sexta-feira - 09/08/2019 - 10:20h
Economia

Setor de petróleo e gás revela otimismo com campos maduros

Dias fez exposição sobre potencial do RN (Foto: cedida)

Lideranças nacionais do petróleo e gás conheceram nessa quinta-feira (8), o cenário apontado como “promissor”, do segmento na região de Mossoró, com iminente exploração de campos maduros da Petrobras pela iniciativa privada. Esse panorama otimista foi apresentado em café da manhã, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN).

O encontro, organizado pela Associação Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), lançou o Mossoró Oil & Gas Expo, que será realizado de 26 a 28 de novembro, no Expocenter Mossoró. Faz parte de uma série de reuniões e programa que aposta no soerguimento da produção de petróleo em terra (onshore) no Rio Grande do Norte e país.

O evento é uma parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE),  com a Associação Redepetro RN.

Participante ao lançamento, o presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, conta que a reunião na Firjan colocou o Mossoró Oil & Gas Expo no radar de expoentes da cadeia petrolífera do Rio de Janeiro, gigante nacional em matéria de petróleo e gás. “Foi um gol de placa. Acredito que muita gente do Estado irá a Mossoró participar do evento”, comenta.

Leia também: Mossoró sediará reunião nacional sobre petróleo e gás.

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domingo - 04/08/2019 - 10:42h
Economia

Produção de petróleo em terra cai 50%

Ao priorizar o pré-sal, Petrobrás reduz extração 'onshore' de 209 mil para 107 mil barris diários em 20 anos; áreas como do RN atraem empresas menores para a produção que não interessam mais à estatal

Por Cristian Favaro (O Estado de São Paulo)

A capacidade da Petrobrás na exploração no mar, somada à crise da petroleira, colocou em segundo plano a produção de petróleo em terra firme. Recentemente, a empresa oficializou seu objetivo de atuar em águas profundas e colocou à venda centenas de áreas de produção. O efeito, entretanto, já havia sido sentido: a produção de petróleo em terra do Brasil, o chamado onshore, caiu pela metade entre 2000 e 2019.

A exploração em terra é concentrada sobretudo no Nordeste, que abriga mais de 80% das reservas provadas do Brasil e 70% da produção. Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que a produção desse segmento caiu da média de 209,1 mil barris de petróleo por dia, no ano 2000, para 107,4 mil barris diários, em 2019 (média de 12 meses até maio).

Na direção oposta, alavancada pelo pré-sal, a produção total brasileira mais do que dobrou no mesmo período, de 1,2 milhão de barris para 2,6 milhões de barris por dia.

“O Rio Grande do Norte chegou a produzir 60 mil barris por dia”, diz Gutemberg Dias, presidente da Redepetro RN, entidade com sede em Mossoró que reúne empresas da cadeia produtiva do petróleo no Estado.

“Hoje, são 38 mil barris. Infelizmente, várias empresas fecharam as portas.”

Segundo a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), se a estatal tivesse o mesmo ritmo de crescimento dos concorrentes privados nas bacias de Recôncavo, Sergipe/Alagoas, Potiguar e Espírito Santo, ela teria produzido 311,8 milhões de barris em terra a mais, em quase duas décadas.

Carência

Para a entidade, ter colocado a exploração em terra firme em segundo plano tirou R$ 11,8 bilhões em investimentos na região, o que poderia ter gerado até R$ 1,2 bilhão em royalties a municípios do interior nordestino.

A estimativa indica que 386 mil postos de trabalho poderiam ter sido criados.

Segundo Anabal Santos Júnior, secretário executivo da Abpip, a posição praticamente monopolista da Petrobrás é a razão para a derrocada do petróleo em terra firme.

Para ele, o Brasil tem um grande potencial a ser explorado, já que o País concentra uma das maiores áreas em bacias sedimentares do mundo.

A escolha da Petrobrás pelo mar, porém, pode ser explicada em números. Em média, um poço em terra produz 15 barris por dia no Brasil.

No pré-sal, o volume diário alcança 40 mil. Ou seja: um único poço em águas profundas produz mais que toda a extração onshore da Bahia ou do Rio Grande do Norte.

Competição

A menor produtividade, porém, não inviabiliza a produção em solo firme – e a atividade se mostra particularmente atraente a empresas menores. Enquanto o petróleo é encontrado a poucas centenas de metros em terra, no mar os poços podem superar seis quilômetros de profundidade.

