quarta-feira - 09/05/2012 - 04:26h
Governismo sem prumo

Critérios para vice de Cláudia não explicam escolha

O que costuma definir a indicação de um nome a vice-prefeito, dentro da cultura político-partidária brasileira?

Essa pergunta talvez ajude o webleitor a encontrar sua própria resposta à escolha do jovem advogado Wellington Filho (PMDB) para ser o vice da vereadora Cláudia Regina (DEM) à Prefeitura de Mossoró.

A chapa do governismo está fechada e falta apenas um anúncio oficial à sua proclamação até ser formalizada em convenção partidária. Mesmo assim, ela está longe de ser consenso ou receber razoável aplauso das bases à cúpula do governismo municipal.

Wellington não está sendo digerido. É um estranho no ninho. No próprio PMDB há descrença, perplexidade e até desconhecimento de quem seja ele, para merecer tal primazia.

Bem, mas voltemos à indagação que abre esta postagem: “O que costuma definir a indicação de um nome a vice-prefeito, dentro da cultura político-partidária brasileira?”

Resposta:

– Normalmente, três fatores definem um vice: ter dinheiro, voto ou representatividade político-social direta ou indiretamente.

Será que Wellington preenche um desses critérios tradicionais ou os três?

Tem dinheiro?

Tem voto?

Tem representatividade política ou social – direta ou indiretamente?

Pelo visto, eles não explicam ou justificam a definição.

Os bastidores, com informações em primeira mão e que só este Blog teve acesso, constroem os caminhos percorridos por essa escolha que parece ter nascido do “nada”. Não é bem assim.

Aguarde que você vai entender tudinho, “tintinho por tintinho”, como diria o empresário e radialista Zé Mendes (Rádio Difusora de Mossoró).

Nota do Blog – Do Palácio da Resistência, sede do Governo Municipal, a ala da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, desencadeou um processo de fritura “em fogo alto” do nome de Wellington. É o que se chama de “fogo-amigo”.

A ordem passada à mídia convencional e alternativa (web) sob seu controle foi para esvaziá-lo e levar o PMDB a fazer outra indicação.

Da Chefia de Gabinete, logo pela manhã dessa terça-feira (8), o prefeito de fato Gustavo Rosado (PV) – e ocupante dessa sala disparou telefonemas e provocou reuniões num ritmo frenético, para reagir a imposição do PMDB. Estava possesso.

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Categoria(s): Política
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