisa mostra que os empresários estão em compasso de espera, com três dos quatro índices apresentando queda no comparativo com abril. Destaque para o de novos empreendimentos e serviços, que apresentou queda de 53,2 pontos para 52,2 pontos, no comparativo.

A Sondagem Indústria da Construção ouviu 493 empresas, sendo 171 de pequeno porte, 271 de médio porte e 105 de grande porte. Os dados foram coletados entre 2 e 13 de maio.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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terça-feira - 19/02/2019 - 11:28h
Operação Fantoche

Presidente da CNI é preso por corrupção milionária

Robson Andrade: corrupção (Foto: CNI)

Do G1 PE

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, foi preso pela Polícia Federal, nesta terça-feira (19), dentro da Operação Fantoche, que investiga um esquema de corrupção envolvendo contratos com o Ministério do Turismo e entidades do Sistema S, entre elas o Sesi.

A CNI afirmou que “não teve acesso à investigação e acredita que tudo será devidamente esclarecido”. Também são alvos de mandado de prisão temporária, de cinco dias, os presidentes das Federações das Indústrias dos estados de Pernambuco, Alagoas e Paraíba, além de empresários, um contador responsável por abrir empresas de fachada e um advogado.

Contratos

A investigação aponta que um grupo de empresas, sob o controle de uma mesma família, vem executando contratos, desde 2002, por meio de convênios tanto com o ministério, quanto com as entidades. Eles já receberam mais de R$ 400 milhões.

De acordo com o delegado federal Renato Madsen, os empresários que são alvo da operação de hoje são investigadas pela criação de empresas de fachada.

“Eles criaram empresas sem fins lucrativos para dificultar a investigação do TCU. Queremos investigar até que ponto esse esquema partiu do sistema S daqui [Pernambuco] e reverberou em outros estados”, afirmou.

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domingo - 11/11/2018 - 05:28h

RN deve entrar 2019 com atraso salarial e às voltas com a LRF

Por Josivan Barbosa

O Rio Grande do Norte corre o risco de terminar o ano com quase 10 pontos percentuais acima do limite de Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em função do percentual de recursos comprometidos com o pagamento de pessoal. No fim de 2017, esse percentual estava em torno de 41% da RCL (Receita Corrente Líquida), conforme dados da STN (Secretaria do Tesouro Nacional).

O “salto” em termos percentuais se deve à derrubada de uma decisão liminar que permitia ao governo potiguar excluir do cálculo do limite de despesas com pessoal os pagamentos a aposentados e pensionistas.

Atraso de Salário

O Rio Grande do Norte faz parte da relação de 10 Estados que possivelmente atrasarão os salários do funcionalismo. Rio Grande do Norte, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do sul e Minas Gerais serão os próximos da lista. O principal fator que contribui para o atraso é o crescimento acelerado dos gastos com a previdência. Atualmente, há três estados com atraso salarial: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. O desequilíbrio fiscal dos Estados pode levar a um efeito dominó e afetar o governo federal, com a possibilidade de atraso de salário.

Centro

As forças políticas derrotadas na última eleição já estão se movimentando em busca de espaço no novo cenário político nacional. A fragmentação da esquerda e a iminente cisão do PSDB têm contribuído para este novo quadro. As conversas envolvem até adversários e há a expectativa de uma grande reorganização partidária.

As conversas têm sido capitaneadas pelo ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung, que pode resultar na formação de um novo grupo político e, por consequência, de um novo partido. Há a possibilidade desse novo partido agregar figuras tradicionais como Geraldo Alckmin, Tasso Gereissati, Márcio França, Paulo Skaff, Aldo Rebelo, Fernando Henrique Cardoso entre outros.

O novo agrupamento político tem a possibilidade de agregar nomes novos como Luciano Huck e os participantes do grupo Renova – BR.

Campo de esquerda

No campo da esquerda há uma evidente separação do PT que será liderado por Fernando Haddad (47 milhões de votos na última eleição) da outra ala que será liderada por Ciro Gomes e, possivelmente, contará com Marina Silva do Rede Sustentabilidade que não atingiu a Cláusula de Barreira e deverá se fundir com outro partido.

