Delegação participa de projeto importante (Foto: divulgação)
Estudantes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) apresentarão trabalhos na II Conferência Luso Brasileira Interculturalidade na Universidade Pública, que ocorre entre os dias 3 e 5 de março de 2026, na Universidade de Évora, onde fazem mestrado e doutorado sanduíche.
Eles fazem parte do Projeto Interculturalidade na Universidade Pública, Ações Afirmativas, Inclusão Social e Relações Raciais, coordenado pelo Prof. Dr. Guilherme Paiva de Carvalho.
O projeto está vinculado ao Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), e tem como finalidade proporcionar a cooperação internacional entre programas de pós-graduação a UERN, da Universidade de Évora (UÉvora) e da Universidade de Brasília (UNB), por meio de pesquisas sobre interculturalidade no ensino superior, políticas de ação afirmativa, as desigualdades étnico-sociais no Brasil e relações étnico-raciais.
Entre setembro de 2024 e agosto de 2025, 14 bolsistas, estudantes negros e negras, indígenas, estudantes com deficiência e mulheres desses programas realizaram mestrado sanduíche e doutorado sanduíche na Universidade de Évora.
“Em 2025, nós temos 10 bolsistas na Universidade de Évora, 5 da UERN e 5 da UnB, realizando mestrado sanduíche e doutorado de sanduíche na Universidade de Évora. A professora Eliane Anselmo faz parte da equipe do projeto e realiza uma missão de trabalho na Universidade de Évora, durante essa semana, na qual ela vai ministrar uma aula aberta sobre relações étnico-raciais e participar de um seminário com os bolsistas na Universidade de Évora”, afirma o Prof. Dr. Guilherme Paiva.
Professora Cicília é vê protagonismo e “formação de qualidade” (Foto: Web)
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) aprovou duas novas propostas de doutorado na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN): em Geografia e em Ciências Naturais.
Os novos cursos passarão a integrar o Programa de Pós-Graduação em Geografia e Programa de Pós-Graduação em Ciências Naturais, respectivamente, que já oferecem os cursos em nível de mestrado.
A partir de agora, a criação dos cursos tramitará internamente, inclusive passando pela análise/aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE).
O funcionamento ocorrerá após o Ministério da Educação publicar, no Diário Oficial da União (DOU), as portarias homologando a decisão da Capes.
A expectativa é de que os editais de seleção para ingresso nos referidos cursos sejam lançados pela Uern no início de 2025.
“O RN ganha mais dois importantes cursos, com a nossa Uern sendo protagonista dessa formação de qualidade”, enfatizou a reitora Cicília Maia.
Com a conquista, a Uern contará com 09 doutorados. Em se tratando de Mestrado, são 25 programas em diversas áreas.
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Cintia Freitas estuda pessoas idosas em situação de refúgio (Foto: Uern)
A professora mestra Cintia Freitas, da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FAD/Uern), foi convidada a integrar a plataforma Justice Americas (www.justiceamericas.org), que reúne especialistas em justiça e direitos humanos das Américas.
A plataforma Justice Americas reúne profissionais e acadêmicos ligados ao estudo das instituições dos sistemas de justiça de diferentes países. A proposta é possibilitar a troca de experiências entre acadêmicos, pesquisadores e atores judiciais, para um debate contemporâneo sobre justiça e administração pública inclusiva.
Com uma bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Cintia Freitas está no Canadá, realizando o Doutorado Sanduíche na Faculty of Social Sciences da University of Ottawa, sob a orientação da Profa. Dra. Christina Clark-Kazak. Sua pesquisa se concentra em pessoas idosas em situação de refúgio.
Convite
O convite para integrar a plataforma ocorreu durante 15ª edição do curso de verão “The Juridical-Political Orders in Latin America and Its Relations with Canada”, realizado na Faculty of Law (Civil Law Section) na University of Ottawa.
Sob a coordenação do Prof. Dr. Pierre Gilles Bélanger, Cintia Freitas contribuiu como assistente e professora em uma das aulas do curso, que envolve o assunto da sua pesquisa atual de Doutorado. “Estou verdadeiramente honrada e animada por ter participado deste curso de verão. Agradeço pela incrível oportunidade”, declarou a professora.
