quarta-feira - 03/11/2021 - 10:26h
Sucesso

Carisma de Evaristo Nogueira bomba na Internet

Por Mateus Brisa, (Do jornal O Povo)

Evaristo Nogueira, Vavá Maravilha e Homem Mau. Três personalidades distintas, se você conhecê-lo bem. Esse jornalista de 68 anos de idade está bombando nas redes sociais devido ao seu jeito espontâneo de comentar esporte no programa “Trem Bala”. No Twitter, o perfil “Acervo Trem Bala”, criado por fãs, tem 13,9 mil seguidores, conquistando engajamento com os melhores momentos da atração esportiva, ao lado do apresentador e colunista do O POVO – Alan Neto.

Evaristo começou no rádio de Mossoró, atuando ainda como dirigente esportivo e político (Foto: Mauri Melo)

Evaristo começou no rádio de Mossoró, atuando ainda como dirigente esportivo e político (Foto: Mauri Melo)

Em seu Instagram oficial, que foi criado recentemente, Homem Mau soma 12,5 mil seguidores.

Quando perguntado sobre o manejo entre suas facetas pessoal e profissional, o jornalista respondeu com precisão: “É aquela história, cada um no seu lugar. O Homem Mau é um personagem. Vavá Maravilha, o narrador esportivo. Saio [do trabalho] tem o Evaristo Nogueira”.

Tanto o personagem quanto o narrador esportivo brilham no “Trem Bala” desde seu surgimento, em março de 2011. O programa, encabeçado pelo jornalista Alan Neto, é atualmente transmitido pela rádio O POVO/ CBN e pela TV Ceará. A vida profissional de Evaristo também inclui a apresentação da atração “Saúde do Povo”, criada antes mesmo do “Trem Bala”, e participação em outros projetos, como o “Esportes O POVO”, da rádio O POVO/CBN.

Experiência na política

Natural de Mossoró (RN), Evaristo trilhou caminhos na política pouco antes de adentrar a comunicação, principalmente o rádio, no início da década de 1970. Com experiência como disc jockey (DJ) e vontade de fazer humor, ele apareceu em palanques eleitorais do município criando rimas cativantes e auxiliando os trâmites internos. Eventualmente, se tornou vereador, presidente da Câmara Municipal de Mossoró e até prefeito – mesmo que apenas por três dias enquanto o oficial e o vice viajavam.

A ligação de Vavá Maravilha com o futebol já era latente naquele tempo. Ele chegou a dirigir sozinho um time local, o Baraúnas – mesmo tendo chegado no cargo ao lado de outros oito co-dirigentes. “Ia saindo um, saindo outro, e eu fiquei sozinho. E não é que o time ainda foi vice-campeão potiguar?” Segundo ele, o Homem Mau de hoje estaria orgulhoso de sua pontualidade e responsabilidade da época como treinador do time.

Com pai potiguar e mãe cearense, Evaristo já tinha conexões com o Ceará. Mas sua vinda mais significativa para a Capital cearense ocorreu depois que a Rádio O POVO, à época conhecida pelo slogan “A companheira”, visitou o Rio Grande do Norte para a cobertura de uma partida em que o jornalista também participava. Quando ele conheceu os responsáveis pela rádio, depois de um problema técnico, a conexão foi forte o suficiente para viajar para Fortaleza já contratado, há 27 anos. Ele conta que seu irmão, Carlos Augusto, já trabalhava para O POVO, o que facilitou a ligação entre as partes.

Após certo tempo trabalhando para  O POVO, Evaristo foi convidado a apresentar um programa sobre saúde, o qual foi concebido por Lineu Jucá em consonância com Demócrito Dummar, ex-presidente do jornal. Como ele conta, o tema lhe era estranho, mas o desafio foi aceito por acreditar em Demócrito, que disse: “Você vai me agradecer depois”.

Em 2011, surgiu o “Trem Bala” na TV O POVO; a atração já existia na rádio e foi adaptada. Vavá conta que teve noção do sucesso de sua participação no programa pela primeira vez no YouTube, com seus momentos sendo assistidos e compartilhados. “Começou a bombar eu batendo na mesa, estourando, assim [apontando dedo para a câmera]. Comecei cobrando presidente de clube, cobrando jogador. Inventei esses bordões: refugo, ‘letreca’. E foi por aí”, relata o jornalista.