Prefeituras

Os recursos disponíveis por habitante para que as prefeituras promovam políticas públicas teve em 2017 o seu terceiro ano seguido de queda. O indicador aponta qual é, em média, o montante financeiro que os municípios têm para custear bens e serviços para cada um de seus moradores. Com o recuo do ano passado, o índice chegou ao nível mais baixo em quase uma década.

A receita disponível para as cidades ficou em R$ 2.091 por habitante, contra R$ 2.093 no ano anterior, em valores já corrigidos pela inflação. Na prática, os municípios estão com menos dinheiro para executar políticas públicas. Além da recessão, o grande volume de renúncias fiscais aprofundou a crise financeira dos municípios. Os tributos compartilhados com as prefeituras, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Renda – Pessoa Jurídica (IRPJ), foram objeto de renúncias nos últimos anos, o que complicou ainda mais o quadro fiscal de diversas cidades.

Governos regionais

Do lado positivo, os recursos disponíveis para os governos regionais, que englobam municípios e Estados, cresceram no ano passado – a primeira alta desde 2014. Nesse caso, as receitas per capita passaram de R$ 4.790 para R$ 4.818 entre 2016 e 2017, puxadas pelos Estados (alta de R$ 2.697 para R$ 2.727). As administrações dos Estados dependem menos de transferências e mais da arrecadação própria do que as prefeituras. Qualquer alteração nos repasses tem um impacto muito maior para as cidades.

Sistema S

Sesi e Senai (indústria), Sesc e Senac (comércio), Sest e Senat (transportes), Senar (agronegócio), Sebrae (micro e pequenas empresas) e Sescoop (cooperativas) fazem parte do chamado Sistema S. São pessoas jurídicas de direito privado que atuam em cooperação com o Estado e recebem cerca de R$ 20 bilhões por ano. A arrecadação tem como base o recolhimento compulsório de 0,2% a 2,5% sobre a folha de pagamento das empresas aos empregados.

Guedes: tensão com Sistema S (Foto: Web)

Um fenômeno recente tem sido o crescimento da arrecadação direta, que não é feita pela Receita Federal, mas cobrada diretamente por Senai e Sesi de seus filiados na indústria. Esse montante supera R$ 4 bilhões do recolhimento total e suscita controvérsias do ponto de vista jurídico.

As contas do Sistema S estão na mira da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro e podem se transformar em pivô de um embate do novo governo com o patronato brasileiro. O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende mexer em supostos “desvios de finalidade” dos serviços sociais autônomos.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC) já identificaram que o orçamento do Sistema S está em risco e querem conversar sobre o assunto com Guedes e auxiliares de Bolsonaro, como o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Energia solar

Pressionados pelos custos da energia elétrica, os consumidores buscam opções para enfrentar os pesados aumentos nas tarifas. A geração distribuída solar fotovoltaica se destaca como uma solução competitiva e sustentável: os preços dos sistemas caíram 75% na última década e o tempo de retorno sobre o investimento diminuiu, trazendo reduções de até 90% nas contas de energia elétrica.

A geração distribuída solar fotovoltaica começa, porém, a incomodar grandes grupos econômicos, tradicionais e conservadores no setor elétrico. Um forte lobby, encampado por entidades que representam as distribuidoras, tem pressionado autoridades para alterar importantes regulamentações que dinamizaram o mercado. Em especial, a bem-sucedida compensação de créditos de energia elétrica para sistemas de microgeração e minigeração distribuída tem sido alvo de pesadas investidas.

O motivo é financeiro: ao empoderar os consumidores, tornando-os produtores ativos de sua própria energia renovável e mais independentes, a geração distribuída solar fotovoltaica ameaça as receitas e lucros de distribuidoras que não se adaptarem à nova realidade do mercado.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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quarta-feira - 31/10/2018 - 13:24h
Brasília

Fiern tem representantes empossados em diretoria da CNI

Flávio e Amaro: posse (Foto:divulgação)

O presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), Amaro Sales, e o ex-presidente da instituição, Flávio Azevedo, foram empossados nesta terça-feira (30), na Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Amaro Sales no cargo de 1º Diretor Secretário; e Flávio Azevedo no cargo de Diretor.