Mais barata, a extração onshore é um negócio que atrai pequenas e médias empresas. Seu potencial de gerar receita cresce com a escala. Enquanto o Brasil tem cerca de 23 mil poços perfurados em terra, nos Estados Unidos o número está na casa dos 2 milhões. Diante de medidas de incentivo ao setor, há poços viáveis e lucrativos com produção de apenas um barril por dia nos EUA, algo difícil no Brasil por causa da legislação, segundo especialistas.

A demanda para que campos terrestres da Petrobrás sejam oferecidos a operadores privados é uma briga antiga da Abpip.

Em 2016, a estatal divulgou a inclusão de bacias terrestres maduras dentro do seu programa de vendas. Três anos e diversas prorrogações depois, a meta ganhou velocidade apenas após setembro, quando a ANP selecionou 254 campos para que a Petrobrás decidisse se voltaria a investir ou se devolveria para serem vendidos à iniciativa privada. A Petrobrás decidiu ficar com 71 e vender 183.

Procurada, a Petrobrás apenas confirmou o processo de venda de 183 concessões e disse que “essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas”.

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domingo - 04/08/2019 - 09:38h

Grupo do RN é exemplo de crescimento com o café

Por Josivan Barbosa

À frente do grupo fundado pelo pai há 35 anos, Pedro Lima conduziu uma história incomum para uma indústria cafeeira. Fundada em 1959, no interior do Rio Grande do Norte, longe das principais regiões produtoras de grão, a empresa iniciou a trajetória vendendo café verde.

Hoje, Pedro Lima é presidente do Grupo 3 Corações, que é dono de marcas como 3corações, Santa Clara, Iguaçu e Fino Grão.

Pedro Lima puxa comando de grupo que nasceu no Rio Grande do Norte (Foto: Pequenas Empresas, Grandes Negócios)

Batizada de Nossa Senhora de Fátima no início, a empresa passou a se chamar Santa Clara em 1985, após a segunda geração – Pedro Lima e os dois irmãos – assumir o negócio.

Desde então, fez várias aquisições e, em 2005, fechou uma sociedade com a israelense Strauss, incorporando a marca 3 Corações e mudando a denominação. Hoje, a São Miguel Holding, da família Lima, tem 50% do capital do grupo, e os israelenses, a outra metade.

Servidores públicos

Considerando-se as duas reformas realizadas até agora, a situação de aposentação dos servidores civis ficou assim:

1) A maioria dos servidores admitidos entre 2003 e 2013, que corresponde ao período entre o início da vigência da Emenda Constitucional nº 41 de 2003, proposta pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para mudar o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), e a instituição do Regime de Previdência Complementar, previsto pela Lei 12.618/2012, está enquadrada na regra definitiva incorporada pelo artigo 40 da Constituição, regra esta que exige idades mínimas de 55 anos para mulheres e 60 anos para homens, sendo seus benefícios calculados como base na média dos 80% maiores salários. Os reajustes são baseados na inflação;

2) Os servidores admitidos após 2013 estão sujeitos aos mesmos critérios da regra definitiva mencionada acima, mas com uma restrição adicional – o benefício é limitado ao teto do RGPS, hoje fixado em R$ 5.839,45. Se desejar, o servido pode se filiar ao RPC, aderindo ao Funpresp, o fundo de pensão criado em 2013 para gerir a previdência complementar dos servidores. Até o limite de 8,5% do salário, a União contribui de 1 para 1 como patrocinadora do fundo;

3) Os servidores que ingressaram até 2003 podem usufruir de regras de transição e de excepcionalidade que lhes asseguram aposentadoria antecipada em relação às idades de referência (55/60) da regra definitiva do art. 40 da Constituição Federal, com preservação dos direitos de se aposentar com a integralidade (pelo último salário) e a paridade de reajustes em relação aos salários dos servidores em atividade.

A reforma da Previdência em curso também fixa idade mínima e aumenta de forma significativa a contribuição para o RPPS (de 11% até 17%, mas em escala progressiva, sobre o salário bruto) pelos funcionários.

Empregos – Mossoró em baixa

Os municípios mais dependentes de setores econômicos ligados ao consumo, como o comércio, ou que tiveram investimentos públicos e privados interrompidos foram os que mais sofreram com a perda de empregos formais neste ano. Este é o caso típico de Mossoró.

As cidades que tinham margem fiscal para retomar obras públicas e incentivar projetos inovadores como startups e qualificação profissional conseguiram contornar a situação em um momento de fraco crescimento econômico, mas infelizmente, Mossoró não está nesse time de cidades.

