“Melhor uma inimizade inteira do que uma amizade emendada.”
Friedrich Nietzsche
Jornalismo com Opinião
“Melhor uma inimizade inteira do que uma amizade emendada.”
Friedrich Nietzsche
“As pessoas não querem ouvir a verdade porque elas não querem suas ilusões destruídas.”
Friedrich Nietzsche
Por Francisco Edilson Leite Pinto Júnior
“A arte existe para que a verdade não nos destrua” (Nietzsche)
Em uma reunião de amigos resolvi contar a minha paixão pelo piano. A ponto de ter comprado um, sem Viviane saber, e com a cumplicidade de Lucas, montamos na sala da nossa casa… Mas até agora só sei arranhar alguns acordes da música “The Scientist” da banda Coldplay…
Pois bem, assim que contei essa história, soube pelo meu ex-aluno Francisco Irochima, que o Shopping Midway Mall teve sua inauguração postergada até que fosse colocado um grande piano no seu hall principal e que após tocada a primeira música, o seu fundador Nevaldo Rocha disse:
– “Pronto! Está inaugurado o Shopping, eu não disse que isso ia dar certo, ter um piano aqui?!”.
O piano do Midway Mall tem proporcionado a mim raros momentos de felicidade. Fico horas vendo o pianista tocando e viajo em meus devaneios da imaginação.
Outro dia, estávamos, eu e Viviane, e ao ouvirmos a música – “Por una cabeza” de Carlos Gardel -, corremos de mãos dadas para ver de perto o pianista e qual não foi a nossa surpresa: quem tocava era uma senhora muito simpática, com vários anéis nos seus dedos ágeis.
Fiquei mais uma vez emocionado.
E comentando esse momento com uma ex-aluna minha Sheila Henrique, ela me disse:
– “Professor, essa senhora é minha tia Nalva. Ela adora tocar piano”…
Pois bem, ontem à noite (veja AQUI), soube da morte do Sr. Nevaldo Rocha – idealizador da ideia do piano no Midway Mall e responsável por tantos momentos de felicidade em minha vida.
Fiquei triste.
Mas ao mesmo tempo lembrei-me da advertência de Cora Coralina:
– “Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos”…
Francisco Edilson Leite Pinto Júnior é professor, médico e escritor
“Para ver muita coisa é preciso despregar os olhos de si mesmo.”
Friedrich Nietzsche
“Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você”.
Friedrich Nietzsche
“Às vezes as pessoas não querem ouvir a verdade porque não querem que suas ilusões sejam destruídas”.
Friedrich Nietzsche
“Se houver amor em sua vida, isso pode compensar muitas coisas que lhe fazem falta. Caso contrário, não importa o quanto tiver, nunca será o suficiente”.
Friedrich Nietzsche
“Não venha roubar minha solidão, se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca”.
Friedrich Nietzsche
“Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia”.
Friedrich Nietzsche
“Nenhum vencedor acredita no acaso”.
Friedrich Nietzsche
“Nunca é alto o preço a pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo…”
Friedrich Nietzsche
“Nenhum vencedor acredita no acaso.”
Friedrich Nietzsche
O poder fascina e faz sina. Cega, que se diga. Os exemplos podem ser pinçados aqui e ali, na quantidade que quisermos, em qualquer tempo, sem nenhuma restrição geopolítica ou ideológica. Da infância à idade outonal. Sem veto de gênero ou raça, credo etc.
No Rio Grande do Norte, os últimos anos têm revelado que proporcionalmente à implosão do erário e ao esfacelamento dos serviços públicos, o fervor ao poder cresce obsessivamente. É regra com escassas exceções.
Robinson Faria (PSD), governador, é um caso mais atual a ser analisado. Apesar de ter níveis crescentes e incontroláveis de reprovação administrativa e repulsa política, delira com olhos esbugalhados e vítreos.
Ele repete entre os que lhe rodeiam, o mantra de que será reeleito.
Friedrich Nietzsche, filósofo alemão, afirmava que “o poder emburrece”. Mas em muitos e muitos casos, ele apenas expõe a burrice preexistente. Estava lá, à espera de ser reanimada. O RN é pródigo em situações assim.
A visão de Robinson Faria, é de que numa competição de baixo nível, espécie de Liga de Acesso à Papuda, possa vencer em face da mediocridade da peleja e pelas vantagens de estar aboletado na “máquina” estatal.
É provável, porém, que ele não concorra à sucessão estadual. A motivação pode ser um choque de racionalidade ou um sopapo judicial.
Isso não tira de Robinson a característica que lhe marcou no acesso ao governo: a crença no possível.
Essa também era a firme convicção da antecessora Rosalba Ciarlini (PP), atual prefeita mossoroense, quando em 2014 ainda se saracoteou para tentar a reeleição.
Rosalba foi impedida, não pelos índices estelares de rejeição ao governo (chegou a 82% em setembro daquele ano) e à sua imagem, mas por seu partido à época. O DEM do senador José Agripino, que não lhe deu legenda à aventura.
Antes de ambos, quem esteve com essa cegueira proporcionada pelo cargo e virou verbete do fracasso (“micarlização”), foi a ex-prefeita natalense Micarla de Sousa (era do PV). Ela chegou a 91,60% de reprovação em fevereiro de 2012, último ano de sua hecatombe administrativa. Terminou ejetada da prefeitura por decisão judicial.
Nesse rol, é oportuno ser lembrado o ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) numa narrativa mais recente. Ele também se via convencido de que seria reeleito ano passado, apesar de ter pesquisas com até 82% de repulsa popular.
Sua teimosia o levou a viver situação humilhante. Candidato, desistiu da luta eleitoral a poucos dias do pleito, por absoluta insuficiente de intenção de votos. Seu slogan de campanha soou ridículo no final melancólico: “Sempre resistir. Recuar, jamais!”
Em todos esses casos, a psicologia tem explicação para esse atordoamento, que colocou e coloca esses protagonistas políticos desconectados do mundo lá fora. Para que desçam do pedestal, é preciso o tal “choque de realidade”, o que não ocorre sem traumas.
Às vezes o tratamento só é possível nas urnas. Quando chegam a elas, claro. Aí o “rei” estará nu, como na parábola do dinamarquês Hans Christian Andersen. Será muito tarde.
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“Nos indivíduos, a loucura é algo raro – mas nos grupos, nos partidos, nos povos, nas épocas, é regra.”
Friedrich Nietzsche
“Quando adestramos a nossa consciência, ela beija-nos ao mesmo tempo que nos morde.”
Friedrich Nietzsche
“Quanto mais alto voamos mais pequeninos parecemos aos que não passam do chão”.
Nietzsche
“Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que suas ilusões sejam destruídas”.
Friedrich Nietzsche
“Os erros de grandes homens… são mais fecundos que as verdades de pequenos.”
Friedrich Nietzsche
“Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.”
Friedrich Nietzsche


