sexta-feira - 17/10/2025 - 09:48h
Assembleia Legislativa

Presidente do Ipern confirma déficit de quase R$ 54 bilhões

Sistema previdenciário estadual é discutido em audiência pública e sugestões são encaminhadas
Mensalmente, Ipern tem déficit de mais de R$ 150 milhões, foi informado em audiência pública (Foto: João Gilberto)

Mensalmente, Ipern tem déficit de mais de R$ 150 milhões, foi informado em audiência pública (Foto: João Gilberto)

O Legislativo Potiguar promoveu audiência pública, na tarde desta quinta-feira (16), para discutir a situação previdenciária do Estado, com foco na busca de investimentos técnicos e estruturais no Instituto de Previdência dos Servidores Estaduais do RN (IPERN). O debate foi proposto pelo mandato do deputado estadual Nelter Queiroz (PSDB) e contou com a participação de representantes do Governo do Estado, Ipern, Procuradoria-geral do Estado, entidades sindicais e dos próprios servidores ativos e inativos.

“A situação da previdência é muito importante para todos. É preciso investimento técnico e estrutural no Ipern. E aqui nesta audiência nós vamos dar voz a todos, para que façam uma explanação real do nosso sistema, e a gente possa encontrar uma solução justa e coletiva”, afirmou o propositor da audiência.

Em seguida, o presidente do instituto, Nereu Linhares, iniciou seu pronunciamento dizendo que a situação do Ipern é dramática, do ponto de vista financeiro, estrutural e atuarial.

“A situação do sistema previdenciário do RN é de conhecimento público e notório. O IPERN é um órgão que foi criado há mais de 60 anos e nunca teve uma função de previdência realmente. Por isso – e outras questões, hoje o seu déficit financeiro (que é o valor que precisa ser aportado para completar a folha de aposentadorias e pensões) é de mais de R$ 150 milhões por mês. Além disso, também há um déficit atuarial de aproximadamente R$ 54 bilhões”, divulgou.

História e papel do Ipern

Nereu Linhares fez um resgate histórico, desde a criação do Ipern, apontando os principais motivos que levaram a entidade à atual problemática, frisando que “o déficit não foi constituído no Governo Fátima Bezerra (PT)”.

“Desde a sua criação, em 1962, o Ipern foi criado como um instituto de previdência, que deveria cobrir aposentadoria e pensão. Mas a legislação, na verdade, não incluiu aportes para aposentadorias. A regulamentação previa apenas pensão, auxílio-natalidade, auxílio-funeral e auxílio-reclusão. E isso significa que, até 2005, quando houve a aprovação da Lei Complementar 308 incluindo finalmente as aposentadorias, nenhum servidor do Estado do RN – de nenhum órgão ou Poder – havia contribuído um centavo sequer para a nossa previdência. Mesmo assim, o Ipern paga hoje as aposentadorias de todos os poderes”, detalhou.

O presidente da autarquia relatou, na sequência, que a mesma lei criou ainda os chamados “benefícios assistenciais”, os quais, segundo Linhares, “são incompatíveis com o sistema previdenciário”.

“Previdência é, grosso modo, quando você guarda um dinheiro, coloca ele para render e no futuro pega ele de volta. Então, não tem como você juntar esse instituto com a assistência, já que esse último é um valor que vai, mas não volta”, explicou.

Após expor exemplos de retiradas dos recursos do Ipern para a área de assistência, ele afirmou, com convicção, que “o déficit atuarial do instituto começou a ser constituído no dia em que ele foi instaurado”.

Ainda de acordo com Linhares, após as primeiras demonstrações do déficit atuarial, em 1987, os benefícios assistenciais foram suspensos, restando somente o centro clínico, que foi extinto em 2002.

Golpe final

“E a última grande pancada sofrida pela Previdência do RN foi em 2014, com a LC 526. Anteriormente, em 2006, havia sido feita uma segregação – e se conseguiu juntar R$ 1 bilhão num fundo específico. Porém, em 2014 (gestão Rosalba Ciarlini, seguida do governo Robinson Faria), o governo da época consumiu tudo em 8 meses, após a aprovação da lei, mesmo diante de tentativas judiciais de se impedir o procedimento. E esse foi, portanto, o golpe final à nossa previdência”, opinou.

O presidente da entidade complementou, falando que “a partir dali houve a elevação dos déficits atuarial e financeiro. Em 2011, o déficit atuarial estava em 8 milhões; em 2014, já estava em 80 milhões. Então, não é difícil chegar ao furo de 54 bilhões que existe hoje”, acrescentou.

