segunda-feira - 27/10/2025 - 08:54h
Provas

Mais de 115 mil estudantes no Rio Grande do Norte são avaliados

MPF detalha as etapas do certame (Foto ilustrativa)

Saeb tem aplicação de provas (Foto ilustrativa)

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) iniciou, nesta semana, a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) 2025.

No Rio Grande do Norte, a avaliação mobiliza 115 mil estudantes de 1.679 escolas, abrangendo 5.325 turmas das redes estadual, municipal, federal e privada. Ao todo, são 545 escolas estaduais, 893 municipais, 23 federais e 221 privadas, distribuídas em 45 polos de aplicação em todas as regiões do estado.

Aplicado em todo o país, o Saeb é o principal instrumento de diagnóstico da educação básica brasileira. Desde 1990, o sistema coleta dados sobre o desempenho dos estudantes e o contexto das escolas por meio de testes cognitivos e questionários respondidos por alunos, professores, diretores e gestores públicos.

Os resultados subsidiam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e orientam políticas voltadas à melhoria da qualidade do ensino.

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Categoria(s): Educação
sexta-feira - 03/01/2025 - 09:02h
2025

Prefeitura de Mossoró inicia período de matrículas para ano letivo

Renovação é feita pela própria unidade de ensino (Foto: Lucas Bulcão)

Renovação é feita pela própria unidade de ensino (Foto: Lucas Bulcão)

A Prefeitura de Mossoró iniciou nesta quinta-feira (2) o período de matrículas para o ano letivo de 2025 nas Escolas e Unidades de Educação Infantil (UEIs). A primeira etapa, que segue até o dia 6 deste mês, é destinada à renovação dos alunos que já fazem parte da Rede Municipal, processo realizado pela própria unidade de ensino, por meio do “Mossoró Digital”, na seção Educação/SIGEduc.

É necessário que pais ou responsáveis confirmem a renovação realizando a assinatura da ficha de matrícula, disponível na unidade de ensino que o aluno estiver vinculado. Concluída a etapa de renovação, a seguinte será a de transferência por interesse próprio, entre unidades da Rede Municipal, no período de 8 a 10 de janeiro. Os pais devem solicitar a transferência também por meio do “Mossoró Digital”.

Na sequência, serão realizadas as matrículas dos alunos novatos com deficiência e com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para esse grupo, com comprovada vulnerabilidade econômica, as matrículas acontecerão de 15 a 17 de janeiro. Já para os alunos novatos com deficiência e com TEA, sem comprovada vulnerabilidade econômica, o período será de 22 a 24 de janeiro.

As etapas seguintes do calendário são as matrículas de novos alunos, solicitação que será realizada de forma on-line no período de 29 de janeiro a 7 de fevereiro, sendo a matrícula de novos alunos com comprovada vulnerabilidade econômica de 29 a 31 de janeiro e a matrícula de novos alunos sem comprovada vulnerabilidade econômica de 5 a 7 de fevereiro.

Cadastro de reserva

O “Cadastro de Reserva” também segue disponível nas matrículas do ano letivo de 2025. A etapa consiste na formação de lista de espera por vaga, em unidade de ensino e por turma, considerando a ordem de solicitação feita pelos pais ou responsáveis e pelos alunos de 18 anos ou mais, no SIGEduc, no momento da solicitação da matrícula.

Período de matrículas (por etapa)

Etapa 1: Renovação de matrícula – 2 a 6 de janeiro;

Etapa 2: Transferência por interesse próprio – 8 a 10 de janeiro;

Etapa 3: Matrícula dos alunos novatos com deficiência, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e com comprovada vulnerabilidade econômica – 15 a 17 de janeiro;

Etapa 4: Matrícula dos alunos novatos com deficiência, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e sem comprovada vulnerabilidade econômica – 22 a 24 de janeiro;

Etapa 5: Matrícula de novos alunos, com comprovada vulnerabilidade econômica – 29 a 31 de janeiro;

Etapa 6: Matrícula de novos alunos, sem comprovada vulnerabilidade econômica – 5 a 7 de fevereiro;

Etapa 7: Convocação do Cadastro de Reserva, mediante disponibilidade de vagas remanescentes – 1ª Chamada: Final do 1º bimestre; 2ª Chamada: Final do 2º bimestre.

Com informações da PMM.

