sexta-feira - 08/02/2013 - 22:24h
Terra sem lei

Prioridade para o furto da coisa pública

Governo do Estado em seis meses de decreto de calamidade pública na Saúde não conseguiu abastecer o Hospital Walfredo Gurgel (HWG) com remédios e produtos básicos ao seu funcionamento. Não foi por falta de dinheiro, tempo e de facilidades burocráticas.

Em período menor contratou duas empresas para a administração do Hospital da Mulher em Mossoró, que promoveram e promovem prejuízos de milhões, tudo sem licitação e fraudes grosseiras.

O caso é de má-fé ou incompetência?

Em qualquer um dos casos deveria existir punição severa.

– “Inase veio ao Estado do Rio Grande do Norte para dar continuidade à sangria desarrazoada de recursos públicos”, atestou o Ministério Público, se referindo à nova entidade contratada pelo Estado, que deveria fazer administração de forma honesta do Hospital da Mulher, substituindo os picaretas da Associação Marca.

Se fosse na iniciativa privada daria cadeia e ressarcimento do que foi rapinado.

Na coisa pública fomenta o enriquecimento de alguns espertalhões.

A prioridade é o furto da coisa pública.

Pobre RN Sem Sorte.

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Categoria(s): Administração Pública
quinta-feira - 20/12/2012 - 09:49h
Calendário Rosa

“Calamidade de Rosalba” termina após o fim do mundo

A Saúde Pública do Rio Grande do Norte está sob “Estado de Calamidade Pública” desde o dia 5 de julho deste ano.

Nesse espaço de tempo, melhorou em quê?

Tivemos melhoria no atendimento ao cidadão comum?

Vale lembrar que o objetivo do decreto é permitir que o governo contrate, “em caráter emergencial”, qualquer serviço ou bem, público ou privado, para restabelecer a normalidade no atendimento. O documento tem validade de 180 dias.

Portanto, se amanhã (dia 21 de dezembro de 2012) o mundo não acabar, conforme interpretação do calendário Maia (civilização que floresceu na América Central há alguns milênios), no dia 5 de janeiro de 2013 o decreto chegará ao fim no “Calendário Rosa” (governadora Rosalba Ciarlini-DEM).

Mas para muita gente, o fim chegou bem antes, com a saúde pública afundada.

Pobre Rio Grande Sem Sorte!

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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