O curso contou com a participação de estudantes do Canadá, Chile e Peru, além de professores de diversos países, como Canadá, Peru, Brasil, Chile, México, Áustria, Estados Unidos e Colômbia. A diversidade de participantes enriqueceu as discussões e o aprendizado durante o evento.
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Resultado potencializa ainda mais a instituição e seu alunado (Foto: Arquivo)
Sediada em Mossoró, com quase 55 anos de vida, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) vive momento especial, colhendo frutos de um trabalho coletivo com foco na melhoria da qualidade do ensino na instituição, nos últimos anos. A divulgação do Índice Geral de Cursos (IGC), pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, do Ministério da Educação (INEP/MEC), à semana que passou, mostrou a evolução da universidade no indicador que avalia a qualidade das Instituições de Educação Superior (IES).
Pela primeira vez, a Uern alcançou a faixa 4 do IGC, entrando na seleta lista de 22,5% das IES que encontram-se neste patamar. No Brasil, das 2.012 instituições avaliadas, entre públicas e privadas, a maioria (62,9%) está na faixa 3. Já na faixa 5 (nota máxima), estão 46 (2,3%) IES.
No Rio Grande do Norte, todas as IES públicas (Uern, Ufersa, UFRN e IFRN) estão na faixa 4. O resultado colocou a UERN como a 7° melhor colocada entre todas as universidades estaduais do Nordeste.
Indicadores
O IGC avalia a qualidade das instituições de educação superior, tendo como base as notas dos cursos de graduação e pós-graduação, em avaliações como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) e a avaliação dos cursos de pós-graduação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Desde 2017, quando passou a fortalecer a política de avaliação institucional, integrando estudantes, técnicos e professores neste desafio, a Uern trabalha para impulsionar seus indicadores educacionais. No IGC contínuo, que serve de base para o IGC geral, a Uern saltou de 2,67, em 2017, para 3,01 agora em 2021. Em 2014, esse índice era de 2,54.
Reitora Cicília Maia mostra que resultado é crença também em autoavaliação (Foto: Agecom/Uern)
Nos cálculos do Inep, quem ultrapassa os 3 pontos no IGC contínuo entra na faixa 4 do IGC geral. “Este é um resultado que coroa o trabalho de toda a comunidade acadêmica, que acreditou e apostou com a gente na autoavaliação institucional e na construção de caminhos que pudessem qualificar ainda mais o nosso ensino, tanto na graduação como na pós-graduação”, comenta a reitora Cicília Maia.
O engajamento dos departamentos acadêmicos e dos estudantes foi primordial para este resultado, já que uma das bases para o IGC é o desempenho dos estudantes na prova Enade, ao fim do curso. Em 2021, dos 32 cursos da Uern avaliados na prova, mais da metade subiu o conceito, com destaque para 9 que obtiveram conceito 4, em uma escala de 1 a 5, onde 5 é o nível mais elevado.
Da última vez que esses cursos foram avaliados, em 2017, somente 3 alcançaram conceito 4. Em 2021, os cursos de Ciências Biológicas (licenciatura e bacharelado); Educação Física (licenciatura – Pau dos Ferros); Letras – Inglês (Mossoró); Pedagogia (Mossoró, Patu, Assú e Pau dos Ferros) e Química chegaram a esta faixa. O número de cursos com Conceito Enade 3 também subiu, enquanto o número de cursos com conceito 2 diminuiu.
“A soma de todos estes fatores foi crucial para que tivéssemos um avanço no Índice Geral de Curso (IGC), chegando a 3,07 o que nos levou à faixa 4”, explicou o professor Wendson Medeiros, assessor da Assessoria de Avaliação Institucional.
Expectativa
E a expectativa da instituição é crescer ainda mais nos indicadores, na próxima avaliação. “Para o cálculo do IGC é considerado também o desempenho dos cursos de pós-graduação da instituição e, na avaliação de 2021 não foram contabilizados os bons resultados que chegaram em 2022. Assim, acreditamos que mantendo o bom desempenho na graduação, e mais os últimos resultados dos mestrados e doutorados da Uern, há uma chance de elevarmos nosso IGC contínuo”, comentou o pesquisador institucional da Uern, Romell Wladimir.
