sábado - 26/09/2020 - 11:16h
Covid-19

Governo começa a desmobilizar hospital de campanha dia 1º

No próximo dia 1º de outubro será desativada uma UTI Covid-19 de dez leitos no Hospital São Luiz (hospital de campanha em Mossoró). Ficarão três de 10 leitos cada e uma enfermaria de 25 leitos. A decisão foi tomada nessa quinta-feira (24), em reunião virtual.

São Luiz é hospital de campanha administrado pela Apamim, a partir de um TAC (Foto: arquivo)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Estado da Saúde (SESAP), pediu reunião com o Ministério Público do Estado do RN (MPRN), Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) e a Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró (SMS), parra discutir a possível desmobilização do Hospital de Campanha São Luiz.

O Hospital de Campanha São Luiz, para pacientes Covid-19, começou a funcionar oficialmente no dia 1º de maio. Foi instalado através de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo Ministério Público Estadual ao Governo do Estado, a Prefeitura de Mossoró e à Apamim.

Coube à Apamim, que está sob intervenção judicial desde 2014, a missão de instalar e administrar essa unidade hospitalar excepcional, cabendo ao Governo do Estado e Prefeitura de Mossoró agilizar o custeio com recursos federais e contrapartida própria.

Contrato vai até dezembro

O contrato vai até dezembro próximo, quando deve concluir a desmobilização da unidade, que já atendeu cerca de 700 pacientes do Oeste do Rio Grande do Norte. Cerca de metade desse volume foi de pessoas de Mossoró mesmo.

A bioquímica Larizza Queiroz, da equipe interventora e que comanda o Hospital São Luiz, agradeceu os elogios e se colocou à disposição para contribuir “no que for possível”, nessa missão que ainda não está concluída.

Larizza Queiroz lembrou que o contrato de locação e funcionamento do Hospital São Luiz vai até dezembro, quando o Governo do Estado e a Prefeitura de Mossoró já devem ter estrutura suficiente e em tamanho adequado para receber a demanda de pacientes que porventura venham a existir ainda nessa unidade de campanha.

Representantes da Sesap falaram que se voltar a crescer o número de infectados, passando a precisar de mais de 30 leitos de UTI do Hospital São Luiz, a unidade de campanha do município (UPA do BH) e o Hospital Rafael Fernandes darão conta da demanda.

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Categoria(s): Saúde
sexta-feira - 14/08/2020 - 10:52h
Mossoró

Hospitais começam a se adaptar à redução da Covid-19

Equipe que começou a atuar na UTI com 10 leitos, no dia 7 de abril deste ano, numa pose histórica (Foto cedida)

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) está com apenas cinco pacientes internados em leitos para Covid-19, dos 20 que foram operacionalizados nos últimos meses.

Eles deverão ser removidos para o Hospital São Luiz – empresa privada que foi adaptada para ser Hospital de Campanha em Mossoró, no enfrentamento da pandemia.

A pretensão no HRTM é que os 20 leitos fiquem liberados para atendimento a pacientes de outras patologias (traumas, por exemplo). Enquanto isso, os atuais 9 leitos clínicos devem ficar em stand-by para a Covid-19.

Rafael Fernandes

No Hospital Rafael Fernandes, com 14 leitos para tratamento intermediário da Covid-19, a perspectiva é que devem ser desativados para esse fim nos próximos dias, também em face da baixa demanda.

Eles vão ficar como leitos clínicos e para tratamentos infectocontagiosos, que é o perfil desse hospital.

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Categoria(s): Saúde
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domingo - 22/03/2020 - 16:16h
HMAC

Hospital adota medidas preventivas contra o coronavírus

Do Mossoró Hoje

A equipe de intervenção judicial no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró-RN, está adotando uma série de medidas, seguindo orientações do Ministério da Saúde, para contribuir com o combate à transmissão do Coronavirus (Covid-19).

Os protocolos estão sendo formatados por setores nos diversos setores, como recepção, acolhimento, pré-parto, salas de parto e Centro Obstétrico, assim como no Alojamento Conjunto. O cuidado também se estende à lavanderia, à farmácia, o laboratório, a esterilização, a Nutrição e demais compartimentos da maternidade.

Ainda é imperioso lembrar das orientações ao pessoal da limpeza, da manutenção e da segurança. Vários protocolos já estão prontos e sendo aplicados. Em alguns, está sendo preciso mantê-los em aberto, e atualizá-los conforme as informações que chegam do Ministério da Saúde.

Cuidados especiais

Atenção especial está sendo dedicada pela equipe às unidades de UTI adulto, neonatal, UcincO, UcincA, onde estão internados pacientes que carecem de tratamento intensivo, tanto adulto quanto neonatal.

