quarta-feira - 22/11/2023 - 20:26h
Constrangimento

Assessoria veta perguntas delicadas à Fátima Bezerra

Foi embaraçosa a rápida passagem da governadora Fátima Bezerra (PT) por Mossoró nessa terça-feira (21), para participar da abertura do Mossoró Oil & Gas Expo (MOGE) 2023, no Expocenter. Quem tentou entrevistá-la sobre temas delicados como aumento do ICMS, colapso no abastecimento de água, por exemplo, foi constrangido.

A ordem expressa passada à imprensa por um assessora da governadora, à entrada do Expocenter, foi para que apenas fossem feitas perguntas sobre o evento. Mas, houve quem se rebelasse. Dois casos pelo menos, cada um a seu modo.

A radialista Elizângela Moura da 95 FM questionou Fátima Bezerra sobre o desabamento de parte da estrutura do Centro Administrativo Integrado Diran Ramos do Amaral (onde se localiza a rodoviária), o que levou até a deputada estadual Isolda Dantas (PT), atrás da entrevistada, a desgostar com uma careta (veja no vídeo). E Fátima desviou-se, prometendo projeto de concessão pública para o local.

Em março de 2019, primeiro ano de seu primeiro governo, houve promessa (veja AQUI) de uma ampla reforma e restauração do lugar. Passaram-se quase cinco anos e nada.

Quanto ao radialista João Marciliano, o “Joãozinho GPS” da Rádio Difusora, a reação foi diferente. Diante da limitação imposta, fechou microfone e retirou-se.

A mesma assessora (como o Blog Carlos Santos teve acesso) ligou para GPS perguntando o porquê de não ter feito entrevista. Joãozinho respondeu com fina ironia: “Eu percebi que a governadora não estava bem e achei melhor deixar para fazer perguntas sobre assuntos que estão preocupando a população, como a falta d’água na cidade, noutro momento…”

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quarta-feira - 24/10/2018 - 23:54h
Mano Brown

Outra voz cobra que o PT assuma pecados e escute o povo

Cultuado por grandes estrelas da música brasileira, o rapper paulistano Mano Brown roubou a cena de comício em favor de Fernando Haddad (PT) nessa última terça-feira (23), no centro do Rio de Janeiro. Chamado para falar, debulhou uma série de críticas ao PT, à política e à campanha, cobrando que o partido volte às suas origens, faça um mea culpa e escute o povo.

Lembrou em muito o que disse há poucos dias o senador eleito pelo PDT do Ceará, Cid Gomes (veja AQUI). Mas suas palavras têm muito mais peso. 

Mano Brown deixou outros artistas e vários políticos presentes, como Guilherme Boulos (Psol), Manuela d’Ávila (PCdoB) e o próprio Haddad, praticamente sem palavras. Apesar de ecos de vaias, encarou a multidão. Não era um estranho ali, apesar de causar incômodo.

Comunicação falha

– O pessoal daqui falhou e agora vai pagar o preço. Porque a comunicação é alma, e se não está falando a língua do povo vai perder mesmo, certo?

Multidão não petista precisa ser conquistada

– Falar bem do PT para torcida do PT é fácil. Tem uma multidão que não está aqui que precisa ser conquistada, ou a  gente vai cair no precipício? Eu tinha jurado para mim mesmo nunca mais subir em palanque de ninguém, por que política não rima, não tem swing, não tem balanço, não tem nada que me interessa. Eu gosto de música, mas eu estou vendo casais se separando, amigos de mais 35 anos deixando de se falar, não está tendo motivos para comemorar. Não temos expectativa nenhuma de vitória – afirmou.

Quem errou tem que pagar!

– Tenho amigos que eu já não consigo olhar no rosto deles por causa de política, não vim aqui para ganhar voto, porque eu acho que já está decidido. Agora se falhou, quem errou vai ter que pagar mesmo, certo?!

Volta para a base

– Se nós somos o Partidos dos Trabalhadores, partido do povo, tem que entender o que o povo quer, se não sabe, volta para a base! e vai procurar saber.

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sexta-feira - 17/06/2016 - 11:55h
Ex-ministro

Jornal relata constrangimento de Henrique Alves em avião

Constrangimento. Uma série de constrangimentos tem marcado a classe política brasileira nos últimos tempos.

Um relato foi feito pelo próprio ex-ministro do Turismo Henrique Alves (PMDB), em conversa com amigos numa reunião.

Relatou que foi obrigado a se trancar no banheiro de uma avião em retorno a Natal, saindo de Brasília, devido a insultos morais na própria aeronave, ouvidos de uma passageira.

Ficou trancado à espera que todos os demais passageiros saíssem, ainda tendo que driblar movimento organizado no saguão do Aeroporto Internacional de São Gonçalo, no Rio Grande do Norte.

Os gritos da manifestação o tratavam por “golpista”.

O fato é narrado hoje pelo jornal Folha de São Paulo.

Veja mais detalhes AQUI.