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sexta-feira - 03/03/2023 - 15:38h
Educação pública

O saber que nos falta à base

Não, para baixo, dedoAté hoje tenho dificuldade de entender esse modelo de construção do conhecimento, por uma arquitetura de saber a partir do teto.

Melhores universidades brasileiras são publicas.

Escolas de base, públicas, seguem lá embaixo.

A quem interessa essa deformidade, hein?

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quinta-feira - 20/01/2022 - 10:34h
Valeu, Lorhan!

Aluno de Serra do Mel é 1º lugar em Olimpíada Brasileira de Matemática

Lorhan Victor Azevedo Fernandes, 12 anos, um orgulho para toda comunidade (Foto: cedida)

Lorhan Victor Azevedo Fernandes, 12 anos, um orgulho para toda comunidade (Foto: cedida)

O aluno Lorhan Victor Azevedo Fernandes, 12 anos, que ano passado estudava a 6ª série na Escola Municipal Vila Rio Grande do Norte, em Serra do Mel, foi medalha de ouro participando da 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP).

No Rio Grande do Norte, apenas dois alunos conseguiram a medalha de ouro no nível 1, sendo Lorhan Victor, de Serra do Mel, primeiro lugar e Eloá Costa, do município de São José do Sabugi.

“Não esperava ganhar porque a prova estava muito difícil e eu fui o último a sair da sala em que fiz a prova, mas valeu o esforço”, comemorou Lorhan Victor.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Valeu demais, Lorhan. Cá dessa distância virtual, vontade grande de lhe conhecer e tascar um abraço (com máscara, claro).

Abraços, garoto!

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segunda-feira - 13/09/2021 - 21:00h
Escola pública

No RN, 33,5% de estudantes sem pia e sabão para higiene

No Rio Grande do Norte, 33,5% dos estudantes, de 13 a 17 anos de idade, não tinham pia ou sabão para lavar as mãos em 2019. Isso corresponde a 63 mil estudantes de um total de 188 mil nesta faixa de idade. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019  do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O básico da higiene falta à boa parcela de estudantes, diz pesquisa (Foto ilustrativa)

O básico da higiene falta à boa parcela de estudantes, diz pesquisa (Foto ilustrativa)

Ao considerar apenas as escolas públicas potiguares, o percentual é maior: 39,7% dos escolares não tinham como lavar as mãos na instituição adequadamente. Em números absolutos, são 62 mil adolescentes. A pesquisa estima que o estado tinha um total de 156 mil estudantes, de 13 a 17 anos, na rede pública de ensino.

Escolas particulares

Nas escolas particulares, 2,8% dos escolares não tinham pia ou sabão para higienizar as mãos, o que representa cerca de 900 pessoas num total de 31 mil. A média do Brasil (38,5%) e Nordeste (39,6%) estão estatisticamente no mesmo nível do Rio Grande do Norte quando se trata do total de estudantes que frequentam escolas sem condições de oferecer essa medida básica de higiene pessoal.

Na capital norte-rio-grandense, 32,6% dos estudantes de 13 a 17 anos não tinham pia ou sabão para lavar as mãos. A cidade também apresenta ampla diferença entre escolas públicas (49%) e privadas (2,9%) sem esses itens básicos.

Na comparação com as demais capitais no acesso geral a esses itens de higiene, Natal está estatisticamente no mesmo nível das demais, menos Porto Velho (4,1%).

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sexta-feira - 09/04/2021 - 11:22h
Brasil

Educação – o atraso e a distância que punem os desvalidos

Ensino a distância com celular e caderno de uma criança pobreMeritocracia com seu filho estudando diante de um Macbook e Smart TV de 52 polegadas, Internet de 200 mega, quarto com condicionador de ar, bem alimentado, sem nenhuma pressão além de estudar, deve ser fácil para discursar.

Essa gente precisa conhecer o outro lado. Aquele que em sua cabeça é formado por crianças e adolescentes preguiçosos, incapazes e em boa parcela… marginal.

No Parque das Rosas, Favela do Fio, Cordão de Sombra, Curral de Baixo, Santana, Alagoinha, Hipólito e Mulunguzinho, por exemplo, os “concorrentes” de sua prole desconhecem todas essas facilidades e conforto.

A pós-pandemia deixará muitos estragos. Um deles, invisível, é o fosso e o hiato entre os que têm e podem, daqueles que vivem nas bordas da sociedade, sem meios materiais, em famílias (quando possuem) desestruturadas e escolas públicas longe do alto padrão das privadas.

