quinta-feira - 12/06/2025 - 13:44h
Estados Unidos

Diocesano participa de projeto educacional bilíngue na Nasa

Os estudantes Roberta Zeni e Eduardo Dornelles integram delegação brasileira Fot: divulgação)

Os estudantes Roberta Zeni e Eduardo Dornelles integram delegação brasileira (Foto: divulgação)

Os estudantes Eduardo Dornelles e Roberta Zeni, alunos do Ensino Médio do Colégio Diocesano Santa Luzia (CDSL), foram selecionados, através do processo seletivo do Dió Space Mission, para participarem de uma imersão educacional e bilíngue de uma semana no Kennedy Space Center, uma sede de estudos da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA), nos Estados Unidos. A iniciativa surgiu por meio da parceria com a International School, que anualmente oferta duas vagas de ingresso para o projeto a cada uma de suas escolas associadas.

A atividade, realizada pela renomada instituição que há oito anos é eleita como o melhor programa de ensino de Língua Inglesa no Brasil, é composta por um grupo seleto de estudantes de escolas de todo o país, e tem como objetivo a promoção de experiências e momentos de aprendizagens singulares.

Entre as vivências propostas para a visita ao Kennedy Space Center, estão a oportunidade de conhecer de perto um centro espacial da Nasa nos Estados Unidos, aulas e excursões especiais, reunião com profissionais da área e estudantes de Ensino Médio de escolas brasileiras e internacionais, além de acompanhamento em primeira mão de atividades educacionais, culturais e linguísticas trabalhadas em projetos de ensino bilíngue.

A relação entre o Colégio Diocesano Santa Luzia e a International School é de muitas conquistas, resultados e oportunidades para famílias e estudantes como Eduardo e Roberta. O ensino bilíngue é hoje uma das principais ferramentas em um mundo cada vez mais globalizado e conectado, e a aprendizagem de uma língua estrangeira contribui grandemente para o crescimento e profissionalização de cada criança e jovem rumo a um futuro sempre promissor.

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Categoria(s): Educação / Gerais
domingo - 02/03/2025 - 05:34h

O imperialismo trumpista e a reconfiguração da política brasileira

Por Christian Lynch

Donald Trump ruge e tenta impor ao mundo os valores do seu modelo de poder (Foto: arquivo)

Donald Trump ruge e tenta impor ao mundo os valores do seu modelo de poder (Foto: arquivo)

O mundo vive um novo ciclo histórico de retração da globalização, e com ele ressurgem formas de dominação que pareciam superadas. O trumpismo, mais do que um fenômeno político interno dos Estados Unidos, emerge como um projeto imperialista de reordenação do sistema internacional, retomando, sob novas roupagens, o velho princípio da Doutrina Monroe e do Destino Manifesto. Ele se articula em torno de três frentes principais: a econômica, que emprega tarifas punitivas para fechar seu mercado e ao mesmo tempo obrigar os países mais fracos a abrir os deles; a ideológica, pela captura das redes sociais como instrumentos de propaganda da extrema direita, seja fascista, reacionária ou libertariana; e a política, pelo cerco a instituições e lideranças que resistam à nova ordem imposta dentro e fora dos EUA.

O imperialismo de Trump é orientado para favorecer por toda a parte a implantação de governos extremistas que lhes sejam dóceis ou subordinados. O objetivo é subordinar os demais países da América e aliados da Europa Ocidental aos desígnios de seu governo, ignorando o princípio de autodeterminação dos povos e desprestigiando governos que se recusem a alinhar-se com o autoritarismo.

Têm sido vítimas desse imperialismo relançado a Ucrânia, a Groenlândia, o Canadá, o México e o Panamá. O que não impede Trump de falar respeitosamente com governos autocráticos, que ele aliás admira: Maduro, Putin e Xi Jiping. Ou presidentes que aspiram à autocracia interna e à vassalagem externa, como Javier Milei.

Não por acaso, a família Bolsonaro vê na intervenção da Internacional Facho-Reacionária uma boia de salvação, contando com a pressão de Washington não só para impedir sua prisão, como para reverter sua inelegibilidade.