Ele lembrou ainda que a responsabilidade pela Previdência é solidária – e não somente entre servidor e empregador – mas também entre os próprios empregadores.

“Com isso, eu quero esclarecer que essa não é uma dívida apenas do Executivo, mas de todos os poderes. O cálculo atuarial é feito de forma separada. Lá consta o que cabe ao Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público etc”, disse.

A respeito das inúmeras modificações nos planos de cargos e carreiras de diversas categorias de servidores do Estado, ao longo dos anos, o presidente do IPERN afirmou que “nunca se deve fazer um planejamento de aumento para os servidores ativos sem considerar a questão previdenciária, inclusive o cálculo atuarial”.

“Parece-me que isso nunca foi observado. Os servidores mereciam valorização, sim, mas deveriam ter sido feitos estudos cuidadosos e responsáveis. E eu não tenho constrangimento algum em falar isso tudo aqui hoje, porque eu já venho dizendo essas coisas há, pelo menos, 20 anos – seja na imprensa, nas palestras que ministro ou em artigos que escrevo”, enfatizou.

Finalizando seu discurso, Nereu Linhares garantiu que, desde que assumiu a administração do órgão, em 2019, vem modernizando equipamentos e se esforçando com sua equipe para mitigar os efeitos dos erros de gestões passadas.

“Outro problema é a proporção entre ativos e inativos. Nos anos 80/90, nós tínhamos 5 ativos para 1 inativo. Hoje essa pirâmide já se inverteu. Existem mais inativos do que ativos. Então, a conta não vai fechar nunca. Portanto, todo o Estado do RN tem que se unir para não deixar a previdência morrer – e eu não falei ‘recuperar’; eu falei ‘não deixar morrer mesmo’. E esse trabalho tem que ser conjunto: Executivo, Legislativo, Judiciário, MP, Tribunal de Contas, todos”, concluiu, reforçando que a situação é dramática e precisa ser solucionada com o auxílio de especialistas no assunto.

Dando continuidade aos debates, o representante dos aposentados, Demetrius Fernandes, avaliou que um dos maiores problemas enfrentados pelo IPERN são os benefícios em que o tempo de recebimento ultrapassa o tempo de contribuição.

“E eles estão cobertos pela legislação, então não temos o que fazer. Ainda há os servidores que recebem uma porcentagem a mais sobre a contribuição que fizeram; e servidores que não eram efetivos, mas o IPERN paga o benefício, porque a lei garantiu. E tudo isso foi criando um problema difícil de resolver”, elencou.

O servidor inativo falou também sobre a importância da realização de um concurso público para o instituto. “Nós queremos muito que seja realizado esse certame, para que o órgão não morra. A situação é difícil, mas dá para reverter, se todos nos unirmos”, disse.

O membro da Secretaria de Administração e Recursos Humanos do RN, Carlos Cerveira, acredita que o foco agora deve ser a resolução do problema, esquecendo o que já passou.

“Historicamente, a maior parte dos nossos servidores amargou 10 a 12 anos sem qualquer tipo de recomposição remuneratória. E eu acho que agora não é mais o momento de falar sobre a ‘febre dos planos de cargos’. No momento, nós precisamos pensar em como solucionar o problema e não retroceder”, ressaltou.

Segundo o representante do Governo do Estado, “é preciso discutir o que será sustentável para toda a sociedade”.

“Hoje nós temos 60.542 servidores inativos e pensionistas, e o quadro de ativos está em torno de 54 mil. Se formos contar os efetivos, esse número cai, porque temos os comissionados, terceirizados, temporários etc. Então, a massa contributiva vem caindo no decorrer das décadas. Por isso, não há como a gente falar em promover uma política mais arrojada para recompensar os servidores. Seria justo, sim. Mas precisamos compreender que esse recurso tem que sair de algum lugar. E esse é o maior problema”, alertou.

Já o promotor de Justiça, João Vicente, representante da Procuradoria-geral do Estado, reconheceu que a estrutura interna do Ipern não está adequada aos desafios que a entidade enfrenta.

Para o supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Ediran Teixeira, os servidores públicos não podem pagar uma conta que foi gerada por erro do Estado.

“Os servidores não podem pagar essa conta, só porque tiveram reajustes de salários no passado. Quem administra o Ipern é o Estado, não seus funcionários. O déficit se acumulou ao longo do tempo por causa dos inúmeros erros de gestão, seja por motivos políticos ou deficiências administrativas. E a conta está aí. Então, é responsabilidade do Poder Público recompor esse dinheiro que foi retirado dos servidores. Os órgãos precisam se unir e decidir de onde vão tirar recursos para repor aos cofres do Ipern”, finalizou.

