quinta-feira - 27/01/2022 - 16:36h
TSE esclarece

Eleitor sem biometria não será impedido de votar em 2022

Eleições 2022Mais uma afirmação falsa envolvendo o processo eleitoral brasileiro vem ganhando força nas redes sociais. Desta vez, o boato diz respeito ao cadastramento biométrico, procedimento de coleta das digitais do eleitorado pela Justiça Eleitoral, utilizado para identificar eleitoras e eleitores no dia do pleito.

O texto afirma que quem não tiver feito a biometria não poderá votar nas Eleições Gerais de 2022, marcadas para os dias 2 de outubro (primeiro turno) e 30 de outubro (se houver segundo turno).

Fato ou boato?

A mensagem não é verdadeira. Desde 2020, o cadastro biométrico está suspenso em todo o Brasil como forma de prevenção ao contágio da Covid-19, uma vez que a coleta das digitais só pode ser feita presencialmente. Além disso, o sistema passa por atualizações de softwares e equipamentos para prestação de um melhor serviço ao eleitorado.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também esclarece que nenhuma eleitora ou eleitor que não realizou o cadastramento será proibido de votar. A ausência da biometria não impede, por si só, o exercício do voto.

Identificação biométrica no dia da eleição

Em atendimento ao Plano de Segurança Sanitária elaborado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e os hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, não houve identificação biométrica do eleitorado nas Eleições Municipais de 2020.

Entretanto, o uso da biometria (para quem havia feito o cadastro antes da pandemia) nas Eleições Gerais de 2022 ainda é objeto de estudos pela Justiça Eleitoral e depende da evolução da crise sanitária provocada pela doença no país. Não há, até o momento, nenhuma definição quanto ao protocolo sanitário a ser seguido durante as Eleições 2022.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
sexta-feira - 27/08/2021 - 21:53h
Covid-19

Estudo mostra efetividade da CoronaVac e da AstraZeneca

Vacinação revela sua importância a cada estudo (Foto ilustrativa - Hugo Barreto/Metrópoles)

Vacinação revela sua importância a cada estudo (Foto ilustrativa – Hugo Barreto/Metrópoles)

Do Metrópoles

O maior estudo de “mundo real” já realizado no Brasil traz informações específicas sobre a efetividade dos imunizantes Oxford/AstraZeneca e CoronVac de acordo com as faixas etárias da população.

Liderado pelo pesquisador Manoel Barral-Netto, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a pesquisa utiliza informações de 75 milhões de brasileiros vacinados contra a Covid-19 entre 18 de janeiro e 24 de julho deste ano.

Uma versão pré-print do trabalho foi divulgada na quinta-feira (26/8). Além da quantidade de dados analisados, o levantamento avança ao verificar a capacidade de proteção das vacinas no chamado “mundo real”, sem as variáveis que costumam ser controladas nos ensaios clínicos como, por exemplo, as comorbidades dos pacientes ou a faixa etária dos voluntários recrutados para os testes dos imunizantes.

Os dois imunizantes contra a Covid-19 analisados pelos pesquisadores foram os mais aplicados pelo Programa Nacional de Imunização no período, por isso não há um detalhamento semelhante com os resultados das vacinas Pfizer/BioNTech e Janssen, que também estão sendo administradas no Brasil.

Oxford/AstraZeneca (duas doses): proteção de 72,9% contra a infecção, 88% contra a hospitalização, 89,1% contra internação em UTI e 90,2% contra óbito.

Coronavac (duas doses): proteção de 52,7% contra a infecção; 72,8% contra hospitalização, 73,8% contra internação em UTI e 73,7% contra óbito.

Taxa por idade
Oxford/AstraZeneca (duas doses)

  • abaixo de 60 anos: 62,5% contra a infecção, 94,2% contra hospitalização, 95,5% contra internação em UTI e 93,3% contra óbitos.
  • entre 60 e 69 anos: 78,5% contra a infecção, 91,7% contra hospitalização, 93,2% contra internação em UTI e 89,6% contra óbitos.
  • entre 70 e 79 anos: 79,2% contra a infecção, 88,4% contra hospitalização, 87,4% contra internação em UTI e 92,5% contra óbitos.
  • entre 80 e 89 anos: 78,3% contra a infecção, 86,9% contra hospitalização, 89,3% contra internação em UTI e 91,2% contra óbitos.
  • acima de 90 anos: 46,9% contra a infecção, 54,9% contra hospitalização, 39,7% contra internação em UTI e 70,5% contra óbitos.

Coronavac (duas doses)

  • abaixo de 60 anos: 44,6% contra a infecção, 84,2 % contra hospitalização, 80,8% contra internação em UTI e 76,5% contra óbitos.
  • entre 60 e 69 anos: 55,9% contra a infecção, 78,2% contra hospitalização, 78,7% contra internação em UTI e 78,7% contra óbitos.
  • entre 70 e 79 anos: 61,9% contra a infecção, 74,0% contra hospitalização, 75,7% contra internação em UTI e 78,3% contra óbitos.
  • entre 80 e 89 anos: 57,1% contra a infecção, 63% contra hospitalização, 65,1% contra internação em UTI e 67,3% contra óbitos.
  • acima de 90 anos: 31,7% contra a infecção, 32,7 % contra hospitalização; 37,2% contra internação em UTI e 35,4% contra óbitos.

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Categoria(s): Saúde
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terça-feira - 17/12/2019 - 07:22h
Natal

Secretários municipais discutem Sistema Único de Saúde

Nesta terça (17) e quarta-feira (18) o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Norte (COSEMS-RN) realizará seu XV Congresso de Secretários Municipais de Saúde do RN que terá como tema os “30 anos de Cosems e seus reflexos no SUS do RN”. O evento acontecerá no hotel Vila do Mar, na Via Costeira em Natal, e terá como público-alvo os secretários municipais de saúde do Estado.

O evento terá como palestrantes quadros técnicos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Tribunal de Contas da União (TCU), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e Ministério Público (MP).

As mesas de discussões do XV Congresso de Secretários Municipais de Saúde do RN tratarão sobre a ordenação e utilização dos recursos financeiros do SUS (mesa 1), e sobre o panorama, desafios, perspectivas, integração entre atenção básica/vigilância em saúde e estratégias resolutivas da nova política de Atenção Primária do Ministério da Saúde (mesa 2).

Na programação ainda consta um painel que debaterá sobre a regulação no setor saúde e judicialização.

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Categoria(s): Gerais / Saúde
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