Embora não esteja entre as prioridades de Trump, sua investida contra o Brasil é questão de tempo. Bolsonaro, seu êmulo, não só foi julgado inelegível depois de derrotado, como está em vias de ser processado e provavelmente condenado pelos crimes por si cometidos. Processado e condenado por um Supremo Tribunal que resiste à pretensão de aliados de Trump de ignorar a soberania brasileira. Não por acaso, a família Bolsonaro vê na intervenção da Internacional Facho-Reacionária uma boia de salvação, contando com a pressão de Washington não só para impedir sua prisão, como para reverter sua inelegibilidade.

Aliados de Bolsonaro, como senador Marcos Do Val, já clamam por uma invasão americana. Atitude que não surpreende ninguém que compreenda o estofo colonial de que é feito o pretenso patriotismo da extrema direita bolsonarista.

É conhecida a posição de fragilidade em que se encontra Bolsonaro. Sua inelegibilidade, os escândalos de corrupção e a perda progressiva de apoio entre setores da direita tradicional fazem com que sua utilidade para o trumpismo se torne incerta. Sua eventual prisão não necessariamente gerará uma reação massiva de seus apoiadores. A desmobilização da direita em torno de sua figura tem sido visível desde 2022. Os próprios sucessores potenciais de Bolsonaro — Ronaldo Caiado, Tarcisio de Fritas, Ratinho Júnior — têm todo o interesse em afastá-lo do tabuleiro político, de modo a herdar seu espólio eleitoral sem carregar o ônus de sua decadência.

Que impacto sobre esse cenário poderá ter a investida de Trump sobre a política brasileira? O embate não se dará apenas no plano institucional, mas também no controle da esfera pública, já que as big techs colocaram suas plataformas a serviço do projeto trumpista. A defesa de uma “liberdade de expressão” contrária aos regramentos jurídicos de cada país não passa de eufemismo para para a propagação ideológica reacionária.

No Brasil, essa estratégia se traduzirá em tentativas de interferência no processo eleitoral de 2026, seja por meio da manipulação algorítmica, da desinformação em massa ou de pressões econômicas diretas sobre o país. Já houve precedentes, e as ações de Musk neste sentido, inclusive nas recentes eleições alemãs, não deixam dúvidas do que pode vir por aqui.

Se a esquerda souber articular um discurso que mobilize o eleitorado contra o imperialismo trumpista, poderá deslocar a polarização atual para um embate entre soberanismo e entreguismo.

Curiosamente, a investida trumpista poderá servir de boia, não para Bolsonaro, mas para a esquerda e, quem sabe, para o governo Lula, que ainda não disse ao que veio e sofre com a impopularidade. Ainda identificada com o cosmopolitismo da globalização declinante e pautada pela agenda identitária, a esquerda tem dificuldade em adaptar-se à nova conjuntura.

No entanto, à medida que o imperialismo trumpista avançar e impuser sua veleidade de subordinação, a tendência é que a esquerda passe a reivindicar a defesa da soberania nacional como eixo central de sua agenda. Se a esquerda souber articular um discurso que mobilize o eleitorado contra o imperialismo trumpista, poderá deslocar a polarização atual para um embate entre soberanismo e entreguismo.

E aí, como ocorre hoje no Canadá, quem ficaria mal das pernas seria a direita oposicionista identificada com um personagem como Tarcísio de Freitas, que tenta posar de moderado, mas se recusa a condenar o golpismo de Bolsonaro e põe na cabeça o boné do MAGA.

Também a direita terá de decidir se vai se apresentar ao eleitorado como um satélite do trumpismo, como é hoje o bolsonarismo, ou se buscará um discurso de maior autonomia, o que terá importantes repercussões eleitorais no ano que vem. Este será um imbróglio que se apresentará fatalmente nos próximos meses, conforme se desenrole o processo de Bolsonaro e seus comparsas golpistas, obrigando os atores politicos a moverem as peças do tabuleiro conforme a nova configuração da política interna brasileira, imposta pelo imperialismo de Trump.

Aguardemos o espetáculo.