Repercussão nacional

O streamer Casimiro Miguel tem ajudado a popularizar o “Trem Bala”. O apresentador tem um alcance enorme nas lives do Twitch e costuma citar o programa e seus integrantes. Ele, inclusive, já gravou um vídeo em seu canal De Sola no YouTube, junto com o outro streamer Pedro Certezas, reagindo aos comentários de Alan Neto e de Evaristo Nogueira. Clique aqui pra assistir ou no player abaixo.

Evaristo gravou programa The Noite, de Danilo Gentile, do SBT (Foto: Web)

Evaristo gravou programa The Noite, de Danilo Gentile, do SBT (Foto: Web)

Quem também pegou carona no Trem Bala foi o apresentador Magno Navarro, do programa “Tá na área”, do SporTV, que fez uma reprodução do programa e imitou Alan Neto e Vavá Maravilha.

A semelhança da paródia de Navarro com os jornalistas cearenses foi tão fiel que o vídeo repercutiu nas redes sociais não só entre os fãs do “Trem Bala”, como também atingiu um novo público que não tinha conhecimento do programa, inclusive, o humorista Marcelo Adnet. “Pô que coisa maravilhosa! Obrigado. Esse é um dos tantos Brasis”, disse o comediante da Globo no Twitter.

Essa não foi a primeira vez que Magno Navarro levou o programa cearense para a tela do SporTV. Em fevereiro deste ano, o apresentador chegou a transmitir alguns trechos do “Trem Bala” em seu programa.

O apelido de Homem Mau surgiu através da esposa de Alan Neto, a cantora Ivanilde Rodrigues, que comparou o comentarista a personalidades da extinta TV Tupi. Principalmente o carrasco José Fernandes, jurado do “Um Instante Maestro”, programa encabeçado por Flávio Cavalcanti. O apelido deu certo.

Evaristo relata ter tirado foto com cerca de 30 pessoas no último sábado (23), durante o intervalo de uma partida de futebol.

“Não ficou uma pessoa sem tirar foto comigo. Eu acho aquilo incrível. Eu é que agradeço, ‘não meu amigo, obrigado por ter tirado [a foto]’. Porque nós somos todos iguais perante a Deus, rapaz. Ninguém é melhor do que ninguém”, conta.

Mesmo com o sucesso, Evaristo nem pensa em status de fama: “Eu levo na boa, simples. Não tem nada de entrevista, de celebridade. Deus me livre. Sou um cara normal”.

Mas o sucesso, mesmo imprevisto, também tem seus pontos negativos. Suas brincadeiras e piadas já foram vistas com maus olhos por dirigentes, colegas e outras pessoas. Ele cita o presidente do Ceará Sporting Club, Robinson de Castro, como um desses casos. Um dos momentos mais marcantes de sua carreira, segundo Vavá, foi uma discussão ao vivo no fim de 2012 com o treinador Vanderlei Luxemburgo.

Ano de grande perda

Evaristo e o filho Karlo Schneider, uma das vítimas da Covid-19 (Foto: reprodução Blog do Lauriberto)

Evaristo e o filho Karlo Schneider, uma das vítimas da Covid-19 (Foto: reprodução Blog do Lauriberto)

Em paralelo às conquistas profissionais, Evaristo tem passado por momentos difíceis nos últimos meses, após a morte de seu filho, Karlo Schneider, por complicações da Covid-19, aos 39 anos. “[Estou] vivendo essa tragédia que a gente leva para o resto da vida”, desabafa. Segundo ele, conversas com colegas médicos, frutos do “Saúde do Povo”, ajudaram-no processo de luto.

“Muitos deles chegaram a mim e falaram: ‘Vavá, tu tem dois caminhos. Ou você vai para o fundo da rede e acabou a vida, ou você segue a sua profissão sem esquecer a tragédia’. Aí eu peguei essa segunda opção”, relata. Ser Vavá, ou Homem Mau, tem funcionando como terapia, diz ele. “Ele [o filho] tinha muito orgulho dessa minha aparição na televisão”. Evaristo lamenta a perda de outros 23 colegas para o vírus.