Na última avaliação quadrienal da Capes, 10 programas de pós-graduação da Uern elevaram suas notas. Cinco deles alcançaram a nota máxima (5). Outros cinco subiram de 3 para 4. Os demais mantiveram as notas anteriores, sendo dois com nota 4 e oito com nota 3.
A Uern possui 58 cursos de graduação e 22 programas de pós-graduação, estando presente em seis municípios potiguares com seus campi (Mossoró, Natal, Pau dos Ferros, Assu, Caicó e Patu). Na Educação a Distância (EaD) possui 6 cursos de graduação, com apoio em 15 polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB).
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O anúncio do aumento nos valores das bolsas de pós-graduação, iniciação à docência e formação de professores da educação básica, feito pelo Governo Federal, no dia 16 de fevereiro, em Brasília, deixou de ser uma simples solenidade oficial para transformar-se em momento histórico para a ciência do País. Com valores defasados desde 2013, as bolsas atendem mais de 250 mil bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e são fundamentais para a manutenção do trabalho de pesquisa nas instituições de ensino superior do país.
Anúncio foi feito no último dia 16 em Brasília (Foto: Agência Brasil)
Dados da Capes mostram que, hoje, 160 mil pessoas são bolsistas de cursos de mestrado, doutorado, pós-doutorado e dos programas de formação de professores, no Brasil. Destes, 61 mil são estudantes de cursos de licenciatura.
Contando com a presença do Presidente Lula – que reassumiu o compromisso com o fortalecimento do investimento público na produção científica – a solenidade mostrou um novo momento de uma área estratégica para o desenvolvimento do país – educação – ciência e tecnologia.
Muito além do impacto financeiro, a decisão garante maior segurança às universidades e demais instituições de ensino superior para cumprirem seu papel no desenvolvimento nacional. Um próximo passo importante é a discussão, pelo Ministério da Educação, com as instituições, sobre formas de garantir condições para que elas possam equiparar suas bolsas internas aos valores ajustados pelo Governo Federal. Pegas de surpresa, muitas estão tendo que cortar em outros setores para não prejudicar os estudantes e pesquisadores.
Os primeiros passos do Governo Federal mostram que, a partir de agora, as instituições serão tratadas como parceiras estratégicas do projeto de desenvolvimento nacional, participando e construindo junto as políticas públicas necessárias à superação de problemas urgentes como a fome, a desigualdade social e o analfabetismo, entre outros. Além disso, passam a ter abertura ao diálogo em favor do fortalecimento da ciência brasileira, evidenciando seus potenciais e possibilidades.
Nesse sentido, a ampliação dos programas de formação de professores da educação básica e iniciação à docência foi mais um acerto. Executado em parceria com as instituições de ensino superior, estes programas têm contribuído de forma especial com a melhoria na qualidade da educação nas escolas.
Para este ano, o governo prometeu ampliar em mais 30 mil a quantidade de bolsas no Pibid e Residência Pedagógica, que juntos ofertam hoje 60 mil auxílios para estudantes de cursos de licenciatura.
Com um cenário bem mais favorável do que o que vivemos nos últimos anos, acreditamos que educadores, cientistas e todos que têm compromisso com a educação pública brasileira têm a oportunidade de, junto a outros setores importantes da sociedade, promover as mudanças e reconstruções necessárias ao surgimento de um Brasil mais justo para todas as pessoas.
Cicília Maia é professora-doutora e reitora da Universidade do Estado do RN (UERN)
No último sábado (7) os docentes, servidores e discentes do Programa de Pós-graduação em Agronomia: Fitotecnia se reuniram para comemorar os 30 anos de criação do programa, cujo ápice ocorreu em dezembro de 2004 quando a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) aprovou a proposta de criação do doutorado em Agronomia: Fitotecnia da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA).
