terça-feira - 31/01/2023 - 22:22h
Mossoró

Assaí vai instalar nova loja no RN; negociação está em andamento

Por Ugmar Nogueira (Blog Boca da Noite) e Canal BCS

O Assaí Atacadista vai iniciar no Rio Grande do Norte a instalação da sua quarta loja. Atualmente,  tem três lojas, sendo duas na capital e uma outra em São Gonçalo do Amarante. Pretende se instalar em Mossoró, a partir de pesquisa de mercado que levantou potencial econômico do município e região.

Assaí fez investimento bilionário em sua expansão no país (Foto: reprodução)

Assaí fez investimento bilionário em sua expansão no país (Foto: reprodução)

O Assaí Atacadista está presente em 23 estados da federação com 263 lojas em todo o Brasil. Em 2021, a rede anunciou que iria comprar 71 pontos comerciais onde era antes ocupada pelo lojas da marca Extra Híper, que atualmente pertencem ao Grupo Pão de Açúcar (GPA). Com valor de R$ 5,2 bilhões, a transação foi concluída no início do ano passado.

A marca pertence ao conglomerado francês Casino, que é proprietário do Assaí e do Grupo Pão de Açúcar, Mercado Extra e Minuto.

Em Mossoró, planos são para funcionar no Abolição II, às margens do Complexo Viário da Abolição – BR 304, endereço atual da Usina Brasileira de Óleos e Castanha (USIBRAS).

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – As duas partes, Grupo FAN – controlador da Usibras – e Assaí ainda não assinaram contrato para formalizar a ocupação do imóvel por essa rede. Segue negociação quanto ao modelo de negócio a ser firmado entre as partes.

O Fan é conduzido pelo empresário Francisco Assis Neto.

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sexta-feira - 30/05/2014 - 06:12h
Economia

Usibrás receberá importadores de castanha no Ceará

Andréh Jonathas (jornal O Povo)

Durante a Copa do Mundo, a Usibrás (empresa originária de Mossoró)  receberá importadores no Ceará. Os convidados são norte-americanos e fazem parte da ação da Apex-Brasil para trazer investidores ao País. Terão hospedagem, receptivo e ingressos para os jogos na Arena Castelão bancados pelo Governo Federal.

investidores que virão a Fortaleza para prospectar negócios na Copa do Mundo serão recebidos pela Usibras, indústria de processamento de castanha de caju no Ceará e no Rio Grande do Norte. A oportunidade de expandir as exportações está sendo viabilizada por meio de uma ação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), vinculada ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic).

A Apex vai trazer ao Brasil 2,3 mil convidados de 104 países para a Copa do Mundo.

Lorena Araújo Vasconcelos, assistente executiva da diretoria Usibrás, participou do planejamento que tornou possível o contato com duas empresas norte-americanas. Uma delas é a Latitude/Specialty Commodities, uma das maiores importadoras de produtos orgânicos brasileiros. A outra é a YSA Brokers, empresa ponte entre empresários mundiais e dos Estados Unidos.

“Eles têm grandes projetos para o 2015, que é triplicar a compra de orgânicos para atender mercado asiático, por exemplo. Virão conhecer nossa fábrica”, conta. Ela revela que a Apex-Brasil está custeando a hospedagem e a ida para o jogo na Arena Castelão, inclusive com alguém da empresa local. “As empresas que estão vindo pagam as passagens. É um custo pequeno para a Usibras”, ressalta.

Nota do Blog Carlos Santos – A Usibrás é comandada pelo mossoroense Francisco Assis Neto (Grupo FAN), o “Assis da Usibrás”, um dos mais vitoriosos empresários locais, mas que há muitos anos ganhou dimensão multinacional, com negócios além das fronteiras do Brasil.

Sucesso é sempre um bom motivo para aplausos.

 

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terça-feira - 24/07/2012 - 15:40h
Assis da Usibrás

Sequestro envolvendo um mossoroense não é novidade

O sequestro de Porcino Segundo, “Popó”, 19, filho do empresário Porcino Júnior (Grupo Porcino Costa), ocorrido à madrugada de ontem (domingo, 17), num parque de vaquejadas em Ceará-Mirim, não é um caso isolado. Em se tratando de gente do universo mais abastado de Mossoró, é o segundo fato de tamanha dimensão.

Em 16 de dezembro de 2004, o empresário Francisco Assis Neto, então com 61 anos de idade, conhecido como “Assis da Usibrás”, foi sequestrado quando fazia cooper no bairro Aeroporto (Mossoró) – perto do Posto Brasil, Avenida do Contorno. Só foi libertado 36 dias depois, no dia 21 de janeiro de 2005.

Ele ficou acorrentado em precárias condições na comunidade rural de Sítio Ribeiro, imóvel comprado previamente pelo grupo de sequestradores, na cidade de Potiretama, proximidades de Fortaleza-CE).

Assis viveu um drama de 36 dias em cativeiro (Azougue.com)

Com o “estouro” do cativeiro – numa ação conjunta das polícias do RN e Ceará – foi preso o baiano César Almeida de Andrade, o “César Alemão”, 33, tido como líder do bando. Ele há vários anos locomovia-se em cadeira de rodas, pois ficara paraplégico. Mesmo assim, o seu conceito era de ser marginal de altíssima periculosidade.

Estavam com César Alemão o seu irmão Celso Almeida de Andrade, 29, e o cearense Alexssandro Fabrízio Braga Maia, 29. Já José Carlos de Lima, 29, natural de Pernambuco, e Silvânio Soares da Silva, 25, de Tocantins, foram agarrados antes, no Aeroporto Pinto Martins (Fortaleza), no mesmo dia.

