quinta-feira - 12/03/2026 - 05:28h
Assembleia Legislativa

Comissão passa a preparar eleição indireta ao governo estadual

Gustavo Carvalho é oriundo do PSDB (Foto: ALRN)

Gustavo Carvalho preside colegiado (Foto: ALRN/Arquivo)

Foi instalada nessa quarta-feira (11), a comissão especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 03/2022, que dispõe sobre a sucessão estadual de forma indireta, em caso de vacância nos cargos de governador e vice-governador. A aprovação da matéria é fundamental para o caso de renúncia da governadora Fatima Bezerra (PT) e vice-governador (MDB) Walter Alves.

O deputado Gustavo Carvalho (PL) é o presidente desse colegiado, tendo a deputada Cristiane Dantas (Solidariedade) como vice. Francisco do PT é o relator – com 10 dias para apresentar parecer. Isolda Dantas (PT) e Hermano Morais (PV) complementam a comissão.

A PEC segue decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre vacância nos cargos nos últimos dois anos de mandatos, como dispositivo capaz de adaptar Constituição do RN à essa normatização.

O vice-governador já anunciou oficialmente que será candidato a deputado estadual, precisando renunciar. Assim o fará. A governadora proclamou que pretende ser candidata ao Senado, mas não tem como certa a renúncia. Quer eleger o seu secretário da Fazenda e pré-candidato a governador, Cadu Xavier (PT), como governador-tampão, o que não tem respaldo da maioria dos membros da Assembleia Legislativa do RN (ALRN).

Leia também: Deputados não têm consenso e reunião tenta destravar problema

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
quarta-feira - 04/03/2026 - 23:12h
RN

Assembleia define normas para eleição indireta a governador

Casa Legislativa é foco de relatório de mais de 200 paginas que mexe com seus alicerces (Foto: arquivo)

Casa Legislativa vai sediar um pleito indireto (Foto: arquivo)

Do Blog Heitor Gregório

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou nesta quarta-feira (04) um Projeto de Lei que regulamenta a eleição indireta para governador e vice-governador em caso de dupla vacância no Executivo estadual.

O tema surge diante da possibilidade de renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT), que pode disputar o Senado, e do vice Walter Alves (MDB), que poderia concorrer a deputado estadual.

Pelas regras aprovadas, a eleição deverá ocorrer em até 30 dias após as renúncias e será realizada apenas pelos 24 deputados estaduais. Até a escolha dos novos gestores, assume interinamente o presidente da Assembleia Legislativa ou, caso ele não queira, o presidente do Tribunal de Justiça.

As candidaturas deverão ser registradas em chapa única, com prazo de até quatro dias após o edital. A votação será aberta e exigirá maioria absoluta no primeiro turno ou maioria simples em um eventual segundo turno entre as duas chapas mais votadas. A posse pode ocorrer no mesmo dia da eleição.

Nota do Blog Carlos Santos – Pode ser candidato qualquer um dos 24 deputados estaduais ou nomes fora desse poder.

O que é maioria absoluta? – É metade mais um do total de membros desse poder, independentemente de quantos estejam presentes. Nesse caso, 13 votos.

O que é maioria simples? – É a maioria dos votos dos presentes, desde que haja quórum mínimo. Exemplo: se estiverem 20 deputados presentes, 11 votos.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
  • San Valle Rodape GIF
segunda-feira - 12/01/2026 - 06:48h
Assembleia Legislativa do RN

Fátima vai à luta para ter governador em sua cadeira

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

A governadora Fátima Bezerra (PT) faz plantão em tempo integral para conseguir maioria consistente na Assembleia Legislativa do RN (ALRN), a fim de eleger seu sucessor para mandato-tampão até o fim do ano.

Colegiado tem 24 votos e ela deseja colocar seu pré-candidato ao governo e atual secretário de Estado da Fazenda, auditor fiscal Cadu Xavier (PT), como o governador eleito pela ALRN.

Reuniões, ligações telefônicas e compromissos são postos à mesa para amarrar votos.

A luta é hercúlea.

Ô luta medonha!

Leia tambémMeu “primo” topa ser governador do RN

Leia tambémPrefeito do Seridó é trabalhado para ser governador-tampão

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso ThreadsAQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
domingo - 12/03/2017 - 11:12h

Para zerar o jogo

Por Paulo Linhares

Quando Temer e seus liderados peemedebistas entraram firmes nas articulações para a degola política da presidenta Dilma Rousseff, aliando-se aos antigos adversários do PSDB, do DEM e de outros partidos assemelhados, restou evidenciado que num primeiro momento este ‘almoçariam’ Dilma no regabofe do impeachment, mas, quadras à frente, tentariam ‘jantar’ o próprio Temer por ocasião do julgamento da ação proposta pelos tucanos, no TSE, contra a chapa vencedora da eleição presidencial nas eleições de 2014.