Este programa começou em 1999 quando a antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM) começou a oferecer o curso de especialização pelo antigo departamento de Fitotecnia.Doutorado em Agronomia II
Houve um momento de grande importância na história do Programa de Pós-graduação em Agronomia: Fitotecnia. Em 14 de janeiro de 2005 o ministro em exercício da Casa Civil deu parecer negativo no projeto de transformação da ESAM em UFERSA e determinou arquivamento do processo.
O Principal argumento do parecer: a instituição não oferecia três mestrados e um doutorado. Entretanto, a aprovação da proposta do doutorado em dezembro de 2004 (que não estava no projeto de transformação da ESAM em UFERSA, pois o projeto havia sido encaminhado no ano anterior) e mais 2 mestrados no mesmo período foram o suficiente e necessário para que fizéssemos uma nova exposição de motivos e conseguisse a reconsideração do parecer.
Doutorado em Agronomia III
O Programa de Pós-graduação em Agronomia: Fitotecnia da UFERSA (mestrado e doutorado acadêmicos) é um dos melhores do país e possui conceito com classificação internacional. O conceito é 6 numa escala que tem como limite o conceito 7 (escala adota pela CAPES – MEC).
Atualmente o programa de pós-graduação forma profissionais de alto nível para a agricultura familiar, agricultura orgânica, agroecologia e agricultura tradicional. Os profissionais egressos do programa têm se destacado na região e são os principais responsáveis pela competência do Pólo de Agricultura Irrigada RN – CE na colocação dos frutos tropicais nos mercados dos Estados Unidos, União Européia e com a perspectiva de atingir o mercado asiático nos próximos anos.
RN longe da foto
Em reportagem da semana do Jornal Valor Econômico sobre o PIB per capita de vários Estados da Federação, o Rio Grande do Norte não aparece nem na foto quando se coloca os dez primeiros Estados do país. O nosso Estado está longe de se aproximar do Espírito Santo que está em décimo lugar com pib per capita de 28,2 mil reais.
O Distrito Federal lidera o ranking do pib per capta com 80,5 mil reais e São Paulo fica em segundo lugar com 47 mil reais. Isso mostra o desafio que a equipe econômica e de planejamento do Governo do RN tem para os próximos anos. Não há como se pensar em avanço na qualidade dos serviços públicos sem aumento do pib per capita.
STF
Três importantes questões ficam para o próximo ano no Supremo Tribunal Federal (STF).O debate sobre como deve ser a divisão dos royalties entre produtores e não produtores de petróleo estava previsto para 20 de novembro. A análise do caso foi adiada a pedido do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), que tenta costurar um acordo entre os estados.
Já a ação sobre a descriminalização do uso de drogas, pautada para 6 de novembro, foi adiada por conta do julgamento sobre a prisão após condenação em segunda instância, que levou cinco sessões para ser concluído.
A discussão sobre o compartilhamento de dados fiscais sigilosos de órgãos de controle com o Ministério Público fez Toffoli tirar da pauta o julgamento do caso sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.
Plano Mansueto
O chamado Plano Mansueto tem sido se transformado numa medida frustrada em auxílio aos Estados. Formalmente batizado como Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), o programa foi desenhado pela Secretaria do Tesouro Nacional para possibilitar a Estados com rating C ou D obter financiamentos com aval da União em troca do cumprimento de pelo menos três entre oito medidas de ajuste sugeridas. Intensamente debatido entre representantes do Tesouro e dos Estados, o programa foi enviado ao Congresso via projeto de lei complementar ainda no primeiro semestre do ano, mas não andou.
O Instituto Federal do RN (IFRN) foi o grande vencedor da 11ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), cuja final aconteceu neste fim de semana (17 e 18 de agosto), na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). A Instituição conquistou 19 medalhas, sendo 4 ouros, 6 pratas e 9 bronzes, de um total de 20 premiações angariadas pelo Rio Grande do Norte, que também foi o estado com mais premiações no certame.
