quinta-feira - 23/11/2023 - 10:58h
Oeste do RN

Emancipação política festiva tem lançamento de importante livro

Livro será lançado durante comemorações (Reprodução do BCS)

Livro será lançado durante comemorações (Reprodução do BCS)

A cidade de Almino Afonso (RN), localizada no Oeste Potiguar, se prepara para as comemorações alusivas aos 70 anos de sua emancipação política. A programação de atividades culturais está elaborada pela Prefeitura Municipal, através da prefeita Jéssica Lourine de Assis Amorim, em parceria com a Câmara de Vereadores, pelo seu presidente Antônio Regicélio Alves de Oliveira.

O evento central será realizado no Ginásio Poliesportivo Zilmar Leite Dantas Filho, nessa sexta-feira (24), a partir das 9h, conduzido pelos poderes municipais.

Livro

Durante a programação comemorativa à data magna, o escritor e historiador Misherlany Gouthier, natural município, lançará o livro “História Concisa de Almino Afonso.” É um resgate histórico acerca da origem de Almino Afonso, do povoamento, e contribuição de seus filhos para o desenvolvimento político, cultural e econômico do lugar.

O título é prefaciado por Almino Monteiro Álvares Affonso, advogado, ex-vice-Governador de São Paulo, e neto do patrono da cidade.

Gouthier é autor de mais de 30 títulos sobre temas ligados ao Oeste Potiguar, em especial sua terra natal. Membro da Academia Mossoroense de Letras (AMOL) e do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP), Gouthier também será homenageado com a Medalha Clemente Nunes dos Reis, em reconhecimento à sua contribuição às letras e pelo conjunto de sua obra valorizando e divulgando a cultura e literatura regionais.

Nota do BCS – Mais um bom trabalho de Misherlany, dando vida documental à história de sua terra-berço. Com certeza, um material minucioso e que servirá de base para o conhecimento, a pesquisa, além da valorização do sentimento nativista.

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quinta-feira - 23/03/2023 - 07:24h
Parabéns

Poesia para saudar Apodi nos seus 188 anos

Nesta quinta-feira (23), Apodi faz 188 anos de emancipação política.

Para saudá-la, a poesia de Moisés da Rocha Marinho, um pouco mais jovem, nos seus 15 anos de idade e de transbordante talento.

Parabéns, Apodi.

Abração, Moisés.

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quarta-feira - 22/03/2023 - 16:04h
Eventos cancelados

“Incompetência” do Governo do Estado irrita prefeitura

Nota ao Povo mostra revolta da municipalidade com governo estadual (Reprodução)

Nota ao Povo mostra revolta da municipalidade com governo estadual (Reprodução)

A Prefeitura de Alto do Rodrigues cancelou festejos de emancipação política e a micareta Alto Folia 2023, eventos tradicionais e de grande apelo social no município e região.

Em Nota ao Povo, o prefeito Nixon Baracho (DEM) – personificado na municipalidade – justifica que a decisão é “em razão da incompetência do Governo do Estado em gerir a crise que assola a segurança pública”.

Desde o último dia 14, que o Rio Grande do Norte vive ambiente de guerra devido ataques sistemáticos da facção criminosa Sindicato do Crime (SDC).

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domingo - 11/12/2022 - 17:26h
História e Arte

Moinho do passado se movimenta para o futuro em espetáculo

A Prefeitura de Grossos realizou nesta sexta e sábado (09, 10), a 2º edição do espetáculo “O moinho do passado em movimento ao futuro”, que narra a história do município desde a sua criação até os dias de hoje.

Evento movimentou cidade puxando sua história pela arte (Foto: PMG)

Evento movimentou cidade puxando sua história pela arte (Foto: PMG)

O evento aconteceu dentro da programação das festividades dos 69 anos de Emancipação Política do município, e contou com a presença da prefeita Cinthia Sonale(PSDB), e do vice-prefeito Valdeci Caetano, que na oportunidade, assinaram as ordens de serviços de recuperação do Estádio Municipal José Nogueira Dantas, e restauração do Cais da Prainha.

A espetáculo conta com cerca de 80 pessoas em cena entre atores, atrizes, bailarinos e crianças do coral e do ballet da Casa de Cultura, e foi dividido em quatro blocos, iniciando com a chegada dos primeiros habitantes a Grossos, em seguida a disputa judicial do Rio Grande do Norte com o Ceará, a emancipação política, e o recomeço ao progresso após a enchente de 1983.