A maior parte das cidades que fecharam postos de trabalho está localizada na região Nordeste e aqui em Mossoró, contribuiu muito a questão dos investimentos da Petrobrás e a baixa captação de recursos para financiamento da construção civil.

Recursos para os Estados

O governo Bolsonaro preparou o Plano de Equilíbrio Fiscal, o Plano Mansueto (em referência ao secretário do Tesouro, Mansueto Almeida), com oito alternativas para que os Estados escolham três e reduzam déficits dentro do mandato dos atuais governadores. Os Estados dificilmente se sentirão atraídos a promover programa de austeridade se tiverem uma alternativa para não fazê-lo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, acenou com a “cenoura” de dinheiro que será obtido do leilão da cessão onerosa, e mencionou repasse de R$ 30 bilhões. Citou também um novo pacto federativo, em benefício da federação, mas nada falou de condicionalidades. Cinco Estados já estouraram o limite de gasto com pessoal e outros 9 estão perto do limite.

Juros nas alturas

A Caixa Econômica Federal anunciou durante a semana uma redução de até 40% nas taxas de juros de diversas modalidades de crédito. Analise os números e veja se você tem a coragem de passar na calçada da CEF. O cheque especial para pessoa física e jurídica terá taxa máxima de 9,99% ao mês e crédito pessoal a 2,29% ao mês e um novo cartão de crédito internacional sem anuidade, com rotativo a 8,99% ao mês.

Para os clientes pessoa jurídica com cesta de serviço contratada serão oferecidos cheque especial com taxa também a 8,99% ao mês, além de capital de giro a partir de 0,95% ao mês, antecipação de recebíveis a 1,85% ao mês.

Mais médicos

A nova versão do Mais Médicos será denominada de Médicos pelo Brasil. Com a iniciativa, o Ministério da Saúde promete pagar salários de até R$ 21 mil, já no primeiro ano, e aumentos proporcionais a cada três anos, que culminariam em vencimentos de R$ 31 mil após uma década. Mesmo com cifras tão elevadas, o governo diz que vai pagar o programa, nos primeiros anos, com parte do orçamento que não era executado pelas gestões anteriores e com remanejamento de verbas.

Outra novidade é que os contratados passam a ser remunerados de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e não mais por meio de contratos temporários de três anos. A contratação efetiva dependerá, no entanto, de um estágio probatório. Isso porque, nos primeiros dois anos, todos os médicos selecionados terão de realizar um curso de especialização em medicina de família, sendo contratados definitivamente apenas após este período no programa.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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quarta-feira - 31/07/2019 - 15:50h
Turismo

Festival de Inverno vai começar na próxima sexta-feira

Nos dias 2, 3 e 4 de agosto o município de Serra de São Bento será palco de mais um Festival de Inverno. Em sua 9ª edição, ele agrega turismo, cultura, gastronomia e artesanato, evidenciando o que de melhor as Serras do Agreste Potiguar têm a oferecer.

Serra de São Bento será ambiente para evento que estimula turismo regional (Foto: Carla Belke)

A região das Serras do Agreste Potiguar foi contemplada com projeto de dinamização e sustentabilidade turística, o que permitiu um incremento do turismo com a melhoria da qualificação dos serviços oferecidos e ampliação do número de meios de hospedagem, o que contribui para o fomento da cadeia produtiva.

Estimativa é que cidade tenha cerca de 50 mil pessoas circulando no período do evento.

O Festival de Inverno é iniciativa que ocorre por meio da Secretaria de Turismo do Estado e Empresa de Promoções Turísticas do Rio Grande do Norte (EMPROTURN), com recursos do Projeto Governo Cidadão.

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terça-feira - 23/07/2019 - 22:18h
Economia

Gigante multinacional conhece indústria mossoroense

Representantes da Unilever – gigante transnacional britânico-holandesa – conheceram o processo fabril/gerencial da Marilux Indústria e Comércio, marca mossoroense.

A Marilux foi fundada em abril de 1991 e expande em escala geométrica sua área de atuação nos últimos anos, nas regiões Nordeste e Norte.

Seu mix de produtos de limpeza deve alcançar outras áreas, como Centro-Oeste.

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Categoria(s): Economia
sábado - 20/07/2019 - 08:24h
Segunda-feira, 22

Natal sediará seminário sobre a Nova Previdência

Marinho: palestra (Foto: Marcelo Camargo)

O seminário “Por que o Brasil precisa da Nova Previdência?” acontecerá nesta segunda-feira (22), na Sala de Conferência da Arena das Dunas em Natal.