O trabalho ajuda a atenuar a dor da perda, conforme ele conta, mas ainda há momentos em que a saudade fala mais alto. Recentemente, ele conta ter chorado, encostado em seu carro, logo após receber a segunda dose da vacina contra a Covid no Centro de Eventos do Ceará. “Chorei copiosamente pensando nele. Só saí de lá quando parei de chorar”.

Leia também: Evaristo foi prefeito e presidente do Baraúnas.

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Categoria(s): Comunicação
quinta-feira - 11/03/2021 - 10:20h
Hospital São Luiz

Gerente geral do Hotel Thermas morre com Covid-19

Schneider tinha 40 anos (Foto: Web)

Schneider tinha 40 anos (Foto: Web)

Infelizmente não deu. Faleceu nessa quinta-feira (11), no Hospital São Luiz em Mossoró, Karlo Schneider Nogueira, 40.

Ele estava internado com  Covid-19.

Gerente geral do Hotel Thermas, reaberto esse ano, Schneider estava intubado na UTI há alguns dias.

Nota do Blog – Dolorosa essa perda. Filho de um amigo muito querido, o narrador esportivo Evaristo Nogueira, com quem trabalhei em incontáveis jornadas.

Minha solidariedade, minha compaixão por tanto sofrimento. Que Evaristo, sua mãe Arilda Filgueira, irmãos, esposa, filhos, amigos, consigam administrar essa lacuna.

Que descanse em paz.

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Categoria(s): Gerais / Saúde
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quarta-feira - 10/03/2021 - 09:10h
Saúde

Vamos dar uma força a Karlo Schneider

Karlo Schneider, filho de Evaristo Nogueira, precisando de remédios e vakinha virtual para combate à Covid-19Esse rapaz é filho de um amigo querido, com quem já trabalhei, o grande Evaristo Nogueira – locutor esportivo.

Há anos ele atua no setor hoteleiro na região Nordeste.

Vamos dar uma força a Karlo Schneider.

Colabore.

A Covie-19 segue avassaladora.

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Categoria(s): Gerais / Saúde
sexta-feira - 05/06/2020 - 13:52h
No RN

Ex-vereadores não conseguem reajuste de pensões

Ribeiro Dantas: decisão (Foto: arquivo)

Os ex-vereadores Evaristo Nogueira e Antônio Duarte (Mossoró) e Tércia Batalha (Pau dos Ferros) tiveram negado pedido de reajuste de pensões vitalícias. O mesmo ocorreu em relação a sete pensionistas de ex-vereadores de outros municípios.

O juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, julgou improcedentes as petições. Mas cabe recurso.

Os autores pleiteavam que a Justiça determinasse o imediato reajuste, com os correspondentes efeitos financeiros, com base no Regime do Quadro Geral de Pensionistas do Estado.

Os três ex-vereadores e as sete pensionistas de ex-vereadores ajuizaram ações ordinárias contra o Instituto de Previdência dos Servidores do Rio Grande do Norte (IPERN).

Toinho e Evaristo chegaram a presidir a Câmara Municipal de Mossoró.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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Veja números dos processos que tratam a decisão do judicante: Processo nº 0849697-98.2016.8.20.5001, Processo nº 0852397-47.2016.8.20.5001 e Processo nº 0870880-57.2018.8.20.5001.

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Categoria(s): Política
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domingo - 01/04/2018 - 08:00h

Aluízio Alves e uma lição para adultos e um “menino”

Por Herbert Mota

Finalizadas as eleições de 1982, foram diplomados os eleitos para os cargos municipais em Mossoró, a saber: o prefeito Dix-Huit Rosado, em seu 2º mandato; o vice-prefeito Silvio Mendes de Souza; e os 21 vereadores.

A definição das bancadas do legislativo restou na seguinte composição: o PDS, partido da situação, com doze vereadores, e o PMDB, cujo “slogan” era “oposição pra valer”, com nove vereadores. Nunca a oposição tivera tamanha representatividade no legislativo mossoroense.

Somava-se a esta realidade, é certo, o fato de a situação estar dividida em dois blocos distintos, sendo um bloco composto por oito vereadores ligados ao então deputado federal Vingt Rosado, e outro bloco, composto por quatro vereadores, ligados ao ex-governador Tarcísio Maia.