De acordo como o diretor do espetáculo, Adriano Duarte, a edição deste ano segue sendo contada em quatro jornadas que narram a história de Grossos. A novidade é a inserção dentro do espetáculo dos cristais de sal, que tanto representam a formação da história da cidade.

“É com imensa alegria que realizamos mais uma edição do espetáculo, em que investimos recursos próprios do município porque acreditamos no poder da arte e da cultura, como agente transformador na vida desses jovens”, comentou a prefeita.

Desfile cívico com a participação das escolas do município e o concurso da mais “Bela Voz” encerram as festividades neste domingo (11).

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terça-feira - 15/03/2022 - 11:00h
Mossoró

Meu lugar no mundo chega aos 170 anos

 

 

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sábado - 18/12/2021 - 19:10h
Humor

“Zé Lezin” levará seus causos para Tibau na terça-feira

Personagem Zé Lezin ganha vida com Nairon Barreto (Foto: divulgação)

Personagem Zé Lezin ganha vida com Nairon Barreto (Foto: divulgação)

Para comemorar os 26 anos de emancipação política do município, a Prefeitura de Tibau trará na próxima terça-feira, 21, às 19h, na Avenida Tereza Patrício, o melhor show de humor do Brasil: o paraibano Nairon Barreto.

Ele encarna o divertido personagem Zé Lezin, que tem mais de 35 anos de carreira, e muitas piadas e causos para contar.

O humorista promete fazer o público dar muitas gargalhadas com suas piadas e “causos” que sempre são contextualizados com os acontecimentos, como os do velho Miro e seu filho Vicente.

“Será um momento de muita diversão e entretenimento para os presentes com o humorista que conta suas piadas e causos com muita sagacidade de temas atuais. Com certeza vai ser uma grande apresentação e convido a todos para prestigiar e rir muito”, sugeriu a prefeita Lidiane Marques (PSDB).

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terça-feira - 22/10/2013 - 06:52h
Hoje

Câmara entrega honrarias nos 86 anos de Areia Branca

Luana: cidadania (Portal Costa Branca)

A Câmara Municipal de Areia Branca realiza sessão solene hoje a partir das 9h, no Ivipanim Clube. O evento é um dos pontos marcantes dos 86 anos de aniversário do município.

A Casa promove a entrega de títulos de cidadania e a comenda José Justiniano Solon, homenageando diversas personalidades.

O secretário estadual de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, Aldair da Rocha, será homenageado com o título de cidadania, proposição do presidente do Legislativo, Sandro Góis (PV).

Fafá Rosado

A própria prefeita Luana Bruno (PMDB) recebe a honraria, proposição do vereador Aldo Dantas (PMDB).

Fafá Rosado (PMDB), ex-prefeita mossoroense, receberá o título de cidadania a partir de proposta do vereador Antônio Luiz Neto, “Tonho da Cohab” (DEM).

Já o deputado estadual Gilson Moura (PROS), ganhará igual título graças a sugestão de Sandro Góis.

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terça-feira - 26/03/2013 - 13:38h
Emancipação

Câmara repara estupro contra história de Mossoró

A Câmara Municipal de Mossoró aprovou na manhã desta terça-feira (26), o Projeto de Lei de autoria do vereador Genivan Vale (PR), que corrige a data de emancipação política do município de Mossoró.

Segundo os historiadores, inclusive Luís da Câmara Cascudo, Mossoró desligou-se oficialmente do município de Assú, com o título de Vila de Mossoró no dia 15 de Março de 1852. No entanto, até então, era atribuída a data de 9 de Novembro como data da emancipação política, por ter sido nesta data que Mossoró foi elevada à condição de cidade.

O Projeto de Lei segue agora para o Executivo, para ser sancionado pela prefeita Cláudia Regina (DEM).

Nota do Blog – Esse estupro contra a história oficial de Mossoró foi perpetrado na legislatura passada, ratificado pela prefeitura e mantido serenamente, mesmo com o protesto e argumentos documentais de historiadores e pesquisadores.

Agora, essa nova legislatura devolve a verdade histórica para seu lugar.

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domingo - 11/11/2012 - 12:45h

Uma reflexão sobre emancipação, fé e política

Por Marcos Araújo

No último dia 09 de novembro, o calendário municipal registrou um feriado para a comemoração da emancipação política da cidade de Mossoró. Como já restou discutido durante a semana nesse espaço cibernético, a data é controversa para alguns historiadores.