Chrystian Lynch é cientista político, editor da revista Insight Inteligência e professor do IESP-UERJ

*Texto especial do Canal Meio para o BCS

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Categoria(s): Artigo / Opinião
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segunda-feira - 22/07/2024 - 08:38h
EUA

Presidente desiste de tentar reeleição; vice é apresentada como opção

Do Canal Meio e outras fontes

Harris e Biden, uma mudança ainda não confirmada na disputa  (Foto: APA/BBC News Brasil)

Harris e Biden, uma mudança ainda não confirmada na disputa (Foto: EPA/BBC News Brasil)

Após três semanas de pressão dos democratas, o presidente Joe Biden anunciou que não vai concorrer à reeleição nos Estados Unidos. “Foi a maior honra da minha vida servir como seu presidente”, disse em carta publicada nas redes sociais. “E, embora tenha sido minha intenção procurar a reeleição, acredito que é do interesse do meu partido e do país que eu me retire e me concentre apenas no cumprimento dos meus deveres como presidente durante o resto do meu mandato.”

Em outra postagem nas redes, Biden endossou a vice-presidente, Kamala Harris, como sua substituta na corrida eleitoral. “Hoje quero oferecer todo o meu apoio para que Kamala seja a indicada do nosso partido este ano”, escreveu. “Democratas – é hora de nos unirmos e derrotar Trump. Vamos fazer isso.” O anúncio foi recebido com entusiasmo pelos democratas, que doaram, apenas no domingo, mais de US$ 50 milhões. (New York Times)

Poucas horas depois, Kamala disse que sua “intenção é merecer e conquistar” a indicação presidencial democrata. Ela agradeceu ao presidente por sua liderança e disse que “faria tudo para unir os democratas e a nação”. Ao contrário de muitos colegas de partido, ela foi leal a Biden até o fim. E continuou em sua defesa após o anúncio. “O presidente está fazendo o que sempre fez ao longo de sua vida de serviço: colocar o povo americano e nosso país acima de tudo” , disse.

Financiamento

Os quase US$ 96 milhões de financiamento recebidos pela campanha foram transferidos para o nome de Kamala ontem à tarde. Embora ainda não tenha havido nomeação oficial, a campanha mudou o nome do comitê na Comissão Eleitoral Federal para “Harris para Presidente”. Biden e o casal Bill e Hillary Clinton já a apoiaram publicamente, mas Harris sabe que os responsáveis pela sua confirmação como candidata são os delegados democratas – e ontem mesmo já começou a telefonar para eles. (Axios)

Durante o domingo, vários líderes democratas declararam apoio a Harris e elogiaram a decisão de Biden, mas nomes de peso como Barack e Michelle Obama, e também a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi, ainda não o fizeram. No Medium, o ex-presidente da República disse confiar que os líderes do partido serão capazes de criar um processo do qual “surgirá um candidato notável”. (Washington Post)

Trump zomba

O ex-presidente Donald Trump, em publicação na sua rede, Truth Social, disse que Biden “não estava apto a concorrer à presidência e certamente não está apto para ser presidente – nunca esteve”. Ele falou em uma conspiração de “seu médico e da mídia” para esconder a condição física e mental do presidente. E disse à CNN que Kamala será mais fácil de derrotar do que Biden. No dia anterior, em seu primeiro comício após o atentado, Trump já incluiu a vice-presidente em seus ataques. (CNN)

Pesquisas recentes, anteriores ao afastamento de Biden e também ao atentado contra Trump, mostraram Kamala Harris atrás do republicano por apenas dois pontos percentuais em média nacional, 46% a 48%. Biden estava pior, três pontos percentuais atrás, 47% a 44%.

Kamala estava apenas um ponto percentual abaixo no crucial e indeciso estado da Pensilvânia, mas vencia por confortáveis cinco pontos percentuais na Virgínia, onde Biden estava apenas uma margem muito estreita à frente. (New York Times)

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Categoria(s): Política
domingo - 02/04/2023 - 10:42h

Trump pode ou não ser preso?