Diante da divisão da bancada situacionista, o PMDB constituiu-se na maior bancada, surgindo, desta forma, a possibilidade de eleger o presidente da Câmara, fato que por si só já justificava o “frisson” entre as lideranças políticas locais.

A disputa, inclusive acirradíssima, se daria entre Evaristo Nogueira (PDS) e Janúncio Soares (PMDB).

As articulações eram tantas que os vereadores da oposição assumiram o compromisso, por escrito e registrado, de votarem todos em Janúncio Soares, o candidato oficial do partido.

Mesmo diante desse “Prego batido e ponta virada”, quanto ao nome do partido, a poucos dias da posse dos vereadores e a subsequente eleição para a escolha do presidente da câmara, o ex-candidato a governador derrotado em 1982, Aluízio Alves, convoca os vereadores eleitos, João Batista Xavier e Rogério Dias (que tinham sido candidatos a prefeito e vice pelo PMDB), Manoel Mário de Oliveira, então presidente do partido; Luís Lourival de Góis, secretário do partido, entre outros nomes, para uma reunião no São Pedro Palace Hotel (atual sede da Câmara de Vereadores).

Mas não adiantou qual seria a pauta da reunião.

Iniciada a reunião, carismático como de praxe, Aluízio faz uma espécie de preleção consubstanciada num relato sobre o pleito transposto, explicando, principalmente, dois pontos: o primeiro, em rápidas palavras, sobre as razões da derrota para o governo do estado, e, a segunda, esta bem mais demorada, sobre a importância de todos votarem em Evaristo Nogueira, ligado ao Deputado Vingt Rosado, para presidente da Câmara de Vereadores.

Depois de quase meia hora discorrendo sobre este assunto, lembro bem de uma passagem de sua fala:

– “O voto em Evaristo é um voto de gratidão ao Deputado Federal Vingt Rosado, principalmente por ele ter defendido o ‘voto camarão'” (na cédula de papel, o eleitor do líder Rosado foi orientado a deixar voto para Governador em branco, já que não podia votar em Aluízio Alves, de outro partido, conforme a legislação eleitoral normatizava).

Ao final de sua explanação, indagou dos presentes se todos estavam de acordo. Seguiu-se, por alguns instantes, um silêncio sepulcral…

Entretanto, lá na ponta, bem no cantinho, levantei a mão e, com a voz um tanto embargada pelo nervosismo dos meus dezenove anos, bem assim pelos olhares de admiração, disse-lhe:

– Dr. Aluízio…eu vou votar no candidato do PMDB.

A partir daí, ele, fitando-me, começou um discurso que se prolongou por uns dez/quinze minutos, cuja frase inicial eu jamais esqueci:

– Você é um menino; não sabe o que está dizendo!

O mais interessante é que nenhum dos presentes disse absolutamente nada em relação à minha intervenção, nem tampouco às palavras de repreensão de Aluízio.

Em seguida, numa espécie de futurologia, Aluízio disse que o altíssimo número de “voto camarão”, representava uma real possibilidade de a oposição vencer as vindouras eleições para o governo. Aliás, ele foi enfático: “nós vamos eleger o governador em 1986”.

De fato, as suas previsões se concretizaram com a eleição de Geraldo Melo.

Evaristo foi eleito presidente da Câmara de Vereadores de Mossoró para o biênio 1983/1984, sem o meu voto. Já o vereador Janúncio Soares, foi eleito presidente para o biênio seguinte (1985/1986). Edmilson Lucena (PMDB) foi o presidente no biênio final da legislatura, 1987/1988.

Aluízio Alves, a maior liderança política do RN, faleceu em Natal, em 6 de maio de 2006, vítima de isquemia cerebral.

Herbert Mota é advogado e ex-vereador em Mossoró (1983-1988)

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Categoria(s): Artigo
terça-feira - 19/02/2013 - 09:14h
José Júlio da Ponte Filho

Professor da antiga “Esam” morre em Fortaleza

Quem me passa a notícia é meu querido amigo Evaristo Nogueira, radialista e narrador esportivo de carreira consolidada em Fortaleza-CE. Notícia triste, infelizmente.

