sábado - 21/03/2020 - 04:48h
Hamilton Mourão

Uma referência verde-oliva

Para quem acompanha a política apenas com o fígado, supurando de paixão ou ódio, deixe-me esclarecer uma coisa: o vice-presidente general Hamilton Mourão (PRTB) tem ótima relação com o Congresso Nacional – inclusive na oposição.

É bem visto também no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ah, e segue como uma referência no mundo verde-oliva!

É só.

Por enquanto.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 16/09/2019 - 22:02h
Em Natal

Governadora e presidente reforçam negócios Brasil-Alemanha

Coube à governadora Fátima Bezerra (PT) e ao presidente em exercício do país, general Hamilton Mourão (PRTB), os principais discursos do 37º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que pela primeira vez acontece em Natal. O evento em seu segundo dia nesta segunda-feira (16), no Centro de Convenções de Natal, teve ambos como oradores em sintonia na defesa das relações comerciais entre os dois países.

Fátima discursa em evento bastante concorrido no Centro de Convenções (Foto: Elisa Elsie)

A governadora Fátima Bezerra destacou os potenciais de desenvolvimento do Rio Grande do Norte e os ganhos com a aproximação entre o estado e o país europeu, que é o sétimo maior parceiro de negócios com o RN.

O Presidente da República em Exercício, Hamilton Mourão, discursou durante o painel no Centro de Convenções relatando as ações do Governo Federal na área econômica e a necessidade de reforçar a parceria bilateral entre Brasil e Alemanha.

O encontro é promovido na capital potiguar pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI), ao lado da Federação das Indústrias do RN (Fiern), em parceria com a Federação das Indústrias Alemãs (BDI, sigla em alemão). O Governo do Estado dá apoio institucional ao evento que acontece anualmente, sendo sediado de forma alternada entre os dois países. A iniciativa começou no domingo (15), no Arena das Dunas.

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Categoria(s): Economia / Política
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segunda-feira - 16/09/2019 - 21:46h
Em Natal

Presidente Mourão garante R$ 80 milhões à segurança

A governadora Fátima Bezerra (PT) e toda a sua equipe da Segurança Pública receberam o Presidente da República em Exercício, General Hamilton Mourão, que veio a Natal para cumprir agenda administrativa (veja AQUI). Na manhã desta segunda-feira (16), a governadora o recebeu para um café da manhã de boas-vindas na Escola de Governo, onde funciona a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (SESED).

Fátima e Mourão conversam e recebem informações sobre a Segurança Pública (Foto: Assessoria)

Em seguida, realizaram uma rápida reunião de trabalho na qual foi assegurado a liberação de R$ 80 milhões, que já estão empenhados, mas cujo repasse estava “travado” pelo Governo Federal.

A reunião ocorreu no Centro de Comando de Controle em que o secretário de Estado da Segurança Pública, Coronel Francisco Araújo, apresentou as estatísticas que comprovam a redução da criminalidade no RN, de janeiro a agosto de 2019, e descreveu um a um os convênios celebrados com a União para melhorar a estrutura da Segurança do Estado.

A governadora e o presidente Mourão em seguida seguiram a bordo do mesmo veículo para a abertura do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que estava sendo realizado no Centro de Convenções, motivo original da vinda do chefe em exercício do Executivo Federal a Natal.

DETALHAMENTO DOS OITO CONVÊNIOS CELEBRADOS COM A UNIÃO

1. Fortalecer a Polícia Militar do Rio Grande do Norte por meio da aquisição de viaturas, armas, máquina de recarga de munição e equipamentos de proteção individual – R$ 29.977.330,89.

2. Modernizar O Centro de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte – R$ 2.877.717,48.

3. Modernizar o Corpo de Bombeiro Militar do Rio Grande do Norte, por meio da aquisição de viaturas de combate a incêndio, resgate e salvamento – R$ 6.110.615,00.

4. Modernizar o Centro Integrado de Operações de Segurança pública (CIOSP), da SESED, por meio da ampliação da área de cobertura do sistema de radiocomunicação através da aquisição de Software e Torres Autoportantes – R$ 1.928.105,28.

5. Reaparelhar as delegacias operacionais da Polícia Civil do do Rio Grande do Norte por meio da aquisição de viaturas, armamento e equipamentos táticos operacionais e solução de tecnologia – R$ 12.209.780,77.

