domingo - 01/06/2025 - 15:26h

Mais perto de você – Notas de amor e cura

Por Carlos Oliveira

Capa do livro na versão em inglês (Reprodução do BCS)

Capa do livro na versão em inglês (Reprodução do BCS)

Como você volta para si mesmo quando a vida te afastou tanto?

“Mais Perto de Você” (veja vídeo AQUI) começou como uma coleção de notas escritas nos momentos silenciosos entre o coração partido, a ansiedade e a cura — uma forma de dar sentido ao caos interior e encontrar palavras para emoções que pareciam impossíveis de nomear.

Através de prompts reflexivos, verdades suaves e lembretes poéticos, ele explora o que significa amolecer, deixar ir e escolher a si mesmo, vez após vez.

Estas páginas não oferecem respostas prontas. Elas oferecem companhia, um convite para desacelerar, respirar fundo e se reconectar com a parte de você que sempre foi suficiente.

Se você está atravessando a dor da perda, buscando paz ou simplesmente desejando se sentir inteiro, este livro é para você.

* Texto da contracapa do livro bilíngue (Português e Inglês) “Mais Perto De Você – Notas de Amor e Cura”, de Carlos Oliveira (Carlos dos Santos Oliveira Júnior). O autor desnuda-se, mergulha em suas fraquezas, decepções e derrotas para descobrir que no fundo do poço “o único caminho que resta é para cima. É para lá que ele resolver ir.

É preciso subir, mesmo que despedaçado, para ser de novo inteiro, ainda que incompleto.

Carlos Oliveira é consultor global de eventos, palestrante, escritor e gestor de projetos sustentáveis (veja AQUI)

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Categoria(s): Crônica
sexta-feira - 16/04/2021 - 10:20h
Denúncia

Pandemia e novas exigências de segurança torturam petroleiros

Por Leandro Barbosa (Do Metrópoles)

As medidas de segurança implementadas pela Petrobras para conter a Covid-19 têm adoecido inúmeros trabalhadores de plataformas offshore. Os sindicatos da categoria e funcionários da empresa denunciam casos de depressão, crises de pânico e outras doenças mentais causadas por erros na escala e isolamento excessivo.

Trabalhadores embarcados têm pressão ainda maior num setor naturalmente de alto risco (Foto: Agência Brasil)

Trabalhadores embarcados têm pressão ainda maior num setor naturalmente de alto risco (Foto: Agência Brasil)

Desde o início da pandemia, os petroleiros precisam fazer quarentena em hotéis antes de embarcar em plataformas offshore. Dependendo da região, ficam entre sete e 14 dias trancados em um quarto, sem contato com pessoas e recebendo a comida pela porta. O impacto emocional dessa rotina, que perdura há um ano devido à pandemia, tem adoecido inúmeros profissionais.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) apontou que, recentemente, a Petrobras alterou a escala de plantão sem avisar aos trabalhadores com antecedência. Com isso, dependendo do período de quarentena, os funcionários podem chegar a mais de 30 dias em isolamento por turno. Ainda segundo a entidade, alguns profissionais permanecem até 1 mês a bordo e 26 dias de folga.

Peso emocional

Em tempos normais, os trabalhadores concursados devem cumprir, pela lei, escala de 14 dias embarcados para 21 dias de folga. Os terceirizados, por outro lado, entram em revezamento de 14 dias por 14. De acordo com o médico do trabalho do Sindipetro – NF Ricardo Garcia Duarte, essa já é uma jornada exaustiva, longa e que exige muito do físico e do mental das pessoas.

O médico conta que a pandemia aumentou o peso emocional do trabalho realizado pelos petroleiros. Eles passaram a ter vida normal mês sim e mês não. Somado a isso, um outro fator que tem deixado a classe ainda mais apreensiva: “Na pandemia, além dos riscos químicos de morte, a categoria passa a ter um risco biológico de óbito.” Passaram a ser comuns crises de ansiedade, casos de taquicardia, uso de remédios controlados,gente afastada por problemas psiquiátricos etc.

O coordenador do Departamento de Saúde e Meio Ambiente do Sindipetro –NF, Alexandre de Oliveira Vieira, sugeriu à Petrobras um esquema de testagem no qual seriam realizados três exames: um para embarcar, um no período do em que o profissional estiver embarcado e outro no desembarque. A ideia é que dessa forma não haja mais a necessidade da quarentena em hotéis, mas a estatal não acatou a recomendação.

“O trabalhador aceita o sofrimento psicológico e da saúde para não perder o emprego”, afirmou Alexandre.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Gerais / Saúde
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