No Planalto, um governo sem qualquer habilidade para conviver com as diferenças, insiste em dividir o país entre “nós e eles”, velha estratégia do populismo barato que sempre prosperou aqui e alhures.
Adversários inconformados com a derrota nas urnas apostam obsessivamente no quanto pior, melhor.
Trabalham para que tudo dê errado, para parecer que tudo que faziam estava certo.
Nenhuma voz de conciliação é audível e capaz de influir para o diálogo e o entendimento.
Essa terra ainda vai cumprir seu ideal.
Sabe-se lá quando.
Infelizmente não estarei aqui para testemunhar.
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