A coleta de lixo hospitalar dos hospitais do estado está comprometida. A situação está próxima do limite.
A empresa que ganhou a dispensa emergencial para esse serviço específico e especializado é a Crill Soluções Ambientais.
Está há dois meses sem receber e contrato ainda não foi assinado. Valores do atraso estão em torno de R$ 500 mil.
A burocracia na Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) concorre diretamente para esse problema iminente.
A Coordenadoria dos Hospitais e Unidades de Referência (COHUR) e Subcoordenadoria de Serviços Gerais (SESEG), labirinto de birôs por onde esse processo vaga, parecem desconhecer a dimensão do impasse.
Aguardam o pior, talvez.
Pelo visto, ser ágil no que é urgente, não é predicado.
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