A posse ocorreu durante 9ª reunião da CNI, em Brasília.

O empresário Robson Braga de Andrade foi reeleito em votação unânime no dia 8 de maio de 2018, para o período de 2018 a 2022.

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terça-feira - 08/05/2018 - 23:16h
Hoje

Amaro Sales e Flávio Azevedo eleitos para diretoria da CNI

Flávio e Amaro: CNI (Foto: cedida)

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do RN  (FIERN), Amaro Sales de Araújo, e o ex-presidente da instituição, Flávio Azevedo, foram eleitos nesta terça-feira, 08, para a Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Amaro Sales ocupará o cargo de 1º Diretor Secretário; e Flávio Azevedo foi eleito Diretor.

O empresário Robson Braga de Andrade foi eleito para novo mandato na presidência.

Em votação unânime, realizada em Brasília, o Conselho de Representantes da entidade, composto por delegados das federações das indústrias dos estados e do Distrito Federal, elegeu os integrantes da próxima administração da CNI para o período de 2018 a 2022.

A posse ocorrerá em 31 de outubro.

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sábado - 07/10/2017 - 11:24h
Convite

Redepetro/RN estará em evento para revitalização do petróleo

A Associação Redepetro RN foi convidada pelo Ministério das Minas e Energia (MME), para participar da primeira reunião do Comitê Diretivo do Programa para Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE). Será no próximo dia 19, das 14h às 18h, na sede do Ministério de Minas e Energia – em Brasília.

Vicente: convite (Foto: arquivo)

O convite é assinado por João Vicente de Carvalho Vieira, que é diretor do Departamento de Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural e representou o MME no II Fórum Onshore Potiguar, ocorrido em Mossoró quarta e quinta-feira passadas em Mossoró, por iniciativa da Redepetro/RN.

Pauta

Na pauta estará a apresentação do relatório do Reate, implantado pelo Governo Federal no início deste ano; definição de prioridades e estratégias para execução das ações previstas no relatório e outros assuntos.

Além da Redepetro/RN, outras entidades como Agência Nacional de Petróleo (ANP), Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Redepetro Brasil, Empresa de Pesquisa Energética (EPE) etc. estarão presente.

Conheça AQUI o que é o Reate.

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Categoria(s): Economia
domingo - 19/02/2017 - 11:52h

A luz tênue, mas animadora, do crescimento econômico

Por Carlos Duarte

O mercado projeta que o dólar será cotado abaixo de R$ 3,00 nas próximas semanas. O fato se deve, entre outros motivos, ao aumento de recursos estrangeiros no Brasil, juros elevados e Bolsa de Valores registrando fortes ganhos. O segmento de viagens internacionais e agências de turismo comemoram a ocasião e estimam um crescimento de até 30%, neste início de ano, se comparado com o mesmo período do ano passado.

Por outro lado, o real mais forte é uma péssima noticia para as empresas que contavam com o aumento das exportações para compensar a queda do consumo interno.

Estimativas do próprio governo apontam que o dólar cotado abaixo de R$ 3,50, neste momento, tornam inviáveis as exportações brasileiras. Esses fatos aumentam os riscos de maiores desindustrialização.

Em meio à crise, a economia do Brasil vive um momento muito peculiar. Enquanto há perspectivas de ganhos adicionais com a recente euforia do mercado brasileiro de ações, o cenário ainda é de risco para os investidores. Mundialmente, as medidas protecionistas de Donald Trump podem elevar a inflação e os juros dos EUA.

Internamente, a Lava Jato traz a possibilidade do envolvimento de mais políticos (ligados a Temer) nas investigações, o que poderá prejudicar as reformas econômicas necessárias. Preocupadas com essa possibilidade, as agencias de classificação de risco mantiveram a perspectiva negativa, na última semana.