Para Câmara Cascudo e Geraldo Maia, se credita o dia 15 de março de 1852. Para outros, a data correta da emancipação da nossa cidade seria o dia 9 de novembro de 1870, quando o vigário Antonio Joaquim Rodrigues assinou a Lei Provincial n. 620, conferindo à vila as honras de cidade.

Em 1852 ou em 1870, é fato, Mossoró livrou-se do jugo administrativo da província de Assu/RN. Numa data e na outra, um ponto é comum: os dois éditos legais têm a chancela política de um sacerdote. No primeiro, de 1852, a iniciativa é creditada ao padre Antônio Freire de Carvalho. Na lei de 1870, o autor foi o vigário Antonio Joaquim.

Nos atos dos históricos sacerdotes uma comunhão de ideais: a política, a liberdade e a fé, ou melhor, a liberdade política de Mossoró como uma profissão de fé. Os padres, naquela época, se metiam na política, mesmo com uma aparente proibição do Código Canônico.

A história sócio-política da região vai inserir depois outros padres, como Padre Mota e Monsenhor Walfredo Gurgel.

Fazer política, ensinaram os padres antigos, é uma profissão de fé. É um ato de crença objetiva numa sociedade melhor, participando ativamente dela.

Em 1852 ou em 1870, não se emancipou um povoado, mas a população da Vila denominada Santa Luzia. Emancipar, na sua etimologia latina emancipare, é eximir do pátrio poder e da tutela, dar liberdade; é uma ação verbal voltada para gentes, não para construções. Não se emancipa uma cidade ou suas edificações, mas sim, o seu povo, seus habitantes.

O Dicionário Aurélio da Língua portuguesa anota que Emancipação vem do latim emancipatione, que também quer dizer alforria, libertação. Tom Buttomore explicita que o conceito de emancipação está estreitamente relacionado à concepção de liberdade.

A emancipação é a mãe da liberdade. O sociólogo Antonio Gramsci, em seus Cadernos do cárcere, tratou da impossibilidade da emancipação social por causa de um monstro, a quem ele chamava de interesses subalternos, ou grupos subalternos, que seriam os desejos individuais.

Emancipação não admite servidão; nem muito menos escravidão nas suas mais pérfidas faces: alienação política, deseducação, desordem moral, pobreza e desigualdade.

Quando se trata de emancipação política, o pensamento é da libertação de um povo, de uma sociedade. Em sociologia, uma sociedade (do latimsocietas, que significa “associação amistosa com outros”) é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade.

Etimologicamente, viver em sociedade seria dizer que um ser é sócio da metade do outro. Sociedade é a fusão, na esfera pública, das pessoas (sócio+metade). Uma sociedade é uma comunidade interdependente, onde os seus membros compartilham interesses ou preocupações mútuas sobre um objetivo comum.

Seria uma utopia? Teóricos marxistas como AlthusserErnesto LaclauSlavoj Zizek argumentam que a sociedade nada mais é do que um efeito da ideologia dominante. Nem caberia falar de emancipação social, nesse caso…

Se assim o é, vivemos uma luta inglória e irreflexiva de equidistância da ação política com a satisfação social. No individual, queremos muito, no coletivo, pensamos pouco.

A sociedade reclama por verdadeiros ideais como os que motivaram os padres do início desse escrito. Toda a ação política deveria ser em favor do desejo coletivo. Esse deveria ser o nosso credo, essa deveria ser nossa profissão de fé.

Mas, como podemos falar no presente em emancipação sem fazer uma incursão crítica nas atitudes dos nossos gestores públicos? Certamente, só poderemos comemorar a “nossa” emancipação quando o Estado-Poder registrar em sua contabilidade menos pagamentos em contas publicitárias, e mais investimentos na educação; menos pagamentos em diárias, e mais recursos na saúde; menos desvios para as superficialidades festivas, e mais gastos com a segurança; maior proteção a res publica, e menos apropriação privada dos recursos do erário…

A liberdade política de um povo brota dos sonhos que acalentam os seus mandatários. Se a imagem de futuro de uma sociedade estiver grosseiramente equivocada pelas ações políticas do presente, o sistema social acabará por trair os seus jovens e destruir as gerações do porvir.

Uma emancipação verdadeira consolida as instituições sociais. Não admite a subserviência entre uma e outra autoridade.

Talvez seja a época de repensar essa relação de dependência da Igreja com o Estado, e pedir que os nossos líderes evangélicos e católicos prescindam do apoio e dos recursos públicos para consecução de suas festas religiosas, para que eventos de oração não se transformem em cultos de louvaminhas e bajulação.

