segunda-feira - 16/09/2019 - 22:19h
No RN

Após crise, filho de Bolsonaro defende diálogo com Alemanha

Eduardo esteve no mesmo evento que a governadora Fátima Bezerra, presidente em exercício general Hamilton Mourão e ladeando o prefeito Álvaro Dias (Foto: Elisa Elsie)

Filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) participou do 37º Encontro Econômico Brasil-Alemanha, ocorrido nesta segunda-feira (16) no Centro de Convenções de Natal.

Ele falou em nome do Governo Federal e na condição de presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, para uma plateia com mais de mil pessoas, formada maciçamente por segmentos do setor empresarial, além de políticos.

Livre comércio

Seu discurso durou poucos minutos, mas o suficiente para defender o livre comércio, assegurar quebra de protecionismos nefastos às relações com outros países, como a Alemanha.

Recentemente, seu pai andou reagindo de forma áspera a pronunciamento da chanceler alemã Angela Merkel, que criticou política ambiental brasileira. O assunto ganhou dimensão planetária, desgastando a correlação Brasil-Alemanha.

No evento de hoje, também participaram a governadora Fátima Bezerra (PT), presidente em exercício general Hamilton Mourão (PRTB) e diversas outras autoridades empresariais e políticas (veja AQUI).

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segunda-feira - 16/09/2019 - 09:38h
Brasília

Governo monitora parlamentares antes de soltar emendas

Do Estado de São Paulo

O governo vem monitorando as redes sociais de parlamentares, assim como seus discursos na tribuna, para avaliar a taxa de fidelidade de cada um. Nessa semana e na próxima, aproximadamente R$ 15 bilhões do Orçamento serão desbloqueados e, destes, R$ 2 bi devem servir para o pagamento de emendas prometidas quando se discutia a Reforma da Previdência.

O dinheiro é condicionado a uma lista de pautas de interesse do Planalto. No Senado, as aprovações de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada nos EUA e de Augusto Aras, para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Entra na lista, também, impedir a abertura da CPI da Lava Toga.

A negociação mais tranquila vem sendo a de Aras.

Eduardo Bolsonaro, porém, ainda não tem os votos necessários para virar diplomata. Pelo menos dois senadores ouvidos pelas repórteres Julia Lindner e Camila Turtelli afirmam que há um clima de esperar a liberação das verbas antes de qualquer decisão.

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sexta-feira - 13/09/2019 - 11:38h
Conterrâneos

Dória, Eduardo Bolsonaro e Paulo Guedes, cidadãos de Natal

Eduardo: I love Natal (Foto: G1)

A Câmara Municipal do Natal aprovou nessa quinta-feira (12) título de cidadania para o ministro Paulo Guedes, da Economia. A proposição foi do vereador Klaus Araújo(SDD).

Há pouco mais de um mês, quem já tinha ganho a honraria foi o governador paulista João Dória (PSDB). Ideia do ex-presidente da Casa, o vereador Raniere Barbosa (Avante).

O vereador Cícero Martins (PSL) já tem em tramitação na Casa um título também para o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Dois deles parece que sequer conhecem Natal (Eduardo e Paulo); Dória, talvez.

Há algum tempo, Câmara de Vereadores da capital estava com fetiche por cantores de axé. Vários foram agraciados com a cidadania.

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Categoria(s): Política
domingo - 21/07/2019 - 11:16h

Nepotismo – o poder para defender ‘primeiro os meus’

Por Odemirton Filho

Não é de hoje que querem transformar o Brasil em um feudo. Políticos dos mais variados matizes procuram lotear o poder, distribuindo cargos e benesses aos seus familiares e amigos.

O concurso, regra para investidura em cargos públicos, é visto de soslaio, pois dificulta a indicação de parentes e dos mais chegados para as diversas funções na Administração Pública.

É comum que governadores e prefeitos indiquem seus familiares e filhos para fazer parte do secretariado, mesmo que não tenham conhecimento técnico em relação à Pasta.