Mesmo assim, a percepção de que o Brasil começa a sair do fundo do poço está ajudando o País a se destacar dos outros emergentes, atraindo investimentos externos. É uma luz tênue, ao final do túnel, para a retomada futura do crescimento econômico brasileiro.

No plano local e regional, o governo do Estado, as prefeituras e empreendedores do RN devem ficar atentos para fazerem os ajustes necessários à dinâmica imposta pelas variáveis do mercado interno e externo.

SECOS & MOLHADOS

FNE – Neste ano, o Banco do Nordeste pretende alcançar o montante de R$ 975 milhões em recursos do FNE (que é o Fundo Constitucional administrado pelo BNB) para o Rio Grande do Norte. Só para a agricultura, a estimativa da aplicação é R$ 75 milhões. Para energia solar está previsto R$ 25 milhões.

Contraste – No vizinho estado da Paraíba, diferentemente do que acontece no RN, a crise não é motivo para atraso de salários. Lá, o governo do Estado anuncia que vai liquidar a folha de pagamento dos servidores, deste mês de fevereiro, nos próximos dias 22 e 23. Antes do carnaval. Ceará, EspÍrito Santo, Goiás e Paraná também pagam suas folhas em dia.

Exterior – O dólar mais barato estimulou os gastos de brasileiros no exterior que, em janeiro de 2017, ficaram em U$ 1,578 bilhão. De acordo com o BC, o resultado é 88% maior que o registrado em igual período do ano passado. Com esse resultado a conta de viagens internacionais ficou negativa em U$ 914 milhões, só no mês passado.

Indústria de motos com outros números (Foto: cedida)

Motos – De acordo com dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras (Anef), o volume total de motocicletas novas vendidas voltou aos níveis de 2006, com 998 mil unidades comercializadas, no ano passado. O principal motivo foram as restrições de crédito, apesar dos financiamentos terem sido responsáveis por 34% das aquisições de motos novas. Os consórcios responderam por 36% e as compras à vista por 30%, em 2016.

Déficit – A nova projeção do déficit fiscal brasileiro agora é de R$ 149,58 bilhões, para este ano. Esse é o valor dos gastos do governo federal que irão ultrapassar as receitas, sem se considerar as despesas com os juros. A meta fiscal do governo Temer, em 2017, é de R$ 139 bilhões. Está longe de ser atingida.

Confiança – O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), neste mês de fevereiro, aumentou de 50,1 para 53,1%. No Rio Grande do Norte o ICEI demonstra menor falta de confiança, alcançando 49,4% (contra 48,1, em janeiro). A leve recuperação se deve principalmente pelo maior otimismo dos empreendedores potiguares em suas próprias empresas, numa projeção para os seis meses vindouros. Já o segmento da Construção Civil do RN demonstrou falta de confiança, embora de menor intensidade.

FGTS – O pagamento das contas inativas do FGTS, que acontecerão até o próximo mês julho, vai injetar R$ 30 bilhões na economia brasileira. É uma ajuda bem-vinda para os brasileiros, mas os efeitos da recessão ainda estão por vir. Trata-se de um alívio econômico pontual, estratégico, com mudanças temporárias das regras de um instrumento que necessita ser repensado.

Êxito – Os resultados do ensino fundamental em Sobral, no Ceará, estão constrangendo as cidades mais ricas. Tem escolas públicas com padrões e níveis de países de primeiro mundo. Essa política de educação exitosa teve inicio com a gestão do então prefeito Cid Gomes (1997-2005).

Agricultura – Em 2017, o setor da agricultura no Brasil vai investir R$ 548 bilhões na economia. Isso tem reverberação imediata, com injeção de renda e ânimo, em todo o País, das pequenas e médias cidades. O RN deve ficar atento para os nichos que proporcionam esse segmento da economia.

Veja coluna anterior clicando AQUI.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

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Categoria(s): Artigo
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sábado - 03/12/2016 - 20:26h
Getúlio Batista

PTB do RN ganha assento no Diretório Nacional

O presidente do diretório estadual do PTB, Getúlio Batista, assumiu em Brasília uma cadeira na Executiva Nacional do partido.