Precisamos restabelecer uma consciência crítica até entre os chamados cristãos. Outro dia, em Caicó, um padre foi censurado pelo arcebispado e por milhares de católicos por ter cobrado da Governadora uma melhor administração.

Certo ele, pois uma igreja autêntica não subsiste apenas com a oração. Fé sem obras é morta, dizia São Tiago, aquele que morreu em Compostela, na Espanha. Se não tivermos ações sociais dos crentes em Deus, como manteremos a fé?

Todos nós somos edificadores de uma nova sociedade. Os que se lançaram na vida pública são chamados a dar testemunho de um novo agir.

Monteiro Lobato, em uma de suas obras, diz que o ato de começar não é nem um pouco fácil, sendo infinitamente mais simples acabar. Para acabar, diz a personagem Emilia, pinga-se um ponto final e pronto; ou então escreve-se um latinzinho: finis. Mas começar é terrível!

O exemplo dos nossos sacerdotes protoemancipadores Antonio Carvalho e Antonio Joaquim deve estimular aos cristãos do presente. Temos o dom sagrado (sacer – sagrado, dote – dom) de brigar pela liberdade política e social permanente dos nossos habitantes.

Como registrou oportunamente Chico Xavier, embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode (re)começar agora e fazer um novo fim.

Marcos Araújo é advogado e professor

 

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terça-feira - 06/11/2012 - 04:08h
Estupro histórico

Mossoró comemora emancipação em data errada

O advogado, escritor e pesquisador Marcos Pinto protesta contra a festa que se faz em nome da “emancipação política de Mossoró”, se reservando o dia 9 de novembro como essa data.

Para ele, Prefeitura e Câmara Municipal promovem um “estupro histórico”. Outros estudiosos do assunto há tempos também batem nessa tecla, sem serem ouvidos pelas autoridades públicas.

Veja o que relata Marcos Pinto:

Emancipação  política  coisa  nenhuma!  Continuam  claudicando  quanto  à  esdrúxula  data  de  09 de Novembro  como  se  fora  a  data em  que  Mossoró  teve  sua  área  territorial  desmembrada da  de Assu.

Explicando:  O primeiro  marco  histórico de  uma  comunidade  se dá  quando  é  criada  a  FREGUESIA ECLESIÁSTICA, que hoje corresponde  à  Paróquia.  Em Mossoró  a  luta  para sua  criação  teve início  em  1838, culminando  em  27.10.1842   com  a  instalação  da  FREGUESIA  DE  SANTA  LUZIA  DE  MOSSORÓ, que  antes pertencia  à  Freguesia  de  Apodi.

Em  15  de  Março  de  1852  houve a  EMANCIPAÇÃO  POLÍTICA  de  Mossoró, com  o desmembramento  do  Assu, com  eleição  para  a  composição  da  primeira  Câmara  Municipal, tendo sido eleito  Presidente  o  Assuense  Pe. ANTONIO  FREIRE DE CARVALHO, cuja  função  equivale  ao atual de  Prefeito.  Àquela  época, o  Presidente da  Câmara  Municipal  exercia  concomitantemente  o  cargo  de Chefe do  Executivo (Prefeito) e  de  Presidente da Câmara, ou seja, acumulava  os  cargos  máximos  do  Legislativo  e  do  Executivo.

Fato  histórico  comprobatório  e,  irrefutável,  da  data  da  emancipação  política  de  Mossoró, está  contido  na  bandeira  do  município, onde  se  lê :  15 de  Março de  1852.

A  data de  09 de  Novembro  tem  como  referencial  histórico  o  fato  de  que  nesta  data  a  então  Vila  passou  à  categoria de  cidade.

Mossoró  e  autoridades  municipais – Prefeita  e  presidente  da Câmara  de  Vereadores  estão  praticando  um  “estupro  histórico”. Tenho  dito.

Marcos Pinto.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 05/11/2012 - 21:48h
Relevância

Câmara lembrará emancipação política de Mossoró

Os 142 anos de Emancipação Política de Mossoró, a serem comemorados no dia 9 de novembro, serão lembrados amanhã em Sessão Solene realizada pela Câmara Municipal de Mossoró.

Será às 15h30, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

Na oportunidade, a Câmara irá homenagear pessoas que realizam trabalho de relevância para Mossoró, com Títulos de Cidadão Mossoroense e outras honrarias instituídas pelo Legislativo Mossoroense.

A sessão também irá homenagear o centenário de Luiz Gonzaga, contando com a apresentação cultural do cantor Giannini Alencar.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara de Mossoró.

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Categoria(s): Política
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