Nessa toada, parece que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) quer manter a tradição. Não bastassem os seus arroubos, agora colocou na cabeça que indicará o seu filho, Eduardo Bolsonaro (PSL), para ser Embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

Qual o problema? Indagam alguns.

Não se pode duvidar, é certo, da capacidade intelectual do indicado, do seu inglês e de seus dotes culinários para fritar hambúrgueres.

Todavia, ser Embaixador exige outros predicados. A função requer experiência no trato das relações internacionais, conhecimento dos Tratados e Convenções dos quais o Brasil é signatário, além, é claro, de expertise para exercer tão nobre mister.

Sobre a questão, o ex-embaixador do Brasil nos EUA, Rubens Ricupero, considerou que a nomeação de Eduardo Bolsonaro, sem carreira diplomática ou estudos de Relações Internacionais, seria um ato “sem nenhum precedente, nem na nossa história, nem na de nenhum país civilizado democrático”.

E acrescenta: “só um monarca absoluto, como os reis árabes do Golfo, pode fazer uma coisa desse tipo. Em países modernos, eu não conheço nenhum exemplo”.

Destaque-se, ainda, a Súmula Vinculante n. 13 do Supremo Tribunal Federal (STF) que diz:

“A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal.

Ou seja, proíbe o nepotismo nos casos que especifica.

Entretanto, o próprio STF entende que a nomeação para cargo político (ministro de Estado, secretário de Governo ou de Município) não viola o comando da mencionada Súmula.

Vejamos:

“Direito Administrativo. Agravo interno em reclamação. Nepotismo. O Supremo Tribunal Federal tem afastado a aplicação da Súmula Vinculante 13 a cargos públicos de natureza política, ressalvados os casos de inequívoca falta de razoabilidade, por manifesta ausência de qualificação técnica ou inidoneidade moral. Precedentes. Não há nos autos qualquer elemento que demonstre a ausência de razoabilidade da nomeação. (Rel. min. Roberto Barroso, 1ª T, j. 29-5-2018, DJE 125 de 25-6-2018).

Desse modo, se a nomeação do filho do presidente for questionada perante a Corte Maior, e essa afirmar que o cargo de Embaixador tem natureza política, será afastada qualquer pecha de nepotismo, salvo se o STF considerar que o indicado não tem qualificação técnica ou idoneidade moral para assumir o encargo.

Contudo, se não for nepotismo, é moral a indicação do filho do presidente?

A Constituição Federal aduz que são princípios da Administração Pública a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência.

Ensina o professor Hely Lopes Meirelles que “o agente administrativo, como ser humano dotado de capacidade de atuar, deve, necessariamente, distinguir o Bem do Mal, o Honesto do Desonesto. E ao atuar, não poderá desprezar o elemento ético da sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo do injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas também entre o honesto e o desonesto”.

Com isso, de acordo com o princípio da moralidade, o gestor deve pautar sua conduta com retidão, não se deixando levar pelos encantos do poder que levam a atos que desbordam da ética.

Destarte, para um presidente que pavimentou sua vitória alardeando que faria “uma nova forma de fazer política”, mostrou-se mais do mesmo.

Portanto, a indicação do filho do presidente à Embaixada dos EUA poderá não ser considerada nepotismo, no entendimento do STF, mas ferirá, no mínimo, o princípio da moralidade administrativa.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

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segunda-feira - 01/07/2019 - 17:56h
Incor (São Paulo)

Deputado General Girão passa por cirurgia cardíaca

O deputado federal General Eliéser Girão (PSL), 64, passa por cirurgia cardíaca nesta segunda-feira (1º), em São Paulo-SP.Quem divulgou a notícia e manifestou desejo de êxito foi o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), através de suas redes sociais.

Girão está em seu primeiro mandato eletivo.

O procedimento médico acontece no Instituto do Coração (INCOR). Ele foi diagnosticado com “aneurisma de aorta ascendente”.

O deputado deverá ficar afastado de suas atividades rotineiras e na Câmara Federal por cerca de 30 dias, coincidindo com recesso parlamentar.

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Categoria(s): Política
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