quarta-feira - 03/12/2025 - 08:38h
Ufersa Mossoró

Festival Literário tem bate-papos, música, livros e diversidade

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Aberta no fim da tarde dessa terça-feira (02), a segunda edição do Festival Literário Macambira tem sequência nesta quarta-feira (03). Promovido no Campus de Mossoró da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), o evento é promovido pela Editora da Universidade (EdUfersa) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

Neste segundo dia, a programação seguirá bastante diversificada. Veja abaixo:

17h – Batuques do DM

17h20 – Airton Cilon (Atração musical)

18h – Lançamentos de livro EdUFERSA

Periodicamente (Livia Cabral Maia)

A técnica como potência do humano (Fátima de Lima)

Saúde versus adoecimento psíquico no trabalho (Agostinha Mafalda)

O Educação para cuidar e saúde mental para aprender (Aridenise Fontenelle)

Educação infantil currículos e linguagens
(Elaine Sobral)

18h30 – Violões – NAC

18h50 – Bate-papo

(“O lugar do excluido na literatura”)

Mediação: Cícera Cajazeiras
Convidado: Octávio Santiago

Octávio Santiago é uma das atrações desta quarta-feira Foto: Rierson Marcos/Arquivo)

Octávio Santiago é uma das atrações desta quarta-feira (Foto: Rierson Marcos/Arquivo)

19h40 – Alex (Atração musical)

20h20 – Bate-papo

(“Suportes Alternativos da Literatura”)

Mediação: José Roberto Alves Barbosa
Convidados: Ayala Gurgel, Carlos Santos e Odemirton Filho

21h20 – Cabocla de Jurema (Atração Musical)

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Categoria(s): Cultura
quarta-feira - 19/04/2023 - 07:48h
'Chuva de bala'

Prefeitura abre inscrições para jovens talentos nesta quinta-feira

A Prefeitura de Mossoró abre nesta quinta-feira (20), as inscrições para jovens talentos interessados em compor a equipe do espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”. A iniciativa fomenta a participação de novos atores, atrizes, bailarinos e bailarinas no espetáculo que conta a história de resistência e heroísmo do povo mossoroense.

Chuva de balas é um espetáculo consagrado (Foto: Allan Phablo/Arquivo)

Chuva de balas é um espetáculo consagrado (Foto: Allan Phablo/Arquivo)

As vagas são destinadas a candidatos com 18 anos ou mais, que estejam participando de alguma atividade artística envolvendo o teatro e a dança. O interessado deverá inscrever-se de forma virtual por meio do preenchimento de formulário eletrônico (Clique aqui). O candidato deve atentar-se em anexar o portfólio artístico junto a documentação solicitada no ato da inscrição.

O interessado poderá realizar a inscrição de forma presencial no Teatro Dix-huit Rosado, entre os dias 20 e 25 de abril, das 8h às 12h e das 14h às 17h. A proposta do programa “Novos Talentos” é promover a inserção de jovens artistas em um dos espetáculos teatrais mais importantes do município, sendo assim, abrindo oportunidade para o fortalecimento e valorização da cultura e da arte de Mossoró.

As audições dos jovens talentos para o espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” acontecerão nos dias 26 e 27 de abril, das 18h às 20h, na sala de ensaios do Teatro Municipal. O candidato selecionado receberá um auxílio no valor de R$ 800,00 (oitocentos) como forma de pagamento dos seus serviços prestados a esse tão grandioso espetáculo, que é vitrine da cultura mossoroense para todo o Brasil.

As inscrições serão abertas nesta quinta-feira (20), seguindo até o dia 25 de abril. A efetivação da inscrição poderá ser feita de forma on-line ou de maneira presencial. Pela internet, o candidato(a) deve anexar os documentos na plataforma. Já de forma presencial, deverá entregar a documentação no Teatro Dix-huit Rosado. Em todos os casos, os candidatos terão que dispor das seguintes documentações:

⦁ Cópia do CPF;

⦁ Cópia do RG ou qualquer outro documento com foto;

⦁ Cópia do comprovante de residência;

⦁ Portfólio atualizado (currículo artístico)

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sexta-feira - 04/06/2021 - 17:24h
Televisão

“Meu Palco” tem terceiro programa nessa sexta-feira

"Escravo" é um escultor de grande talento e figura como destaque de hoje (Foto: TCM)

“Escravo” é um escultor de grande talento e figura como destaque de hoje (Foto: TCM)

O Departamento de Jornalismo da TCM exibe nesta sexta-feira (04), às 18h, no Jornal TCM, mais um episódio do quadro/série cultural “Meu Palco”. A produção especial destaca talentos de grandes artistas da cena cultural mossoroense, com foco em diversas linguagens como teatro, dança, música e esculturas.

Hoje, a história em destaque é do renomado escultor, Escravo da Arte.

O quadro cultural composto por entrevistas é exibido às sextas-feiras. A primeira entrevista especial teve como primeira convidada, a renomada atriz Tony Silva; e a segunda contou com Chico Window, atual diretor do Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

O palco da série é o Teatro Municipal Dix-Huit Rosado e durante a produção jornalística os artistas falam sobre seus trabalhos, trajetórias profissionais, de que forma a arte está resistindo em meio à pandemia, entre outros pontos. As entrevistas são conduzidas pela repórter Luiza Gurgel, que também tem atuações na dança e no teatro.

