quarta-feira - 01/02/2023 - 09:00h
Política

Senado empossa 27 membros e escolhe mesa diretora

Mesa Diretora do Senado tem definições hoje ou ainda amanhã (Foto: Marcos Oliveira)

Mesa Diretora do Senado tem definições hoje ou ainda amanhã (Foto: Marcos Oliveira)

O Plenário do Senado tem reuniões marcadas para esta quarta (1º) e quinta-feira (2) para eleger a nova Mesa, composta por presidente, dois vice-presidentes e quatro secretários com respectivos suplentes. A escolha ocorrerá após a posse dos 27 senadores eleitos em outubro, o equivalente a um terço do Senado que tem 81 membros, de acordo com procedimentos definidos pelo Regimento Interno.

Entre os empossados, cinco foram reeleitos e quatro ocupam cargos de ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (veja AQUI todos os nomes por região).

Já convocadas pelo atual presidente, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a primeira reunião preparatória, para a posse dos parlamentares, é nesta quarta-feira (1º), às 15h. Em seguida será aberta a segunda reunião preparatória para a eleição do presidente do Senado.

Mesa

Se houver a concordância de pelo menos um terço dos senadores (27), ainda hoje serão escolhidos os demais membros da Mesa: primeiro e segundo-vice-presidentes e primeiro, segundo, terceiro e quarto-secretários com seus suplentes. Sem o acordo, a eleição para a Mesa ficará para uma nova reunião preparatória prevista para quinta-feira (2), às 10h.

As sessões devem ser abertas com o quórum mínimo de 14 senadores, o equivalente a um sexto da composição do Senado. A votação, que é secreta, deve ter a presença da maioria absoluta dos parlamentares, ou seja, 41 senadores, mesmo número necessário para a escolha do presidente.

RN

Entre os 27 senadores com posse marcada para hoje, o RN estará representado com o nome de Rogério Marinho (PL), eleito dia 2 de outubro do ano passado.

Saiba mais detalhes AQUI.

Com informações da Agência Senado.

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domingo - 03/02/2019 - 08:24h
Senado

Renan, não!

Por Carlos Santos

Parte da Grande Imprensa está com dificuldade de explicar o expurgo do todo-poderoso Renan Calheiros (MDB-AL) da presidência do Senado.

Mistura de torcida contrariada com incapacidade, teimosa, de fazer leitura de uma época: ó tempos, ó costumes.

Durante a manhã de sábado (02), clima chegou a ficar ameno entre Davi e Renan; esquentaria à tarde, de novo (Agência Senado)

A eleição de Davi Alcolumbre (DEM-AP) à presidência do Senado não é o triunfo do novo e asséptico. Ele não encarna o que se propaga por aí como a “nova política”.

Nem de longe pode ser caracterizado como personagem deificado e incomum na política brasileira. É o mais do mesmo. Desconhecido por boa parte do público, não passava até bem poucos dias de mero espécime do baixo clero da Alta Câmara.

Como tivemos nas urnas em 2018, ocorreu um voto de exclusão, em vez de uma escolha propriamente dita.

A prioridade foi barrar o velho coronel alagoano e, não, necessariamente eleger Alcolumbre. Não fosse ele, seria outro.

Renan, não!

O senador do Amapá e do DEM não foi ungido por suas eventuais virtudes.

Renan é que terminou rejeitado por suas notórias deformidades.

Seria seu quinto mandato presidencial, um recorde que superaria o maranhense José Sarney.

Fica para a próxima. Em breve, teremos outra eleição interna.

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domingo - 03/02/2019 - 07:48h
Presidência

Davi derruba o todo-poderoso Renan Calheiros no Senado

Senador do DEM do Amapá impõe derrota histórica a um dos nomes mais influentes da política do país

Do G1

senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), 41 anos, se elegeu presidente do Senado neste sábado (2) ao obter 42 votos, um a mais que os 41 necessários para um candidato ganhar no primeiro turno. Dos 81 senadores, votaram 77.

Alcolumbre e Renan duelaram durante dois dias e o primeiro levou a melhor surpreendentemente (Foto:Jovem Pan Imagens)

É a segunda vez que o MDB perde uma eleição para a presidência do Senado desde o fim da ditadura. Renan Calheiros (MDB-AL) buscava se tornar presidente da Casa pela quinta vez. Mas abandonou a candidatura durante a eleição por entender o processo “deslegitimado”.

Com a vitória de Alcolumbre – um aliado do ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), de quem recebeu apoio nos bastidores –, o DEM passa a comandar o Senado Federal e a Câmara dos Deputados – nesta sexta-feira (1º), Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito presidente da Câmara, também em primeiro turno.

O resultado da eleição no Senado foi o seguinte:

  • Davi Alcolumbre (DEM-AP) – 42 votos
  • Esperidião Amin (PP-SC) – 13 votos
  • Angelo Coronel (PSD-BA) – 8 votos
  • Reguffe (sem partido-DF) – 6 votos
  • Renan Calheiros (MDB-AL) – 5 votos
  • Fernando Collor (Pros-AL) – 3 votos

A vitória de Davi Alcolumbre foi precedida de:

Logo após o anúncio da vitória, Davi Alcolumbre assumiu a cadeira de presidente. Ele cumprimentou todos os concorrentes, inclusive Renan Calheiros. Disse que dará ao rival o mesmo tratamento conferido aos demais colegas.

“Quero dizer ao senador Renan Calheiros que terá dessa presidência o mesmo tratamento que todos os partidos devem ter”, afirmou.

O novo presidente do Senado destacou a importância de “reunificar” a Casa e afirmou que não conduzirá os trabalhos com “revanchismo”. Segundo ele, a condição de adversários é “passageira”, enquanto as instituições são permanentes.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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quarta-feira - 01/02/2017 - 11:38h
Nota

Fátima Bezerra lamenta posição do PT em pleito no Senado

A posição majoritária da bancada do PT, no Senado, para votar de forma livre e autônoma, sem seguir apelo da militância e movimentos sociais, embaraça a senadora petista Fátima Bezerra – do RN. Ela e os senadores Gleise Hoffman (PT-SC) e Lindbergh Farias (PT-RJ) assinam nota em que lamentam essa posição.

Fátima vê erro da maioria (Foto: Senado)

“(…) Mas infelizmente a bancada do PT no Senado optou por outro caminho. Superestimando a luta institucional e insensível ao apelo da militância, a maioria da bancada preferiu não tomar uma posição clara, autorizando os senadores e as senadoras petistas a votarem como bem entenderem. É realmente lamentável. Um equívoco político que cobrará seu preço”, dizem Fátima, Gleisi e Lindbergh.

Maioria ignora militância

“Mesmo em um momento de ruptura democrática, a maioria da bancada do PT no Senado optou por se render à institucionalidade, fechando os ouvidos para a opinião de sua militância e para as opiniões dos principais movimentos sociais que protagonizam a resistência democrática”, acrescentam.

O PT tem dez senadores na atual legislatura. O nome do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) caminha para substituir Renan Calheiros (PMDB-AL), com apoio de parte do próprio PT.

Veja AQUI como é o processo eleitoral no Senado e outros aspectos do pleito interno.

Se PMDB ganhar eleição, estará no comando do Senado por 12 anos seguidos (veja AQUI).

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