Por Ney Lopes

Trump: a cara dos EUA (Foto: Web)

Trump: acusação séria (Foto: Web)

Pela primeira vez um antigo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi formalmente acusado e apresenta-se à justiça, na próxima terça-feira.

 O que realmente aconteceu?

Essa acusação prejudica a candidatura dele à presidência da República?

Trump é acusado de ter pago 130 mil dólares (perto de 120 mil euros) para comprar o silêncio da estrela pornográfica Stormy Daniels sobre um suposto relacionamento sexual entre os dois, poucos meses antes das presidenciais de 2016.

O suborno a Stormy Daniels é um crime menor. Constitui uma violação da lei eleitoral, geralmente punida com multa.

Porém, ao declarar que o montante U$ 130 mil dólares foi “despesa legal”, poderá ter violado a lei eleitoral e “falsificado os registos financeiros de um negócio”, dado que o pagamento encobriu presumido crime.

Pode valer uma pena de prisão até quatro anos. Trump é o primeiro ex-Presidente dos Estados Unidos a enfrentar formalmente acusações criminais no país.

Trump também foi acusado de efetuar pagamentos secretos a uma segunda mulher, a ex-modelo da Playboy Karen McDougal, que igualmente afirmou ter mantido relações sexuais com o ex-presidente.

Além dessas acusações, o ex-presidente enfrenta pelo menos quatro mais graves denúncias.

No Departamento de Justiça, decorrem investigações relativas à sua responsabilidade na invasão ao Capitólio, a 6 de janeiro de 2021, e também sobre a possível interferência eleitoral na Geórgia, exercendo pressão para que o resultado nesse estado fosse invertido.

Há ainda investigações sobre os documentos classificados encontrados pelo FBI no seu resort em Mar-a-Lago, na Florida, e outras relativas a possíveis crimes fiscais no âmbito dos seus negócios.

Qualquer destes casos poderá ter para Trump consequências mais graves do que o pagamento pelo silêncio da estrela pornográfica Stormy Daniels.

Trump garantiu que continuaria em campanha, mesmo que acossado pela Justiça.

Qualifica as acusações como “caça às bruxas” dos seus inimigos políticos.

A Constituição norte-americana é omissa relativamente à possibilidade de desqualificar candidatos com base em acusações criminais ou condenações na justiça.

Consagra apenas três requisitos: ser cidadão nascido no país, ter no mínimo 35 anos no dia da tomada de posse e residir nos Estados Unidos há pelo menos 14 anos.

Trump publicou uma mensagem na sua própria rede social, a Truth Social, em que afirmou que alertava país um potencial cenário de “violência catastrófica” no país, em decorrência da acusação que lhe faziam.

Usa o seu estilo tradicional de ameaçar, característica de todo o seu mandato.

Após entregar-se à justiça, Trump tirará a fotografia para identificação, deixará as impressões digitais e receberá ordem de detenção.

Poderá ou não ser algemado.

Depois será levado a um juiz que lerá a acusação e — depois de Trump se declarar “culpado” ou “inocente” — determinará se aguardará julgamento preso, ou em liberdade.

Ao longo de toda a vida, Trump sempre escapou às consequências dos seus atos ao nível pessoal, profissional e político”.

Essa é a primeira vez que não conseguiu escapar.

Bom lembrar, que Al Capone acabou detido num processo de fuga ao fisco, não pelos assassinatos.

Diante desse cenário desafiador, o futuro político de Donald Trump parece incerto.

O indiciamento pode afetá-lo nas próximas corridas presidenciais.

Somente o futuro esclarecerá, quais serão as implicações desses eventos, no cenário político dos Estados Unidos.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

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domingo - 02/05/2021 - 08:22h

A revolução do liberalismo social

Por Ney Lopes

Algo não previsível é a revolução nos conceitos do liberalismo como doutrina política, que vem sendo executado pelo Presidente Biden, dos Estados Unidos.liberalismo social, protesto, manifestantes

O filósofo inglês John Stuart Mill (1806-1873), o grande precursor do liberalismo social, defendeu a repartição justa da produção na sociedade; eliminação dos privilégios de nascimento e a defesa do espírito comunitário, ao contrário do individualismo.

