Quatro dias depois do papa Bento 16 anunciar sua renúncia, ele nomeia o advogado alemão Ernst von Freyburg para presidir o IOR (Instituto de Obras Religiosas), como é conhecido o Banco do Vaticano.
O banco tem sido a origem de boa parte das tensões da Cúria Romana nos últimos meses, desde a demissão do italiano Ettore Gotti Tedeschi, ligado à Opus Dei e um dos homens de confiança do papa.
A decisão pode ser a última grande alteração na estrutura do Vaticano ainda sob o pontificado de Bento 16.
Há nove meses que o cargo estava vago.
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Já a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), há mais de um ano e três meses segura a nomeação de um novo conselheiro para o Tribunal de Contas do Estado (DEM), prerrogativa sua – intransferível.
É um recorde de vacância, sem nada similar na história do órgão e de seus congêneres país afora.
Rosalba prova, por “A mais B”, como o TCE é dispensável à sociedade. Seu gesto ridiculariza a função e o próprio papel do TCE.
A importância do tribunal só foi notada há alguns meses, mas por razões nada técnicas.
A nomeação esteve na mesa de negociações da política municipal de Mossoró. Por pouco não vira moeda em escambo politiqueiro, assegurando a nomeação da então prefeita de direito, Fafá Rosado (DEM), como conselheira do TCE.
A vergonhosa negociata foi abortada porque o próprio esquema de Fafá recuou da decisão da renúncia. Não topou entregar o restante do mandato para Ruth Ciarlini (DEM), ex-deputada estadual, irmã de Rosalba, que na condição de vice assumiria a prefeitura.






