De princípio, a ação proposta pelo PSDB não tinha qualquer chance de sucesso: as acusações de abuso de poder econômico e de irregularidades na contabilidade da chapa Dilma/Temer soçobravam diante da poderosa circunstância de que as suas contas já haviam sido aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. E como reabrir esse caso?

Simples, bastaria uma boa dose de delações (ou colaborações, como querem outros) premiadas de executivos das principais empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato e a vinculação de que dinheiro surrupiado da Petrobras teria irrigado os caixas (um e dois) da campanha presidencial da coligação PT-PMDB.

Sem se fazer de rogado, o juiz Moro e a força-tarefa do Ministério Público Federal envidaram todos os esforços para ’emprestar’ elementos probatórios da Lava Jato à (anêmica) ação em curso no TSE. E seria um ‘passeio’ caso não se apresentasse uma equação de mui difícil solução: como cassar Dilma sem atingir Temer, vez que o reconhecimento de que a chapa da coligação PT-PMDB estaria infirmada de vícios diversos, consistentes de abuso do poder econômico, financiamento ilícito de campanha e tomada e contas defeituosa, atinge por igual Dilma e Temer.

Claro, os juristas tupiniquins são pródigos em construir cenários jurídicos estonteantes que nem sempre se coadunam com o Direito ou mesmo com a lógica mais elementar, desde que satisfaçam certos interesses políticos ou corporativos.

Assim, cassar Dilma, já alijada do poder por um golpe branco de Estado, e manter Temer incólume não parece ser algo impossível de realizar, por mais absurdo que isto possa parecer. O ultra- ativismo judicial fará o resto, no TSE. No entanto, não parece que seja este o objetivo do PSDB e seus aliados.

Aliás, talvez essa ‘operação’ complicada não seja necessária se os atuais aliados de Temer e do PMDB – tucanos, democratas etc. – efetivamente resolvem mudar o rumo da prosa e construir uma alternativa própria de poder: cassam integralmente a chapa Dilma- Temer, tornando-os inelegíveis por oito anos.

Segundo o atual figurino constitucional, neste caso haveria uma eleição (indireta), pelo Congresso Nacional, para presidente e vice- presidente da República, num mandato-tampão que se encerra em 31 de dezembro de 2018.

É provável que uma aliança de centro-direita liderada pelo PSDB tentará emplacar uma candidatura com chances de vencer. Sem Temer, o PMDB não contaria com opções viáveis, mesmo porque suas principais lideranças estão comprometidas com os escândalos

apurados na Operação Lava Jato, quando não mesmo já encarceradas. Em situação assemelhada se encontra o PT, que dispõe apenas de um candidato competitivo que é Lula, porém, neste momento, sem maiores chances na eleição indireta a ser realizada no Congresso Nacional, cujos ‘eleitores’ serão os mesmos que votaram pelo impeachment de Dilma Rousseff. Portanto, o cacife de Lula somente existe no ambiente de uma eleição direta para presidência da República.

Nem é preciso dizer que a partir de um julgamento-bomba que possa fulminar a chapa Dilma-Temer teria início um perigoso clima de instabilidade política, com consequências imprevisíveis. Sem dúvida, seria mais um duro teste para as instituições jurídico-políticas deste país que, se sobreviverem até as eleições de 2018, o jogo será zerado e poderá haver um recomeço para a democracia brasileira.

Que assim seja.

Paulo Linhares é professor e advogado

Compartilhe:
Categoria(s): Artigo
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
terça-feira - 26/01/2016 - 19:10h
Cassação de titular

Alexandria terá eleição indireta para escolha de prefeito

Alexandria vai passar por eleição indireta para prefeito. O pleito interno, ou seja, no âmbito da própria Câmara Municipal, decorre da cassação do prefeito Nei Moacir Rossato de Medeiros (PSB) no último dia 6 (veja AQUI).

“Tendo em vista que a cassação do Chefe do Executivo de Alexandria deu-se por causa não eleitoral, no segundo biênio do mandato, bem como da proximidade das Eleições no próximo 02 de outubro do corrente ano, imperosa se faz a realização de eleição indireta pelo Poder Legislativo local, a quem cabe sua regulamentação e execução conforme os precedentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Corte Eleitoral potiguar”, assinalou a juíza Welma Ferreira, da 41ª Zona Eleitoral.

Raimundo Andrade (PSD), presidente da Câmara Municipal, assumiu a Prefeitura. O vice-prefeito Francisco Edilberto Oliveira faleceu no dia 26 de janeiro de 2013, com câncer, em Natal.

Veja bastidores e notícias em primeira mão em nosso Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.