6. Modernizar o Centro Integrado de Comando e Controle Regional da SESED, por meio da atualização do Data center, da infraestrutura, e aquisição de materiais de informática – R$ 5.092.927,38.

7. Modernizar o Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAER, da Segurança Pública e de Defesa Civil, através da aquisição de helicóptero – R$ 21.777.286,93.

8. Capacitação dos Policiais Militares do Rio Grande do Norte – R$ 297.100, 00 – Totalizando R$ 80.270.863,73.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 16/09/2019 - 07:56h
Política

Fátima recebe presidente em exercício Hamilton Mourão

A governadora Fátima Bezerra (PT) recepciona no início agora na Governadoria em Natal, o presidente em exercício do Brasil, general Hamilton Mourão (PRTB).

Mourão é recepcionado por Fátima (Foto: TT)

Ele cumpre agenda no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira (16).

Participa à tarde da abertura do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), conhecerá detalhes da Segurança Pública do Estado que conta com suporte da União e visitará o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAÍS) da Universidade Federal do RN (UFRN).

O presidente estará no Instituto Santos Dumont, Organização Social (OS) instalada em Macaíba pelo cientista Miguel Nicolelis.

Também reservará um tempo para conhecer o monumento dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu em São Gonçalo do Amarante.

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 25/04/2019 - 16:26h
Brasil

Palanque de barro

Por François Silvestre

Os inimigos da Direita eram os comunistas, socialistas, anarquistas. Cuba, China, Castro, Guevara. Agora é vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB).

Até o guru anda chamando o Exército de “milicos covardes”. Nem nisso a Direita consegue avançar. Falta de inimigos ou de competência para realizar o “sonho” da fartura e da ordem?

A Direita ainda não descobriu que ganhou a eleição? Continua a fazer oposição aos derrotados? Cômodo, não?

É o disfarce para esconder que não sabe o que fazer.

Quanto ao espectro do comunismo, a direita bolsonariana ampliou o leque dos suspeitos. Reinaldo Azevedo, guru sagrado até bem pouco tempo, virou agente duplo. Era um comunista infiltrado na Veja. E Diogo Mainardi? Suspeitíssimo. Deve ser o Reinaldo d’O Antagonista.

Enquanto o “mártir” Bolsonaro, segundo o guru sagrado Olavo, precisa trabalhar em paz. E já começou a trabalhar.

Agora mesmo decretou o fim do horário de verão. Jânio só acabou briga de galo.

O “mártir” reduziu o limite da Lei Rouanet.

Jânio só proibiu biquinis na praia.

Isso faz lembrar uma musiquinha dos tempos do governo Dix-Sept Rosado: “Cala a boca língua ferina,/ apaga a lamparina,/ e deixa Dix-Sept trabalhar”.

O passado era mais inteligente, o que significa menos idiota.

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Categoria(s): Artigo
quarta-feira - 09/01/2019 - 10:14h
Política

Errar é humano, mas não para Lula, Bolsonaro e Pompeia

Pregação ética no poder bate de frente com a realidade política no Brasil e lembra a Roma antiga

– “Quando nós viramos referência, nós não podemos errar, não temos o direito de errar e não temos o direito de fracassar”, presidente Lula da Silva (PT), dia 13 de fevereiro de 2004.

– “Nós não podemos errar. Se errarmos, os senhores bem sabem quem poderá voltar. E as pessoas de bem, que foram maioria, não poderão se decepcionar conosco”, presidente Jair Bolsonaro (PSL), dia 7 de janeiro de 2019.

As duas frases destacadas acima em negrito, em dois momentos distintos, separadas em mais de 14 anos uma da outra, pronunciadas por políticos antagônicos e dirigidas em especial a seus eleitores e militantes, tratam em essência da mesma natureza semântica: o verbo “errar”.

Lula avisou que ele, sua equipe e o PT não podiam errar; Bolsonaro repete retórica em meio à turbulência (Foto: Web)

Em cada contexto histórico, a fala desses personagens cumpriu-cumpre o papel de fomentar um exercício prático além da própria retórica dos líderes inspiradores. Não errar, é não pecar, não cair nas tentações que o poder produz.

Lula discursou quando o PT completava 24 anos de vida. No emblemático Hotel Glória no Rio de Janeiro, símbolo neoclássico da burguesia carioca no século passado, ele dava os primeiros passos do segundo ano do seu primeiro mandato presidencial.