O atraso e a distância (maiores) entre um mundo e outro poderão levar muito e muitos anos para serem mitigados. Precisamos promover uma cruzada uníssona pela educação, envolvendo tudo e todos, nesse país que vive uma guerra da secessão há anos, em nome do poder político.

Ter aulas presenciais em escolas bem estruturadas, alunos afetivamente acolhidos, professores preparados e motivados, é imprescindível e urgente. O ensino remoto até aqui é uma farsa, principalmente para o alunado pobre.

O duelo entre uma corrente que quer, mas não sai do seu home office nem tem filhos na escola pública, e outra que não quer, alegando ameaça viral, esconde problema muito mais delicado: é a exclusão multissecular de milhões de brasileiros da real oportunidade de vencer pelo mérito.

O Brasil pode até escapar do vírus, mas parece condenado a ser um dos países mais perversos com seus desvalidos. A desigualdade abissal é uma forma mascarada de escravismo. E a educação meia-boca concorrerá enormemente para consolidar – mais ainda – esse escárnio.

Infelizmente.

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  • Repet
quinta-feira - 06/12/2018 - 17:38h
Brasil

Aluno de ensino privado tem mais chance de chegar ao 3º grau

Do Valor Econômico

Estudantes da rede privada que completam o ensino médio têm o dobro das chances de ingressar numa faculdade do que alunos da rede pública, mostram dados da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, que faz um cruzamento de diversos indicadores divulgados pelo órgão ao longo do ano, 79,2% dos estudantes que completam o ensino médio na rede privada ingressam no ensino superior. Na rede pública, esse percentual cai drasticamente — para 35,9%.

Essa diferença não é explicada apenas pela qualidade de ensino das redes pública e privada. Segundo o IBGE, o perfil socioeconômico também exerce influência, uma vez que o rendimento das famílias limita ainda mais o acesso de quem estudou na escola pública.

Nota do Blog – É um profundo equívoco o que os últimos governos promoveram como prioridade em termos de ensino no país. Investiram bilhões na construção de uma casa a partir do “teto” (terceiro grau), privilegiando sobretudo universidades e faculdades privadas.

A prioridade deveria e deve ser o ensino básico, público e federalizado. Não por acaso, temos números tão expressivos de evasão escolar e multidões de semianalfabetos perdidos nas academias.

Sabe quando vamos sair desse buraco, com esse modelo? Nunca. Nunca.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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segunda-feira - 26/11/2018 - 23:50h
COLUNA DO HERZOG

O terceiro turno no mesmo endereço

Por Carlos Santos

Duas polêmicas judiciais no mesmo endereço: O PT. É assim o pós-eleições no Rio Grande do Norte, em torno dos nomes dos deputados federais eleitos Fernando Mineiro e Natália Bonavides.

O primeiro, com questionamento de sua vitória, devido validação ou não de votos de um candidato na Coligação 100% RN, que pode tirá-lo da Câmara dos Deputados (veja AQUI e AQUI).

Natália, por sua vez, às voltas com pareceres técnicos no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN), que recomendam a desaprovação da sua prestação de contas, em face de supostas irregularidades (veja AQUIAQUI).

Ninguém espere um desfecho para “já”, principalmente do caso de Natália Bonavides. Situação processual deverá levar a demanda para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até chegar em transitado em julgado (quando não cabe mais qualquer recurso), será um longo caminho.

Bom destacar, ainda, que a diplomação gera expectativa de direito; a posse é que consuma o direito propriamente dito para o exercício do cargo.

A guerra jurídica em andamento é, na prática, um terceiro turno que não estava programado, mas que não deve ser interpretado como incomum, pois virou rotina a cada pós-eleição no RN e país.

PRIMEIRA PÁGINA

Ezequiel Ferreira é o presidente que agrada Fátima Bezerra – Por possuir em seu entorno numeroso grupo de deputados, tê-la apoiado no segundo turno e fazer importante trabalho de bastidores, o deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) agrada a governadora eleita Fátima Bezerra (PT) para permanecer na presidência da Assembleia Legislativa. Sua vasta experiência também conta muito nessa contabilidade, pois ela precisará de maciço apoio para aprovar importantes matérias na Casa. Mas é bom assinalarmos: o deputado reeleito George Soares (PR) corre com igual sonho de “consumo”.