Mais tarde, na década de 30, o chamado “New Deal” (Novo acordo) imaginado pelo presidente democrata Franklin Delano Roosevelt (1933-1945) levou a América a implantar corajoso programa de fortalecimento do estado, sem colocar em risco as liberdades da economia.

Consistiu na realização de obras de infraestrutura, créditos agrícolas, incentivo à organização sindical e a criação de mecanismos de proteção social.

Com pouco mais de 100 dias no governo, Joe Biden segue essa trilha.  Segundo o Departamento de Comércio dos Estados Unidos, o PIB norte-americano cresceu à taxa anualizada 6,4% no 1o trimestre em relação aos três meses anteriores. Esse resultado foi superior ao registrado no trimestre anterior, de 4,3%,

Biden está convencido da necessidade de fazer ruptura nos padrões ortodoxos da economia americana. Tais ideias eram taxadas pelo “trumpismo” como socialistas e comunistas, verdadeira heresia daqueles, que usam o governo para a geração exclusiva do lucro econômico e se esquecem do lucro social.

LOGO APÓS A SUA POSSE promulgou lei para enfrentar a pandemia da covid-19 de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 10,3 trilhões), com um auxílio de US$ 1.440 para a população diretamente atingida pela crise. O governo já atingiu a meta de 200 milhões de doses de vacinas de coronavírus, agora já disponíveis a todos com 16 anos.

O desemprego está caindo, os pedidos de seguro-desemprego atingiram o ponto mais baixo na pandemia e as escolas reabriram para aulas presenciais. Biden assinou um programa de recuperação da infraestrutura da ordem de US$ 2,3 trilhões e outro para a educação, no valor de US$ 1,8 trilhão. É uma injeção de US$ 4 trilhões na economia dos EUA.

Biden reformulou a política externa dos Estados Unidos: retornou ao Acordo de Paris e à OMS, travou o financiamento do muro na fronteira com o México e anunciou a retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão.

A cada dia os Estados Unidos se transformam em vitrine a ser copiada pelas demais democracias e economias, com visão liberal e social. A meta de Biden é focar no crescimento “de baixo para cima”, ao gerar novos negócios, empregos e circulação de renda. A ajuda reduzirá a taxa de pobreza de 12,3% para 8,3%, o que significa tirar 12 milhões de pessoas da miséria.

Biden reativa o “Obamacare” (plano de saúde para os pobres, do governo Obama), que dá acesso a alternativas mais em conta para a população, que não consegue pagar os planos de saúde tradicionais. São assegurados benefícios para desempregados, pagamentos de US$ 1.400 por pessoa e crédito fiscal para famílias.

Essas políticas representam aumento de 20% na renda anual dos 25% de americanos mais pobres.

Verdadeiro exemplo, para aqueles que consideram a redução das desigualdades desequilíbrio fiscal e desrespeito ao teto. É possível cuidar da pobreza, sem populismo, ou messianismo, acreditando no retorno do dinheiro orçamentário, através do aumento do consumo e impostos.

Pobre gasta para viver; não especula na Bolsa!

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

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sexta-feira - 21/08/2020 - 15:10h
Opinião

Mais um desmascarado

Por François Silvestre

Quem? O fascista confesso Steve Bannon (veja AQUI). Esse sujeito é um craque da trampolinagem, corrupto metido a líder internacional da Direita. Aqui não se inclui a Direita democrática, que existe e merece respeito. Esse sacripanta foi o articulador das artimanhas escusas que ajudaram a eleger Trump. É dele a frase: “Trump e Bolsonaro são semelhantes, muito parecidos”.

Bannon pagou fiança para ter liberdade (Foto: UOL)

Você pergunta: “E ele conhece Bolsonaro”? Sim. Não só conhece como também era orientador. Ou ainda é. Ele está para Bolsonaro politicamente como Olavo de Carvalho está para o mesmo filosoficamente. Isto é, três ilustres analfabetos políticos e filosóficos. A estupidez pomposa.