Exposições e debates revelaram que rombo começou em 2014 (Foto: João Gilberto)

Exposições e debates revelaram que rombo começou em 2014 (Foto: João Gilberto)

Compromisso e encaminhamentos

Último membro da mesa a falar, o representante do Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta (SINAI/RN), Valmir de Araújo, pediu compromisso de todos os Poderes (Legislativo, Executivo, Judiciário, além do MP e do Tribunal de Contas), “para que se debrucem de forma séria sobre o tema da Previdência Social e solucionem a questão de uma vez por todas”.

Segundo ele, o SINAI é bastante combativo e atua em 14 órgãos. “Portanto, a gente espera que esta audiência pública tenha início e fim – com objetividade e clareza, para que a gente resolva a situação, porque ninguém está de brincadeira. Todos nós queremos sair daqui hoje com ações concretas e resolutivas”, concluiu.

Ao final do debate público, o deputado Nelter Queiroz citou como encaminhamentos: 1- Urgência na publicação do edital do concurso do IPERN; 2- Implantação de nova tabela de vencimentos básicos dos cargos públicos de proventos do Ipern, conforme estudo realizado pelo seu gabinete; 3- Urgência na resposta ao TCE/RN sobre o planejamento atuarial e a devolução de saques à previdência estadual; 4- Cumprimento do Decreto nº 26.421/2026, que regulamenta a estrutura do IPERN e determina que 50% dos cargos comissionados devem ser ocupados por servidores efetivos da própria instituição.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Política
sexta-feira - 31/01/2020 - 09:22h
Reforma da Previdência

O encontro da governadora Fátima com a oposicionista Fátima

Situação delicada na gestão estadual conflita passado e presente de um nome político de peso no RN

A governadora Fátima Bezerra (PT) tem um encontro marcado, até aqui postergado ao máximo, com a sindicalista/oposicionista Fátima Bezerra. O projeto de Reforma da Previdência do Estado do RN não é o que lhes atrai, mas motivo de uma distância que se alarga – de uma para a outra.

Parecem excludentes.

Chegou a hora da verdade, digamos.

Fátima Bezerra, a professora paraibana que virou sindicalista, depois deputada estadual, deputada federal, senadora e agora governadora potiguar, vive o conflito de bater de frente com sua própria história, discurso e princípios em nome da “governabilidade”. Cumpre um papel além das prioridades sindicais e estratégias partidárias que a marcaram nas últimas décadas.

Fátima convive com várias contradições e engole, a seco, muito daquilo que combatia lá fora (Foto: sem autoria identificada)

Ela agora é governadora; precisa e tem que pensar ‘fora da caixa’. Longe da crença do “quanto pior, melhor”.

Nesse momento, não seria estranho um “Fora, Fátima” – como já foi oportuno (para ela, seu partido e sindicatos bradarem) o “Fora, Rosalba” e o “Fora, Robinson”. Mas os tempos e a personagem na Governadoria são outros.

Fátima Bezerra governadora, é a mesma pessoa que bradou da tribuna do Senado que a Reforma da Previdência engendrada pelo então presidente Michel Temer, era inaceitável. “Não se trata de defender privilégios, ao contrário. Se trata de afirmar direitos”, proclamou.

Fátima governadora, é a mesma pessoa que vociferou contra o teto de gastos do governo federal, mas emplacou Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que criou esse limitador de despesas, até para atender exigências da Administração Jair Bolsonaro, que toma várias medidas para controle fiscal na União e entes federados.

Fátima governadora, é a mesma que não aceitava em hipótese nenhuma a cessão onerosa do pré-sal: “Esse projeto é um escândalo. Faz parte do processo em curso de desmonte da Petrobras e impacta na vida da população”. Ano passado, esforçou-se desesperadamente para que esses recursos fossem logo liberados, aliviando compromissos de folha de pessoal do Estado do RN.

Fátima governadora, é a mesma que sempre lutou pelos direitos dos trabalhadores, mas logo que assumiu o governo estadual, determinou suspensão do gozo e pagamento de licença-prêmio até o dia 31 de dezembro de 2019. Aquele lema da esquerda contra os governos Michel Temer e Bolsonaro, “nenhum direito a menos”, foi ferido de morte.

Pressionada pelo sindicalismo lulopetista, ela desistiu da medida. Ficou o dito pelo não dito. Recuou.

Fátima governadora e Fátima sindicalista/oposicionista/petista não vivem no mesmo corpo. As exigências do cargo a levam a contradições, choques e tomada de decisões autofágicas. É levada a bater de frente com seu passado, porque o Estado não é e não pode ser puxadinho de seu partido ou do Sindicato dos Trabalhadores em Educação  do Estado do RN (SINTE/RN).