Detran é cobiçado por pelo menos dois deputados – O comando do Departamento de Trânsito do RN (DETRAN/RN), uma das autarquias com mais papel moeda da estrutura do estado potiguar, é visado por dois deputados: o presidente estadual do PSB e deputado federal Rafael Motta e o deputado estadual George Soares (PR). Esse Detran é uma benção há tempos.

Prefeito Álvaro Dias não tem margem de manobra no erário – O prefeito de Natal, Álvaro Dias (MDB), sabe que margem de manobra para fazer sua gestão avançar está cada dia mais encolhida. Não terá mais a influência de nomes fortes no Planalto, como senador Garibaldi Filho (MDB) e o ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (MDB). Precisará redimensionar a máquina pública ou em muito breve terá problemas que hoje são comuns ao estado: folha em atraso.

Governadora não abre mão de nomes de sua absoluta confiança – Apesar de estar tentando agradar a setores importantes e segmentos com força de pressão, como a área da Segurança Pública, fazendo escolhas de fora para dentro, a governadora eleita Fátima Bezerra (PT) vai preservar determinados cargos. São postos que não abre mão de escolher diretamente, como o Planejamento. Para a pasta, quer o economista Aldemir Freire, ex-dirigente no estado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Folhas em atraso devem cair no colo de futura governadora – Pelo menos duas folhas de pessoal em atraso podem terminar caindo no colo da futura governadora Fátima Bezerra (PT). Pagar restante de outubro; novembro e dezembro integralmente, além do restante do 13º de 2017 e o 13º de 2018 é algo próximo do milagre nesse finalzinho de Governo Robinson Faria (PSD).

Escola sem partido esconde a verdadeira prioridade do ensino – A arenga doentia que se consolida nas redes sociais, em torno da questão da “Escola sem Partido”, paulatinamente esconde as verdadeiras mazelas do ensino no país. Seguimos na rabeira em termos de qualidade, não para de crescer a evasão escolar e boa parte do alunado que chega à universidade não domina o elementar da própria língua. Precisamos ampliar escola de tempo integrar, qualificar melhor o docente e lutar pela fortalecimento da escola pública na base. Sonho  com  uma estola pública onde o filho do sindicalista da educação estude, em vez de ser levado à escola privada. Onde o filho do doutor um dia vá estudar, tamanho seu padrão de excelência.

EM PAUTA

Cinema – A 5a Mostra de Cinema de Gostoso começou na sexta-feira (23) e será concluída nessa terça-feira (27), à noite. A iniciativa ocorre na Praia do Maceió. Ao todo, o evento terá a exibição de 43 filmes de 14 estados brasileiros, que serão escolhidos pelo público e premiados ao final do evento. O Governo do Estado, por meio do projeto Governo Cidadão e Banco Mundial, é um dos patrocinadores da Mostra.

Nira Lira: escalada (Foto: divulgação)

Nida – A cantora mossoroense Nida Lira está escalada para participar de um dos mais importantes eventos musicais do país, o Fest Bossa & Jazz da praia de Pipa, no município de Tibau do Sul no RN. O evento acontecerá entre os dias 13 e 16 de dezembro. Ela estará acompanhada pelos músicos Pedro Bianchie (guitarrista), Abel Ítalo (contrabaixo) e Lucas Fellype (bateria).

Cangaço – No dia 1º de dezembro, às 15h, no Auditório do Instituto Histórico e Geográfico do RN (IHGRN), em Natal, o professor, escritor e articulista-colaborador desta página, Honório de Medeiros, vai proferir palestra sob o título “Como surgiu o cangaço”, no I Encontro de Cultura e Turismo do RN. Saiba mais informações sobre o evento clicando AQUI.

Band – A Sesi Big Band vai se apresentar em Mãe Luiza em Natal no próximo dia 30, durante as festividades da padroeira do bairro, no Largo da capela Nossa Senhora da Conceição, as 20h30. E no dia 03 de dezembro, o grupo com seus 25 músicos estará no adro da Catedral de Santa Luzia na abertura dos festejos da padroeira Santa Luzia, a partir das 20h. A regência é do maestro Eugènio Graça.

Odaci – Graduado em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura de Mossoró – ESAM, atualmente Universidade Federal Rural do Semi-Árido – UFERSA (1971) e mestre em Botânica pela University of Maine at Orono (EUA), o professor Odaci Fernandes de Oliveira deixou a ciência e a geografia humana mais pobre neste país. Faleceu no final de semana. Que descanse em paz.

