sexta-feira - 19/05/2023 - 17:28h
Posse

Lawrence Amorim assume Conselho Político da Fecam

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (Solidariedade), assumiu a presidência do Conselho Político da Federação das Câmaras Municipais do Estado do RN (FECAM/RN), na tarde desta sexta-feira (19), em Natal.

Lawrence discursa durante posse na Fecam (Foto: divulgação)

Lawrence discursa durante posse na Fecam (Foto: divulgação)

Ele tomou posse com a diretoria da Fecam para o período 2023/2025, em solenidade no auditório da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern).

Na oportunidade, assumiu a presidência da Fecam o presidente da Câmara de Parnamirim, Wolney França (PSC).

Vereadora de Olho d’água do Borges, Jéssica Queiroga tomou posse no Conselho da Mulher da Fecam.

A solenidade foi prestigiada por lideranças políticas estaduais, como o senador Rogério Marinho (PL), coordenador da bancada federal, deputado Benes Leocádio (União); presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB); e o prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos).

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sexta-feira - 26/07/2013 - 16:38h
Falta de Conselho Político

¿Por qué no te callas, Rosalba?

Até o momento, não se tem notícia da atuação do chamado “Conselho Político” do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), “formado” ano passado (25 de abril de 2012) e que nunca atuou.

Se existe, é blefe. Se existiu, foi peça natimorta.

Conselheiros podiam chamá-la aos “carreteis”, pedindo para que não divulgue aquilo que não pode cumprir.

Vale até um carão:

– ¿Por qué no te callas, Rosalba? (Por que não te calas, Rosalba?)

Nota do Blog – Quando foi anunciada a criação do Conselho Político, este Blog antecipou seu destino e motivação. Passado quase um ano e meio de seu nascimento, os fatos provam que não houver excesso na premonição. Fomos até ponderados demais.

Veja AQUI o que o Blog postou à época.

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domingo - 16/06/2013 - 12:03h
Faz-de-conta

Conselho Político cumpre missão de não ser nada

Uma das maiores fraudes políticas do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) é o seu “Conselho Político”. Não existe, nunca existiu, nem vai existir.

Foi criado teoricamente para servir de colegiado de apoio às decisões do governo, mas na prática nunca funcionou ou sequer conseguiu se reunir com todos os seus membros. Um grupo de característica centralizadora e que não tem hábito de ouvir “súditos”, não ia mudar seu jeito de ser em fase outonal de existência.

Carlos (centro) com João e Henrique: conselho de mentirinha

O conselho foi formado em Brasília no início do ano passado (25 de abril), com participação da própria governadora, presidente da Assembleia Legislativa Ricardo Motta (PP), bem como lideranças como os deputados federais Henrique Alves (PMDB) e João Maia (PR), além dos senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB).

Atuando nos intramuros do poder à época como o “governador de fato”, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) ganhou legitimidade política para circular e falar em nome da governadora, ao integrar o grupo.  Em mais de um ano de “funcionamento”, o Conselho Político virou um grosseiro faz-de-conta.

Veja no boxe abaixo o que este Blog veiculou em postagem no dia 27 de abril de 2012, diagnosticando qual seria o papel do Conselho Político. Não erramos uma linha:

O Conselho Político, em si, não existe como parte da engrenagem orgânica do poder. Não está no organograma do Estado.

É um ‘nome de fantasia’ à construção de uma imagem pública que pretende melhorar o perfil do governo, lhe dando um caráter mais democrático, descentralizador e arejado. Assim, passa a supostamente legitimar a própria  presença e intervenção de Carlos Augusto Rosado, lhe ofertando corpo naquilo que antes era apenas um espectro, já tratado pela sociedade e setores da mídia como um estorvo.

Como se vê, os próprios aliados do governo terminaram sendo usados para esse propósito cosmético.

“É pouco provável que o Conselho Político tenha efeito prático como a propaganda oficial propaga”, acrescentamos na mesma matéria analítica.

Enfim, é tudo de mentirinha.

Veja AQUI.

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domingo - 10/02/2013 - 08:46h
Governo Rosalba

Henrique acentua caminho para rompimento

Do Blog Panorama Político

O distanciamento entre o PMDB e o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) se acentua.

A nova sinalização de um rompimento próximo do partido com o Executivo vem com as declarações do novo presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB).

Na sua primeira entrevista para um veículo de comunicação potiguar, após ter se tornado o primeiro potiguar a chegar ao posto mais alto da Câmara, o peemedebista reclama da falta de comunicação do Governo, da ausência de um interlocutor e confirma o naufrágio do conselho político.

“Não é cargo por cargo, é poder contribuir, ter uma participação mais efetiva, o Governo se abrir mais, ser mais transparente até das suas dificuldades e não com conversas isoladas que não tratam o conjunto dos graves problemas que atravessa o Rio Grande do Norte”, analisa.

Para o deputado federal Henrique Eduardo Alves, o Governo Rosalba Ciarlini está pecando pelo isolamento e por tratar as questões não de forma macro e com transparência, mas de forma setorizada.

No entanto, o deputado federal pondera que as críticas administrativas não têm qualquer relação com o pleito de 2014. Aliás, sobre esse assunto Henrique Eduardo Alves se esquiva de responder questionamentos sobre os possíveis candidatos a serem lançados pelo PMDB. Para ele, o momento é de união dos líderes, da bancada e de todo Estado.

