quarta-feira - 29/12/2021 - 23:00h
Enchentes

Governo Federal nega pedido para ajuda humanitária à Bahia

Do G1

O governo federal, por meio do Ministério das Relações Exteriores, negou o pedido do governador da Bahia, Rui Costa, para autorização do envio de ajuda humanitária da Argentina às cidades afetadas pelas chuvas no estado.

Imagem aérea mostra ruas inundadas após fortes chuvas em Itajuipe, no sul da Bahia, em 27 de dezembro (Foto: Amanda Perobelli-Reuters)

Imagem aérea mostra ruas inundadas após fortes chuvas em Itajuipe, no sul da Bahia, em 27 de dezembro (Foto: Amanda Perobelli-Reuters)

Na tarde desta quarta-feira (29), Rui Costa pediu autorização para a missão estrangeira por meio das redes sociais.

g1 teve acesso com exclusividade ao documento do Ministério das Relações Exteriores que foi enviado à embaixada da Argentina que dispensa a ajuda oferecida. Em um trecho do documento, o governo federal afirma que os recursos pessoal e financeiro são suficientes, com reserva de R$ 200 milhões para enfrentar a emergência.

“Na hipótese de agravamento da situação, requerendo-se necessidades suplementares de assistência, o Governo brasileiro poderá vir a aceitar a oferta argentina de apoio da Comissão Capacetes Brancos, cujos trabalhos são amplamente reconhecidos”, diz outro trecho do documento.

Nota do Canal BCS – Eu nunca vi algo parecido antes. Que coisa!

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quarta-feira - 15/01/2020 - 07:46h
Na pressão

Governo estadual recua em proposta de reforma previdenciária

Rui: segunda reforma (Foto: A Tarde/UOL)

Após a votação sobre a reforma da previdência para servidores da Bahia ser suspensa nessa segunda-feira (14), por causa de uma liminar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o governo do estado mudou o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê, entre outros itens, a mudança na previdência dos funcionários públicos.

Valeu a pressão dos setores organizados do funcionalismo, através de seus sindicatos.

O governador baiano Rui Costa (PT) deve enviar nos próximos dias o texto da PEC para Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e pediu uma convocação extraordinária para análise do documento.

Uma reclamação dos servidores diz respeito à alíquota de contribuição que já tinha crescido de 12% para 14%, em 2019 e ,com a reforma da previdência, chega a 15% para o servidor que recebe mais de R$ 15 mil por mês.

A reforma da previdência deve alcançar 150 mil servidores públicos na ativa e cerca de 130 mil aposentados e pensionistas.

O texto antigo falava em contribuição para quem recebe mais de R$ 10 mil.

Com informações do G1 Bahia e outras fontes.

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quarta-feira - 13/06/2012 - 18:53h
Decisão do STJ

Greve no setor público desobriga pagamento de salário

“A deflagração do movimento grevista suspende, no setor público, o vínculo funcional e, por conseguinte, desobriga o poder público do pagamento referente aos dias não trabalhados.” Com esse entendimento, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler, acolheu o recurso do governo da Bahia, que pediu a suspensão da liminar que determinou o pagamento de salários aos professores da rede estadual, em greve há mais de 60 dias.

O Sindicado dos Trabalhadores em Educação do estado da Bahia alega que o governo baiano vem descumprindo o acordo que estabeleceu reajuste salarial do magistério da rede estadual de ensino fundamental e médio no mesmo patamar do piso salarial profissional para 2012 a 2014, a partir de janeiro de cada ano, incidindo sobre todas as tabelas vigentes.

O governo da Bahia cortou o ponto dos profissionais paralisados desde o dia 18 de abril. Após essa medida, o sindicato entrou com Mandado de Segurança alegando que a atitude da administração pública era ilegal e arbitrária.

O Tribunal de Justiça da Bahia concedeu liminar, determinando o restabelecimento imediato do pagamento dos salários e o acesso dos professores conveniados ao Planserv — Plano de Saúde dos Servidores Públicos da Bahia.

Diante da decisão, o Estado da Bahia entrou com pedido de suspensão da medida. Argumentou que a greve representa grave lesão à ordem e à economia pública, uma vez que deixa cerca de dois milhões de alunos sem aulas, com risco de sérios danos para o ano letivo.

O presidente do STJ acolheu os argumentos dos procuradores do estado.

Saiba mais detalhes sobre essa demanda judicial clicando AQUI.

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