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segunda-feira - 13/06/2016 - 03:13h
Mossoró

Prefeito tem desempenho comparado às “pragas do Egito”

Circula pela Internet, com rápida multiplicação (compartilhamento) em redes sociais, um vídeo com 28 segundos que tem o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) em destaque. Na verdade, em pleno constrangimento.

A saia justa ocorreu no conhecido Mercado do Vuco-Vuco, bairro Santo Antônio, no domingo (12), onde o prefeito desembarcou com elenco de auxiliares, alguns vereadores, para anunciar obra de reforma desse equipamento público.

Circulando entre os boxes, biroscas e quiosques, foi abordado por um popular que travou diálogo com ele, o deixando embaraçado:

A conversa foi testemunhada por sua comitiva e circunstantes. Terminou documentada em vídeo e logo caiu nas redes sociais. Viralizou, que se diga.

Com a mão entrelaçada a do prefeito, em cumprimento formal e cordial, um interlocutor definiu a suposta devastação promovida por sua passagem pela Prefeitura, fazendo analogia à passagem bíblica muito conhecida:

– O Egito precisou de sete pragas pra acabar com a cidade (sic). Aqui em Mossoró precisou só do senhor – disse.

“Por que não fez antes esta obra? Vai fazer agora, final de campanha? Em final de campanha todo mundo é bom rapaz!” – acrescentou o mesmo popular. Fazia referência a anúncio de reforma do mercado, assinalada e assinada por Francisco José Júnior.

A reação do prefeito foi tentar mostrar que tem feito “coisa que ninguém fez”. Paralelamente, ele e assessores saíram de fininho, desvencilhando-se do imprevisto.

As sete pragas

As sete pragas do Egito na verdade são dez. São citadas no livro do Êxodo, o segundo do Velho Testamento, posterior ao Gênesis.

A sua autoria foi tradicionalmente atribuída ao profeta Moisés e narra como ele conduziu o povo hebreu pelo deserto, a partir do cativeiro no Egito.

Tu falarás tudo que eu te mandar; e Arão, teu irmão, falará ao Faraó que deixe ir os filhos de Israel da sua terra. Eu, porém, endurecerei o coração do Faraó, e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas. O Faraó, portanto, não vos ouvirá.” (Êxodo).

As pragas teriam sido lançadas para contrastar o poder do Deus de Israel com os deuses egípcios, levando o faraó Ramsés II a permitir a saída do povo hebreu do cativeiro.

Entre as pragas que atingiram o povo egípcio, o rio Nilo foi tingido de sangue, chuva de granizo, multiplicação de milhões de rãs, nuvens de gafanhotos e morte dos primogênitos de animais e seres humanos.

Nota do Blog – O prefeito Francisco José Júnior chegou àquele estágio que tudo que faz tem efeito negativo, por mais que acerte.

Está estigmatizado.

Se resolver distribuir uma cédula de R$ 100,00 para quem passar pela esquina do antigo Cine Pax (centro da cidade), ao final do dia vai constatar o bueiro – ao pé da calçada – completamente entupido por milhares de papeis-moeda.

Ninguém confia nele.

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sexta-feira - 11/03/2016 - 08:16h
Constrangimento

Secretário da Saúde é aconselhado a deixar o cargo

O secretário estadual da Saúde Pública, médico Ricardo Lagreca, viveu momentos conturbados e constrangedores em Mossoró, nessa quinta-feira (10). Em visita ‘fora da agenda’ e sem alardes ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), encarou desabafos ostensivos e até irados.

Lagreca: pressão, pressão (Foto: Rayane Mainara)

Num dos piores momentos de sua estada, ele foi emparedado pelo médico Carlos Alberto Almeida na sala do diretor geral Jarbas Mariano. De pé, com os braços em agitação intensa, óculos à mão, voz estridente e às vezes quase ininteligível, Almeida aconselhou secretário a entregar cargo.

Ex-aluno do próprio Ricardo Lagreca no curso de Medicina da Universidade Federal do RN (UFRN), Almeida não poupou críticas à situação em que o HRTM está.

– Todos os dias aqui é uma carreira de gente para enterrar – berrou.

Curral

Quase impassivo, olhando-o fixo e segurando o queixo com a mão cerrada, o secretário ouviu-o atentamente. Ao seu lado, além de Mariano, os médicos Fernando Albuerne e Diego Dantas, além de outros circunstantes que se mantiveram calados.

Carlos Alberto Mariano aditou, em forma de conselho, que Ricardo Lagreca deveria “entregar o cargo”, haja vista a impotência para cuidar da Saúde.

“Honre seu nome, doutor”, sugeriu de forma muito agitada.

Para ele, o Tarcísio Maia não passa de um “curral”, tratado com rebotalho pelo Governo do Estado.

Nota do Blog – Lamento lhe informar, doutor: vai piorar!

Não vejo alento.

Espero estar errado, para o bem de milhares e milhares de pessoas que precisam desse equipamento público tão importante.

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