Por François Silvestre
Já escrevi e repito: Não confundo Magistratura com Poder Judiciário.
Mesmo fazendo parte do Judiciário, a Magistratura não é um poder político. O Judiciário, sim. É um poder com todas as prerrogativas e mumunhas dos Poderes.
A Magistratura se guarda em concursos públicos, com a finalidade constitucional de prover justiça e dirimir conflitos.
O Supremo Tribunal Federal (STF) é o órgão de cúpula do Poder Judiciário. Ninguém chega lá por concurso público. É indicação política do Presidente da República, convalidada por uma “sabatina” do Senado, que mais parece uma Dominguina.
Pois bem. O último julgamento do Supremo (veja AQUI), que deve ter revirado Rui Barbosa na tumba, foi um escancarado arrumadinho político. E os engasgos da Ministra presidenta, com gagueira adquirida, foi um espasmo do Poder Judiciário e não da Magistratura.
Tudo combinado.
Cada um votou com sua “consciência” e o engasgo desengasgou o impasse entre os poderes.
Foi assim, bunitim, bunitim.
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