Equipe do IFRN posa em evento (Foto: divulgação)
Ao todo, o evento distribuiu 75 medalhas, sendo 15 de ouro, 25 de prata e 35 e bronze. Além delas, foram concedidas ainda medalhas de honra ao mérito. A região Nordeste também teve um papel de destaque, com 58 medalhas, o que corresponde a 77% do total. A final contou com a participação de 314 equipes, reunindo 1,2 mil convocados de todos os estados brasileiros.
Premiação
A cerimônia de premiação contou com a participação de estudantes, professores, historiadores de relevância nacional e autoridades, como representantes da Associação Nacional de História (ANPUH), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Programa de Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA) e a presença do reitor da Unicamp, Marcelo Knobel.
Realizada pelo Departamento de História da Unicamp, a Olimpíada Nacional em História do Brasil é composta por seis fases de provas realizadas de forma online, com duração de uma semana cada. Tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Programa de Pós-Graduação em História da Unicamp. Foram 73 mil inscritos desde a fase inicial, este ano.
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Estudantes mossoroenses se uniram na tarde desta quinta-feira (30) em manifestação contra o bloqueio de verbas da educação. O ato aconteceu em todo o Brasil.
Em Mossoró, centenas de estudantes e sindicalistas seguiram pelas ruas da cidade.
Entre as reivindicações das classes está o fim dos cortes orçamentários das Universidades Federais, Institutos Federais e das bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); o cumprimento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a revogação da Emenda Constitucional 95 e “mais seriedade no debate sobre o financiamento público do nosso ensino”, de acordo com a União Brasileira de Estudantes (UBES).
A exemplo do último dia 15, os estudantes, através da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), convocam a população para nova manifestação nacional, no próximo dia 30 de maio.
“Educação não é gasto e sim investimento. Exigimos o fim dos cortes orçamentários das Universidades Federais, Institutos Federais e das bolsas de pesquisa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Queremos o cumprimento do Plano Nacional de Educação, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), permanente, a revogação da Emenda Constitucional 95 e mais seriedade no debate sobre o financiamento público do nosso ensino”, diz nota da Ubes.
A parada nacional do dia 15 de maio reuniu, de acordo com a UBES, mais de 1 milhão de estudantes e professores e “esvaziou” milhares de escolas, centenas de universidades e laboratórios, nos 26 estados e DF.
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Nesta quinta-feira (20), o curso de Direito da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), com sede em Mossoró, conseguiu mais um feito histórico: a aprovação do Programa de Pós-Graduação em Direito, em nível de mestrado, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Lamera e Alves: grande resultado (Fotos: cedidas)
Com essa conquista, a Ufersa passa a ser primeira instituição pública do interior do Nordeste brasileiro a oferecer um mestrado em Direito.
Com área de concentração em Direito, Democracia e Conflitos Socioeconômicos, o mestrado em Direito da Ufersa deve começar a funcionar ainda no primeiro semestre de 2019.
O professor Rafael Lamera Cabral foi o coordenador da proposta do mestrado. O Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Jean Berg Alves, assinala que o mestrado “é um reflexo da maturidade do nosso curso de graduação”.
Cinco estrelas
Em 8 anos de história, o curso de Direito da Ufersa já é considerado um fenômeno de qualidade pelos números apresentados e também pelos prêmios conquistados. Na graduação, a maioria do professorado tem dedicação exclusiva.
O curso já despontou diversas vezes no topo de aprovação do Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e também do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE).
Esta semana, o curso recebeu outro destaque pelo Guia do Estudante do jornal Folha de São Paulo. Dos 1.517 cursos de Direito do Brasil, apenas 21 receberam conceito “5 estrelas”. O da Ufersa é um deles.
Nota do Blog – Aplausos, muitos aplausos. Notícia daquelas para começar bem o dia nesse sertão do deus-dará.
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Reitor foi recebido por Expedito Ferreira (Foto: TJRN)
O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Expedito Ferreira, se reuniu na tarde desta terça-feira (22) com membros da Reitoria da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) para conhecer a proposta da instituição estadual de ensino superior em realizar um mestrado profissional em direito direcionado a integrantes do Poder Judiciário estadual.
O projeto do convênio prevê a parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e do Ministério da Educação – MEC e tem a possibilidade de atender juízes, servidores que serão selecionados anualmente para participarem desse curso de pós-graduação.