Mensalão e petrolão

Adiante, em 2005, o escândalo do “mensalão” – narrativa sobre compra de votos de parlamentares no Congresso Nacional do Brasil – começou a desconstruir a imagem asséptica que Lula e seu partido tentavam vender. Depois vieram outros escândalos, como o infindável “petrolão” – nome dado para um esquema de corrupção e desvio de fundos que ocorreu na Petrobras -, envolvendo governos petistas e diversos partidos, políticos e outros personagens.

Eleito sob a égide da moralidade, para varrer a corrupção do Planalto, Esplanada dos Ministérios e Brasil, bem ao estilo Jânio Quadros nos anos 60, o capitão reformado do Exército e deputado federal Jair Bolsonaro mal começou seu mandato e já convive com embaraços. Na verdade, antes mesmo de cruzar a faixa presidencial no peito dia 1º de janeiro deste ano.

No dia 6 de dezembro do ano passado, portanto após as eleições, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) detectou que Fabrício Queiroz – policial militar da reserva, ex-motorista de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), senador eleito e filho do presidente, fez uma movimentação bancária de 1,2 milhão de reais, “incompatível com seu patrimônio”, entre 2016 e 2017. Até a futura primeira-dama Michelle Bolsonaro tinha dinheiro transferido para sua conta por Queiroz.

De lá para cá, nunca o caso ficou razoavelmente esclarecido. Esquiva-se desde então do Ministério Público.

Civismo e mérito

Poucos dias depois, o deputado federal e braço direito de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), é denunciado por ter utilizado indevidamente verba da Câmara Federal em 2018 em trabalhos da campanha presidencial. Acossado pela imprensa, defendeu-se com evasiva superior: “Eu não tenho que me defender de nada”.

Segundo Lorenzoni, agora ministro-chefe da Casa Civil, a justificativa para utilizar recursos públicos de forma irregular tinha um componente cívico: “Eu estava ajudando a construir o que, hoje, nós estamos vivendo: a transição de um novo futuro para o nosso país”.

Na segunda-feira (7), quando o presidente Bolsonaro empossava no Palácio do Planalto os novos dirigentes do Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Caixa Econômica Federal (CEF), repetiu inadvertidamente a frase cunhada por Lula na década passada. Dia seguinte, porém, veio outra contrariedade.

O vice-presidente da República, general reformado Hamilton Mourão (PRTB), teve o filho Antonio Hamilton Rossell Mourão nomeado para um cargo com remuneração em torno de R$ 36 mil/mês no Banco do Brasil, onde é funcionário de carreira há 18 anos.

Instado a se pronunciar sobre a ascensão, Mourão fez uma avaliação particular do currículo do seu rebento, como se fizesse parte do setor de RH (Recursos Humanos) do BB: “Ele tem mérito.” Ah, tá!

O eco do salto meritório do filho de Mourão, no BB, chegou ao Planalto provocando ruídos. O presidente Jair Bolsonaro soube do caso pela imprensa que tanto combate e desdenha e não por seu Twitter (rede social que mais usa).

É lugar-comum uma frase atribuída ao general Júlio César há mais de dois mil anos, quando tratava de imagem pública de Pompeia, sua segunda mulher, perante o patriciado (elite republicana romana), plebeus e escravos: “À mulher de César não basta ser honesta; precisa parecer honesta.”

O clã Bolsonaro deve conhecer pelo menos razoavelmente a história do apogeu e declínio de César. Sobre o PT, bem mais, com certeza. Errar é humano, mas ‘mitos’ não têm direito ao pecado.

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Categoria(s): Artigo / Opinião da Coluna do Herzog / Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quarta-feira - 29/08/2018 - 23:46h
Hamilton Mourão

Vice de Jair Bolsonaro tem agenda política no RN

Palestra de Mourão foi hoje à noite (Foto: Redes sociais)

Candidato a vice-presidente da República de Jair Bolsonaro (PSL), o General Hamilton Mourão (PRTB), 65, desembarcou nesta quarta-feira (29) no Rio Grande do Norte.

Cumprirá agenda política até a sexta-feira (31) na capital.

O oficial da reserva participou de entrevistas, recebeu militantes e correligionários, além de participar de evento político agora à noite no auditório do Arituba Park Hotel.

Ele abordou o tema “Desafios de uma Nação”.

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Categoria(s): Política
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