Lembra daquele jantar oferecido pela embaixada brasileira a Trump e outros pérolas? Poi é. O Steve está ao lado de Bolsonaro. No outro lado da mesa está o Sérgio Moro, com sua “inefável” cara de bunda.

Ele imaginou um organismo internacional da “direita”. Uma espécie de Internacional do Fascismo. Sabe quem foi escolhido para representar essa “internacional” na América Latina? Eduardo Bolsonaro. Sim senhor.

O que aconteceu com ele? Foi preso por corrupção. Uma ong, que eles tanto criticam, foi a artimanha usada. Trump já se preveniu, dizendo que “nunca mais eu o vi”. mesmo ele tendo sido seu auxiliar até bem pouco tempo.

Sabe o valor da fiança? Cinco Milhões de Dólares. Uma bagatela que representa uma Mega Sena acumulada. Lá, o valor da fiança é proporcional ao tamanho do crime. Diga aí?!.

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quarta-feira - 03/04/2019 - 22:40h
Natália Bonavides

Deputada discutirá sobre democracia nos EUA

Bonavides: democracia (Foto: cedida)

A Deputada Federal Natália Bonavides (PT/RN) participa de um dia de reuniões com professores da Universidade de Harvard sobre “Integridade e Democracia”.

Encontro acontece nesta quinta-feira (4), em Cambridge, estado de Massachusetts, nos EUA.

A atividade é organizada por estudantes brasileiros em Harvard, com o intuito de expandir o debate sobre a pauta democrática e assim ampliar os questionamentos sobre o futuro do Brasil.

A ação vai preceder a quinta edição da Brazil Conference at Harvard & MIT, que ocorrerá nos dias 5 e 7 de abril na Harvard University e no Massachusetts Institute of Technology (MIT), evento para o qual a deputada também foi convidada.

A governadora Fátima Bezerra (PT) é também uma das participantes.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 11/09/2015 - 10:49h
Reflexão

Meu 11 de Setembro, um dia que não acabou

Onde eu estava há 14 anos, no momento dos ataques terroristas de 11 de Setembro?

Lembro bem.

Como comum, em Mossoró. Como comum, manhã de sol.

A TV no quarto parecia uma geladeira. À época eu ainda conservava o hábito de manter um equipamento desse no quarto – permanentemente ligado.

Deparei-me com aquela cena de difícil compreensão: um edifício enorme, sob chamas.

As informações eram desencontradas e era difícil para mim, que acordava de uma noitada regida à Wyborowa, entender aquela imagem.

A princípio, pensei aturdido: é um filme.

Mas depois outro avião se choca contra novo edifício. Mais chamas. Não era um filme.

Segundo avião mergulha na direção da segunda torre: não era um filme (Foto: reprodução da Web)

A partir daí, a cobertura jornalística planetária passa a dissipar a ideia de acidente. Trabalhava-se com a certeza de um atentado terrorista.

A América imperial estava abalada. Mais do que nunca passou a ser um Estado policialesco, sempre sob o temor de mais atentados.

As chamadas “Torres Gêmeas”, o “World Trade Center”, desabaram e redefiniram – para pior – as relações entre Estados Unidos e o restante do mundo moderno.

Mesmo assim, parece que quase ninguém parou para refletir sobre o papel das grandes potências e da convivência do homem com o homem na Terra.

O surgimento do Estado Islâmico, guerras infindáveis, o populismo de ditadores sob o manto de supostas democracias e a migração de levas de refugiados africanos/árabes para a Europa, nos devolvem à barbárie. Se é que um dia nos livramos dela.

A guerra não é entre União Soviética e Estados Unidos, comunismo e capitalismo. Ocidente e Oriente, também não.

A grande batalha de hoje é a de sempre: o homem conseguir se enxergar como um só.

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Categoria(s): Crônica
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terça-feira - 17/06/2014 - 10:22h
No Arena das Dunas

Sesap explica atuação de secretário como “maqueiro”

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulga nota oficial, em que justifica o “trabalho” do titular dessa pasta, Luiz Roberto Fonseca, como integrante de equipe de maqueiros no atendimento a jogadores no jogo EUA 2 x 1 Gana, pela Copa do Mundo, no Arena das Dunas, nessa segunda-feira (16), em Natal.

