terça-feira - 23/09/2025 - 19:14h
Minoria

Com tensão e desconfianças, oposição escolhe novo líder

Cabo Deyvison entra em lugar de Dr. Cubano (Foto: Cláudio Júnior)

Cabo Deyvison entra em lugar de Dr. Cubano (Foto: Cláudio Júnior)

Do Blog Saulo Vale

A bancada de oposição na Câmara Municipal de Mossoró se reuniu nesta terça-feira para escolher um novo líder.

Saiu Doutor Cubano (PSDB) e entrou Cabo Deyvison (MDB).

A vice-liderança ficou com o vereador Jailson Nogueira (PL).

Participaram da reunião os vereadores Jailson Nogueira (PL), Cabo Deyvison (MDB), Dr. Cubano (PSDB), Plúvia Oliveira (PT) e Marleide Cunha (PT).

O vereador Mazinho do Saci (PL) foi convidado, mas não compareceu.

Tensão

Durante a reunião, houve momentos de tensão.

Membros da bancada manifestaram insatisfação com os posicionamentos do vereador Doutor Cubano, até então líder da oposição.

Os oposicionistas se queixaram da postura de Cubano, que fez um acordo com os governistas para votar, em regime especial de urgência, um projeto tributário, de interesse do Palácio da Resistência, que chegou à Casa Legislativa nesta terça e já foi aprovado no mesmo dia.

Houve queixas também quanto às declarações de Cubano à imprensa, que estaria “pegando leve” com o governo, mesmo sendo líder da oposição.

O vereador garantiu à bancada que vai continuar na oposição.

Mesmo com a garantia, os oposicionistas colocaram em votação e escolheram o novo líder, Cabo Deyvinson, que deve ser apresentado oficialmente ainda nesta semana.

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Categoria(s): Política
domingo - 19/06/2022 - 11:36h

Do que você deve desconfiar quanto ao Direito

Por Honório de Medeiros

1) O Direito não é uma ciência.

Somente crê que o Direito é uma ciência quem não conhece filosofia da ciência ou defende sua cientificidade com propósitos indignos.Gato preto de olhos azuis

O corolário desse postulado é que cai por terra, assim, o uso do “argumento da autoridade” na defesa de interpretações cabotinas.

2) O Direito não tem qualquer relação com o Justo.

Como não se sabe o que é o Justo, ou a Justiça, não se pode afirmar, em qualquer circunstância, que o ordenamento jurídico seja um instrumento para a obtenção da justiça.

3) O ordenamento jurídico é um instrumento do Estado, não da Sociedade.

Tanto o é que pode se voltar contra a Sociedade. Quando a Sociedade dobra o Estado, como nas revoluções, cai o ordenamento jurídico.

4) O ordenamento jurídico é um instrumento de opressão.

Em todos os tempos e lugares o ordenamento jurídico é um instrumento de opressão do Estado sobre a Sociedade, entretanto vale o dito: ruim com ele, pior sem ele, havendo democracia.

5) O ordenamento jurídico reflete a estrutura de poder das elites dominantes, a correlação de forças políticas existentes em um determinado momento histórico.

Muito embora decisões esporádicas que contrariem o sistema político dominante possam surgir, elas dizem respeito a espasmos isolados que não comprometem sua lógica interna e externa de manifestação dos interesses das elites políticas dominantes.

6) A norma jurídica constitucional, ou os princípios constitucionais, por ser abstrata e difusa, quando da sua interpretação, refletirá ainda mais claramente a correlação de forças políticas existente em sua circunstância específica.

7) Não há qualquer parâmetro científico que possa nortear uma interpretação de normas ou princípios jurídicos. Os parâmetros existentes são puramente retóricos.

8) Os juízes, promotores, advogados, policias, enfim, os serventuários da Justiça são servidores do Estado, não da Sociedade e consolidam, ao agirem, enquanto correia de transmissão, sistemicamente, a repressão estatal.

9) Muito embora o Estado emerja da Sociedade, pode se voltar contra o ambiente social – e o faz – no qual foi concebido.

10) O ensino do direito positivo, com raras e honrosas exceções, ensina o manejo da norma jurídica, sem permitir o desenvolvimento das condições críticas necessárias para domina-lo, quanto aos seus fundamentos e finalidades, assegurando assim, a manutenção e reprodução do status quo.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Governo do RN

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Categoria(s): Crônica
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sexta-feira - 18/03/2022 - 21:36h
Desconfiança

A perfídia virou regra

Hoje, é praticamente impossível se afirmar com certeza o que vai ocorrer amanhã em termos de alianças e chapas à sucessão estadual do RN.

A perfídia virou regra.

Ninguém confia mais em ninguém.

Com razão.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 04/07/2016 - 18:10h
Mossoró

Partidos voltam a se reunir em busca de entendimento

Acontece hoje à noite mais uma reunião do Grupo de Trabalho, com representantes do PCdoB, PT, PDT e Psol em Mossoró.

Há mais de duas semanas eles estão nessa peleja.

Na pauta, busca por afinação para aliança com vistas às eleições deste ano.

Já disse e vou repetir: não credito no entendimento (veja AQUI).

Apesar de algumas afinações entre eles, os conflitos e as desconfianças são maiores (veja AQUI).

Aguardemos, pois.

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Categoria(s): Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 17/05/2015 - 08:44h
Mossoró

Prefeito e PT não falam a mesma língua há tempos

O prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) e o PT não falam a mesma língua.

Isso já acontece há considerável tempo.

Desapontamento de um lado, desconfiança de outro.

À semana passada, não faltaram novos elementos ao alargamento desse fosso, mesmo que imperceptível à maioria da sociedade.

Depois acrescentaremos mais detalhes.

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Categoria(s): Política
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