Começará às 9 horas, sendo dirigido ao setor produtivo do Rio Grande do Norte.

A iniciativa é  promovida pela Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (FAERN), Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (FETRONOR) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN).

Os palestrantes serão o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB), o secretário nacional do Trabalho, Bruno Dalcolmo, e o presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), Renato Rodrigues Vieira.

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quinta-feira - 18/07/2019 - 23:20h
Evento

Feira da Beleza tem expectativa de público recorde

Marcony e Helena: cursos importantes (Fotos: divulgação)

Será entre os dias 4 e 5 de agosto próximos a 10ª Feira da Beleza de Mossoró e Região, no Centro de Convenções Expocenter (Avenida Jorge Coelho de Andrade, bairro Presidente Costa e Silva).

A programação ocorrerá entre 9 e 20h nos dois dias, com expectativa de atrair público recorde, que terá acesso através de convite.

A iniciativa é da Associação dos Profissionais da Área da Beleza do RN (APAB/RN), com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (SEBRAE/RN).

Cursos, palestras, exposição de produtos e outras atrações vão fazer parte da programação da feira, que já é um evento consolidado e que costumeiramente fomenta participação de expressivo número de profissionais do setor, além de outros interessados.

Atrações

Representante do Sebrae, Paulo Miranda vai falar sobre o tema “Dê um banho de gestão na sua barbearia”. Já Marcony Barber realizará Curso Prático, levando à clientela do evento sua larga experiência e criatividade, que o projetam no país e exterior. A portuguesa Helena Almeida tratará de “Colorimetria e Mechas”.

A Apab/RN aglutina cabeleireiros, barbeiros, esteticista corporal e facial, depiladores, podólogos, calistas, escovistas, manicures, pedicures, proprietários de clínicas de estética e salão, além de auxiliares em geral da área da beleza.

Mais informações podem ser obtidas por estes números com Cristina Santos, Gicelle Morais, Erijânia Maria e Nilca Costa: (84) 98874-4371/99131-9298/99652-2435 e 99900-6508.

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segunda-feira - 15/07/2019 - 23:34h
Economia

Governo cria mais uma Câmara Setorial com empresariado

O Governo do Estado criou, na tarde desta segunda-feira (15), a Câmara Setorial da Pesca e Aquicultura do Rio Grande do Norte. A solenidade de instalação foi realizada na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) e contou com a participação de representantes de diversas instituições públicas e privadas. O comitê visa apoiar o desenvolvimento do setor e de cadeias produtivas identificando os principais problemas da área.

Câmara Setorial será seguida de outras estreitando contatos com setor produtivo (Foto: Sandro Menezes)

Acompanhada do vice-governador Antenor Roberto (PCdoB), a governadora Fátima Bezerra (PT) enfatizou a criação das Câmaras como método de diálogo entre o Governo, a sociedade civil e as iniciativas privada e pública.

“Desde o início do Governo entendemos o quão é necessário aproximarmos o diálogo com as instituições e a população para estreitarmos os laços do setor produtivo. É primordial gerarmos emprego e renda, e assim, promovermos o desenvolvimento econômico do Estado”, disse.

Esta é a terceira a ser instalada no novo Sistema de Câmaras Setoriais do RN. Já foram criadas as Câmaras Setoriais da Indústria e a do Comércio e Serviços e a previsão é de que até o final do ano hajam pelo menos seis câmaras criadas.

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quarta-feira - 19/06/2019 - 23:52h
Corpus Christi

Comércio tem horário especial em feriado

O comércio mossoroense tem horários especiais nessa quinta-feira (20), devido o feriado nacional de Corpus Christi.

Veja abaixo:

Supermercados

As principais redes locais de supermercados da cidade funcionarão em horário especial.

  • Rede Rebouças: 7h às 20h;
  • Rede Queiroz: 7h às 13h;
  • Rede Cidade (alternativos): 7h às 13h.

Comércio de Rua

Lojas do centro ficarão fechadas durante o feriado, retomando o expediente normal na sexta-feira, dia 21.

Bancos

As agências bancárias ficarão fechadas no feriado, voltando a funcionar normalmente na sexta-feira, dia 21.

Partage Shopping Mossoró

O shopping funcionará em horário especial.

  • Lojas: 14h às 20h;
  • Praça e Quiosques de Alimentação: 11h às 22h;
  • Cinema: a partir das 14h;
  • Brinquedos/jogos: 11h às 22h.