Leia abaixo:

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) confirma que o médico Luiz Roberto Fonseca, secretário estadual de Saúde, atuou na equipe de atendimento aos jogadores da partida entre Estados Unidos e Gana, no Estádio Arena das Dunas, nesta segunda-feira (16). Entretanto, antes de integrar a equipe de apoio à Fifa, o secretário Luiz Roberto, tomou todas as medidas necessárias para garantir o pleno funcionamento dos serviços de saúde, entre elas, ativou o Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS), no qual encontram-se profissionais qualificados nos serviços da assistência e vigilância à Saúde, responsáveis pelo monitoramento de todas as ações relativas à Copa.

O secretário Luiz (à frente, à sua direita) deveria ser secretário da Saúde em tempo integral (Foto: Blog do BG)

A Sesap esclarece ainda que o secretário Luiz Roberto está em contato direto, através de um ponto de rádio, com o CIOCS que possui coordenação própria e gestores capacitados para tomadas de decisão que se fizerem necessárias, inclusive para o acionamento dos planos de contingência relativos à Saúde no período do mundial, de forma que a participação do secretário da Sesap, na equipe de atendimento aos jogadores, no período da partida, não implica em prejuízos à gestão da Saúde.

A Secretaria informa também que o médico Luiz Roberto Fonseca foi escolhido para compor a equipe, que prestou apoio ao evento, tendo em vista a sua especialização como intensivista e sua experiência como coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do estado e da capital.

A atuação do secretário da Sesap na partida foi opcional, uma vez que esta é considerada uma atividade em que o mesmo gosta e sente-se bem ao fazer, além de que melhor o qualifica para capacitar outros profissionais e voluntários que no futuro desejem participar de operações em grandes eventos.

Nota do Blog – Ele deveria fazer o mesmo nos corredores do Hospital Regional Tarcísio Maia, por exemplo, sentindo diariamente o ambiente de tenda de guerra civil por lá, atuando como “maqueiro”, como no jogo de futebol, que teve imagem projetada para todo o mundo.

Pensei que o cargo de secretário fosse de dedicação exclusiva. Estava enganado.

Ah, não me venha com discurso enviesado! Não, não se trata de um caso típico de humildade e desprendimento.

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Categoria(s): Administração Pública / Esporte
sábado - 07/04/2012 - 10:11h
Sopa de letras

A ‘anomalia’ de ser oposição no Brasil do patriciado

Os partidos brasileiros existem desde a primeira metade do Século XIX. De lá para cá, mais de 170 anos depois, a impressão que temos é de que na verdade só existe um aglomerado de siglas, sopinha de letras. De verdade mesmo, temos o “Partido do Patriciado”.

O patriciado, na Roma republicana, era o grupo ou classe dos que, por berço ou por concessão, detinham o prestígio dos títulos nobiliárquicos que significavam poder político. Só eles ascendiam aos cargos públicos.

Através dos  séculos e neste lado do Atlântico, a prática política do pindorama brasileiro tem dificuldade de funcionar diferente.

Já dizia o acadêmico e historiador José Honório Rodrigues, que no Brasil nunca existiu partido político; o pluripartidarismo seria uma miragem. Todos querem ser do patriciado. Pertencer à oposição é uma anomalia, quase um acinte, conforme a cultura política nacional.

Por isso que não temos partidos centenários, como nos Estados Unidos da América (EUA). Lá, o Democrata nasceu em 1790. São mais de 220 anos. O Republicano foi formalizado em 1837. São quase 175 anos de vida.

O instável ambiente político-institucional brasileiro ajuda a explicar, em parte, essa vocação para a voz única e punição ao contraditório. Estamos na sétima Constituição Federal – EUA só possui uma em toda sua história -, fomos uma Monarquia que desabou numa pseudo-República e já tivemos pelo menos dois regimes ditatoriais explícitos – Estado Novo de Getúlio Vargas e Ditadura Militar de 1064.

Realmente, não é fácil ser oposição nesse Brasil varonil!

 

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
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