Banda H – A Banda H com seu pop-rock selecionadíssimo vai se apresentar no próximo sábado (1º) no Boulevard Central em Mossoró, a partir das 15 horas. Acesso franco para todas as idades.

Brasil 247 – O jornalista mossoense William Robson (ex-Gazeta do Oeste e De Fato) assina nessa segunda-feira (26) artigo no site de abrangência nacional e de esquerda Brasil 247. Ele focaliza aspectos do programa Mais Médicos (veja AQUI).

Biblioteca – A Reitoria da Universidade do Estado do RN (UERN) e a Direção do Campus de Pau dos Ferros dessa instituição vão promover a inauguração da nova sede da Biblioteca Setorial Padre Sátiro Cavalcanti Dantas, no próximo dia 30, às 9h. Justa homenagem, que se diga.

SÓ PRA CONTRARIAR

Quem acredita que governador Robinson Faria vai atualizar a folha de pessoal levante o braço!

GERAIS… GERAIS… GERAIS…

Na Praia de Gado Bravo na cidade do Tibau, onde antes funcionou o New Beach, temos agora a Pousada e Restaurante Casa de Praia. Alta estação promete ser concorrida por lá.

Obrigado à leitura do Nosso Blog Alexandre Cristiano (Brasília),  Anna Ruth (Natal) e  Tomaz Neto (Mossoró).

Veja a edição anterior da Coluna do Herzog (19/11) clicando AQUI.

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domingo - 23/12/2012 - 03:54h

Coisas de escola pública

Por Cláudia Santa Rosa

A cada ano letivo trabalho para que as coisas aconteçam diferentes pelo menos numa instituição de ensino da rede estatal. Entre erros e acertos, confesso que não tem sido fácil contrapor a cultura que teima em apequenar a escola pública, impondo aos alunos infraestrutura e processos de ensino e aprendizagem que os inferiorizam.

Não seria menos grave se os problemas que comprometem a qualidade social da escola pública ocorressem apenas na unidade onde eu trabalho. Infelizmente alguns parecem crônicos e, em maior ou menor intensidade, estão espalhados pelos quatro cantos dos municípios e estados brasileiros. Fosse esse quadro tão diferente, os indicadores não atestariam o insucesso da nossa educação.

Um conjunto de trapalhadas e desacertos históricos da gestão pública contribui para uma espécie de código – não escrito – que, excetuando-se as federais, distingue as escolas estatais daquelas da rede privada ou as escolas que funcionam mal daquelas que funcionam com regularidade. Não é raro se ouvir referências pejorativas, do tipo: “isso é coisa de escola pública.” De fato, nas últimas décadas, tornaram-se coisas de escola pública:

a) os resultados pífios da maioria, quando são divulgados exames e índices oficiais que revelam o baixo desempenho dos alunos em relação às aprendizagens;

b) a definição dos professores dos anos iniciais do ensino fundamental sem considerar as competências e habilidades na condução do processo de alfabetização e letramento;

c) a falta de gestão do seu próprio orçamento, diferente de como ocorre nas escolas particulares. Cada unidade deveria receber os recursos do investimento público por aluno e executá-los de acordo com o seu projeto;

d) a ingerência administrativa e pedagógica de órgãos intermediários e central, que executam programas e projetos, em detrimento da gestão autônoma da escola, do seu projeto pedagógico e do protagonismo da sua equipe;

e) a escolha técnica do gestor da escola, que deveria se dar mediante concurso público, ceder lugar à escolha pelo voto da comunidade escolar, bastando ser professor ou especialista do quadro da escola, como se esse critério fosse determinante para garantir a gestão democrática;

f) a realização de concursos públicos de contratação aleatória de professores e outros profissionais, sem estabelecer vagas por escolas e sem a inclusão de etapa final a ser conduzida por cada unidade, contemplando entrevista, checagem de referências e prova prática;

g) a presença e permanência de “profissional” que adoece para a escola pública, enquanto “vende saúde” para a instituição particular, o mesmo que escolhe o horário de trabalho na escola pública para realizar todo tipo de demanda pessoal ou profissional de outros vínculos, que alinhava processos, subtrai os direitos dos alunos e gera dificuldades ao funcionamento regular da escola, sem nenhuma cerimônia e observação à ética profissional;

h) os gestores públicos se inspirarem na média salarial dos professores das escolas particulares, diante dos vencimentos aviltantes que afastam os mais talentosos do ingresso no magistério público;