Relata a morte do professor José Júlio da Ponte Filho, que atuou nos primórdios da Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM), hoje Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA).

Veja o que ele nos conta:

O professor e cientista José Júlio da Ponte Filho morreu na tarde de ontem (segunda-feira, 18), aos 78 anos, no Hospital Regional da Unimed (Fortaleza-CE), vítima de uma parada cardíaca.

Professor emérito de Agronomia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Júlio estava internado no hospital há mais de 15 dias por causa de uma pneumonia e infecção. Ele graduou-se em 1958 como engenheiro agrônomo pela UFC. Também foi presidente da Academia Cearense de Ciências e fez parte da Academia de Ciências de Nova York.

Caro Carlos Santos, o professor José Júlio da Ponte foi por muitos anos professor da antiga Esam. Além de grande professor, se notabilizou ao tirar os alunos da Esam da sala de aula, e deu uma aula a um jumento em plena escola (risos).

Foi motivo de uma entrevista no programaprograma do Jô Soares. As primeiras turmas da Esam tiveram a participação do notável Zé Júlio.

Evaristo Nogueira (direto de Fortaleza, para Blog Carlos Santos)

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Categoria(s): Educação
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terça-feira - 12/02/2013 - 14:28h
Baraúnas

Ex-dirigente aponta motivos para saída de treinador

Amigo Carlos Santos.

Talvez não saiba, mas vou te dar uma notícia em primeira mão.

Felinto Holanda não é mais técnico do Baraúnas. Hoje (ontem) à tarde ele entregou o cargo ao gerente do Leão alegando vários motivos. Muita cobrança, muito amadorismo dos que fazem o Baru. Sem campo para treinar, apoio logístico muito pouco, entre outras coisas.

Deixa o Baraúnas na segunda colocação do estadual, mas sai pela porta da frente. O que me falou por telefone é que tinha um nome a zelar, temia pela falta de estrutura de um time que vai representar o estado na série C, e com esse amadorismo todo, não vislumbrava algo de positivo, para o time não no estadual, mas na série C, quando o Baraúnas enfrentará equipes com folha acima de 500 mil reais, como é o caso do Fortaleza, Santa Cruz de Recife e outros.

Acho que o Baraúnas perde muito com a saida do Felinto Holanda. Futebol não é pra neófito, e o Felinto Holanda pela sua formação como técnico (formado que é) achou por bem pedir para sair.

Eu particularmente lamento, pois conheço do potencial do Felinto Holanda, cara honesto e profundo conhecedor do futebol.

Evaristo Nogueira – Radialista, ex-vereador em Mossoró e ex-dirigente do Baraúnas

Nota do Blog – Obrigado pela informação, “Evara”.

Soube ontem ao final da noite, mas não tinha como atualizar a página.

Fala-se que Paulo Moroni é a “bola” da vez para treinar o tricolor.

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Categoria(s): Esporte
domingo - 04/09/2011 - 09:59h

Só Rindo (Folclore Político)

Lázaro por Evaristo

Os vereadores Lázaro Paiva e Evaristo Nogueira tentam a reeleição em 1988, à Câmara de Mossoró. Reeleição difícil, que se diga.

Reta final de campanha, nervos à flor da pele, Lázaro Paiva mal acorda e já é acossado. Sua mulher avisa-o: “Tem um eleitor querendo falar com você aí fora.”

Sem alternativa, Lázaro manda-o entrar  para ouvir a primeira saraivada de pedidos do dia.

– Seu “Evaristo”, eu tô precisando do seguinte e quero que o senhor me ajude – dispara o equivocado pedinte, confundindo Lázaro com o adversário e companheiro de Câmara Municipal.

Percebendo que o interlocutor trocara as bolas, sem saber sequer distingui-lo do amigo e concorrente, Lázaro não perde tempo para se livrar do incômodo:

– Olha, eu não faço nada e não tenho nada para lhe dar. Pode ir embora e, se quiser, pode falar mal de mim em qualquer canto.

Atordoado com a reação do vereador, o eleitor não deixa por menos. Solta os ‘cachorros’:

– Vou meter o pau em você por aí, “Evaristo”; pode esperar, pode esperar, seu… #?+%:]º.

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Categoria(s): Folclore Político
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