sexta-feira - 11/04/2014 - 10:28h
Mossoró

Juiz atende pedido de liminar sobre casas do Sta. Júlia

O Juiz Federal André Dias Fernandes, titular da 8ª Vara, Subseção de Mossoró, deferiu pedido de liminar proibindo qualquer ocupação nas casas do Residencial Santa Júlia, em Mossoró. O descumprimento da determinação implicará em uma multa de R$ 10 mil por invasor.

A decisão judicial foi proferida após a Caixa Econômica Federal ter promovido um “interdito proibitório”, informando que havia tentativas de invasão das residências, que ainda não foram concluídas e integram o programa Minha Casa Minha Vida.

Na petição, a Caixa esclareceu que o residencial estava com 20 seguranças, instalação de cercas, tapumes, mas, ainda assim, havia risco de nova invasão.

O Residencial Santa Júlia já foi alvo de uma primeira ocupação dos imóveis. As pessoas foram retiradas após decisão da Justiça Federal. O cumprimento da determinação ocorreu no dia 31 de março deste ano e foi feito de maneira pacífica.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal do RN.

 

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quarta-feira - 26/03/2014 - 23:04h
Em Mossoró

Manifestantes pressionam Caixa por casa própria

Hoje foi dia de protesto de ocupantes de casas, no Conjunto Santa Júlia, em um endereço diferente. Estiveram na agência central da Caixa Econômica Federal (CEF) em Mossoró.

Apesar de ter sido solicitada a presença da Polícia, não houve intervenção violenta ou excessos dos manifestantes.

Eles querem um lugar para morar no próprio Santa Júlia ou outro endereço.

Terminaram saindo pacificamente, após conversarem com representante da CEF.

O Santa Júlia tem obras paradas há cerca de dois anos devido impasse entre construtora e CEF.

Nesse ínterim, ocorreu a invasão.

Mas existe ordem judicial para despejo, em face da ilegalidade da ocupação.

Será no próximo dia 31.

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terça-feira - 25/03/2014 - 23:40h
Procurador da República recomenda

Reunião reforça decisão para desocupação do Santa Júlia

Reunião reforçou a lógica da desocupação

A Prefeitura de Mossoró recebeu, nesta terça-feira, 25, os ocupantes do conjunto habitacional Santa Júlia no Palácio da Resistência. A reunião contou com a presença do prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD), de Fernando Rocha, procurador da República; Olegário Gurgel, promotor de Justiça; Aldo Fernandes, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no município, vereadores e auxiliares da gestão municipal.

A Caixa Econômica Federal (CEF) não participou do encontro e enviou um ofício, reforçando a decisão legal para desocupação do residencial até o próximo dia 31. De acordo com o documento, o conjunto pertence ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), gerido pela CEF.

Os ocupantes reivindicam a permanência no local ou a saída para algum outro ambiente indicado pelo poder público, pois afirmam não ter recursos para aluguel de casas. Atualmente, 186 famílias ocupam o conjunto.

Proprietários

“Desde a primeira conversa com os ocupantes, informei que ordem judicial será cumprida e o conjunto será desocupado. A partir daí, a CEF terá alguns meses para finalizar a obra e entregá-la aos proprietários que já estavam na fila de espera e foram selecionados. Nossa sugestão é que algum prédio público possa acomodar temporariamente essas famílias desabrigadas”, disse o procurador da República.

A consultora do município, Fernanda Abreu, explicou que a Prefeitura Municipal não pode interferir na questão, pois o empreendimento pertence à Caixa Econômica. A gestão municipal cabe somente o encaminhamento do cadastro único de pessoas, que passam ainda por seleção específica da CEF.

“Não só o município, mas o Estado e a União devem partilhar as responsabilidades e buscar uma solução para o problema”, disse a consultora.

 

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quarta-feira - 19/03/2014 - 08:37h
Conjunto Santa Júlia

Ocupação ilegal de casas mobiliza forças políticas

O caso da ocupação indevida do Conjunto Santa Júlia, em Mossoró, residencial que está inconcluso e vive sob impasse entre construtora e sistema financeiro (Caixa Econômica Federal-CEF), teve novo capítulo nessa terça-feira (18), em duas frentes.

Prefeito (centro) recebeu série de pessoas para tratar questão

Em Natal, na Assembleia Legislativa, a deputada Larissa Rosado (PSB) disse o Governo do Estado e a Prefeitura de Mossoró precisam tomar uma posição para resolver o problema das famílias que ocuparam 376 casas do conjunto residencial Santa Júlia.

“Essas pessoas precisam ser recebidas e tratadas com respeito, pois precisam abrigar as suas famílias”, afirmou. Ela disse que há necessidade de elaboração de projetos sociais no município de forma a garantir teto para as pessoas que invadiram as casas do residencial e de outras famílias que da mesma forma não têm onde morar.

