Além da OAS, que busca processo de recuperação judicial, interessada em vender sua participação no Arena das Dunas, outro grupo também trabalha igual “bota fora” no estado.
A Engevix, que tem participação no Aeroporto Internacional Aluízio Alves (São Gonçalo), quer se desfazer desse ativo.
Como a OAS, a Engevix está submersa no escândalo da Lava Jato.
Em fevereiro último, O grupo, cujo vice-presidente, Gerson Almada, foi preso na sede da Polícia Federal de Curitiba, fechou a venda da Desenvix, empresa de energias renováveis. A compradora é a gigante norueguesa Statkraft.
“Vendidos” pelo ufanismo como panaceias para o RN, Arena e Aeroporto por enquanto ganham outro formato: são duas bigornas nas costas dos potiguares.






