Posteriormente, em março de 2005, a Justiça emitiu mandado de prisão em desfavor do policial civil cearense Jucier de Oliveira Soares, que agiria na parte de logística da quadrilha.

A família de Assis da Usibrás foi pressionada a pagar U$S 1,5 milhão de dólares, equivalente à época a algo superior a R$ 4 milhões de reais. A informação passada pela polícia é que o resgate não chegou a ser pago.

No cativeiro em que se encontrava Assis, distante cerca de 5 quilômetros da área urbana de Potiretama, a polícia encontrou coletes da Polícia Federal usados no dia da abordagem, muita munição para pistola e fuzis AR-15, CDs e uma filmadora. Também tinham em poder dos sequestradores um Santana branco com placas de Bragança Paulista-SP, usado para levar Assis, além de um Corolla preto com placas de Fortaleza.

Nos primeiros 15 dias de cativeiro a coação psíquica foi de deixar qualquer um louco e na verdade eu quis até morrer. Agressão física não houve. Agora, o tratamento verbal com cutucadas de fuzil AR-15 era constante. Me recordo, que numa das vezes mandei que eles atirassem – contou Assis ao site Azougue.com, acrescentando que passou os 36 dias acorrentado e encapuzado, ouvindo incontáveis vezes música sertaneja, especialmente do cantor Daniel.

Os marginais há anos praticavam essa modalidade de crime, com ações nos estados do Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Acompanhe novidades sobre esse assunto e outros temas em nosso Twitter AQUI.

Nota do Blog – Meses antes de Assis da Usibrás ser sequestrado, situação similar ocorreu ao empresário Francisco Carlos Amorim, 77, no município de Caraúbas. Ficou cerca de cinco dias em poder dos sequestradores, mas saiu ileso e sem pagamento de qualquer resgate.

* Esta postagem foi originalmente publicada no dia 18 de junho, a 1h05, neste Blog, como matéria que ilustrativa e suplementar da cobertura do sequestro de Porcino Segundo, o Popó.

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Categoria(s): Gerais / Segurança Pública/Polícia
segunda-feira - 18/06/2012 - 01:03h
Assis da Usibrás

Sequestro envolvendo um mossoroense não é novidade

O sequestro de Porcino Segundo, “Popó”, 19, filho do empresário Porcino Júnior (Grupo Porcino Costa), ocorrido à madrugada de ontem (domingo, 17), num parque de vaquejadas em Ceará-Mirim, não é um caso isolado. Em se tratando de gente do universo mais abastado de Mossoró, é o segundo fato de tamanha dimensão.

Em 16 de dezembro de 2004, o empresário Francisco Assis Neto, então com 61 anos de idade, conhecido como “Assis da Usibrás”, foi sequestrado quando fazia cooper no bairro Aeroporto (Mossoró) – perto do Posto Brasil, Avenida do Contorno. Só foi libertado 36 dias depois, no dia 21 de janeiro de 2005.

Ele ficou acorrentado em precárias condições na comunidade rural de Sítio Ribeiro, imóvel comprado previamente pelo grupo de sequestradores, na cidade de Potiretama, proximidades de Fortaleza-CE).

Assis viveu um drama de 36 dias em cativeiro (Azougue.com)

Com o “estouro” do cativeiro – numa ação conjunta das polícias do RN e Ceará – foi preso o baiano César Almeida de Andrade, o “César Alemão”, 33, tido como líder do bando. Ele há vários anos locomovia-se em cadeira de rodas, pois ficara paraplégico. Mesmo assim, o seu conceito era de ser marginal de altíssima periculosidade.

Estavam com César Alemão o seu irmão Celso Almeida de Andrade, 29, e o cearense Alexssandro Fabrízio Braga Maia, 29. Já José Carlos de Lima, 29, natural de Pernambuco, e Silvânio Soares da Silva, 25, de Tocantins, foram agarrados antes, no Aeroporto Pinto Martins (Fortaleza), no mesmo dia.

Posteriormente, em março de 2005, a Justiça emitiu mandado de prisão em desfavor do policial civil cearense Jucier de Oliveira Soares, que agiria na parte de logística da quadrilha.

A família de Assis da Usibrás foi pressionada a pagar U$S 1,5 milhão de dólares, equivalente à época a algo superior a R$ 4 milhões de reais. A informação passada pela polícia é que o resgate não chegou a ser pago.

No cativeiro em que se encontrava Assis, distante cerca de 5 quilômetros da área urbana de Potiretama, a polícia encontrou coletes da Polícia Federal usados no dia da abordagem, muita munição para pistola e fuzis AR-15, CDs e uma filmadora. Também tinham em poder dos sequestradores um Santana branco com placas de Bragança Paulista-SP, usado para levar Assis, além de um Corolla preto com placas de Fortaleza.

Nos primeiros 15 dias de cativeiro a coação psíquica foi de deixar qualquer um louco e na verdade eu quis até morrer. Agressão física não houve. Agora, o tratamento verbal com cutucadas de fuzil AR-15 era constante. Me recordo, que numa das vezes mandei que eles atirassem – contou Assis ao site Azougue.com, acrescentando que passou os 36 dias acorrentado e encapuzado, ouvindo incontáveis vezes música sertaneja, especialmente do cantor Daniel.

Os marginais há anos praticavam essa modalidade de crime, com ações nos estados do Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo.

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Nota do Blog – Meses antes de Assis da Usibrás ser sequestrado, situação similar ocorreu ao empresário Francisco Carlos Amorim, 77, no município de Caraúbas. Ficou cerca de cinco dias em poder dos sequestradores, mas saiu ileso e sem pagamento de qualquer resgate.

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