Reintegração

As famílias ocuparam as casas em fevereiro, mas já existe uma decisão da Justiça concedendo o direito de reintegração de posse do residencial à Caixa Econômica Federal. Pela decisão as pessoas que invadiram o Santa Júlia até o dia 31 deste mês para deixarem o local.

Já na sede da Prefeitura de Mossoró, uma comissão de vereadores liderada pelo parlamentar Tomaz Neto (PDT) obteve audiência com o prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD). A questão foi tratada de forma mais técnica.

O prefeito garantiu que até sexta-feira (21) a prefeitura fará levantamento social daquelas pessoas que estão nas casas e em seguida terá uma reunião na próxima semana (dia 25/03, terça-feira) com o gerente da CEF, Aldemir de Souza, representante do Governo do Estado, Ministério Público Federal, comissão de vereadores, Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e comissão de ocupantes das casas.

Boa vontade

“Precisamos de celeridade numa decisão que respeite o direito dos mutuários das casas, mantenha a legalidade e contemple essas pessoas que precisam de casas”, defendeu Tomaz Neto.

Para o prefeito, é preciso respeito à ordem, “sem que esqueçamos o direito inalienável à moradia”. Disse que a Prefeitura de Mossoró não tem autonomia e prerrogativas para resolver o impasse, que está centrado sobretudo entre construtora e CEF, mas não se omite nem se omitirá.  “A própria reunião é prova da boa vontade nossa”, assinalou.

Participaram da reunião integrantes da comissão de ocupantes do Santa Júlia, vereadores Tomaz Neto, Nacízio Silva (PTN) e Alex do Frango (PV); Catarina Vitorino que representa a Comissão dos Direitos Humanos e a secretária municipal do Desenvolvimento Social Fernanda Kaline.

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terça-feira - 18/03/2014 - 06:42h
Mossoró

Ocupantes de casas no Santa Júlia cobram e recebem apoio

A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) representou a Assembleia Legislativa na sessão da Câmara Municipal de aniversário de Mossoró, nesta segunda-feira (18), no Teatro Dix-huit Rosado. E, em discurso, conclamou união para enfrentar a crescente exclusão social no segundo maior município do Estado.

Ao final da cerimônia, Larissa conversou com famílias que protestavam, nas escadarias do teatro, contra ordem de despejá-las do residencial Santa Júlia, ocupado dia 1º de fevereiro. A deputada lamentou a evolução para despejo, “sem efetiva intervenção do Poder Público para saída negociada do problema”.

Larissa e Tomaz ouvem moradores na escadaria do teatro

Garantiu intermediação de alternativas na Assembleia Legislativa, e agendou reunião com comissão de moradores, para esta semana, em Mossoró, a fim de decidir estratégias. “Ajudaremos no que for possível. Infelizmente, esse é mais um retrato da exclusão social que predomina em Mossoró”, lamentou Larissa.

Apoio à luta

O vereador Tomaz Neto (PDT), que tem acompanhado o caso, com o suporte de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), assegurou reunião de representantes do Santa Júlia com o prefeito Francisco José Júnior (PDT).

O Blog conversou com moradores. Foi-nos pedido apoio à luta. Asseguramos que tratamos o caso ouvindo todos os lados e buscando solução que seja racional, pacífica e legal.

O próprio procurador da República, Fernando Rocha, recebeu comissão de vereadores e de ocupantes de casas no Santa Júlia, deixando claro que não endossará a ocupação fora da lei.

“Esses manifestantes estão fazendo lista com relação de ocupantes que estão lá como invasores e não necessitados. Eles querem o direito a casa própria e colaboram para que oportunistas não sujem essa luta justa. Mas sabemos também que é preciso assegurar a moradia àqueles que foram selecionados para o benefício”, comentou Tomaz.

Com informações das Assessorias de Larissa Rosado e Tomaz Neto, além do próprio Blog.

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quinta-feira - 27/02/2014 - 09:08h
Santa Júlia

Procuradoria cobra saída de invasores de conjunto

Através da solicitação do vereador Tomaz Neto (PDT), comissão de vereadores mossoroenses e representantes do Conjunto Santa Júlia participaram de audiência com o procurador da República, Fernando Rocha. A reunião foi nessa quarta-feira (26), na Procuradoria da República, em Mossoró.

Comissão mostra ao procurador (mão no rosto) algumas preocupações

O procurador deixou claro que não há como se tomar nenhuma providência para sanar os problemas do conjunto, com a ocupação indevida dos imóveis e até negociações de moradias entre invasores e pretensos interessados, sem qualquer formalização legal.

Fernando Rocha adiantou que estão sendo tomadas providências para que a desocupação seja obtida, pela via judicial. Se for o caso, com a intervenção de força policial.

O próprio procurador ponderou para que tudo possa ser resolvido de forma pacífica, para que não aconteça algum tipo de incidente no cumprimento da lei. Recomendou que vereadores solicitem a prefeitura o apoio logístico, transportante as pessoas e seus utensílios domésticos para outros locais.