Essa é a segunda vez na história do partido que um representante potiguar assume a vaga.

Getúlio agradeceu a oportunidade de lutar pelo partido também em nível nacional.

Ele lembrou que o partido existe no RN há 34 anos e que nesse período apenas Fernando Bezerra, na condição de senador, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), líder do governo e ainda ministro, assumiu a função.

A formalização da posse foi na quinta-feira (1º).

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 30/11/2016 - 07:10h
Thiago Gadelha

CNI faz homenagem a empresário do Rio Grande do Norte

O empresário industrial potiguar Thiago Gadelha, recebeu nesta terça-feira, 29, a medalha da Ordem do Mérito Industrial 2016 da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A solenidade foi realizada na sede da Confederação Nacional da Indústria, em Brasília.

Contou com a participação do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, do presidente do Sistema Federação das Indústrias do RN (FIERN), Amaro Sales de Araújo, propositor da homenagem, do vice-presidente Pedro Terceiro de Melo, e do Diretor-Tesoureiro, Roberto Pinto Serquiz.

Thiago teve homenagem por longa e vitoriosa trajetória (Foto: cedida)

Criada em 1958, pelos empresários Roberto Símonsen e Euvaldo Lodi, a medalha da Ordem do Mérito Industrial da CNI tem objetivo de expressar o reconhecimento da indústria nacional a personalidades de todos os segmentos da sociedade brasileira, que ajudaram e continuam ajudando a escrever capítulos memoráveis da história da indústria brasileira.

O homenageado

Industrial de tradição familiar no Rio Grande do Norte, Antônio Thiago Gadelha Simas Neto nasceu em 1942. Graduou-se em Ciências Econômicas Administrativas e Contábeis pela UFRN, e em seguida foi para os Estados Unidos onde fez os cursos de pós-graduação em Gerência de Marketing, Gerência de Produção, Produção e Comercialização de Frutas e Verduras, na Utah State University; e também a pós-graduação em Gerência de Indústrias Alimentícias e Integração Agroindustrial, na University of California Davis.

Iniciou sua carreira, em 1962, como sócio diretor da Orlando Gadelha Simas e Cia. Em 1969 assumiu como Diretor Superintendente da Simas Industrial. Com a família administrava a indústria de balas, pirulitos e caramelos Simas, partindo em 2010 para carreira solo, criando a Candy Pop, também no mesmo ramo.

Localizada no Distrito Industrial de Macaíba, a fábrica tem uma proposta de ser uma empresa fornecedora de produtos de qualidade, com grande capacidade de atendimento aos mercados interno e externo. Sua capacidade instalada para as três linhas de produtos totaliza 10.587,50 toneladas por ano.

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Categoria(s): Economia
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segunda-feira - 24/10/2016 - 09:08h
Mossoró

Senai vai inaugurar Instituto de Tecnologias em Petróleo e Gás

O Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e o Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), Amaro Sales de Araújo, vão participar da inauguração do Instituto SENAI de Tecnologias em Petróleo e Gás em Mossoró.

Instituto de Tecnologias em Petróleo e Gás terá amplo portfólio de serviços (Foto: Web)

A inauguração vai acontecer na próxima sexta-feira (28), às 17h30, no endereço da instituição, localizada à Rua Jeremias da Rocha, S/N, Abolição I.

O instituto está pronto para desenvolver soluções para exploração e produção sustentável de petróleo, com equipe atual de 43 pesquisadores. O portfólio de serviços prevê:

  • Consultoria em processo de produção;
  • Eficiência energética;
  • Elaboração de plano de gerenciamento de resíduos;
  • Estudo de impacto ambiental,
  • Serviços de inspeção, serviços de coleta e destinação de água residual e produção de petróleo;
  • Desenvolvimento de máquinas e equipamentos;
  • Projeto CAD/CAM;
  • Engenharia reversa;
  • Prototipagem rápida;
  • Tratamento e reuso de águas de produção;
  • Assessoria em processos produtivos e gerencial.

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Categoria(s): Economia / Gerais
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