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Categoria(s): Economia
terça-feira - 11/06/2019 - 17:20h
Dia 28

Governadora vai reinaugurar “Escritório do Empreendedor”

Estrutura ficará no Sindivarejo (Foto: cedida)

O Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO) está em obras para adequar o Escritório do Empreendedor e a Junta Comercial do RN (JUCERN) em seu endereço.

A reinauguração está confirmada para o próximo dia 28, com a presença da governadora Fátima Bezerra (PT).

Instalados no Partage Shopping desde o início do ano passado, esses equipamentos do Governo do RN passarão a funcionar no centro da cidade, por cobrança do setor produtivo e contabilistas da cidade e região (veja AQUI).

Leia também: Jucern garante retorno para o centro da cidade.

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quarta-feira - 29/05/2019 - 06:56h
Mais RN

Estudo deverá avançar sobre comércio e serviços

A Federação da Indústria do Estado do RN (FIERN) prepara nova edição do Programa Mais RN.

Dessa feita, o trabalho deverá ser bem mais ampliado, alcançando estudos sobre comércio e serviços, verdadeiros protagonistas da economia potiguar.

A versão atualizada no ano passado detalha um plano estratégico para o desenvolvimento do Estado, com a chamada “Agenda Potiguar 2019/2022” – que chegou a ser entregue aos oitos candidatos ao governo estadual.

Leia tambémEstado marcha para a completa insolvência, alerta o “Mais RN.

Conheça o Mais RN na íntegra clicando AQUI.

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Categoria(s): Economia
sexta-feira - 26/04/2019 - 08:12h
Economia

Importantes marcas industriais fecham negociação

O grupo Tempero Regina acaba de fechar negociação para adquirir a empresa Sabão Lavandeira.

Quem assegura a informação é o principal executivo do Tempero Regina, Adel Diniz, em comunicado feito em rede social.

São duas marcas de sucesso genuinamente mossoroenses.

Atravessaram os limites do município com êxito e reconhecida aprovação de seus produtos no mercado.

Em tempos de tantas notícias desanimadoras à economia local, uma boa nova.

Bravo.

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sábado - 13/04/2019 - 10:34h
Entendi

Governo reduz gastos cortando assinatura de jornais

Num balanço simplório sobre redução de gastos do Governo do RN em 100 dias da gestão Fátima Bezerra (PT), o economista Aldemir Freire, titular da pasta do Planejamento e Finanças (SEPLAN), jacta-se de cortar assinaturas de jornais impressos em sua pasta.

Nas redes sociais, a jornalista Eliana Lima chega a ver a economia como pífia e fica sem entender.

Mas ele retruca. Assinala a medida como importante e revela desprendimento ao registrar que paga do “seu próprio bolso” por assinaturas em casa.

Em momento algum o “guru” dos números do Governo Fátima Bezerra (PT) divulgou se conseguiu reduzir o déficit de R$ 120 milhões/mês da folha de pessoal, nesses 100 dias.

É um mistério equivalente ao sumiço da Arca da Aliança, há mais de 2.600 anos.

A economia de ponta de lenço é mais evidente.

Entendi.

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sábado - 16/02/2019 - 17:52h
Documento

Girão apresenta diagnóstico sobre economia à ministra

Ministra recebeu documento (Foto: cedida)

Na estada no Rio Grande do Norte da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Corrêa, o deputado federal General Girão (PSL) entregou documento com o diagnóstico de diversos setores do mercado produtivo do Estado como.

Esse estudo trata de produtos e segmentos como sal, cana-de-açúcar, camarão, pesca do atum, pecuária e, também, o caju/castanha.

Foram expostas as potencialidades e os óbices que a produção de cada setor enfrenta no RN.

Girão foi um dos articuladores da presença da ministra em Mossoró e Pendências (hoje), visitando setores da economia potiguar e conversando com produtores, lideranças empresariais e políticos.

Também interveio na vinda do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto (veja AQUI).

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sábado - 14/07/2018 - 06:58h
Brasil

Em queda livre, construção civil puxa economia para baixo

Nos últimos quatro anos, a construção civil encolheu 20,5% em quatro anos e perdeu 1,2 milhão de postos de trabalho.

A informação está em manchete deste sábado (14) do jornal O Estado de São Paulo.

Segundo a reportagem, o resultado só perde para os de 1981 e 1984, quando a queda foi 22,5%.

A notícia é pior ainda quando se sabe que o setor era uma das apostas do atual governo para impulsionar a recuperação da economia.

