segunda-feira - 16/08/2021 - 09:46h
Câncer

Morre o marqueteiro de Paulo Maluf a Lula, Duda Mendonça

Duda Mendonça nasceu em Salvador e participou de campanha emblemáticas no país (Foto: Web)

Duda Mendonça nasceu em Salvador e participou de campanha emblemáticas no país (Foto: Web)

Do G1

Figura disputada entre políticos, o marqueteiro Duda Mendonça, que morreu aos 77 anos, teve uma carreira marcada por grandes trabalhos em eleições no Brasil. A morte de Duda foi confirmada pela família nesta segunda-feira (16). Ele estava internado em São Paulo, no Hospital Sírio Libanês.

O ex-marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT) estava hospitalizado para tratar um câncer no cérebro e fazia quimioterapia. Em junho, ele foi diagnosticado com a Covid-19, teve o quadro de saúde agravado e precisou ser intubado. O corpo de Duda será cremado, e os detalhes sobre o local estão sendo definidos pelos familiares.

Entre as campanhas que liderou, se destacam a de Paulo Maluf à Prefeitura de São Paulo em 1992, e a de Luiz Inácio Lula da Silva para a presidência em 2002. Na Europa, Duda também ajudou a eleger o ex-primeiro-ministro lusitano Pedro Santana Lopes.

Baiano

O baiano José Eduardo Cavalcanti de Mendonça, o Duda, nasceu em 10 de agosto de 1944, em Salvador. A trajetória profissional de quase 50 anos começou a ganhar forma ainda em 1975, quando ele criou a agência DM9 Propaganda.

A partir da aproximação com vários políticos, Duda Mendonça também se envolveu em escândalos de corrupção. Em 2005, o nome dele apareceu no Mensalão, onde virou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) junto com outras 37 pessoas e foi acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Já em 2016, o marqueteiro passou a ser investigado na Operação Lava Jato e virou réu no STF novamente, pelos mesmos crimes que respondeu no Mensalão.

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Categoria(s): Comunicação / Política
sábado - 20/10/2018 - 11:28h
Reta final

Monitoramento de campanha pode ser decisivo agora

Pesquisas de “traking” (monitoramento) estão sendo feitas pelos principais institutos de pesquisas do país, auditando suas próprias sondagens quantitativas. Tentam reduzir ao máximo sua margem de erro, por exemplo.

A campanha 2018 é muito digital, de reações instantâneas e desdobramentos volumosos em curto espaço de tempo, que comprometem o nível de confiança dos trabalhos.

Movimento de milhares e milhões de votos podem acontecer em poucas horas, a partir de um fato novo de peso, que seja bastante propagando e tenha eficiente mensagem.

“Essa campanha é muito doida”, disse recentemente o marqueteiro Duda Mendonça, em entrevista a um jornal paulistano. De fato.

Estratégias

É cheia de variáveis e oscilações, situações surpreendentes e inusitadas, como o próprio primeiro turno acabou mostrando.

Sem um acompanhamento profissional sério para tomada de ações e posições, um candidato viável pode naufragar mesmo com uma montanha de votos à disposição. Não cabe o “achismo” na hora de agir.

Dentro de um pleito, a traking é decisiva para mudanças de estratégias em tempo hábil. Numa disputa nacional ou estadual, acaba sendo essencial na reta final e muitas vezes é feita diariamente.

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Categoria(s): Política
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domingo - 16/06/2013 - 12:15h
Marketing Eleitoral

“Se houver 2º turno, Dilma corre risco”, diz Duda

Por Fernando Rodrigues (Folha de São Paulo/UO)

Depois de um longo período sem se manifestar sobre marketing político, o publicitário Duda Mendonça voltou a falar. Absolvido no processo do mensalão e com seus bens liberados pela Justiça, ele falou com exclusividade ao “Poder e Política”, programa daFolha e do UOL, sobre cenários para 2014.

Para Duda, a presidente Dilma Rousseff é a favorita para se reeleger no ano que vem. Mas e se houver segundo turno? “Eu acho um risco para a Dilma”. Do seu jeito, ele explica: “Para quem está hoje com 70% de popularidade, não faz sentido não ganhar no primeiro turno. Significa que tem alguma coisa que está mexendo aí”.

Ele se refere à taxa da aprovação pessoal da presidente em algumas pesquisas. No Datafolha, a administração dilmista é aprovada por 57%.

Eduardo Campos, o novo

Duda está com 68 anos. “Eu amadureci”, diz. Os últimos sete anos foram consumidos em grande parte para se livrar do processo do mensalão. Agora, ele tem negócios no Brasil, em Portugal e na Polônia. Deve voltar a campanhas políticas no ano que vem. Pode ser o marqueteiro de Paulo Skaf, da Fiesp, que pretende disputar o governo de São Paulo pelo PMDB.

Duda enxerga como “risco maior” para Dilma na corrida presidencial o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Por quê? “Ele é realmente novo. Ele é a surpresa. O Aécio [Neves] já tem muito tempo aí. A Marina [Silva] também. Já não são novidades”.

Veja entrevista na íntegra clicando AQUI.

É imperdível.

 

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Categoria(s): Política
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