Mas o novo presidente da Câmara alerta: “uma andorinha só não faz verão”.

E complementa: “Não adianta ter um político de grande importância, se ele não tem a união do Estado, a união da bancada”, observa.

Para o deputado federal, a condutora do processo de união em prol dos grandes projetos do Estado deve ser a governadora Rosalba Ciarlini.

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sexta-feira - 02/11/2012 - 17:11h
Faz-de-conta

Conselho Político morre sem nunca ter existido

Alguém aí ouviu falar no Conselho Político do Governo Rosalba Ciarlini (DEM)?

Anunciado no dia 24 de abril deste ano em Brasília, com o suposto objetivo de auxiliar Rosalba na gestão das crises que se alastram no governismo, contenciosos que emperram sua gestão, ele nunca existiu de fato ou direito.

A governadora listou à ocasião, quem faria parte do colegiado, além dela: o seu marido e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), tido como “governador de fato”; o senador José Agripino (DEM), ministro-senador Garibaldi Filho (PMDB), deputado federal Henrique Alves (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa Ricardo Motta (PMN) e deputado federal João Maia (PR).

Em mais de seis meses de “existência”, o Conselho Político nunca se reuniu por completo em Brasília ou no Rio Grande do Norte. Existiu sem nunca ter existido.

E com a nomeação de Carlos Augusto para a chefia de Gabinete Civil da governadora, esta semana, o conselho chefa ao fim de vez.

Carlos cumpre o papel que caberia ao colegiado, agora com um cargo visível e oficial no governo.

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sábado - 05/05/2012 - 08:30h
Repercussão nacional

“O Globo” mostra crise no Governo Rosalba Ciarlini

Por Paulo Celso Pereira (O Globo)

Em meio a uma crise institucional e política, com problemas financeiros e servidores em greve, o governo do Rio Grande do Norte montou em Brasília, a mais de 2.000 quilômetros de Natal, uma espécie de Conselho Político para ajudar a governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Entre os conselheiros estão o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho (PMDB), o presidente do DEM e líder no Senado, José Agripino Maia, e o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves. Como os três passam a semana em Brasília, as reuniões foram transferidas para a capital federal.

— O governo herdou uma situação financeira complicada, cometeu equívocos de comunicação e alguns equívocos administrativos pontuais. Esse Conselho Político está procurando ajudá-la no dia a dia para resolver as dificuldades — explica Agripino Maia.

Duas das secretarias mais importantes do estado, Justiça e Turismo, estão vagas, e vários candidatos sondados já se recusaram a ocupar os cargos. De acordo com pesquisas recentes, a reprovação à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) atinge 60%.

Nesta semana, o secretário de Saúde, Domício Arruda, foi afastado do cargo após se negar a prestar esclarecimentos à imprensa sobre a situação problemática de um hospital e sobre a greve de servidores do setor.

Twitter

A crise no Rio Grande do Norte foi parar nesta sexta-feira nas redes sociais. Críticos do governo emplacaram pela manhã como líder no Twitter mundial a citação #ForaGovernadoraRosalba. Foi uma reação aos apoiadores da governadora que haviam colocado minutos antes o texto #AcreditoNoRnComRosalba como número um do Twitter brasileiro.

Eleita no primeiro turno, Rosalba assumiu o governo no ano passado já sabendo da dificuldade que teria para cumprir os acordos financeiros que a gestão anterior havia firmado. Planos de carreira de servidores e repasses para outros órgãos engessaram o orçamento da governadora.

Rosalba cortou gratificações que representavam quase metade do salário de alguns servidores. A reclamação foi geral. A dificuldade financeira somou-se à falta de articulação política, e alguns secretários pediram o chapéu.

Por Paulo César Pereira (Jornal O Globo)

A reunião do Conselho Político da última quinta-feira sacramentou a necessidade de uma reforma do secretariado, que deve ocorrer nas próximas semanas. Duas demissões já estão praticamente sacramentadas, no Planejamento e na Casa Civil. Esta última deverá ser entregue ao marido da governadora, Carlos Augusto Rosado, tido como a eminência parda do governo de Rosalba.

— A governadora vai superar a situação por meio de mudanças na equipe. Ela pegou uma herança difícil, mas tem condições de dar uma virada — pondera Garibaldi Alves.

Nas últimas semanas, surgiu novo temor: a seca. Assim como em todos os estados do Nordeste, a expectativa é que a estiagem de agora seja a pior em muitos anos. Os políticos do estado já preparam uma corrida ao caixa do governo federal para tentar reduzir o impacto da estiagem:

— Tem vários projetos importantes para o estado que podemos viabilizar em Brasília. Vamos tentar ajudar a levar esses recursos. Esta é uma fase em que se precisa ter paciência — pede o líder do PMDB, Henrique Alves.

Nesse cenário dramático, Rosalba tem um alento. A rejeição a seu governo, que beira 60%, não é nada comparada à da prefeita da capital, Micarla de Souza (PV). Também eleita no primeiro turno, em 2008, ela soma rejeição de 90% do eleitorado e não tem chance de ser reeleita.

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