Acompanhe o quadro “Meu Palco” no Jornal TCM, pelo Canal TCM 10HD, pelo App TCM 10 Play ou pelo site www.tcmplay.tv.br.

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terça-feira - 01/09/2020 - 23:40h
Mossoró

Café da manhã abrirá ciclo de eventos da “liberdade”

Setembro é o mês de celebração da liberdade em Mossoró.  Mesmo em meio à pandemia será encetada uma programação especial para destacar a arte nos mais diversos segmentos, tendo esse tema como inspiração.

Para isso, haverá lançamento de cronograma de atividades num café da manhã nessa quarta-feira (2), a partir das 8h, no Restaurante Buscapé (Nova Betânia).

Instituições como Prefeitura de Mossoró, Universidade do Estado do RN (UERN) e Fundação Vingt-un Rosado estão se mobilizando em parceria à programação.

Entre as iniciativas, homenagens aos 100 anos do professor e mecenas Vingt-un Rosado (in memoriam).

Nota do Blog – Obrigado pelo convite. Estando em Mossoró, com certeza aparecerei por lá.

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domingo - 07/06/2020 - 06:22h

Respeite-se a Coleção Mossoroense

Por Marcos Ferreira

Quando dei meus primeiros passos nessa difícil jornada da literatura, “eu era apenas um rapaz latino-americano”, um mossoroense de súbito apanhado pelo feitiço das palavras. Mas não fazia ideia do quanto penoso era (e continua sendo) subsistir como literato em Mossoró. Pois aqui, infelizmente, e desde sempre, toma-se por cultura, na esteira de insânias outras, a poluição sonora, a promíscua fuzarca dançante protagonizada por bandas de forró coprofílico na Estação das Artes, espaço este que não honra tanto, como se sugere, a memória do poeta repentista Elizeu Ventania.

Em mais um exemplo, resumem nossa expressão artística a grandiosos e pirotécnicos shows teatrais no patamar da São Vicente. Tais shows, verdade seja dita, possuem seus méritos, fazem jus aos patrocínios que obtêm. Todavia, projetos caça-níqueis, como os famigerados carnavais fora de época, abocanham consideráveis cifras do erário e de certas empresas que se vendem como sensíveis ao engrandecimento da cultura desta cidade farsesca.Enquanto isso, na Sala de Injustiça, ignora-se solenemente — tem sido assim desde os primórdios — a indiscutível importância de uma batalha abnegada, de fato louvável, em favor da nossa arte e literatura. É o que ainda nos oferece, a duras penas, a Coleção Mossoroense. Trabalho hercúleo (dane-se o lugar-comum), pensado, regido e nutrido até o seu último fôlego por um homem pertinaz, incansável, que empenhou a vida para que essa Coleção vivesse.

Mais que um mecenas, Vingt-un Rosado foi um lutador, um Dom Quixote que enfrentou todas as probabilidades de fracasso, todo o descaso, insensibilidade e mesquinhez de um Executivo e de um Legislativo que apregoam, entre outras anedotas, trabalhar pela educação, arte e cultura deste país de Mossoró.

Alquebrada, ferida de morte pela inanição financeira, a Coleção Mossoroense ultrapassa os setenta anos no limite de suas forças. Sua existência está por um fio. Isso é uma lástima, representa uma nódoa inamovível, uma vergonha para esta cidade.

É imoral que uma obra de fato imprescindível, relevante para a nossa cultura, seja tratada assim, com frieza, menosprezo. Respeite-se a Coleção Mossoroense! Respeite-se o legado e a memória de Vingt-un!

Ao contrário do que ocorre em Mossoró, mesmo em estados e cidades com menor arrecadação fiscal, vemos prefeituras e secretarias municipais e estaduais de cultura incentivando os seus escritores de forma respeitosa, efetiva. Portanto, devido a tanta insensibilidade, tanto desdém, descaso, sinto que estou malhando em ferro frio, pregando no deserto, produzindo literatura em uma terra em que os donos dos erários municipal e estadual não dão a mínima para o trabalho do homem de letras, não se interessam por assistir nem concorrer para a fomentação e relevância da literatura.

Ache ruim quem quiser, abomino esse expediente vergonhoso que os governos, empresas e organizações adotam perante a Coleção Mossoroense. Colocam em menor conta os esforços vingt-unianos que já foram empreendidos para fecundar e promover o surgimento de novos valores no universo desta província iletrada.

Vingt-un, acrescento, foi um bravo, um guerreiro.

É incrível como reuniu tanta força, tanta perseverança para carregar essa Coleção nas costas durante décadas a fio. Um homem desses, ouso asseverar, merece uma estátua monumental em praça pública. Quem sabe em algum ponto da Praça Rodolfo Fernandes (popularmente conhecida como Praça do Pax, hoje extirpada de árvores, de sombra, reduzida a concreto e cerâmica), que tem servido muito mais para depósito de fezes e recreio de pombos.

Nada contra os columbiformes.

Marcos Ferreira é escritor

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Categoria(s): Artigo / Cultura
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