quarta-feira - 08/11/2023 - 09:30h
Política

Oposição precisará de muito gogó para desconstruir prefeito

Elenco de obras e serviços perdidos por Lajes são peso da oposição (Reprodução do BCS)

Elenco de obras e serviços perdidos por Lajes são peso da oposição (Reprodução do BCS)

A oposição ao prefeito de Lajes, Felipe Menezes (MDB), pode ter dado um tiro no pé ao reprovar proposta de contratação de empréstimo pela municipalidade, no montante de R$ 22,5 milhões, à Caixa Econômica Federal (CEF). Até aqui, o efeito é corrosivo para esse segmento político.

Rumo à campanha 2024, os vereadores e seu sistema político vão precisar convencer a população de que as justificativas de zelo ao erário e o espírito público, deles, pesaram na rejeição da matéria encaminhada pelo prefeito.

Menezes navega em águas mansas até aqui, apesar do oposicionismo ostensivo na Câmara Municipal.

Hábil no contato interpessoal e fluente em redes sociais, ele vai à disputa à reeleição mostrando o que não será feito, justamente por veto de seis dos nove vereadores. Veto da oposição: 100 casas populares, reforma de mercado público, Centro de Velório Municipal, aquisição de ambulâncias e máquinas pesadas, obras de drenagem, pavimentação, instalação e implementação de poços profundos, iluminação por led, construção de um Centro de Especialidades, investimento em usina de energia solar, reforma do Centro de Artesanato/Praça e edificação de monumento de homenagem à Alzira Soriano, entre outras destinações.

Será preciso muito gogó para os adversários provarem que estão certos e que fizeram o bem a Lajes, na sessão de 26 de setembro último, quando disseram “não” ao empréstimo.

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quarta-feira - 17/06/2020 - 19:56h
Mossoró

Vereador mostra crescente endividamento de prefeitura

Raério fala de dívidas crescentes (Foto: Edilberto Barros)

Em sessão remota dessa quarta-feira (17) da Câmara Municipal de Mossoró, o vereador Raério Araújo (PSD), lamentou o nível de endividamento da Prefeitura de Mossoró, mesmo que “tenha tanto dinheiro, porém deixando de pagar as inúmeras dívidas que se acumulam”.

Disse que tem feito desde o início do seu mandato em 2017 constante acompanhamento do Jornal Oficial do Município (JOM), onde consta que o executivo remaneja mais R$ 10 milhões agora. “A Prefeitura de Mossoró tem muito dinheiro, porém deve a Deus e ao mundo e observamos tanto abandono nas zonas urbana e rural de Mossoró, e essa Casa precisa se posicionar”, ponderou Raério.

Dívidas

O vereador enumerou as dívidas do município que, segundo ele, ainda deve aos representantes de quadrilhas juninas, artistas da cidade, empresas terceirizadas, fornecedores, acumula também dívida que vai passar de R$ 150 milhões com o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (PREVI­-MOSSORÓ) até o fim do ano. Ainda citou que há empréstimo de R$ 147 milhões com a Caixa Econômica Federal (CEF) nesse rol de compromissos.

Lamentou que em quase quatro anos de seu mandato, esteja repetindo as mesmas queixas, denúncias e cobranças, sem que a gestão Rosalba Ciarlini (PP) se sinta obrigada a atender o interesse público. Para ele, a municipalidade é “um sumidouro de dinheiro público”, sem que seja devidamente fiscalizada pela própria CMM.

Com informações da Câmara Municipal de Mossoró.

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