A Copa do Mundo vai chegando ao seu final, no Brasil, deixando uma verdade insofismável: o futebol brasileiro não precisa de torcidas organizadas.
Os grandes clubes nacionais mantêm torcidas com diversos mimos, para que elas possam estar nos estádios incentivando seus respectivos times. Isso, em tese. Na prática, não.
Por todo o Brasil, inclusive em clubes/times médios e pequenos, a maioria das organizadas é marcada muito mais pela intolerância, violência e hábitos à margem da lei, do que pela paixão esportiva.
Durante todos os jogos da Copa do Mundo, poucos incidentes aconteceram dentro e fora dos estádios, envolvendo torcedores.
Bebida (talvez drogas ilícitas também) e rivalidades histórico-culturais produziram algumas escaramuças, mas nada parecido com confrontos e massacres promovidos por torcidas organizadas.
A experiência revela como essa turba é dispensável. De boa parte da Europa já foi banida há tempos, em nome da ordem e da profissionalização do esporte.
Estádio é para torcedor de futebol: adultos, crianças, mulheres, homens, idosos e famílias que torcem por seus times. Querem se divertir, traduzir sentimentos superiores e buscam entretenimento.
A turba das organizadas, apenas utiliza o futebol à demonstração de força, negócios escusos, poder e imposição do terror, transferência do que ocorre em seu universo social fora dos estádios.
São dispensáveis, portanto.
O futebol brasileiro não pode ser representado por essa minoria.
Queremos o padrão Fifa de torcidas nos estádios.






