i) a constante luta dos professores por um plano de carreira decente, que os valorize enquanto profissionais e ofereça as condições dignas para seguirem no magistério;

j) a ausência de planejamento e/ou perenidade de uma burocracia grotesca que impede reformas e serviços de manutenção das instalações físicas dos prédios no período de férias e recesso escolar;

k) a ausência e/ou falta de manutenção/atualização da tecnologia, dos equipamentos e mobiliários fundamentais para a escola cumprir a sua função social;

l) o início do ano letivo ocorrer somente no mês de março e acabar depois do Natal, isso quando a falta de diálogo entre professores e governo não retarda mais ainda;

m) a imposição de um calendário escolar padronizado para todas as escolas de um mesmo município ou estado, desconsiderando as especificidades de cada unidade e a autonomia preconizada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação;

n) a determinação de sábado letivo mensal para todas as escolas, quando é de conhecimento de todos que em muitas instituições esse dia não funciona;

o) a prática de iniciar o ano letivo sem o quadro de servidores completo, permanência dessas carências por semanas, meses e até mesmo por todo ano, além de, por vezes, não ocorrerem substituições quando há vacâncias durante o percurso;

p) a ausência de agenda mensal de reuniões para planejamento e avaliação coletiva dos processos de ensino e aprendizagem e da gestão da escola em geral, bem como para a realização de uma consistente política de formação continuada dos profissionais;

q) os professores e parte dos especialistas trabalharem na escola, pelo menos de forma presencial, somente dois ou três dias para além dos 200 dias letivos/ano, dificultando a possibilidade de outras ações de relevâncias pedagógicas.

Caso houvesse mais espaço é possível que o abecedário fosse insuficiente para aduzir todas as “coisas de escola pública”, dou-me por satisfeita, especialmente se para alguns interessar o debate e, sobretudo, a tarefa coletiva de refazer tal cultura.

Cláudia Santa Rosa é educadora, escreve a convite do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE). Texto originalmente veiculado no Diário de Natal on line.

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quinta-feira - 08/09/2011 - 10:31h
Professor e policial

Nossa mentalidade no cuscuz alegado e lanche questionado

Não sei o que é mais iníquo: se questionar o consumo de “cuscuz alegado” nas escolas por professores ou lanche de policiais em serviço.

Só quem não conhece rotina de um professor questiona, legalmente, que ele lanche com alunos, consumindo também a merenda escolar. Melhor deixar tudo apodrecer?

Boa parte dos legisladores e senhores da lei que decidem sobre a vida do professorado, nunca entrou numa escola pública. Nem quer.

Deputados, promotores públicos, juízes, deveriam fazer visita surpresa a escolas públicas, tirar um dia de professor. Sairiam mudados. Contribuiriam mais e melhor com o país.

Já vi gente resmungando por que comerciantes cedem lanche ou outras refeições a policiais em serviço. Quanta mediocridade. Absurdo.

Policial em países mais avançados, como sociedade, é tratado com refino e zelo. O cidadão sabe valorizar sua importância. Aqui, o desdém.

O sujeito ganha soldo modesto para botar o peito como escudo do cidadão, em condições precárias de trabalho e, ainda assim, é desdenhado.

Professor e policial deveriam ser recebidos sob aplauso, tapete vermelho, fidalguia. Julgar todos por alguns, é erro crasso.O comum é a discriminação. O preconceito.

Como sociedade, nação, país, tivemos muitos avanços nas últimas duas décadas. Mas ainda estamos distantes de um Brasil sonhado e necessário.

Emociona-me, até hoje, entrevista nos anos 90, do professor Darcy Ribeiro, com câncer terminal. Dizia que não ia testemunhar esse Brasil do porvir. Mas o mesmo Darcy, criador da Universidade de Brasília (UnB), preconizava que nos orgulharíamos de ser como somos, brasileiros, diferentes.

Falava de um povo tropical, inventivo, miscigenado. Os olhos do professor Darcy brilhavam. Voz quase falhando, não perdia a firmeza.

“Confissões”, livro que Darcy Ribeiro escreveu sem saber se poderia concluir, devido ao câncer, está sempre perto de mim. Quanta sapiência.

Darcy Ribeiro ajuda-me até hoje a acreditar e fazer minha parte, por este país. Melhoramos muito, mas há muito ainda a ser feito, sim.

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