quarta-feira - 06/02/2019 - 22:30h
Brasil

Lula sofre nova condenação; Filho de Bolsonaro é investigado

Lula: sentença em primeiro grau (Foto: Hélvio Romero)

Do G1

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado, nesta quarta-feira (6), a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem de dinheiro no processo da Lava Jato que apura se ele recebeu propina por meio da reforma de um sítio em Atibaia (SP). A defesa de Lula diz que recorrerá da decisão.

A sentença da juíza substituta Gabriela Hardt, da primeira instância, é a segunda que condena Lula na Operação Lava Jato no Paraná. Cabe recurso. Outras 12 pessoas foram denunciadas no processo.

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Filho de Bolsonaro é alvo de investigação

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou para a Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro o inquérito no qual o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) é investigado.

Filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio é alvo de investigação por suposta prática de falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.

O inquérito foi revelado pelo jornal “O Globo” nesta quarta-feira (6) e apura “negociações relâmpago” de imóveis que, segundo as investigações, resultaram no aumento patrimonial de Flávio.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 01/03/2012 - 09:11h
Decisão

STF autoriza investigação sobre patrimônio de juízes

Do portal G1

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, autorizou nesta quarta-feira (29) o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a retomar parte da investigação sobre a evolução patrimonial de magistrados e servidores do Poder Judiciário.

A apuração sobre o patrimônio de juízes e servidores de 22 tribunais foi suspensa em dezembro em decisão liminar (provisória) do ministro Ricardo Lewandowski ao julgar ação impetrada por entidades representativas de magistrados.

Nesta quarta, Fux autorizou que a investigação seja feita com base em declarações de imposto de renda entregues aos tribunais e em folhas de pagamento, mas sem o uso das informações que constam de um levantamento feito pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda.

O uso do levantamento do Coaf, que apontou movimentações financeiras “atípicas” no valor de R$ 855,7 milhões, foi contestado pelas associações de magistrados, que acusaram o CNJ de quebrar o sigilo de servidores e juízes.

Ao julgar ação movida pelas entidades de juízes, o ministro Ricardo Lewandowski, em decisão liminar (provisória) suspendeu as investigações.

Agora, após a decisão de Fux, o plenário do Supremo terá de analisar e decidir se houve ou não irregularidade.

Fux liberou a retomada do trabalho após pedido da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon.

Em ofício enviado ao ministro, ela argumentou que o trabalho do CNJ estaria estagnado e que essa verificação patrimonial é feita em inspeções rotineiras, desde o início da atuação do CNJ, em 2005.

A preocupação da corregedoria do CNJ é que a eventual demora em avaliar o conteúdo do relatório paralisasse por muito tempo as investigações do órgão.

Nesta segunda-feira (27), ministro Fux intimou diversas entidades que representam a categoria para se pronunciar no processo e acolheu pedido das associações de magistrados para que o Banco Central e o Coaf também sejam ouvidos. A intenção é esclarecer se houve o envio de dados sigilosos.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
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