Iluminação

Tomaz Neto pediu ao procurador que fiscalize de perto a questão da seleção para distribuição das casas. Solicitou ainda dos dos demais vereadores, uma articulação para que o prefeito Francisco José Júnior (PSD) receba-os e à comissão de moradores (e ocupantes indevidos).

Tomaz também destacou que há necessidade de que iluminação pública seja religada, pois compromete até a segurança das pessoas que vivem e transitam no conjunto. Procurador prometeu ver a situação.

Os vereadores Genivan Vale (PROS), Nacízio Silva (PTN) e Soldado Jadson (Solidariedade) que também participaram da reunião, garantiram trabalho nesse sentido.

Representantes de ocupantes de casas alertaram o procurador, que obra está parada há mais de dois anos e as invasões passaram a ser naturais, tamanho o imobilismo do poder público, financeira e construtora, que vivem impasse.

 

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sexta-feira - 21/02/2014 - 08:40h
Invasão

Vereador fala com procurador da República sobre o Sta. Júlia

Representante da comissão dos vereadores criada para tratar do problema da ocupação das casas do Conjunto Santa Júlia, o vereador Tomaz Neto (PDT) teve audiência com o procurador da republica, Fernando Rocha, – às 11h dessa quinta-feira (20). Tratou de assuntos relacionados ao Conjunto Santa Julia.

Tomaz conversou com Fernando Rocha: desocupação necessária

Na audiência Tomaz pediu ajuda ao procurador para tentar achar uma solução para este problema, e ouviu dele que ele já tinha tido uma reunião com a Caixa Econômica Federal (CEF) para tratar deste assunto.

Fernando Rocha afirmou que tem uma lista de moradores que deve ser preservada,  já que houve um processo de seleção bastante apurado. A invasão é uma ilegalidade, deixou claro.

O procurador disse também que esta invasão só vai atrasar tudo, pois existem casas que não estão nem concluída e para poder terminar as obras os invasores vão ter que desocupá-las.

Acrescentou ainda, que como as casas não tem “habite-se” (laudo para ocupação), não podem ter liberação para instalação de energia elétrica, por exemplo.

Lista e invasores

Segundo o procurador, “quem estar ocupando as casas e estar na lista da Caixa, está se auto-prejudicando, porque com esta invasão fazem com que fique tudo mais demorado.

Tomaz Neto afirmou que não defende a ocupação e nem incentiva este ato. Sua preocupação é solucionar um problema social instalado.

A ideia do procurador, é que ocorra a desocupação das casas, como primeiro ato. “Após isso, a Caixa deve agilizar a finalização das obras do Santa Júlia o mais rápido possível,” relata o vereador.

Na próxima semana será marcada uma reunião com a comissão de vereadores que trata da questão na Câmara Câmara Municipal de Mossoró, representantes dos moradores e o próprio procurador Fernando Rocha.

“Vamos providenciar maior afinação com o procurador, para que encontremos uma solução que respeite os moradores listados, mas também possa favorecer os sem-teto”, comenta Tomaz Neto.

Matéria extraída do endereço no Facebook do vereador Tomaz Neto.

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quinta-feira - 20/02/2014 - 07:36h
Mossoró

Comissão de vereadores procura solução para Santa Júlia

A pedido do vereador Tomaz Neto (PDT), foi criada na sessão dessa quarta-feira (19),  na Câmara Municipal de Mossoró, uma comissão com cinco vereadores. Objetivo: procurar solucionar o problema do Conjunto Santa Júlia, que teve invasão de casas e tem suas obras inconclusas.

Vereadores estiveram em conjunto e logo acionaram procuradoria

Os vereadores que foram convocados para esta comissão são Tomaz Neto (presidente), Izabel Montenegro (PMDB), Genivan Vale (PROS), Alex do Frango (PV) e Narcizo Silva (PTN).

Os vereadores visitaram o Conjunto Santa Júlio logo após a sessão. Conheceram de perto a realidade da ocupação e os problemas estruturais do residencial, que vive em compasso de espera devido problemas entre o agente financeiro (Caixa Econômica Federal-CEF) e empresa construtora.

Nesse vácuo, acabaram ocorrendo invasões e o ingresso no caso de pessoas oportunistas, alheias aos interesses dos moradores e dos próprios sem-teto.

Procuradoria

Tomaz Neto entrou em contato com o Ministério Público Federal (MPF). Houve acerto preliminar para que aconteça reunião entre a comissão e a procuradoria.

O vereador disse que a obrigação de resolver este problema “é do poder publico, é dos políticos é a a intervenção da Câmara Municipal passou a ser uma necessidade, como voz dos interesses da sociedade, sobretudo daqueles que não possuem voz”.

“Eu não trato esse episódio como invasão. “O povo não invadiu, mas buscou um lar, atender a uma necessidade que tem garantia constitucional”. Garantiu que faz a defesa pacífica desse direito, com respeito à lei e à ordem pública.

A comissão dos vereadores é uma forma de institucionalizar a luta, com a presença do poder legislativo na questão, acompanhando, dando sugestões e intermediando decisões.

 

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