Interesse
O reitor da UERN, Pedro Fernandes Ribeiro, ressaltou que outras instituições como “Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas e a Escola de Governo do RN já demonstraram interesse em participar desse convênio” e que a participação do Tribunal de Justiça “configura mais uma instituição que potencializaria a proposta apresentada, aumentando a possibilidade de aceitação sua junto ao CAPES e MEC, para implementação do projeto”.
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O professor-doutor Pedro Fernandes Neto, nome de um tradicional clã potiguar, reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), resolveu: não será candidato à reeleição no pleito marcado para o dia 22 de março deste ano.
Quer concluir seu mandato este ano – iniciado em 2013, para passar o comando da instituição a uma mulher. Aposta na professora-doutora Fátima Raquel Rosado Morais (veja AQUI), como este Blog publicou em primeira mão na última terça-feira (2).
Fernandes diz que sua escolhida "vem a frente de trabalho para autonomia financeira da UERN" (Foto: AL)
Daí, a gente resolve inquiri-lo em nossa seção “Vamos ao que interessa“, jogo rápido, com duas perguntas elementares.
Então…
Vamos ao que interessa:
Por que abrir mão da prerrogativa da reeleição, algo que nunca outro reitor o fez?
– Nós fazemos parte de um projeto impessoal. A Uern está sólida academicamente, graduação e pós-graduação em todas as áreas e reconhecidas pelo Conselho Estadual de Educação e pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), respectivamente. Temos atividades intensas de ensino, pesquisa e extensão indissociáveis. Temos os segmentos com oportunidades de formação. Hoje 80% do corpo docente com Dedicação Exclusiva e 84% de mestres e doutores, sendo os doutores a maioria, apoio aos discentes etc.. Poderia aqui ficar falando muita coisa, porém sei que o espaço é para perguntas e respostas curtas, então reitero uma visão de projeto, um amor institucional e a certeza que a continuidade independe de um protagonista e sim de uma equipe.
Por que apostar na professora-doutora Fátima Raquel para sucedê-lo?
– Ela vem a frente de trabalho para autonomia financeira da Uern. Conseguiu inserir esse tema em duas leis estaduais, do Plano Plurianual, 2016 a 2019, e Plano Estadual de Educação, 2015 a 2025. Também desencadeou a elaboração de um documento para atualizar um estudo sobre autonomia. Além disso, ela sabe como poucos as fontes de financiamento, emendas, projetos e convênios. Mais ainda: conhece a complexidade de gerir um convênio, cumprir prazos e prestar contas. É um nome que considero preparado para essa visão de projeto que citei.
Veja AQUI links para entrevistas anteriores da seção Vamos ao que interessa.
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Sabendo da importância do acesso às informações científicas, o Sistema Integrado de Bibliotecas Reitor Padre Sátiro Cavalcanti Dantas, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (SIB/UERN), sediará nos dias 06 e 07 de outubro o Treinamento Regional do Portal de Periódicos CAPES.
Ocorrerá no Auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – Campus Universitário Central, Avenida Professor Antônio Campus, S/N, Bairro Costa e Silva, em Mossoró.
O Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica nacional e internacional. Ele conta com um acervo de mais de 37 mil títulos com texto completo.
Ferramenta do saber
Além disso, 126 bases referenciais, 11 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.
O Portal de Periodicos CAPES é uma importante ferramenta utilizada por pesquisadores para a produção e difusão do conhecimento.
O curso oferecido pela CAPES visa contribuir para a promoção e o fortalecimento dos programas de pós-graduação no Brasil por meio da democratização do acesso online à informação científica internacional de alto nível. O evento é gratuito e aberto a professores, pesquisadores, funcionários e alunos de graduação e pós-graduação de todas as instituições de ensino.
A programação e o material didático estão disponíveis no link Treinamento Regional – CAPES, localizado no endereço //uern.br/biblioteca
Para adquirir maiores informações, os interessados podem ligar para os telefones 3315-2169 e 3314-1174 ou enviar email para biblioteca@uern.br.