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segunda-feira - 16/10/2017 - 16:32h
Boa nova

A máquina da economia se move para frente

Uma construtora-incorporadora mossoroense vendeu oito apartamentos nos últimos dois meses, no mesmo condomínio.

A princípio, não parece muito.

Mas é um sinalizador significativo de que a economia volta a se mover para frente.

Que assim seja!

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quarta-feira - 26/07/2017 - 16:32h
Uern

Estudo avalia impacto socioeconômico do Mossoró Cidade Junina

Por Adriana Morais

Em solenidade realizada na tarde desta terça-feira (25), no Salão dos Grandes Atos, na Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM), a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) entregou ao Município o relatório do estudo sobre o impacto socioeconômico do Mossoró Cidade Junina 2017.

Uern expõe alguns dos dados da pesquisa em reunião na Prefeitura de Mossoró (Foto: Fernando Nícolas)

Uern expõe alguns dos dados da pesquisa em reunião na Prefeitura de Mossoró (Foto: Fernando Nícolas)

A pesquisa foi desenvolvida no período de 1º de junho a 21 de julho, e envolveu 20 estudantes dos cursos de Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Gestão Ambiental e Turismo. Os trabalhos foram coordenados por cinco professores dos Departamentos de Ciências Econômicas e de Ciências Contábeis.

O reitor da Uern, o professor Dr. Pedro Fernandes Ribeiro Neto, destacou que a elaboração e o desenvolvimento de estudos dessa natureza fortalecem o trabalho de formação da Universidade, ao mesmo tempo em que a aproxima da comunidade onde ela está inserida.

“Oportunidades como esta são fundamentais para a formação completa de nossos estudantes. O estudo possibilita à Uern, através de seus professores e alunos, sair da sua zona de conforto, das quatro paredes da sala de aula e contribuir efetivamente para o benefício da sociedade”, diz o reitor, enfatizando que a pesquisa permite ainda uma maior aproximação entre os estudantes com o mercado em sua área de formação.

Parceria

A aluna Jordana Souza, do 6º período do curso de Turismo, ratifica a fala do professor Pedro Fernandes, destacando que a experiência foi fundamental para a sua formação profissional. “É muito bom poder ter contato com o público, conversar com prestadores de serviços e entender na prática sobre nossa área. A experiência foi muito relevante”, avalia.

A prefeita Rosalba Ciarlini agradeceu a parceria com a Uern e parabenizou a elaboração do estudo que deverá nortear o planejamento do Mossoró Cidade Junina para o ano de 2018. “A Universidade não se limita a entregar diplomas, ela é muito mais que isso. A parceria com a Uern é de fundamental importância para o desenvolvimento de ações que refletem no benefício da comunidade”, destaca.

Na ótica do professor-mestre Jandson Dantas da Silva, do departamento de Ciências Contábeis, o estudo traz benefícios em diferentes aspectos. “Para o estudante, o estudo possibilita colocar em prática a teoria vista em sala de aula; para o professor, a pesquisa também oportuniza uma prática mais potencializada do conteúdo ministrado; e para a sociedade, o trabalho representa uma contribuição efetiva para o seu desenvolvimento”, declara.

A reunião para a entrega do resultado do estudo elaborado pela Universidade contou ainda com a presença do vice-reitor da Uern, o professor Aldo Gondim ; da vice-prefeita, Nayara Gadelha; dos secretários municipais de planejamento, Aldo Fernandes; de Cultura, Eduardo Falcão; de Desenvolvimento Econômico, Lahyre Rosado Neto; de Segurança, Eliéser Girão; e de Comunicação Social, Aglair Abreu; e estudantes participantes do projeto.

Dados

O professor Dr. Leovigildo Cavalcanti de Albuquerque Neto, chefe do Departamento de Ciências Econômicas, apresentou alguns dados do estudo sobre o impacto socioeconômico do Mossoró Cidade Junina. Segundo a pesquisa, cada R$ 1 gasto na realização do evento gera um retorno de R$ 4 para a economia local. Considerando que o custo do evento neste ano ficou em torno de R$ 3 milhões, o retorno financeiro para o Município foi de aproximadamente R$ 12 milhões.

Ele destacou que somente o Concurso de Quadrilhas movimenta em torno de R$ 400 a R$ 600 mil. O setor hoteleiro também é aquecido durante os festejos juninos, movimentando em média R$ 300 mil.

Turismo

No setor turístico, a pesquisa mostrou que a festa atrai um número significativo de pessoas de fora. “Cerca de 720 mil pessoas participaram da programação do Mossoró Cidade Junina, considerando todos os projetos. Desse total, 22% afirmaram ser a primeira vez que prestigiaram o evento”, diz o professor.

