Parte da imprensa e da classe política, de oposição, logicamente, vende tese conspiratória do golpe como ingrediente de um processo estratégico para amplificar imagem negativa de Jair Bolsonaro (sem partido). Assim, toca terror (ainda mais).
Digo com margem de 100% de certeza: o presidente não tem recursos mínimos para promover golpe, não obstante pretender, sonhar e até agir nesse sentido. A conjuntura é bastante desfavorável à aspiração dessa ordem.
Forças Armadas não embarcariam numa aventura sem apoio popular representativo (diferente de 64), com cenário internacional completamente desfavorável e crescente desequilíbrio presidencial.
A guerra fria entre EUA e União Soviética (que se esfacelou), não existe mais. A polarização imperial hoje é entre norte-americanos e China, muito mais com estratégias mercantis do que bélicas ou de amparo a regimes totalitários, à esquerda ou à direita.
Durmo tranquilo quanto a isso, mas não tenho dúvidas também que as eleições de 2022 não vão marcar o fim de um ciclo doentio em nossa política e sociedade, mas seu recrudescimento.
E, provavelmente, teremos campanha banhada em sangue. O clima preparatório é para isso.
Açulam fanáticos de parte a parte para a guerra.
Dias piores virão.
Cuide-se.
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