Jair Bolsonaro consegue ser ‘dissidente’ e voz minoritária no seu próprio governo.
Confronta a política sanitária do seu ministro Luiz Henrique Mandetta, mas não o desautoriza nem o demite.
Faz pirraça e insufla o povo à desobediência.
Ele, pasme, é o presidente.
Parece piada.
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