Com relação à geração de empregos, o estudo revelou que somente no setor dos comerciantes informais foi criado 3 mil postos de trabalhos temporários ao longo da realização da festa junina.

Embasado nos números, o professor Leovigildo Cavalcanti sugeriu a realização de seminários de preparação do evento para planejar e elaborar cada projeto do evento.

“A ideia é trabalhar os projetos separadamente e assim poder buscar apoio comercial. Isso possibilitaria reduzir os custos para a realização do Cidade Junina em 30% e o retorno econômico para o Município poderia chegar a R$ 8 ou R$ 9 para cada R$ 1 investido”, informa.

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quarta-feira - 08/03/2017 - 04:29h
Tempero Marinar

A aposta no paladar em plena instabilidade econômica

Há vida pulsante na debilitada economia mossoroense. Não obstantes sinais e números decrescentes no setor produtivo local, a “Tempero Marinar” ostenta otimismo e avança no mercado, desde que foi criada no segundo semestre recessivo de 2016.

Dirigida pelo casal Francisco Diniz Dantas-Francisca das Chagas Araújo Dantas, a empresa deriva de uma experiência que ambos têm em mais de 30 anos com temperos líquidos, oferecendo 30 empregos diretos numa industria totalmente automatizada.

Com endereço no Distrito Industrial de Mossoró, a Tempero Marinar concentrou inicialmente seu foco no mercado potiguar (Mossoró, circunvizinhanças e Natal). Entretanto, avança no Ceará e Paraíba com possibilidade de desembarcar também no Piauí e outros estados em breve, com ágil logística.

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sábado - 25/02/2017 - 10:15h
Economia

Secretaria tenta reorganizar Praça da Convivência

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Turismo convocou os concessionários da Praça de Convivência de Mossoró para uma reunião. Foram discutidas as providências necessárias para o bom funcionamento do local, a partir das responsabilidades destinadas a cada uma das partes, de acordo com o edital de licitação.

Um dos pontos definidos durante o encontro foi o retorno da Associação. A ideia é que a partir de agora as discussões ocorram através de uma representação dos concessionários.

Na reunião, com a escolha da maioria, foi eleito Heuber Filgueira como presidente interino da Associação dos Concessionários da Praça de Convivência.

O Município quer regularizar a situação dos concessionários. Os contratos vão estar em vigência até a realização de uma nova licitação. O último processo licitatório ocorreu em 2008.

Com informações da PMM.

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quarta-feira - 25/01/2017 - 13:50h
Exterior

Cadeia de Petróleo e Gás verá oportunidades de negócios

Petróleo e gás: negócios (Foto: arquivo)

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) do Rio Grande do Norte, escritório regional de Mossoró, realizará amanhã (quinta-feira, 26) Reunião do Projeto da Cadeia de Petróleo e Gás do RN. Ocorrerá às 14h30 em sua sede.

A iniciativa objetiva apresentar estudo de oportunidades para empresas de Petróleo e Gás da região.

Países como México, Argentina, Colômbia, Equador e Bolívia estão no foco desse trabalho.

Também haverá apresentação do Encontro Internacional de Negócios do Nordeste, que revelará outras chances de negócios no segmento.

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domingo - 16/10/2016 - 12:02h

PEC 241 poderá ser um curativo fora da ferida

Por Carlos Duarte

Por mais emoção que se queira colocar nas discussões da PEC 241, existem parâmetros que precisam ser considerados e avaliados, técnica e cientificamente, para que se possa obter uma norma jurídica que se traduza em benefícios positivos e sustentáveis para toda sociedade brasileira. Ou que pelo menos que venha minimizar os graves problemas que corroem a frágil economia brasileira.

Discutir a PEC 241 sem levar em conta noções de economia, administração pública, direito e política, é pura leviandade. Mas, o que se observa, na maioria das vezes, são discussões mal fundamentadas e polarizadas em duas correntes passionais (contra e a favor), centradas na educação e saúde.

Pela proposição da Lei, todos os gastos terão limites. Entretanto os limites para os gastos com educação e saúde só começarão a valer a partir de 2018.

Na verdade, o objetivo da PEC 241 é limitar os gastos – que não poderão ultrapassar o índice de inflação do ano anterior. Ou seja, o foco é manter os mesmos patamares de gastos atuais, melhorar a eficiência de gestão, no longo prazo, forçando o Estado a gastar melhor.