Descobre, só agora, que reformas como da Previdência, não podem ser mesmo mais adiadas. Num passado recente no RN, o então governador Robinson Faria (PSD) tentou e foi barrado por feroz luta do movimento sindical e partidos de oposição, como o PT de Fátima Bezerra.

Nesse momento em que muitos números vêm à tona, mostrando déficit expressivo da previdência estadual (veja AQUI), bem que poderia aparecer algum técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), entidade técnica ligada ao movimento sindical, para socorrer a governadora.

No fim da administração Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), em 2014, houve apresentação de um estudo do Dieese, ‘provando’ que as contas do erário do RN estavam sadias: “Não há desequilíbrio fiscal”. Atrasos salariais que remontam àquela época continuam até hoje.

Hoje, ninguém tem dúvidas, de que a previdência precisa ser socorrida. A reforma não é a solução, mas seria capaz de minimizar o buraco – para salvar o futuro dos servidores estaduais, pensionistas e aposentados.

Alguém precisa fazer algo. A tarefa caiu no colo de quem tanto era contra: Fátima Bezerra.

Ao contrário da narrativa da “Assembleia dos ratos”, contida na fábula de Esopo, é imprescindível que alguém enfrente o inadiável, mesmo que para isso contrarie tudo que pregava e fazia antes.

Na fábula, um gato impedia os ratos de se alimentarem furtivamente na cozinha daquela casa. Proposta de um dos participantes da discussão foi que se colocasse um guizo (espécie de sineta) no pescoço do bichano indócil, para alertá-los. Foi aprovada por unanimidade.

Mas quem colocaria? Todos silenciaram.

No RN, Fátima vai tentar colocar o guizo, custe o que custar.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política / Reportagem Especial
  • San Valle Rodape GIF
segunda-feira - 27/11/2017 - 05:10h
Trabalhadores

Após reforma, sindicatos e centrais começam a demitir

Da Revista Época

O fim da contribuição sindical obrigatória, extinta com a reforma trabalhista, forçou centrais e sindicatos a se adaptarem aos novos tempos de vacas mais magras. Eles têm demitido, vendido ativos e organizado planos de demissão voluntária (PDV) para se adequar a uma perda estimada em um terço da receita.

Até 2018, 100 mil trabalhadores diretos e indiretos devem ser afetados, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). A estrutura sindical reúne cerca de 300 mil trabalhadores em todo o país, segundo o Dieese.

Desse total, 115 mil são funcionários diretos e o restante presta serviços às entidades.

Os cortes devem ser diluídos no próximo mês e ao longo do ano que vem. Mas eles já começaram.

PDV

As principais centrais apoiam um projeto de lei que regulariza a contribuição negocial em substituição ao imposto sindical. Elas também sentem o fim do recurso obrigatório. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) organiza um Programa de Demissão Voluntária (PDV) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) demitiu funcionários e vai para uma sede menor.

O Sindicato dos Comerciários de São Paulo, que tinha 600 empregados, organizou há dois meses um PDV, que teve adesão de 67 deles. Mas isso não evitou outras 35 demissões.

Já a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que tem 34 funcionários na sua sede nacional, não planeja lançar um plano de demissão voluntária, segundo o presidente da central, Adilson Araújo. “Se tivermos de fazer um ou outro ajuste, será feito”, diz.

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), por exemplo, viu seu número de associados desabar com a perda de postos da construção na crise. A entidade tinha 230 funcionários no início do ano. Agora, são 158. Começou a se ajustar.

Saiba mais clicando AQUI.

Nota do Blog – Muitos sindicatos deixaram de ser representativos dos seus representados. Tornaram-se possessões oligarcas, bancadas por opressivo imposto sindical. Nesse ponto a reforma foi muito correta. Virem-se, trabalhem, revelem eficiência representativa.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
segunda-feira - 24/04/2017 - 17:30h
Sesap

Servidores da Saúde farão protesto nessa terça-feira

Nesta terça-feira (25), os servidores da Saúde estadual irão realizar um ato público em frente à sede da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), em Natal. Será às 9 horas.

O protesto tem a iniciativa de fortalecer a campanha salarial 2017, que reivindica pontos como opagamento do salário em dia e o cumprimento do acordo judicial da greve passada, na qual o governo se comprometeu com o concurso público, a progressão de 2015 e a revisão da lei da Produtividade, para acabar com as distorções.

Os servidores também cobram a reposição salarial – as perdas chegam a  32,06%, segundo estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

Além disso, o ato também faz um chamado à Greve Geral do dia 28 de Abril.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Saúde
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.