Em atenção à orientação do Ministério da Saúde, o HMAC está impondo restrições de acesso logo na porta. Visitas, por exemplo, estão suspensas até que a pandemia entre em declínio. Só entra a mulher e a acompanhante.

A diretora geral Larizza Queiroz e a coordenadora de enfermagem Patrícia Oliveira manifestam agradecimento à colaboração de todos os servidores e da população em geral, que precisam dos serviços do HMAC.

“Nesta guerra, agradecemos em especial ao servidor desta casa, que tem dedicado esforços até muito acima do normal para garantir o atendimento à população”, diz Larizza.

Nota do Blog Carlos Santos – As preocupações do HMAC estão ampliadas, depois da oficialização de que um de seus médicos, Inavan Lopes, está com coronavírus (veja AQUI). É um prédio de intensa circulação de pessoas das mais diversas camadas sociais e endereços no município e em dezenas de outros no RN e Ceará, também.

São vigilantes, faxineiros, enfermeiros, médicos, pacientes, acompanhantes, gente para prestar serviços em condicionadores de ar, energia, hidráulica, fornecedores de alimentos etc. Pode ser ponto de partida para expansão em escala geométrica e exponencial da doença.

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Categoria(s): Saúde
sexta-feira - 09/11/2018 - 18:36h
No rumo incerto

Prefeitura tenta explicar falta de pagamentos e é desmentida

Apesar dos bloqueios contínuos (15 em 2017 e 8 em 2018), a Prefeitura de Mossoró segue com débitos

A Prefeitura Municipal de Mossoró, gestão Rosalba Ciarlini (PP), emitiu Nota sobre bloqueio de contas e atraso no pagamento a cooperativas médicas, através do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). Mas a própria Junta de Intervenção do HMAC reagiu de pronto, desmentindo-a ponto a ponto.

Rosalba teve todas as informações desmentidas por Larizza (Fotos: Web)

Veja abaixo as duas notas divulgadas entre final da tarde início da noite de hoje (sexta-feira, 09):

Nota da PMM

A Prefeitura de Mossoró informa que está providenciando os repasses às cooperativas prestadoras de serviço da Associação de Assistência e Proteção a Maternidade e a Infância de Mossoró (APAMIM).

Em 2018, o Município já pagou o montante de R$ 2 milhões.

O Município ressalta que os repasses SUS, encaminhados pelo Governo Federal em favor da unidade, estão regularizados.

A produção do mês de setembro foi enviada pelo hospital na última segunda-feira (05) à Secretaria de Saúde e segue todos os trâmites legais para liberação financeira.

É importante ressaltar que o valor pago pela Prefeitura é superior a tabela SUS. Mesmo com as dificuldades financeiras, a Prefeitura vem se esforçando desde o início desta gestão para honrar o pagamento de todos os contratos firmados.

Nota de Esclarecimento (Junta Interventora do HMAC)

A Junta de Intervenção Judicial que administra a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) esclarece:

Em 2018, não houve nenhum pagamento da Prefeitura de Mossoró às cooperativas médicas que prestam serviços ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) por via administrativa. Todos os valores devidos pelos serviços prestados foram pagos mediantes bloqueios judiciais, diferente do que informa a Nota divulgada pela Assessoria da Prefeitura de Mossoró-RN.

Ao contrário do que informa a Nota da Prefeitura, os valores fixos enviados pelo SUS para o Hospital Maternidade Almeida Castro, em outubro, ainda não foram repassados, assim como não foram repassados os recursos referentes à produção de setembro de 2018.

Também não é verdade que a Prefeitura de Mossoró está repassando valores superiores a Tabela SUS (Sistema Único de Saúde) à Maternidade Almeida Castro.

“Tudo é preconizado pela tabela SUS”, ressalta a coordenadora da intervenção Larizza Queiroz.

Apesar dos bloqueios contínuos (15 em 2017 e 8 em 2018), a Prefeitura de Mossoró negligencia até o acordo com as cooperativas firmado no inicio de 2017 na Justiça Federal.

Neste caso, a Prefeitura parcelou em 15 meses o valor devido e não está pagando. Mesmo diante do fato da Prefeitura de Mossoró não efetuar o pagamento via administrativa, os médicos não paralisaram os serviços nas unidades de UTI Neonatal, Acolhimento, Alojamento Conjunto e Centro de Obstetrícia do Hospital Maternidade Almeida Castro, por acreditarem no compromisso firmado com a Justiça Federal de Mossoró-RN.

Leia também: Justiça volta a bloquear contas para pagamento de médicos;

Leia tambémJuiz pode tomar decisão excepcional para pagamento de médicos.

Leia tambémPediatras estão sem pagamento há quatro meses.

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
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