Na ótica do governo Temer, limitar o crescimento dos gastos públicos, possibilitará baixar a atual taxa básica de juros (Selic), colocando as empresas novamente na rota de produção e investimentos, no curto prazo, gerando emprego renda e arrecadação, com reaquecimento da economia e restabelecimento de um novo ciclo de desenvolvimento. Com isso, pretende acabar com a atual recessão em que vivemos.

Olhando por esse prisma, a PEC 241 é uma medida econômica, e não política. E por ser uma medida econômica, é prudente considerar todos os fundamentos econômicos que a envolve.

Não é correto o diagnóstico de que o aumento dos gastos públicos seja proveniente, por exemplo, das despesas com saúde e educação, sem considerar os impactos dos gastos com os juros da divida pública – que são responsáveis por 80% do déficit nominal.

Adicione-se a esse fato: o agravamento da situação fiscal do País, motivado pelas excessivas renuncias fiscais; combates ineficazes à sonegação; frustração de receita e elevado grau de corrupção, entre outras mazelas.

De acordo com o Conselho Federal de Economia (Confecon), quando o governo paga R$ 502 bilhões em juros da dívida pública, 85% estão concentrados em megainvestidores e apenas 0,3% em detentores de dívidas públicas. Isso não gira a roda da economia.

Por outro lado, é preciso avaliar com mais transparência, qual o impacto do congelamento dos gastos com saúde e educação, quando projetarmos os futuros aumentos de população e expectativa de vida do brasileiro. Qual o tamanho desse impacto com as medidas da PEC 241?

Como limitar gastos e torna-lo viável, sem considerar um projeto paralelo de equilíbrio fiscal?

A propósito, Brasil e a Espanha são os únicos a isentar lucros e dividendos. Sem uma reforma tributária, que possibilite equacionar o equilíbrio fiscal, dificilmente a PEC 241 atingirá o seu objetivo.

A dívida pública do Brasil deverá fechar o ano por volta de R$ 3,3 trilhões, o que representa quase 80% do PIB. O déficit primário, em 2016, será aproximadamente de R$ 170 bilhões. Os gastos com as despesas públicas primárias (2008 a 2015) cresceram 51% acima da inflação, enquanto a receita evolui apenas 14,5%.

A PEC 241 precisa ser mais clara no que se refere ao seu objetivo principal.

Se for apenas voltada à contenção de gastos públicos – se torna desnecessária, uma vez que o Brasil já possui um bom sistema de Programação Orçamentário e de Controle de Responsabilidade na Gestão de Finanças Públicas, estabelecida na CF 88 e na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e suas alterações.

Utilizando esses dispositivos o Executivo poderá inserir suas metas fiscais na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), efetuando ajustes seletivos nas despesas que podem ser preteridas as que mais inflam a dívida pública.

Caso queira adotar o Estado Mínimo, deverá adotá-lo conjuntamente com outras medidas, inclusive privatizações.

É preciso mais maturidade e competência, nessa hora. A discussão deverá ser mais contextualizada e não apenas sob a égide do Ceteris Paribus.

Caso contrário, será um curativo fora da ferida.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

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quarta-feira - 11/05/2016 - 16:30h
Mossoró

Desorganização do Cidade Junina compromete economia

Agências de turismo de Mossoró e hotéis estão em uma situação difícil. Falta menos de 25 dias para o Mossoró Cidade Junina (MCJ). Não tem como vender evento.

Até começar o Mossoró Cidade Junina, algumas interrogacões: Qual programação? Quais atrações? Quais dias do Chuva de Bala? Quadrilhas? Cidadela? Vale assinalar que não saiu licitação de araque para satisfazer o Ministério Público-MP.

Caruaru e Campina Grande começaram a organizar as suas por volta de agosto de 2015. Programações são conhecidas há meses e vendidas até no exterior.

Campina Grande-PB levantou mais de R$ 20 milhões para sua festa junina, em patrocínios – no ano de 2015. Só em divulgação foram mais de 5 milhões.

“Os turistas ligam para o hotel e perguntam pela programação da festa. Ai a gente fica com a cara mexendo”, diz um hoteleiro de Mossoró.

Até hoje, todos os prefeitos usaram o MCJ muito mais como peça de propaganda personanalista do que como fomento econômico e cultural. Seguram à mão o evento, para potencializá-lo eleitoralmente.

Por isso e a falta de organização, sobretudo ano passado, que não descola para ser quase que completamente bancado pela iniciativa privada. “Bom” é torrar o dinheiro público.

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Categoria(s): Economia
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