quinta-feira - 11/11/2021 - 19:12h
Justiça Federal

Júri de acusados da morte de policial penal terá transmissão ao vivo

policial penal federal Henri Charles teria sido vítima de um complô do PCC (Foto: divulgação)

policial penal federal Henri Charles teria sido vítima de um complô do PCC (Foto: divulgação)

Confirmado para o dia 30 de novembro, a partir das 8h, o início do júri popular dos acusados de assassinar o policial penal federal Henri Charle Gama e Silva, ocorrido no dia 12 de abril de 2017, na cidade de Mossoró. O juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara, será o presidente do júri

Acontecerá no plenário do Fórum Desembargador Silveira Martins, da Justiça do RN, em Mossoró.

O júri será transmitido pelo canal do Youtube da JFRN (//www.youtube.com/c/JfrnJusBrOficial)

No último dia 9 de novembro, o Juiz Federal Orlan Donato promoveu uma audiência para o sorteio de 25 jurados titulares e outros 25 substitutos.

Serão julgados Eduardo Lapa dos Santos, Maria Cristina da Silva, Jailton Bastos de Souza, Gilvaneide Dias Mota Bastos e Edmar Fudimoto.

Leia também: Conheça detalhes do crime que envolve o PCC.

O crime ocorreu por volta de 16h do dia 12 de abril de 2017, em Mossoró.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), a morte do policial penal foi sob encomenda e execução da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Ocorreu num bar do bairro Boa Vista em Mossoró, quando a vítima estava despreocupadamente no local. Quatro homens armados pararam um carro e saíram atirando em sua direção, sem chances de defesa.

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terça-feira - 08/11/2016 - 23:46h
Em Mossoró

Cláudio Santos defende “Estado mínimo” com prioridades

Em sua presença hoje em Mossoró para visita de trabalho ao Fórum Desembargador Silveira Martins, o presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), Cláudio Santos, foi extremamente hostilizado. Manifestações à porta do fórum questionaram seus pontos de vista sobre o serviço público, com visão privatista de empresas estaduais e autarquias.

Com faixas, cartazes, palavras de ordem e vestindo o preto como cor predominante, estudantes, servidores públicos do Judiciário e da Universidade do Estado do RN (UERN) demonstraram insatisfação com recentes entrevistas do desembargador, a favor da privatização dessa instituição.

Cláudio (à direita) também esteve no estúdio da Rádio Difusora nesta terça-feira (Foto: cedida)

“Não defendi de forma absolutamente pontual”, postou-se em entrevista já à noite ao programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM). Respondeu à sua posição em relação à ideia de privatização da Uern.

Para ele, “União, Estado e municípios devem sair de área não prioritária”. Exercitou seu ponto de vista em torno do conceito de Estado mínimo, focado numa atuação específica do poder público no que é mais importante para o bem-estar social.

Custo

“Defendo que todos os estudantes que podem pagar a universidade, que paguem. A sociedade está pagando em parte estudantes que podem pagar universidades”, disse Cláudio Santos em depoimento aos jornalista Carol Ribeiro e Marcello Benévolo do Cenário Político.

Segundo Cláudio Santos, R$ 317 milhões é o custo da Uern para o exercício de 2016, bem superior à saúde e segurança pública do Rio Grande do Norte para este ano. “É uma discussão político-ideológica”, mas respeitando o raciocínio em contrário.

Admitiu que inclusive o Judiciário custa “muito caro” no RN e Brasil. “Consegui diminuir assustadoramente o custo do Judiciário. É um poder de cultura de gastança. Acho muito caro o poder judiciário”, reiterou. Quanto ao Poder Legislativo, disse que não tinha parâmetro para falar.

Durante a entrevista, também respondendo a perguntas de telespectadores intermediadas pelos apresentadores, Cláudio Santos fez questão de assinalar que suas palavras representavam “ponto de vista pessoal e não do judiciário”.

Hospitais

“O Estado não vai ter dinheiro para manter nível de excelência na Uern. Estado está ausente nas escolas. Estou preocupado com Hospital de Oncologia, Hospital da Mulher em Mossoró. Não estou preocupado com interesses contrariados. Quando não há dinheiro para tudo, o gestor tem que priorizar”, advogou.

O desembargador previu que em algum momento haverá desfecho desse cabo-de-guerra nas finanças públicas. A prioridade deverá ser Educação, Segurança e Saúde, obrigações primárias do poder público. “Não sei quem vai fazê-lo, mas acontecerá inexoravelmente”.

Sobre eventual projeto político para 2018, Cláudio Santos sorriu ao ser associado a um hipotético “Plano B” do governador Robinson Faria (PSD). “Eu sou um crítico do Governo, não sou plano B dele. Meu projeto pessoal é continuar no Tribunal de Justiça. Tenho 62 anos e espero ficar até os 75 anos lá fazendo justiça, com meus pensamentos filosóficos, ideológicos etc.”, afirmou.

Cláudio Santos também deu entrevista à FM 95, Jornal de Fato e a Rádio Difusora.

Nota do Blog – Eu nunca tinha visto tamanho aparato de segurança para estada de um presidente do TJRN na cidade. Parece, que a apreensão fazia sentido.

Mesmo assim, não houve nenhum ato extremado por parte de manifestantes.

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segunda-feira - 07/11/2016 - 16:58h
Amanhã

Presidente do TJRN será recebido com protestos em Mossoró

Amanhã (terça-feira, 8), o desembargador Cláudio Santos, presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), terá programação em Mossoró a partir das 8 horas, no Fórum Desembargador Silveira Martins, no bairro Costa e Silva (veja postagem já veiculada hoje clicando AQUI).

A recepção deverá ser calorosa, mas de nítida repulsa ao dirigente do TJRN.

O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do RN (SISJERN) está se mobilizando para manifestação contra ele em frente ao Fórum, ao lado de representantes do Diretório Central de Estudantes (DCE) da Universidade do Estado do RN (UERN), Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN) e Sindicato dos Trabalhadores da Uern (SINTAUERN).

Eles deverão comparecer ao protesto com uso da cor preta, faixas e cartazes contra Cláudio Santos.

TV

A motivação contra o presidente do TJRN tem dois viés. Encadeiam-se, criando essa aliança entre servidores da Justiça e segmentos da Uern.

Um deles, deriva da revolta dos servidores da Justiça, que chegaram a promover paralisação em suas atividades devido cortes drásticos em seus ganhos salariais, promovido pelo presidente. Duelaram com ele, inclusive emitindo notas incisivas contra sua imagem (veja AQUI).

O outro, é a reprovação à sua proposta de “privatização” (veja AQUI) da Uern, manifestada numa entrevista na última segunda-feira (31), através da InterTV Cabugi em Natal.

À noite, às 18h40, ele estará no estúdio principal da TV Cabo Mossoró (TCM), participando do programa “Cenário Político”.

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